OSTENTAÇÃO EMOCIONAL

Sexta, 08 de Maio de 2015, 09h16

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Perceberam que ultimamente a palavra mais popular é a tal "ostentação"? Pessoas querendo se destacar das demais com bens materiais , muitas vezes comprados no imediatismo , sem se pensar nas milhões de parcelas que virão nos próximos meses no cartão de crédito. Acredito que "ostentar" faz parte atualmente de uma cultura de massa onde se vende felicidade a qualquer preço. Mostrar para o mundo objetos materiais de valor, viagens absurdamente surpreendentes , relações impecáveis e uma vida livre de conflitos são algumas das formas de ostentar. Será que essa tal "vantagem" não esta encobrindo uma extrema vulnerabilidade emocional? Onde o indivíduo para não se sentir em prejuízo consigo mesmo perante os demais , passa a utilizar de artifícios externos para mostrar ao mundo que ele tem as suas vantagens perante o meio? Existem possibilidades mais eficazes e autenticas de perceber as suas potencialidades, de compreender os conflitos que fazem com que exista a crença de que " preciso comprar um telefone de 5 mil reais pra me sentir pertencente a algo" . Resgatar as suas habilidades, encontrar o nó conflitivo e te auxiliar no desfecho e na resignificação de todo esse conflito é uma das possibilidades que a psicoterapia pode te oferecer.
Pra finalizar , vou citar aquela velha corrente que circula na internet que vale uma boa reflexão.

Status é : Comprar coisas que você não quer, com o dinheiro que você não tem, a fim de mostrar para gente que você não gosta, uma pessoa que você não é.

Refletindo:

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Convite

Terça, 05 de Maio de 2015, 13h48

Maria Cristina Ramos Britto
psicóloga

 

 

Leia meus artigos sobre psicologia, saúde e qualidade de vida em 

http://www.contioutra.com/category/colunistas/maria-cristina-ramos-britto/

O QUE VOCÊ ESPERA DOS OUTROS?

Segunda, 04 de Maio de 2015, 13h01

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Muitas vezes superestimamos as relações afetivas , acreditando que o outro tem uma certa obrigação em nos suprir naquilo que precisamos.Nada impede que em alguns momentos essa expectativa seja alcançada, mas impreterivelmente em algum momento a decepção falará mais alto. E não estou falando do outro que talvez não tenha sido aquilo que você esperava, estou falando de você , que em determinado momento superestimou aquele que esta do seu lado. Comumente ,em uma relação afetiva o ser humano procura e admira no outro tudo aquilo que lhe falta , tudo aquilo que ele gostaria de ser , por isso mesmo que sempre ouvimos no senso comum a frase " um completa o outro". Mas acredito que esperar que alguém te complete é sempre uma responsabilidade muito grande que se delega para alguém, o "outro" tem que apenas "somar", nunca completar.
Crer que outra pessoa irá te completar é muito arriscado , uma linha muito tênue entre a decepção e a angústia de sempre esperar por algo. Desenvolver relações autênticas , saber diferenciar o que é seu daquilo que é do do seu parceiro(a) é um principio de fidelidade suprema a sua essência .Parece difícil, mas não impossível . Promover o auto conhecimento e a auto percepção do seu enredo de possibilidades e resiliência , são variáveis trabalhadas dentro da psicoterapia.
Não sou psicanalista , mas quando falo desse assunto sempre me lembro da citação de Jaques Lacan:
" Eu aguardo , mas não espero nada".

Refletindo!

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Veja o que muda com as novas regras do financiamento de imóveis da Caixa

Segunda, 04 de Maio de 2015, 12h29

Eder Moura da Costa
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779 - OAB 212.665

 

 

Banco reduziu o percentual de recursos da poupança que podem ser usados para comprar apartamentos usados

               A Caixa Econômica Federal aumentou duas vezes neste ano os juros do financiamento de imóveis e, na última segunda-feira, reduziu o percentual de recursos da poupança que podem ser utilizados para comprar apartamentos usados (de uma máximo de 80% para um mínimo de 40%) e já tinha reduzido para novos (de 90% para 80%). As mudanças passam a valer a partir do dia 4 de maio.

Entenda abaixo o que permanece e o que muda no banco que é o responsável pela maior parte dos financiamentos imobiliários do país.

Muda alguma coisa no financiamento que eu já pago?

               Não. Não muda muda. O que assinado foi, assinado está. É ruim quando os juros caem (e você está pagando mais do que os novos contratos). Mas é bom nesses momentos em que o custo do crédito está em alta. Não vai mudar quanto você paga de juros dentro do contrato que já está feito.

O que muda então?

               Os imóveis na faixa entre R$ 170 mil até R$ 650 mil na maior parte dos Estados, tiveram o total que pode ser financiado pela Caixa Econômica alterado. Nos municípios com população igual ou superior a 50 mil habitantes, o valor inicial é de R$ 115 mil até R$ 650 mil. Já para municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes, a faixa é de R$ 145 mil até R$ 650 mil.

               Em apartamentos novos, por exemplo, o percentual caiu de 90% para 80% — ou seja, quem quiser comprar vai ser obrigado a desembolsar mais para comprar. Mas a maior mudança foi em imóveis usados, que caíram de 80% e 70%, dependendo da linha de financiamento, para 50% e 40%. Na hora da compra, agora vai ter que já pagar a metade ou mais do valor total da casa ou do apartamento. Quem escolher comprar pelo programa Minha Casa Minha Vida ou com recursos do FGTS, não terá nenhuma alteração.

Quem é afetado?

               Duas “categorias” são os mais afetados pela mudança. Primeiro, quem comprou apartamentos na planta como investimento. Mesmo sem nunca ter usado o imóvel, assim que receber a chave da construtora ele será considerado usado. E deve ficar mais complicado vender com essas novas regras. A expectativa do mercado é que haja uma redução da procura, e uma queda nos preços para tentar compensar a demanda.

               O segundo grupo de pessoas que será prejudicado é aquele formado por quem já firmou neste mês contratos de compra e venda em imobiliárias, mas ainda não conseguiu fazer o contrato de financiamento com a Caixa. Assinaram a promessa de que comprariam um apartamento, por exemplo, em uma situação e agora ela é outra.

               É possível que ocorram cancelamentos de contratos com construtoras, por parte de quem comprou na planta o imóvel. Também é provável que algumas pessoas tenham que desistir do sonho da casa própria que já estava encaminhado, e desistir do contrato de compra porque não ia ter recursos para arcar com uma entrada maior — pagando uma multa que normalmente é de 10% do valor da venda.

Alguém ganha com isso?

               No médio e longo prazo, as construtoras devem ganhar com a mudança. As alterações tornam bem mais conveniente comprar uma casa ou apartamento novos do que uma usada, pela diferença no valor que pode ser financiado. Em um imóvel de R$ 250 mil, por exemplo, é possível pegar emprestado R$ 200 mil no caso de um novo e apenas R$ 125 mil, no caso de um já construído.

O que eu posso fazer para contornar?

               Uma opção é negociar o preço. A necessidade de uma entrada maior dá mais margem para tentativas de baixar o preço final — já que a demanda pela compra deve cair.

Não tenho dinheiro agora. Existe alguma alternativa?

               Outra opção é buscar esses financiamentos em bancos que não a Caixa Econômica, sejam eles públicos ou privados. Cada um tem suas regras para financiamento imobiliário e podem permitir um percentual maior, mas também a juros maiores. Uma possibilidade que deve crescer com esse novo cenário é a dos consórcios imobiliários. Um grupo de pessoas poupa em grupo e vai sendo beneficiada pela compra dos imóveis a cada novo pagamento, em que normalmente o agraciado é escolhido por sorteio. A vantagem é eliminar os juros do processo, mas a desvantagem é que existe a possibilidade de você ser o último a receber seu apartamento.

Por que a Caixa Econômica fez isso?

               A Caixa Econômica argumenta que o mercado já vem se ajustando, desde 2012, à queda da demanda/velocidade de vendas na faixa de preço entre R$ 170 mil e R$ 650 mil. Alega também que o foco do banco este ano será o financiamento de imóveis novos, com destaque para a habitação popular — operações do Minha Casa Minha Vida e recursos do FGTS.

               O mercado, no entanto, acredita que a medida ocorre por falta de recursos. No primeiro trimestres deste ano, a retirada das poupanças superou em R$ 23,2 bilhões os depósitos. Apenas em março, foram R$ 11,4 bilhões em saques, o maior número da série histórica.

Fonte: Diario Catarinense

 

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O papel do corretor de imóveis no futuro

Segunda, 04 de Maio de 2015, 12h20

Eder Moura da Costa
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779 - OAB 212.665

A internet foi muito severa com os intermediários, várias profissões estão morrendo graças a facilidade de encontrar e receber um produto sem o auxílio de um terceiro. Isso aconteceu em diversos setores, um que foi muito afetado foi o de turismo, hoje você não precisa mais de uma agência de viagens para comprar uma passagem ou reservar um hotel. Não só este setor, mas todos, a economia em geral será afetada para sempre, muitas profissões irão deixar de existir…. E a nossa profissão? De corretor de imóveis?

Quando vamos a um supermercado e compramos algum produto, não nos importamos que o atendimento seja primoroso, isso acontece porque os produtos não tem valor agregado, mas quando uma mulher vai comprar uma bolsa numa loja de grife, ela exige um atendimento diferenciado, porque? Porque aquele produto tem valor agregado! Agora imagine, se uma bolsa de poucos milhares de reais exige um atendimento personalizado, quem dirá um imóvel que custa centenas de milhares de reais.

Sim, a tecnologia está tirando o valor agregado dos produtos, porque o custo da produção é cada vez menor, e por isso, produtos melhores estão cada dia mais baratos, ou seja, no futuro, o valor agregado estará associado como nunca ao valor intangível do produto e não mais a sua qualidade de produção. Explicando em miúdos, você só pagará caro por aquilo que mexer com o seu emocional…

E o que o corretor de imóveis tem a ver com isso? Tudo, pois a venda de imóveis no futuro poderá ser possível pela internet, com novas tecnologias, como: atendimento via holografia e a visita do imóvel utilizando realidade virtual e holografia táctil, ou mesmo utilizando realidade aumentada para descobrir e visitar imóveis na região sem o auxílio de intermediários. Sim, isso parece conversa de maluco, mas será possível em poucos anos e os corretores que não investirem em relacionamento, em como se portar na frente de um cliente, irão ter que mudar de profissão.

O relacionamento prova ter resultado quando observamos que ainda hoje existem agentes de viagens que vendem pacotes de viagens segmentados para um público classe A, e provavelmente sempre existirão, porém em um mercado menor e mais profissional. Por isso aprenda desde já a focar em relacionamento, na sua postura, pois hoje você não precisa de um cliente, você precisa de um amigo que compre de você. Sim, no futuro as máquinas e a tecnologia irão dominar o mundo, mas elas nunca serão capazes de substituir a essência humana, as relações interpessoais.
Fonte: Guru do Corretor

As semelhanças entre consumo de doces e drogas.

Domingo, 03 de Maio de 2015, 18h36

Sheila Soares
Psicóloga

Inúmeras evidências científicas demonstram que o comer compulsivo e o consumo de drogas envolvem circuitos cerebrais com funcionamento semelhante. Essa constatação tem oferecido nova compreensão da obesidade e aberto caminhos para possibilidades de tratamento. Mas, afinal, que circuitos do cérebro são ativados pela adicção – seja de comida ou de substâncias tóxicas?

O sistema neural ativado tanto pela ingestão compulsiva de alimentos quanto pelo consumo de drogas é basicamente o circuito que evoluiu para recompensar comportamentos essenciais à sobrevivência. Em geral, as pessoas são atraídas pelos alimentos porque isso é recompensador e produz prazer. Quando experimentamos prazer, nosso cérebro aprende a associar essa sensação com as condições que o predispõem a isso. Essa memória fica mais forte à medida que, nesse ciclo, a predição, a busca e a obtenção do prazer são repetidas e tornam-se, aos poucos, mais frequentes, criando condicionamento. E as drogas são eficientes nesse processo.

Estímulos naturais como comida ou sexo levam mais tempo para ativar o circuito da recompensa. O condicionamento, porém, estabelece um elo entre a memória, o estímulo e o ambiente. É exatamente isso que a natureza “pretende”: se a ação necessária para atingir uma experiência prazerosa for disparada exclusivamente pelo estímulo em questão, a resposta condicionada será muito ineficiente. Uma vez criada a memória condicionada, a resposta torna-se um reflexo – presente no uso abusivo de drogas e na ingestão compulsiva de alimentos.

Por essa razão, alimentos altamente calóricos são mais propícios a desencadear um desejo compulsivo por comida. Como os caçadores, nem sempre conseguimos uma presa, e alimentos calóricos, com grandes quantidades de energia, contêm um apelo maior: a suposta garantia de sobrevivência. Ao longo do processo evolutivo, fomos compelidos a consumir a maior quantidade de comida que pudéssemos encontrar. E esses estímulos serviam de reforço. Mas, agora, quando abrimos a geladeira, temos 100% de certeza de que vamos encontrar alguma coisa para comer. Nossos genes mudaram pouco, mas em nosso entorno estamos sempre cercados de alimentos com altos teores de açúcar e gordura, que contribuem para o aumento da obesidade.

Crises de desejo

Se Pavlov pudesse analisar o funcionamento do cérebro dos cães que utilizava em seus experimentos, provavelmente teria notado um aumento na dopamina sempre que os animais viam a luz que tinham associado à oferta de carne. A dopamina nos informa sobre o que é importante: pequenos indícios de informação inesperada a que precisamos estar atentos para poder sobreviver – alertas sobre sexo, alimento, prazer, perigo e sofrimento. Ao mostrar certos alimentos a voluntários de uma pesquisa, previamente condicionados, é possível observar um aumento de dopamina no striatum, região do cérebro envolvida nos processos de recompensa e motivação comportamental.

Mas é preciso observar que esse aumento de dopamina só ocorre quando os participantes do estudo, já avisados de que não poderiam comer o alimento, apenas o olham e o cheiram. E esta é exatamente a mesma resposta neuroquímica que surge quando dependentes químicos assistem a um vídeo de pessoas consumindo drogas ou qualquer outra imagem relacionada. A mensagem recebida quando a dopamina é liberada no striatum é a de que é preciso agir para alcançar certa meta, no caso, obter o objeto de desejo.

No cérebro de dependentes de drogas e de pessoas obesas também encontramos um número reduzido dos receptores dopamina D2 no striatum. Talvez essas descobertas revelem que o sistema nervoso está tentando compensar ondas de dopamina liberadas por estímulos contínuos de drogas ou de alimentos. Outra possibilidade é que, de início, essas pessoas talvez disponham naturalmente de poucos receptores, o que pode predispô-las a aumentos crescentes de doenças causadas pela dependência. É interessante notar que encontramos uma correlação negativa entre a disponibilidade de receptores D2 em indivíduos obesos e seu índice de massa corpórea (IMC); ou seja, quanto mais obesa for a pessoa, menos receptores ela tem.

Predisposição a excessos

Parece haver, portanto, indivíduos mais predispostos ao uso de drogas ou a comer demais. Estudos realizados com gêmeos mostram que aproximadamente 50% do risco para as duas tendências é genético. Mas os genes envolvidos começam a atuar em níveis muito diferentes – há variações em relação à eficiência com que metabolizamos certas drogas ou alimentos, à inclinação para nos arriscarmos ou nos engajarmos em comportamentos exploratórios que oferecem riscos mais específicos e no que diz respeito à sensibilidade que sustenta o sistema de recompensas de cada um.

Nos casos de obesidade, algumas pessoas podem se arriscar mais ao comer compulsivamente porque podem ser excessivamente sensíveis à recompensa por alimentos. Um estudo mostrou que a atividade cerebral de alguns obesos aumentava em resposta a sensações nos lábios, boca e língua. Já outros respondem com muito menos eficiência ao registrar sinais internos de saciedade, ou ao responder a eles, sendo assim muito mais vulneráveis aos desejos desencadeados pelas ofertas de alimento do ambiente.

A sobreposição entre dependência e obesidade pode revelar novos alvos para tratamento. Há intervenções farmacológicas ainda não exploradas, como a medicação que aumenta a resposta da dopamina no cérebro. Um desenvolvimento animador é a síntese recente de uma droga administrada oralmente que bloqueia a orexina, um peptídeo que reforça o nível “alto” associado ao consumo de bebidas alcoólicas, e acredita-se que regule sua ingestão. Essa droga poderia ser extremamente útil no tratamento de pessoas que utilizam drogas e comem de forma abusiva. Além disso, devido ao estigma social, tanto a obesidade quanto a drogadicção podem levar o indivíduo a um estado de isolamento, que é muito estressante e desencadeia um círculo vicioso de solidão e autodestruição. Nesses casos, a terapia de grupo pode ser extremamente benéfica.

Injeções de morfina

Quando se fala na associação entre uso de substâncias tóxicas e obesidade, outra área muito promissora de estudo é o uso de imagens de ressonância magnética funcional (fMRI) em tempo real para ensinar as pessoas a exercitar partes específicas do cérebro. Por esse método, o anestesiologista Sean Mackey, professor do Laboratório de Dor da Universidade de Stanford, e o neurocientista Christopher De Charms, do centro de tecnologia e pesquisas em neuroimagem Omneuron, em São Francisco, treinaram pessoas saudáveis e pacientes com dores crônicas para controlar sua atividade cerebral e modular suas experiências de desconforto. Dessa forma estamos explorando a possibilidade de que se possa usar esse tipo de técnica para ajudar homens e mulheres a controlar a região do cérebro chamada de ínsula, associada ao desejo compulsivo por alimentos e drogas. Os fumantes que tiveram uma lesão nessa área depois de um derrame cerebral parecem perder a vontade de fumar.

Um obstáculo para recuperar comilões compulsivos esbarra numa questão social. Enquanto o usuário de drogas está de certa forma protegido, já que o consumo da droga é ilícito e a substância nem sempre está disponível de forma óbvia, a comida é anunciada e encontrada em qualquer lugar do planeta, nas mais diferentes formas. Uma das intervenções terapêuticas para usuários de drogas, inclusive, é ensiná-los a evitar locais onde seus hábitos são praticados livremente. Mas como fazer isso com comida? É praticamente impossível, o que causa um sofrimento adicional aos obesos, fazendo com que muitas vezes se sintam socialmente excluídos.

Em ratos, verificou-se que se lhes for oferecida uma dieta rica em açúcar e depois for administrado um antagonista opióide chamado de naloxone, pode haver o desencadeamento de carência alimentar semelhante à que ocorre com animais que receberam naloxone depois de repetidas injeções de morfina. Esse resultado indica que a exposição crônica de ratos a dietas com altos níveis de açúcar produz neles dependência física. Nos humanos, ocorre um processo análogo. Dessa forma, verifica-se que intervenções com o objetivo de mitigar os sintomas da retração podem ser benéficas para aqueles submetidos a dietas rigorosas.

FONTE: www2.uol.com.br/vivermente

Quer saber sobre algum assunto ou tema que não foi publicado? Mande sua sugestão por mensagem no site que o mais breve possível irei publicar o assunto.

 

Assim como os demais animais, o ser humano busca a satisfação, porém com a destacada diferença de que a nossa felicidade está associada a sensação de saciação. Independente dos conceitos, crenças, origem, valores, todos nós desejamos uma vida plena e feliz, ou seja, gozar do estado de bem-estar, de completude e realização.

Por distintas e semelhantes razões sofremos, o sentimento de tristeza apaga o brilho dos olhos, o sorriso, o desejo de saborear a vida. Neste caso dor será o ponto a ser trabalhado no processo terapêutico, onde o individuo mergulha na incrível descoberta de si mesmo... O profissional psicólogo, é preparado para auxiliar o cliente a lançar um novo olhar sobre sua vida e assim enxergar novas possibilidades.

Não é função do psicólogo enquadrar o sujeito nos padrões normativos da sociedade, mas sim levantar questões acerca da sigularidade do seu cliente no desenvolvimento da assertividade, em que refere-se ao fato do sujeito conhecer seus propios sentimentos fazendo uso da ciência para o bem psíquico do indivíduo que busca a psicoterapia.   

"Sinto-me mais feliz simplesmente por ser eu mesmo e deixar os outros serem eles mesmo", Carl Rogers.

 

 

 

Processo seletivo para área de serviços Gerais - ENCERRADO!

Quinta, 30 de Abril de 2015, 14h53

AMP - Andrea Melo Pachêco
Consultoria em Recursos Humanos

Agradecemos a todos que enviaram seu currículo.

 

O SORRISO QUE DISFARÇA A LAGRIMA:

Quinta, 30 de Abril de 2015, 09h19

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Uma cena comum: A pessoa chora copiosamente trancada no banheiro e sai de lá como se nada tivesse acontecido , como se ela tivesse literalmente ido ao banheiro "vomitar" as suas angústias aguá abaixo. E não me espanta que segundos mais tarde ela esteja "sorrindo" como se nada tivesse acontecendo (sim, porque possivelmente algo esta acontecendo). Entendo que para ser aceito pelo meio a sociedade exige do indivíduo uma "ausência de conflitos", mas até que ponto? Porque devemos "chorar" escondido? Se não temos vergonha de ir no médico ou até mesmo chorar por uma dor física , porque temos que "engolir" a dor emocional e mante-la longe dos holofotes da vida social?
O mito de que "chorar" por dor emocional remete a uma "fraqueza" ou derrota pessoal tem que ser derrubado.
A mente padece da mesma forma que o corpo , e não devemos nos acomodar naquilo que incomoda, é extremamente prejudicial para a saúde mental reforçar o sorriso que esconde a lágrima.
Exercer a autenticidade das suas dificuldades vivências é um ato corajoso , que remete na abertura para o auto conhecimento e mudança de contexto de vida.
Promover uma relação clara consigo mesmo é sempre uma boa possibilidade, quem tem que aceitar as suas inabilidades de lidar com determinados conflitos emocionais é você mesmo , o contexto social é apenas secundário e não figura principal.
Auto conhecimento, psicoterapia são ótimas possibilidades de auxílio.
Vamos refletir?

Postado Por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental Especialista em Psicopatologia e Dependência Química 106453

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Como aproveitar as vantagens da imobiliária e do corretor na compra do imóvel

Quarta, 29 de Abril de 2015, 11h54

Eder Moura da Costa
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779 - OAB 212.665


POR MERCADO IMOBILIÁRIO · 29 DE ABRIL DE 2015

Os processos de compra e venda de imóveis muitas vezes são realizados com o intermédio de imobiliárias. Apesar da má fama de alguns corretores, que buscam vender imóveis a todo custo, mascarando algumas informações, esses profissionais podem facilitar muito a vida do comprador e do vendedor, desde que o cliente entenda como tirar o melhor proveito dessa relação

Veja a seguir algumas dicas para aproveitar da melhor forma o que a imobiliária tem a oferecer.

Para o comprador

1) Torne o corretor seu amigo

Busque criar uma “amizade” com o seu corretor (a) e mostre que você não é um comprador comum. Elabore uma lista por escrito do tipo de imóvel que você procura, qual a região, a faixa de valor, o tamanho e outras exigências. Se o corretor notar seu interesse realmente, poderá buscar com mais empenho um imóvel que se adeque às suas expectativas.

2) Não economize perguntas

O comprador deve questionar, quem são os vizinhos, se existe lugares próximos que possam gerar ruídos na região, como casas noturnas, oficinas, estabelecimento afins, ou se existem projetos de infraestrutura que podem alterar a dinâmica do bairro.

José Augusto Viana, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imoveis de São Paulo (Creci-SP), explica que o corretor tem a obrigação de informar ao comprador questões relevantes sobre o imóvel. “O corretor é obrigado a passar as informações solicitadas e a mencionar questões importantes sobre o imóvel, sob pena de ser processado por perdas e danos se o cliente se sentir prejudicado por alguma questão que foi omitida. Essa é a grande vantagem de fazer a compra com um corretor”, diz.

3) Use bons argumentos ao pedir um desconto

Para conseguir descontos, o consumidor deve usar bons argumentos. Uma entrada significativa, seria um argumento bem indicado. Outra sugestão, seria mencionar o preço de outros imóveis semelhantes para talvez conseguir um desconto maior.
Luigi Gaino diretor geral da Lopes no Rio de Janeiro, afirma que no mercado de lançamentos, com a alta competitividade existente entre as empresas e o aumento dos custos para construção, os preços estabelecidos pelas construtoras não têm envolvido uma margem de negociação alta. “O mercado não tem atuado com preços mais altos para vender o imóvel por um preço mais baixo, os preços que são colocados têm sido os preços pelos quais os imóveis são vendidos”, diz.

4) Saiba qual é o seu limite de crédito pré-aprovado

Recomenda-se que o comprador consulte antes seu banco para saber qual seria o limite de crédito pré-aprovado que ele teria para financiar o imóvel. Além de detalhar o tipo de imóvel que você está buscando e a faixa de valor, Isso possibilita que o corretor busque apenas os imóveis que estão dentro do orçamento do cliente.

5) Consulte mais de um imóvel

Aconselha-se pesquisar mais de uma imobiliária, para se ter uma diversidade de escolhas, Mesmo que os imóveis à venda em uma imobiliária estejam dentro das suas expectativas, ao concentrar a busca você corre o risco de perder boas oportunidades que podem ser exclusivas de outra imobiliária.

Para o Corretor

1) Confira se a comissão cobrada está dentro do padrão do Creci
De acordo com a resolução n° 326/92 do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), as comissões dos corretores devem estar de acordo com a tabela aprovada pelos Conselhos Regionais de Corretores de Imoveis (Creci) de cada região. A lista com os sites dos Creci de cada estado pode ser consultada no site do Cofeci.

2) Procure uma imobiliária com corretores especializados na região do imóvel que será vendido, peça indicações e cheque sua regularidade.

O corretor designado para uma região especifica, pode realizar a venda mais rapidamente, tanto porque poderá passar mais informações sobre o bairro aos compradores, quanto porque terá mais argumentos de venda.
Segundo José Augusto Viana, para escolher a imobiliária, vale a pena buscar indicações de amigos e conhecidos que venderam imóveis na região, além de fazer uma consulta no Creci para verificar a regularidade da empresa. “Com o número de registro no Creci, o cliente pode se informar sobre a situação da imobiliária ou do corretor, para checar se eles estão regularizados ou se foi impetrado algum tipo de processo em virtude de um mau atendimento ou de questões natureza ético-disciplinar”, afirma Viana.
Pesquise outros imóveis comercializados pela imobiliária para checar se os produtos vendidos são do mesmo padrão que o seu imóvel, e também a forma como é feita a divulgação.

3) Entenda os tipos de contrato que podem ser firmados com a imobiliária e veja qual é melhor para você

Ao contar com o intermédio de uma imobiliária para vender seu imóvel, o proprietário pode firmar dois tipos de acordo: um deles é a simples autorização de venda e o outro é o contrato de exclusividade de venda. O contrato com exclusividade existe um empenho maior da imobiliária com a venda e com o cliente.
Já na simples autorização de comercialização, quando o vendedor pode anunciar o imóvel em mais de uma imobiliária, a relação é mais aberta. Não havendo uma conexão forte com o vendedor, a imobiliária apenas coloca o imóvel em um banco de dados e não existe uma estratégia especifica para esse imóvel. Além do mais, quando há um contrato exclusivo a imobiliária já fica com a documentação do imóvel em mãos para fechar a venda mais rapidamente quando algum comprador demonstrar interesse. Já no modo mais aberto, apenas quando o comprador mostra realmente interesse, a imobiliária ira requisitar os documentos necessários para o fechamento da venda.

4) Pergunte ao corretor se ele tem dicas para tornar seu imóvel mais atraente

No caso do contrato exclusivo, o corretor demonstra maior empenho e pode oferecer boas sugestões sobre pequenas mudanças que o vendedor pode fazer no imóvel para deixá-lo mais atraente. O profissional especializado tem noção do que pode impactar na venda do imóvel em determinada região”.

Fonte: Exame Abril

Caixa reduz limite de financiamento de imóveis usados

Quarta, 29 de Abril de 2015, 11h38

Eder Moura da Costa
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779 - OAB 212.665

 

Medida vale apenas para financiamento de imóveis com recursos da poupança, o teto passará de 80% para 50% do valor de imóveis negociados pelo SFH.

A Caixa Econômica Federal vai reduzir o limite de financiamento para imóveis usados a partir de 4 de maio. O objetivo é focar a oferta de crédito habitacional em moradias novas. O banco detém 70% de todos os financiamentos de imóveis no país.

A mudança vale apenas para imóveis usados financiados com recursos da poupança – ficam de fora da mudança o crédito para a habitação popular, como o programa Minha Casa Minha Vida, e os financiamentos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Nestas modalidades, não houve alterações, segundo a Caixa.

Pelas novas regras, os financiamento de imóveis com recursos da poupança (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) terão uma redução do limite do valor total financiado de 80% para 50% do valor do imóvel no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 70% para 40% para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), pelo Sistema de Amortização Constante (SAC).

Com as mudanças, quem comprar um imóvel usado pelo SFH terá que dar uma entrada de no mínimo 50% e financiar a outra metade. Antes, a entrada mínima era de 20%. No caso do SFI, o valor mínimo da entrada passará a ser de 60%, para o consumidor financiar os outros 40%.

Restrição nas vendas

Para o vice-Presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Eduardo Aroeira Almeida, essa restrição vai afetar principalmente consumidores com menos recursos para comprar imóveis.

“A faixa de compradores entre entre R$ 190 mil e R$ 250 mil costuma ter valores menores disponíveis para dar como entrada”, diz.

“Com esse limite, menos pessoas vão conseguir vender seus imóveis usados para comprar outros maiores, e isso afeta as vendas mercado de imóveis como um todo, inclusive os novos”, acredita o economista, que vê a possibilidade de um aumento no déficit habitacional por conta da restrição.

Como a proporção de vendas de imóveis usados é bem maior que a de novos, Almeida também acredita que essa restrição pode afetar, inclusive, o nível de emprego no setor de construção civil, uma vez que o desaquecimento nas vendas no mercado imobiliário desestimula o lançamento de novas unidades pelas construtoras.

Preços dos imóveis

Por outro lado, Almeida não acredita que essa restrição nas vendas de usados possa provocar uma redução nos preços dos imóveis. “A margem na queda dos preços já está muito apertada”, avalia.

Em março, os preços dos apartamentos à venda acumularam no ano queda real (considerando a inflação do período) de mais de 3% em 20 cidades brasileiras, segundo o índice FipeZap. No mês passado, a alta nos preços foi de 0,14% na comparação com fevereiro. No acumulado em 2015, o aumento é de 0,69%.

No mesmo período, a inflação esperada para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) é de 3,91%. Dessa forma, o preço médio do metro quadrado registra nos três primeiros meses do ano queda real de 3,1%. Foi a 5ª vez seguida que o índice teve queda real de preços na comparação mensal.

Fonte: G1

QUAL O NÍVEL DOS SEUS PENSAMENTOS?

Terça, 28 de Abril de 2015, 13h28

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

A forma como você percebe um evento externo poderá ser decisivo para direcionar o tipo de sentimento que irá permear o seu ser : Sofrimento ou prazer ?
Pensamentos intimistas do tipo "Eu não vou conseguir", "Nada dá certo na minha vida" , te limitam e te impossibilitam na percepção de uma cadeia de outras possibilidades, fazendo com que você responda a uma crença central de que realmente nada do que você fez ou possa fazer será suficiente para mudar a sua contingência atual de vida. Seria mais ou menos como se você realmente acreditasse que esta fadado ao sofrimento e que nada nem ninguém poderá mudar isso. Mas vamos pensar que ninguém esta fadado ao sofrimento eterno , respondendo a esse tipo de crença você não cria possibilidades de perceber as suas potencialidades , ganhos e habilidades em inúmeras outras situações que já passaram pela sua vida.
É sempre muito mais fácil percebermos a variável negativa do que percebermos os nossos predicados dentro da nossa vida.
O auto conhecimento pode te ajudar , a psicologia coloca a ciência ao seu dispôr , te auxiliando na percepção do nível dos seus pensamento e te ajudando a mudar e construir novas crenças , que sejam fidedignas a sua autenticidade e a promoção da sua saúde mental .
Sempre temos uma segunda escolha, sofrer também pode ser opcional. Pense nisso.

Refletindo!

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Oportunidade de Trabalho - Serviços Gerais

Segunda, 27 de Abril de 2015, 08h50

AMP - Andrea Melo Pachêco
Consultoria em Recursos Humanos

A AMP - Consultoria seleciona profissionais da área de Serviços Gerais.

Interessados, enviar currículo com o título da vaga para o e-mail: amp-consultoria@hotmail.com

Boa sorte!

QUAL O PAPEL DO PSICÓLOGO?

Quinta, 23 de Abril de 2015, 08h40

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Perdi as contas de quantas vezes eu já ouvi essas indagações: "pagar psicólogo pra que? Eu tenho amigos e família que me escutam"! Ou ainda: "Eu?? Falar dos meus problemas pra um estranho? Jamais! "
Muitas vezes pelo fato de ignorar determinado assunto acabamos rotulando ou criando um pré-conceito em cima de um fato desconhecido, afinal de contas ; se apropriar e compreender a magnitude de algo é muito trabalhoso.
Enquanto os seus amigos e familiares tentarão te ajudar com "conselhos", "lições de moral" , palavras de ordem e a famosa frase: "complicado viu fulano , você tem que sair dessa" , o psicólogo não.
O psicólogo é um profissional preparado para ouvir tudo , para não se espantar com nada , para acolher o seu sofrimento , compreender as suas possibilidades , te auxiliar a perceber aquilo que está acontecendo e principalmente aquilo que você pode e deseja fazer com o seu atual momento.
No processo psicoterápico , você dificilmente ouvirá aquilo que gostaria de ouvir , mas com certeza você ouvirá aquilo que precisa ouvir.
O psicólogo coloca a ciência a sua disposição , basta você querer e estar disposto a isso, percebendo que o papel do profissional é completamente diferente de todos os outros papéis que as pessoas ao seu redor já exerceram na sua vida.
A questão é: Não importa o que fizeram com você , o que importa é o que você vai fazer com aquilo que fizeram com você.

Refletindo?

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Mercado imobiliário ganha frente parlamentar no Congresso

Segunda, 20 de Abril de 2015, 15h51

Eder Moura da Costa
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779 - OAB 212.665

 

A Câmara dos Deputados lançou a Frente Parlamentar Mista do Mercado Imobiliário. O evento também serviu para apresentar a Agenda Legislativa dos Corretores de Imóveis 2015.

O grupo, que já tem o apoio de quase 200 deputados e 30 senadores, deve ser presidido pelo deputado Izalci (PSDB-DF). A nova frente quer recuperar o segmento que, atualmente, sofre com a queda nas vendas de imóveis e reflete diretamente na economia.

O deputado Valadares Filho (PSB-SE) cumprimentou as autoridades presentes e se colocou à disposição da Frente. “Meu mandato é parceiro dessa categoria e do conselho e sabemos que os corretores de imóveis são essenciais para a pujança econômica de nosso País”, resumiu o socialista.

Já Gonzaga Patriota destacou a importância dos corretores de imóveis. “O corretor de imóveis é quem conhece o mercado, oferece oportunidades e dá segurança a todo o processo de compra, venda ou locação de um imóvel, desde a fase de anúncio até a entrega das chaves”, disse Patriota.

Fonte: Gazzeta

SER FELIZ : Meta pessoal ou exigência do mundo?

Segunda, 20 de Abril de 2015, 15h16

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Ultimamente tenho observado muito esse movimento nas pessoas, uma procura desenfreada pela tal "felicidade" , muitas vezes gerando enormes expectativas que quando não são atingidas acabam iniciando até mesmo processos depressivos e ansiosos.
Agora te pergunto: Ser feliz pra você é uma meta pessoal ou apenas um simbolo de aceitação? "Tenho que ser feliz igual aos outros para poder fazer parte do mesmo contexto relacional"
Antes de tudo precisamos compreender que o conceito de felicidade é muito particular , aquilo que te faz feliz não fará necessariamente o seu vizinho feliz. Acredito que promover uma relação de bem estar sua com você mesmo sempre será mais autêntico do que tentar ser feliz nos padrões de felicidade que o meio determina.
Em tempos onde as redes sociais servem muito mais de vitrine de felicidade do que uma ferramenta de socialização humana , a tarefa de ser "feliz" (igual ao vizinho) sempre será uma tarefa complicada.
Até mesmo porque o vizinho também está mais preocupado em ser mais feliz que você do que realmente promover momentos felizes na própria vida dele.
Essa "tal felicidade" tem que acima de tudo ser praticada para o seu bem estar , e não como objeto de barganha para ser aceito ou mais "respeitado" pelo meio no qual você esta inserido.

Vamos Refletir?

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5 pilares do relacionamento interpessoal no trabalho

Segunda, 20 de Abril de 2015, 09h13

AMP - Andrea Melo Pachêco
Consultoria em Recursos Humanos

Entre os relacionamentos que temos na vida, os de trabalho são diferenciados por dois motivos: um é que não escolhemos nossos colegas, chefes, clientes ou parceiros; o outro é que, independentemente do grau de afinidade que temos com as pessoas do ambiente corporativo, precisamos funcionar bem com elas para realizar algo juntos.

Esses ingredientes da convivência no trabalho nos obrigam a lidar com diferenças de opinião, de visão, de formação, de cultura, de comportamento... Fazer isso pode não ser fácil, mas é possível se basearmos nossos relacionamentos interpessoais em cinco pilares: autoconhecimento, empatia, assertividade, cordialidade e ética.

Autoconhecimento – Fundamental para administrar bem os relacionamentos, autoconhecimento implica reconhecer nossos traços de comportamento, o impacto que causamos nos outros e que comportamentos dos outros nos incomodam. Por exemplo: uma pessoa objetiva e dinâmica, que gosta de agir com independência e rapidez para atingir seus objetivos, pode ter conflitos na interação com um colega de perfil mais cauteloso e metódico, que segue regras à risca e tem um ritmo mais lento por se preocupar com detalhes. Porém, se pelo menos um dos dois tiver autoconhecimento, pode utilizar estratégias que minimizam o conflito com o outro.

Empatia – Trata-se de considerar os outros, suas opiniões, sentimentos e motivações. Sem isso, não há como chegar a uma negociação ganha-ganha, fruto de um relacionamento equilibrado. A empatia também nos torna capazes de enxergar além do próprio umbigo e ampliar nossa percepção da realidade com os pontos de vista dos outros. Entre as várias coisas que se pode fazer para praticá-la, a mais básica é saber ouvir.

Assertividade – Para ter relacionamentos saudáveis, não basta ouvir: é preciso também falar, expressar nossas opiniões, vontades, dificuldades. É aí que entra a assertividade, a habilidade para nos expressar de forma franca, direta, clara, serena e respeitosa.

Cordialidade – Tratar as pessoas com cordialidade é ser gentil, solícito e simpático, é demonstrar consideração pelo o outro de várias formas. Pode ser com o “bom dia” com que saudamos o destinatário de nossa mensagem de e-mail, com o ato de segurar a porta do elevador para alguém entrar ou apanhar do chão um objeto que o colega deixou cair. Dizer “obrigado” olhando a pessoa nos olhos, oferecer-se para prestar uma ajuda, cumprimentar aquele com quem cruzamos no corredor, mesmo saber seu nome... A cordialidade desinteressada, que oferecemos por iniciativa própria, sem esperar nada em troca, é um facilitador do bom relacionamento no ambiente de trabalho.

Ética – Ser ético é ter atitudes que não prejudiquem os outros, não quebrem acordos e não contrariem o que se considera certo e justo. Podemos ter muito autoconhecimento, ser altamente empáticos, assertivos e cordiais, mas, se não nos conduzirmos pela ética, não conseguiremos manter relacionamentos equilibrados.

Fortalecer esses pilares traz melhorias não só para nossas interações no trabalho, mas também para as de outras áreas da vida como a familiar, afetiva, social, de amizade. Vale a pena investir nisso – afinal, os relacionamentos são a melhor escola para o nosso desenvolvimento pessoal.

Autora: Regina Giannetti D. Pereira
Coach, facilitadora e palestrante com foco em autoconhecimento e inteligência emocional

Fonte:http://www.academiadopalestrante.com.br/artigos/5-pilares-do-relacionamento-interpessoal-no-trabalho

GUARDAR SENTIMENTOS:

Sexta, 17 de Abril de 2015, 09h07

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Desde muito cedo aprendemos que não devemos falar exatamente tudo aquilo que pensamos , que devemos guardar para nós muitas coisas e evitar a exposição de sentimentos , tanto negativos como positivos. Percebo o quanto é difícil para as pessoas conseguirem falar um "eu te amo" ou até mesmo um simples "NÃO".
Guardar sentimentos , internalizar aquilo que incomoda , não expor a magnitude dos sentimentos , apenas empobrece as relações afetivas e te inibem de promover a sua autenticidade.
Talvez o receio de "perder" determinada pessoa por expor aquilo que se pensa seja um reforçador para se manter o mesmo padrão relacional.
Vivemos tempos em que as relações são efêmeras e imediatistas,
se ama hoje , amanha já se torna indiferente.
É necessário sempre rever valores e o quanto que as suas relações afetivas estão dizendo sobre você.
É como dizem popularmente ; guardar sentimentos é como tomar veneno e esperar que o outro morra.
Ser o protagonista das suas relações , parece uma boa proposta não acha? O auto conhecimento favorece a isso.
Refletindo
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QUAL A DIFERENÇA ENTRE PSICOTERAPIA E TERAPIA?

Quarta, 15 de Abril de 2015, 14h06

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Comumente escuto muita gente falando que "vai ao terapeuta" ou "vai na terapia" .
A palavra Terapia tem um sentido extremamente amplo , onde engloba inúmeras possibilidades dentro do leque de opções em : servir, ajudar, cuidar , zelar , ou tratar alguém.
Todas essas possibilidades estão direcionadas ao indivíduo como um todo , ou em áreas mais específicas tais como por exemplo: Massoterapia , terapia holística , arteterapia e por ai vai.
A psicoterapia é executada por profissionais licenciados junto ao conselho de Psicologia, para prover tratamentos aos distúrbios e transtornos mentais. As modalidades possíveis são: psicoterapia extensa, psicoterapia breve e aconselhamento psicológico clínico. Outros profissionais podem prover apenas aconselhamento não-clínico.
A psicoterapia é uma terapia voltada exclusivamente para os cuidados e promoção da saúde mental , quando se abrevia e generaliza o tratamento psicoterápico como apenas "terapia" , você está de certa forma descentralizando a compreensão de que os cuidados do Psicólogo não se concentram essencialmente no psiquismo , mas em todas as outras partes do corpo humano. Claro que o homem é um indivíduo completo, biopsicossocial, que deve ser tratado como um todo , mas a linha de intervenção do psicoterapeuta sempre sera via de regra, através da forma e das possibilidades que se apresenta o psiquismo humano e individual.
Refletindo!
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Saiba os danos causados pelo uso de celular antes de dormir.

Terça, 14 de Abril de 2015, 20h36

Sheila Soares
Psicóloga

Você já ouviu falar que o uso de dispositivos eletrônicos antes de dormir pode mexer com o seu sono, mas uma nova pesquisa sugere que o problema é ainda mais grave.

Usar o celular antes de dormir não só torna mais difícil cair no sono, mas também afeta o quão sonolento e alerta você estará no dia seguinte, de acordo com uma nova pesquisa do Hospital Brigham and Women (BHW), em Boston, Massachusetts. O estudo, publicado na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências, disse que as descobertas poderiam afetar qualquer um que usa um eReader, laptop, smartphone, ou certas TVs antes de dormir.

A nova pesquisa apoia as conclusões de estudos mais antigos, que também descobriram que usar dispositivos eletrônicos antes de dormir pode ser prejudicial.

“Sabemos do trabalho anterior que a luz das telas à noite altera a sonolência e o estado de alerta, e suprime os níveis de melatonina,” Dra. Anne-Marie Chang, neurocientista da Divisão de Desordens do Sono do BWH e co-autora do estudo, disse ao jornal The Huffington Post. “Este estudo mostra resultados abrangentes de uma comparação direta entre usar um dispositivo emissor de luz e ler um livro impresso e as consequências sobre o sono.”

Se você não quer se sentir como um zumbi durante o dia, as conclusões são claras: Leia um livro impresso se você quer estimular a sua mente antes de dormir, e evite telas durante um bom tempo antes de ir para a cama. Chang disse que a deficiência de sono – não dormir o suficiente ou um sono de má qualidade – tem sido associado a outros problemas de saúde como obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares. A supressão crônica de melatonina também tem sido associada com aumento do risco de certos tipos de câncer, disse ela.

O estudo decorreu durante duas semanas e incluiu 12 participantes que liam em um iPad durante quatro horas antes de dormir, durante cinco dias seguidos, um processo que se repetiu com os livros impressos. Para alguns, a ordem foi invertida: Começaram com livros impressos e se mudaram para iPads.

Os leitores do iPad levavam mais tempo para adormecer, se sentiam menos sonolentos durante a noite e tinham o sono REM mais curto em comparação com os leitores de livros impressos, os pesquisadores descobriram. Os leitores de iPad também liberavam menos melatonina, que ajuda a regular o sono. Eles também ficaram mais cansados do que os leitores de livros impressos no dia seguinte, mesmo que ambos tenham tido um total de oito horas de sono.

Se você precisa realmente usar seu tablet, celular ou computador antes de dormir, por qualquer motivo, pode haver uma maneira de torná-lo mais seguro. Tente um filtro que bloqueie a luz azul – há um aplicativo para Android que produz esse efeito, mas você vai ter que comprar um filtro físico para o seu dispositivo iOS. A pesquisa mostrou que a luz azul torna você mais alerta e suprime o melatonina, prejudicando, assim, a sua qualidade de sono.

FONTE: http://misteriosdomundo.org 

 

Quer saber sobre algum assunto ou tema que não foi publicado? Mande sua sugestão por mensagem no site que o mais breve possível irei publicar o assunto.

BODE EXPIATÓRIO : VOCÊ ELEGEU ALGUÉM? (parte 1)

Segunda, 13 de Abril de 2015, 13h16

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Via de regra ouvimos muito falar no tal "bode expiatório" , que nada mais é do que a capacidade do indivíduo em culpabilizar outra pessoa pelas suas inabilidades, fracassos e sofrimentos.
Eleger um bode expiatório é a maneira mais cômoda de não se apropriar da responsabilidade daquilo que não deu certo ou daquilo que te faz sofrer. Enquanto você acredita no auto engano e transfere a sua "culpa" para o outro , automaticamente a sua percepção de enviar esforços para mudar uma situação conflitiva fica totalmente reprimida: "já que a culpa do meu sofrimento é do outro, ele que terá que fazer algo para mudar a situação , nada tenho a fazer a não ser esperar que o outro faça". Esse auto engano te mantem na estagnação e na crença que somente o outro poderá mudar determinada contingência de sofrimento na sua vida. Enquanto não existir uma auto reflexão e uma percepção da importância de se apropriar da real responsabilidade pelo seu sofrimento , você continuará na comodidade de apenas aguardar a mudança do outro , e provavelmente acabará se vitimizando por viver dentro de um contexto tão hostil e cruel.
Se empoderar das suas glórias e principalmente das suas derrotas, me parece uma boa opção não acha?
Refletindo?
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10 gafes que você não pode cometer numa entrevista de emprego

Segunda, 13 de Abril de 2015, 08h37

AMP - Andrea Melo Pachêco
Consultoria em Recursos Humanos

A entrevista é um momento importantíssimo no processo de seleção para uma vaga de emprego. Todos os seus movimentos são observados e avaliados. Portanto, concentre-se para permanecer focado no seu futuro profissional e ?vender? bem a sua imagem, por meio das habilidades e conhecimentos que domina.

De acordo com a psicóloga e consultora de treinamento e desenvolvimento de pessoas, Meiry Kamia, chegar atrasado, falar mal do chefe ou emprego anterior, não saber nada sobre a empresa contratante e demonstrar falta de energia podem arruinar completamente a busca por uma nova oportunidade de trabalho.

Confira 10 gafes que devem ser evitadas na hora da entrevista:

1. Falar mal do chefe ou emprego anterior. Muitas vezes, o candidato está sob pressão no emprego atual, ou foi demitido e sente-se injustiçado, e acaba utilizando a entrevista para desabafar. Isso é péssimo, pois passa a imagem de uma pessoa imatura, que guarda rancor e não sabe reconhecer o que aprendeu em experiências anteriores.

2. Deixar celulares ou iPods à vista e ligados. A entrevista é um momento importantíssimo para o candidato. Ele deve se portar de forma adequada. É preciso se concentrar para entrar na entrevista focado no seu futuro profissional. Nada de atender celulares, mandar e receber torpedos ou ficar ouvindo música com fone de ouvido. Comportamentos como esses demonstram descaso e falta de capacidade de concentração.

3. Fazer comentário sem pensar. Alguns candidatos, na tentativa de agradar e serem aceitos pela empresa, acabam confundindo a entrevista com um bate-papo no barzinho. Há aqueles que chegam a comentar que têm dificuldade para acordar cedo, não gostam de ler ou que simularam uma doença para participar da entrevista de emprego e justificar a falta no trabalho atual.

4.Não saber nada sobre a empresa contratante. Esse, infelizmente, é um erro muito comum dos candidatos. Muitos não se dão ao trabalho de pesquisar sobre a respectiva companhia . Não conhecem o mercado nem sabem em que área a empresa atua e, por conta disso, não sabem como poderiam agregar valor a empresa. A falta de interesse em buscar mais informações demonstra falta de iniciativa, o que, com certeza, terá um efeito negativo na imagem do candidato.

5.Chegar atrasado. À falta de capacidade de chegar no horário combinado passa a impressão de falta de interesse e desleixo (sugere que a pessoa não dá a devida importância ao trabalho). Pode sugerir também falta de capacidade de planejamento (não consegue calcular o trajeto e o tempo para chegar à empresa). Em outras palavras: se não consegue fazer isso em um trajeto simples, o que dirá das atividades da empresa?

6. Mostrar pouca energia. Alguns candidatos demonstram falta de energia na hora da entrevista. Falam em monossílabos, não desenvolvem as respostas, falam baixo, etc. A expressão corporal e facial é responsável por 55% das informações que emitimos durante a comunicação, enquanto o tom de voz soma mais 38%. Sendo assim, se o candidato demonstra uma postura desleixada, cansada e um tom de voz cansado e sem energia, ele demonstra não estar interessado na vaga e no trabalho, apesar de participar da entrevista. Empresas buscam pessoas motivadas, com energia para trabalhar, e não funcionários dispostos a apenas receber o salário no final do mês.

7.Não manter contato visual com o entrevistador. Olhar nos olhos é importante no momento da entrevista. O ditado diz: ?os olhos são espelhos d?alma?. Isso significa que, através do olhar, passamos informações que não são ditas de forma oral. Por exemplo, sinceridade, brilho dos olhos ao falar de projetos que o motivam, e também inseguranças, receios, mentiras, etc. Se você se preparou para a entrevista e deseja realmente fazer parte da empresa, não tenha medo de mostrar quem você é. Confie na sua vontade, no seu desejo de trabalhar e conquistar os seus sonhos através do seu trabalho.

8. Falar sobre problemas pessoais. Alguns candidatos confundem a entrevista com sessão de análise e começam a falar sobre os problemas familiares, falta de dinheiro, etc. Isso provoca uma imagem negativa ao candidato porque demonstra que ele não consegue separar problemas profissionais e problemas pessoais. Indica que o candidato, provavelmente, é do tipo de pessoa que traz os problemas pessoais para resolver durante o trabalho. Como? Fazendo inúmeras pausas durante o expediente para ficar ?tricotando? ou desabafando problemas pessoais para os colegas de trabalho.

9.Falta de visão de futuro. Atualmente, as empresas buscam colaboradores que sabem o que querem. Muitos profissionais, infelizmente, não têm a mínima ideia do que buscam através do trabalho. Sendo assim, a relação com a empresa se limitaria a apenas ?mão de obra? em troca de ?salário?. Profissional que não tem perspectiva raramente conseguirá enxergar o valor que poderá agregar ao empregador e também o inverso, o valor que a empresa agregará em sua vida profissional.

10.Falta de preparo para a entrevista. Muitos profissionais esquecem que a entrevista é um momento para eles ?venderem? a sua imagem, por meio das habilidades e conhecimentos. Não saber responder a perguntas do tipo ?quais são seus pontos fortes?, ou ?me fale de suas realizações?, ou ?comente sobre pontos que você sente que precisa melhorar?, etc, mostra uma grande deficiência em planejamento, preparo, cuidado e falta de autoconhecimento.

Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/estilo/20130416/gafes-que-voce-nao-pode-cometer-numa-entrevista-emprego/114221.shtml

EXPECTATIVAS , VOCÊ CRIA?‏

Sábado, 11 de Abril de 2015, 15h34

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Muito comumente percebo as tais "expectativas" como um relevante elemento de sofrimento psíquico , onde a pessoa espera por algo e na maioria das vezes acaba se decepcionando.
Vamos pensar que gerar expectativas é um acordo unilateral, você cria um desejo , alimenta e espera que ele se concretize. Ou seja, você vislumbra algo em relação a outra pessoa , guarda isso pra si e espera que essa pessoa atenda as suas expectativas. Te pergunto:
Qual a chance disso dar certo?
Concorda que esperar algo do outro sempre vai te colocar numa posição desigual de poder? O poder de te frustrar ou de te satisfazer esta nas mãos de outra pessoa. Complicado não?
É muito mais fácil depositar no outro a expectativa daquilo que não se consegue fazer por si próprio , se realizar pelas conquistas alheias, esperar do outro um amor que você não cultiva consigo próprio.
Voltar o olhar para si, avaliando valores, possibilidades e se percebendo como único e real agente de mudança e satisfação vivencia é uma tarefa difícil , mas longe de ser impossível.
A psicoterapia pode te ajudar a promover relações mais autenticas e fiéis a você mesmo, as expectativas devem existir , mas nunca trazendo sofrimento ou estagnação na vida.

E vamos refletir!

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Encontro com o Mestre Darlan Barroso

Quinta, 09 de Abril de 2015, 16h05

Paulo Gastal
Dr.

Darlan Barroso é Advogado. Mestre em Direito. Especialista em Direito Processual Civil pela PUC/SP. Diretor Pedagógico no Damásio Educacional, onde também é professor de Direito Processual Civil e Direito Internacional. Coordenador e professor da Pós-graduação em Direito Processual Civil no Damásio Educacional. Autor e coordenador de diversas obras pela Editora Revista dos Tribunais. Membro da Comissão de Direito Processual Civil e da 4ª Turma do Tribunal de Ética da OAB/SP.

(TAG) ANSIEDADE GENERALIZADA:

Quinta, 09 de Abril de 2015, 09h45

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Como diferenciar o nível de ansiedade que esta te acometendo nesse momento?
Em muitas etapas da nossa vida passamos e passaremos por momentos ansiosos, a angústia é originada também nas expectativas, na espera por algo que irá (ou não) acontecer e na dificuldade em se lidar com determinada situação. A ansiedade é a angústia por aquilo que irá acontecer.
A diferença da ansiedade passageira para a patológica esta no nível de sofrimento e restrição que esta sendo promovido na sua vida, impactando diretamente nas suas relações e na forma como você percebe os eventos externos , te trazendo sofrimento e estagnação.
Segundo o manual de classificação de doenças mentais (DSM.IV), o Transtorno da Ansiedade Generalizada , é um distúrbio caracterizado pela “preocupação excessiva ou expectativa apreensiva”, persistente e de difícil controle, que perdura por seis meses no mínimo e vem acompanhado por três ou mais dos seguintes sintomas: inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular e perturbação do sono.
É muito importante você identificar o nível de sofrimento e prejuízo que a ansiedade esta te trazendo, procurar ajuda profissional nunca será uma vergonha ou sinônimo de incapacidade de resolver os próprios problemas , mas sim uma percepção fidedigna que você realmente pode conseguir uma possibilidade de maior qualidade de vida.
Refetindo meus amigos!
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Corretores de imóveis vencem disputa sobre comissão no STJ

Terça, 07 de Abril de 2015, 13h32

Eder Moura da Costa
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779 - OAB 212.665

 

A jurisprudência mais antiga do STJ sempre se posicionou no sentido de negar comissão ao corretor na hipótese de seu trabalho não resultar na efetiva celebração do negócio, com a transmissão do imóvel.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) alterou sua jurisprudência e tem garantido a corretores de imóveis, independentemente da conclusão dos negócios, o direito ao recebimento de comissão. Há pelo menos duas decisões das turmas de direito privado (3ª e 4ª) favoráveis ao pagamento da taxa mesmo em caso de inadimplência do comprador, desde que o contrato de compra e venda seja assinado e o pagamento do sinal efetuado.

A jusrisprudência mais antiga do STJ sempre se posicionou no sentido de negar comissão ao corretor na hipótese de seu trabalho não resultar na efetiva celebração do negócio, com a transmissão do imóvel. A maioria das decisões desfavoráveis estava baseada no Código Civil de 1916, que não tratava expressamente dos contratos de corretagem.

Com a promulgação do Código Civil, de 2002, porém, o assunto foi disciplinado. O artigo 725 da norma estabelece que “a remuneração é devida ao corretor uma vez que tenha conseguido o resultado previsto no contrato de mediação, ou ainda que este não se efetive em virtude do arrependimento das partes”.

Com base nesse dispositivo, os ministros do STJ passaram a refletir sobre o que pode ser considerado um “resultado útil”. Em 2011, a ministra Nancy Andrighi, da 3ª Turma, negou um pedido de comissão em um caso de desistência do comprador. Recentemente, porém, ela deu razão a um profissional do Rio de Janeiro que intermediou a venda de um terreno no valor de R$ 7,07 milhões.

No caso, após o pagamento do sinal no valor de R$ 400 mil, o comprador enviou termo de distrato de compra e venda ao vendedor. O corretor decidiu então cobrar sua comissão – no valor de R$ 100 mil – na Justiça. Dessa vez, a ministra Nancy Andrighi entendeu que “a inadimplência das partes, após a conclusão do negócio, mesmo que se desenvolva em rescisão, não repercutirá na pessoa do corretor”.

Para a relatora, foi possível aferir que a atuação do profissional “foi capaz de produzir um resultado útil para a percepção da remuneração de que trata o artigo 725 do Código Civil de 2002″. Segundo ela, “a mediação deve corresponder somente aos limites conclusivos do negócio, mediante acordo de vontade entre as partes, independentemente da execução do próprio negócio”.

No seu voto, Nancy cita decisão da 4ª Turma no mesmo sentido. No caso, as partes haviam sido aproximadas pelo corretor, de forma eficaz, e tinham assinado um compromisso de compra e venda, mediante o pagamento de um sinal. O restante seria financiado pela rede bancária. Após a assinatura do compromisso, no entanto, o comprador, informando-se dos encargos bancários, arrependeu-se do negócio, pagando pequena indenização ao vendedor e sustando o cheque que havia emitido para pagamento da corretagem.

A ministra destaca, porém, que a realização de um negócio de compra e venda de um imóvel é um “ato complexo”, que se desmembra em várias fases, e que é preciso analisar caso a caso para se verificar se a atuação do corretor foi capaz de produzir um resultado útil. “Esse é um ponto importante da decisão. É preciso sempre analisar as particularidades de cada caso”, diz o advogado André Camerlingo Alves, do escritório L. O. Baptista, Schmidt, Valois, Miranda, Ferreira, Agel. “O trabalho do corretor tem que atingir um resultado útil, aproximando as partes até o ponto de obter um efetivo consenso sobre os elementos essenciais do negócio.”

Para o advogado Marcelo Tapai, do escritório Tapai Advogados, o corretor não pode ser penalizado por um negócio que acabou sendo desfeito. Mas pode responder por eventuais prejuízos se omitir algo que sabia ou que deveria saber.

Em 2011, a 4ª Turma do STJ negou recurso de uma corretora que intermediou a celebração de contrato de promessa de compra e venda de imóvel de uma empresa que teve a falência decretada. O bem estava penhorado e já pertencia à massa falida. Para o relator do caso, ministro Luis Felipe Salomão, “é inequívoco que o corretor de imóveis deve atuar com diligência, prestando às partes do negócio que intermedeia as informações relevantes”.

Fonte: Valor

Documentos para um ação Revisional

Terça, 07 de Abril de 2015, 01h37

Paulo Gastal
Dr.

Para ajuizar uma ação revisional, você deve ter em mãos os seguintes documentos:

- Cópia do contrato (onde devem constar os valores, datas, número de parcelas, valor da parcela, multas, taxas de juros e demais cláusulas) geralmente o banco não fornece, podendo conseguir na justiça com uma Ação Cautelar de exibição de documentos;

- Comprovantes de pagamento (Carnê, docs bancários, etc);

- Comprovante de renda e de despesas familiares. (para verificar se a pessoa pode ser beneficiária da assistência judiciária gratuita);

- Carteira de identidade, CPF e o Comprovante de residencia.

O RECEIO DO QUE VOU ENCONTRAR NA PSICOTERAPIA‏

Segunda, 06 de Abril de 2015, 09h33

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Percebo essa angustia atualmente , as pessoas falam que: "não tenho tempo" , "isso não é prioridade agora" , "deixa pra depois" . Parou pra pensar que tudo que você "deixa pra depois" impreterivelmente continuará sempre te incomodando , e possivelmente de uma forma mais pontual e diretiva que no início? Atrás das desculpas citadas devemos olhar com cuidado o porquê de evitar tratar daquilo que te incomoda tanto . Quando você se propõe e se dispõe a passar por um processo psicoterápico , um leque de opções se abre , a possibilidade de você compreender e descobrir as razões que te fazem agir de determinada forma podem num primeiro momento assustar , mas também podem te mostrar um novo caminho diferente de todos já tentados anteriormente . A tal "zona de conforto", por mais que seja cômoda, também gera estagnação.
Mudar em algum momento da sua vida será necessário , e ter ajuda profissional para isso não é , e não pode ser vergonha alguma.
Cada um tem que saber e dor e a delícia de ser aquilo que é.
Proposta: vamos ser mais fortes que q nossa melhor desculpa?

Refletindo

Postado Por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental Especialista em Psicopatologia e Dependência Química 106453
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O brincar x Saúde Mental

Domingo, 05 de Abril de 2015, 19h09

Sheila Soares
Psicóloga

Todo mundo sabe: medicamentos tarja preta, comercializados com prescrição médica, são usados principalmente para controlar sofrimentos psíquicos. As pílulas que prometem apaziguar a ansiedade e a depressão são vendidas aos bilhões pela indústria farmacêutica. De fato, em muitos casos, remédio é necessário – mas em outros tantos poderia ser dispensado desde que fossem tomadas outras medidas para aplacar as dores da alma. E o que se espera desses remédios? Que restituam a saúde, tragam alívio, ajam rapidamente e apaziguem a angústia. O documentário brasileiro Tarja branca – A revolução que faltava, produzido pela Maria Farinha Filmes, recorre ao termo “tarja” justamente para apresentar um contraponto – sem efeitos colaterais ou necessidade de receita – como outra saída para lidar com a tristeza e a falta de criatividade, na contramão de um caminho que vem de fora para dentro, em forma de pílulas.

Dirigido por Cacau Rhoden, o filme trata da valorização e do regate do elemento lúdico em todas as faixas etárias (e não apenas na infância). São apresentados depoimentos de adultos de diferentes profissões, idades e origens tanto sobre sua relação subjetiva com o brincar quanto reflexões acerca desse ato ancestral que funciona como elemento de coesão, pertencimento e integração social fundamental para o desenvolvimento físico, intelectual e afetivo. Essencial na infância, esse ato ancestral nos permite experimentações não apenas no âmbito das ações, mas também no que diz respeito às formas de conhecer a si mesmo, se relacionar com o mundo, trocar de lugar, obter outros pontos de vista, repetir, elaborar, aprender.

O brincar pode ser pensado, por exemplo, como uma forma livre de expressão da criança, uma espécie de linguagem do espontâneo. “Se os meninos não brincam, eles ficam diminuídos em suas possibilidades de manifestação”, comenta uma das entrevistadas, Lydia Hortélio, professora de música e pesquisadora. “A ciência pedagógica, cada vez mais sofisticada, ensina a gente a fazer vestibular. Mas ninguém nasceu para fazer vestibular, nascemos para ser gente, para expressarmos em plenitude e liberdade todos os talentos que cada ser humano tem.”

Outra entrevistada, a educadora Renata Meirelles, criadora do projeto Brincadeiras Infantis da Região Amazônica (Bira), se lembra da tristeza que sentia na infância ao ver sua mãe deitada na praia, tomando sol, enquanto ela brincava na areia. Parecia inconcebível para a menina que alguém simplesmente não quisesse brincar, tendo a oportunidade de fazê-lo, e temia que a mãe, por algum motivo, não pudesse experimentar esse prazer. Outros entrevistados, como os escritores Marcelino Freire e Bráulio Tavares, o jornalista José Simão, a pedagoga Ana Lúcia Villela, o ator Domingos Montagner e o músico Antônio Nóbrega, também falam das próprias experiências e associam a impossibilidade de brincar com o adoecimento psíquico.

Para psicanalistas o desinteresse de uma criança por essa atividade é um sintoma claro de que há algo errado. Em nossa sociedade, porém, frequentemente os adultos perdem a conexão com a própria capacidade lúdica, sem que isso seja motivo de estranhamento ou preocupação. Quando nos afastamos do exercício lúdico da curiosidade – seja por meio do som, do movimento, da palavra, dos pensamentos ou de infinitas outras maneiras de expressão – um organizador psíquico fundamental também se esvai.

Não raro, a impossibilidade de vivenciar no dia a dia o humor, a alegria, permitir-se rir e jogar faz com que as pessoas se entristeçam – e muitas vezes adoeçam. Nesse sentido, a identidade cultural revelada por meio da arte tem imensa importância, na medida em que propicia um espaço privilegiado e protegido para a experimentação e, consequentemente, para a preservação da saúde.

Da mesma forma, encontrar prazer na atividade profissional e desenvolvê-la com criatividade nos lembra que brincar pode ser algo muito sério. Sem precisar ser sisuda, sofrida ou extenuante, a seriedade está associada ao comprometimento e à dedicação intensa e autêntica. Podemos evocar um recorte claro dessa ideia: basta pensar na compenetração de uma criança entretida ao brincar. Nada mais sério, nada mais leve. E sem contraindicações.

 

Fonte: www2.uol.com.br/vivermente

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Benefícios do relaxamento e meditação.

Domingo, 05 de Abril de 2015, 19h03

Sheila Soares
Psicóloga

Talvez você não saiba, mas “entra em alfa” várias vezes por dia, sem precisar fazer curso de relaxamento: toda vez que fica à toa, relaxado, de olhos fechados, sem pensar em nada em particular. Pode parecer termo new age, mas o “alfa” é neurociência pura. A primeira letra do alfabeto grego foi a escolhida pelo psiquiatra alemão Hans Berger para descrever as 10 a 15 ondas elétricas por segundo, que podem ser captadas por eletrodos na superfície da cabeça, produzidas pelo cérebro quando está em “ponto morto”, acordado mas relaxado, pronto para fazer alguma coisa mas ainda não fazendo nada em particular.

Nada mais diferente do que ocorre durante a meditação. Ainda que para um observador externo a pessoa relaxada e a pessoa em estado meditativo pareçam semelhantes, caso estejam deitadas e de olhos fechados, a diferença no funcionamento do cérebro é clara. Na meditação, as ondas elétricas produzidas pelo cérebro não são alfa, mas de outro tipo, gama: mais rápidas, oscilando 40 a 50 vezes por segundo – exatamente como no estado acordado e concentrado. De fato, ao contrário do relaxamento, a meditação é um estado de intensa atenção focada de maneira sustentada em um único processo: uma imagem, mantra, sua própria respiração, ou sentimentos de compaixão.

É essa atenção focada que permite que todas as distrações, externas e internas, sejam silenciadas durante a meditação e deixem de afetar o fluxo natural dos pensamentos. O foco interno da atenção significa que distrações externas, e mesmo outros pensamentos, são ignorados, enquanto o cérebro suprime ativamente ações motoras e mentais. Emoções perdem a vez (exceto se a compaixão for o seu foco), e eventualmente até os limites do corpo parecem se dissolver: no estado meditativo, somente um pensamento existe. Esta é a “mente vazia” da meditação: na verdade, uma mente altamente focada, sem o burburinho incessante natural do dia a dia.

Chegar a esse ponto requer um baita esforço dos principiantes, claro. Mas como tantas outras coisas, a prática permite ao cérebro mudar a si mesmo, e assim o enorme esforço cerebral para manter a atenção hiperfocada vai deixando de ser necessário durante a meditação. Para os experts, como monges tibetanos com dezenas de milhares de horas de prática, esse estado de atenção focada vem naturalmente. Nesse estado, com as preocupações do dia silenciadas, as respostas ao estresse diminuem, a imunidade aumenta: a calmaria na mente se estende ao corpo.

Para quem anda atribulado e assoberbado pela vida, a meditação pode ser aquela pausa bem-vinda para “zerar” o cérebro e conseguir, ainda que por alguns instantes, suprimir todos os pensamentos angustiantes. O curioso – e ainda melhor – é que, com a prática, o controle e a paz que se alcançam durante a meditação transbordam para os outros momentos da vida.

Com a prática, mesmo fora do estado meditativo a capacidade de atenção focada aumenta nitidamente; melhora a capacidade de suprimir pensamentos negativos e as emoções associadas; e o corpo ganha mais paz, através de uma maior ativação do sistema parassimpático, o que torna a resposta ao estresse mais controlada e saudável.

E não, você não precisa se tornar um monge tibetano para gozar dos benefícios da meditação. Um estudo mostrou que os efeitos sobre corpo e mente já são notados com – pasme – cinco dias de prática. Quem diria: o caminho para o relaxamento passa pela atenção extrema.

Fonte: www2.uol.com.br/vivermente

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