A unidade bem e mal aplicada na indústria

Terça, 24 de Junho de 2014, 04h16

Paulo Salem premium
Doutor em Ciência da Computação

Expliquei anteriormente a importância do princípio da unidade. Resumidamente, a unidade de uma composição refere-se ao grau com que seus diversos elementos combinam-se para produzir um efeito total maior do que o que seria possível pela mera justaposição deles. Trata-se de algo importantíssimo, mas freqüentemente esquecido, tanto na vida particular quanto no ambiente organizacional. Vale a pena agora examinar alguns exemplos célebres da relevância prática do princípio. Comecemos pelo que é talvez o maior e mais conhecido caso de sucesso, a Apple.

Até meados dos anos 1990, a empresa era conhecida quase exclusivamente por seus computadores desktop. Quando Steve Jobs voltou de seu exílio e quis colocar a empresa nos eixos, continuou nessa linha e veio com os iMacs, que foram bem-sucedidos e levandaram a empresa do abismo. Ao invés, porém, de meramente insistir nessa direção, lançaram um tocador de músicas, o iPod, que veio a dominar o mercado. Nisso já vemos algo estranho: são mercados totalmente distintos, exceto pelo fato de ambos usarem eletrônicos; a princípio, poderiam ter lançado um barbeador e faria o mesmo sentido. O que os uniu? O software iTunes, que rodava nos iMacs e fazia a ponte com o iPod. No meu entendimento, com essa jogada a Apple deixou de ser uma "empresa de computadores" e passou a ser uma empresa de "estilo de vida digital", cujos produtos cooperam visando esse fim maior [1]. Eis aí o que lhe deu unidade e mudou sua sorte definitivamente.

Poder-se-ia imaginar que tratou-se de mero acidente. Mas o lançamento posterior do iPhone, outro sucesso, mostrou que de fato havia um princípio organizador agindo. É revelador que a Apple manteve o nome "iTunes" em seu software de compras, embora a essa altura o programa já vendesse muito mais do que músicas ("tunes"), passando de vídeos até softwares para o novo portátil (e hoje em dia até para os desktops). Poderiam ter renomeado a coisa, mas evidentemente apostaram na continuidade, usaram um elemento de peso para fortalecer toda a composição. Deu certo.

O Google é outro exemplo feliz. Nasceu como um buscador de páginas da Web superior e logo se espalhou para outros ramos, notoriamente com seu sistema de emails, o Gmail. Uma característica interessante deste último é seu uso de buscas sofisticadas aplicadas aos emails dos usuários. Mais do que isso, porém, ambas as iniciativas seguem o mote central da companhia, que é declaradamente "organizar as informações do mundo e torná-las universalmente acessíveis e úteis". Com isso em mente, pode-se compreender como os diversos produtos da empresa se relacionam num todo coeso. Penso, no entanto, que há algo ainda faltando nessa fórumula. Como, por exemplo, expllicar os carros autônomos que estão desenvolvendo? Eu suspeito que os executivos da empresa têm, sim, um fim unificador em mente, que permanece um tanto misterioso para quem vê de fora. Mas nada garante o sucesso último da estratégia [2].

Quando falo em unidade, tenho em mente algo informal, que como tal requer alguma coisa intangível para ser bem aplicada. Fica fácil usá-la mal, mesmo para quem tem alguns bilhões de dólares disponíveis [3]. E uma vez que a unidade de uma composição determina largamente seu valor final, os riscos envolvidos são consideráveis, quiçá existenciais.

No mesmo contexto dos exemplos anteriores, aqui podemos tomar o design do Windows 8 da Microsoft. A idéia em sua forma abstrata soa boa: reduzir os elementos da interface gráfica a componentes que possam ser usados tanto em desktops quanto em outros dispositivos, principalmente celulares e tablets. Sua implementação, contudo, foi catastrófica: uma quimera que mistura o que dá certo no desktop com o que funciona nos tablets, resultando numa aberração que até o usuário final comum reconhece como horrenda. E digo isso como alguém que aprecia a nova interface que a Microsoft criou, desde que isolada e num dispositivo tátil. O problema é que ela conflita com os mecanismos tradicionais. Há aqui um resultado geral importante: se A é algo bom e B também, isso não significa que A + B o será. Em Computação, dizemos que essa soma não é composicional. Muitas coisas na vida não o são [4].

Citei exemplos famosos porque quase qualquer um pode compreendê-los. Todavia, não é difícil ver o princípio aplicado, bem e mal, em muitos outros casos. Da próxima vez que entrar numa loja, mercado ou algum outro estabelecimento, tente pensar no que unifica todas as ofertas -- especialmente quando alguma delas for inusitada. Faz sentido, digamos, um mercado oferecer cartões de crédito? Mais importante: nas suas próprias empreitadas, seus esforços se somam em algo maior ou se diluem mutuamente? A resposta não é fácil, é necessário prática e reflexão para elaborá-la, principalmente porque antes de tudo convém descobrir o que faz de você alguém único e valioso [5].

 

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Notas

[1] Paradoxalmente, esse é um dos motivos pelos quais eu prefiro ficar longe dos produtos da Apple, apesar de reconhecer suas virtudes. Quando você compra um Mac, não está adquirindo apenas um computador, mas também um (caro) estilo de vida. Abri apenas uma exceção para o iPad, para o qual não encontrei nenhum substituto à altura (por causa das proporções da tela, é um melhor leitor de PDFs).

[2] Assim como numa obra de arte, a execução final, os detalhes, e até mesmo a sorte, são fundamentais. O sucesso atual da Apple nos faz esquecer um pouco que o ethos da empresa não mudou muito desde o tempo em que quase fechou as portas. O iPhone e iPad atuais, por exemplo, são reiterações bem executada de produtos anteriores fracassados, como o Newton, todos frutos de idéias bem pensadas. Confira estes vídeos conceituais da Apple antiga.

[3] Ineficiências dessa espécie são uma mina de ouro para empreendedores. Numa sociedade livre, embora a prosperidade normalmente seja generalizada, é difícil ficar no topo por muito tempo.

[4] Tente sugerir a um francês misturar vinho tinto com vinho branco para produzir um rosé.

[5] Os gregos antigos pareciam ver tanta importância e dificuldade nisso que resolveram transformar o sensato conselho em dogma religioso. A máxima "conhece-te a ti mesmo" virou assim uma exortação pública, inscrita em pedras no famoso Templo de Delfos. A inscrição em si já desapareceu, mas as ruínas do Templo continuam lá, num dos lugares mais majestosos e inspiradores que já visitei.

Comunicação Interna - Dicas de Medidas Simples

Sexta, 27 de Junho de 2014, 08h34

AMP - Andrea Melo Pachêco
Consultoria em Recursos Humanos

Não tem como negar. Toda empresa necessita ter uma comunicação clara e objetiva, para gerar informações entre setores, unidades, filiais, bem como, melhorar o relacionamento interpessoal da organização.
Quando a empresa produz um canal de comunicação gera um conforto e uma sensação de confiabilidade por parte dos profissionais.
A confiança transforma um ambiente de trabalho mais coeso e tranquilo para exercer as atividades laborais e consequentemente mais produtivo.

Vamos a algumas dicas simples de melhoria da Comunicação Interna:

  • Utilize as redes sociais da empresa e procure mantê-las atualizadas;
  • Procure locais estratégicos para a utilização do bom e velho mural. Estimule a cultura da observação dos murais – Deixá-los coloridos e com layout chamativo;
  • Combate a fofoca;
  • Estimule a comunicação oficial (e-mail e intranet);
  • Deixe à vista todos os recados;
  • Promova encontros rápidos no inicio do expediente com o objetivo de repassar comunicados, minimizar dúvidas e criar laços com a equipe;
  • Procure manter uma linguagem simples, clara e objetiva.

Desejo sucesso!

Crises de ansiedade: dicas úteis para ajudar a melhorar a crise.

Quinta, 26 de Junho de 2014, 15h10

Sheila Soares
Psicóloga

Como Se Acalmar Durante um Ataque de Ansiedade

Coração acelerado, náuseas, desconforto estomacal e tremores são alguns sintomas de um ataque de ansiedade. Os ataques de ansiedade podem ser assustadores – portanto, é útil saber que você pode limitá-los quando eles ocorrerem. Este artigo listará algumas técnicas que podem ser usadas para você se acalmar.

1 - Reduzindo sua Ansiedade:

Pratique a respiração profunda. Caso esteja sofrendo de um ataque de pânico, é possível que você esteja começando a hiperventilar. Mesmo que não esteja, respirar profundamente pode ajudá-lo a reduzir o estresse e a fornecer oxigênio ao cérebro para aumentar o foco. Tente dar, no mínimo, 8 respiradas profundas por minuto. Demore 4 segundos para inalar, prenda a respiração por 2-3 segundos e demore outros 4 segundos para soltar o ar.

- Se você estiver respirando rápido demais para começar a respirar profundamente, use um saco de papel pardo para desacelerar seu ritmo respiratório. Segure-o sobre sua boca enquanto respira, desacelerando a respiração progressivamente. Desacelere até poder começar seus exercícios de respiração profunda.

- Continue a respirar profundamente por vários minutos até poder notar uma diferença em seu relaxamento muscular e na sua clareza de pensamentos.

2 - Use diversões cognitivas. Se você estiver no meio de um ataque de ansiedade, distraia sua mente através de diferentes diversões mentais. Por exemplo, conte os números ímpares de 100 a 0, diga o nome de todos os presidentes do Brasil ou declame seu poema (ou canção) predileto. Force-se a fazer uma (ou várias) dessas técnicas até se acalmar um pouco.

3 - Pratique o relaxamento muscular progressiva. Este é o processo de desacelerar através do corpo e de retesar e relaxar cada grupo muscular. Isso tem duas finalidades: lhe força a se concentrar em algo que não seja seu medo; e simultaneamente relaxa seus músculos. Comece com os músculos no rosto e vá descendo até ter relaxado todas as partes do corpo.

-Retese o grupo muscular por dez segundos – em seguida, libere a pressão. Você pode fazer isso com o mesmo grupo muscular diversas vezes. Ainda assim, fazê-lo uma vez deve bastar.

- Grupos musculares grandes que podem ser retesados e relaxados incluem: mandíbula, sua boca (carranca/relaxamento), braços, mãos, estômago, bumbum, coxas, panturrilhas e pés.

4 - Tente “parar e substituir”. Este é o processo pelo qual você impede seus pensamentos produtores de ansiedade e substitui-os por reflexões que tragam felicidade ou paz. Por exemplo, se você estiver ansioso por conta de uma viagem de avião e não puder parar de pensar no que pode acontecer caso a nave caia, impeça tal pensamento imediatamente e substitua-o ao imaginar como serão suas férias com seus amigos.

5 - Use imaginação guiada. Pense num lugar em que você se sinta em paz e relaxado: poderia ser sua casa, seu ponto de férias predileto ou os braços da pessoa amada. Enquanto pensa nesse lugar, continue adicionando detalhes à cena, de maneira a focar toda a sua mente no campo da imaginação. Sinta-se livre para fazer isso com os olhos fechados ou abertos. Fechar os olhos pode facilitar o processo. Quando sentir que é possível pensar claramente na ansiedade, você pode parar a imaginação guiada.

6 - Reconheça sua ansiedade. Ainda que deseje reduzir a ansiedade que sente, você não quer ignorá-la. Reconheça que você está com medo. Analise o medo. É um perigo verdadeiro e presente? Provavelmente, você está usando declarações do tipo “e se?” e entrando em pânico com algo que ainda não aconteceu ou que mal pode acontecer. Compreenda que você está sentindo medo, mas que não há nenhum perigo. Retirar o perigo da situação lhe ajudará a relaxar um pouco.

7 - Escreva seus sentimentos. Se você for suscetível a ataques de pânico, crie um diário para escrever textos que expliquem seus sentimentos. Escreva o que você sente, o que lhe causa medo e por que a ansiedade surgiu. Escrever lhe ajudará a focar seus pensamentos, e reler os textos poderá ajudá-lo a controlar melhor a ansiedade.

8 - Faça algo. Sentar e ruminar sua ansiedade apenas piorará seu estado e dificultará a superação do pânico. Distraia sua mente e seu corpo ao realizar uma tarefa, ao limpar, ao desenhar, ao ligar para um amigo, enfim, ao fazer qualquer coisa que lhe mantenha ocupado. Preferencialmente, faça algo de que você desfrute como um hobby.

9 - Use terapia musical. Crie uma playlist com suas músicas preferidas. Elas podem ajudá-lo a relaxar ou a se sentir feliz. Então, se/quando você tiver um ataque de pânico, escute as músicas e se acalme. Use headphones bons, que impeçam a intromissão de barulhos externos, para poder se concentrar apenas na música. Enquanto escuta, foque em diferentes instrumentos, no som e nas letras. Isso o(a) ajudará a parar de pensar em seus medos.

10 - Faça um pouco de exercício. Fazer com que seu corpo se ative libera endorfinas que são responsáveis pelo aumento da sensação de paz e de felicidade. Vá caminhar ou experimente um pouco de yoga; exercícios leves poderão lhe ajudar a relaxar mais que esportes agressivos ou treinos de resistência.

11 - Consiga ajuda de um amigo. Se você estiver entrando no mundo da ansiedade e não conseguir sair dele, ligue para um amigo ou membro da família e peça ajuda. Peça para que ele distraia você e analise seu medo para poder superar a sensação de estresse. Se você for suscetível a ataques de ansiedade, ensine aos amigos como eles devem agir durante uma crise sua. Assim, eles o compreenderão e poderão obter ajuda quando preciso.

12 - Procure um terapeuta. Se você tiver ataques severos de ansiedade por períodos prolongados de tempo, visite um psicólogo local para obter terapia e conselhos. Você pode ter desordem do pânico ou desordem de ansiedade generalizada. Ambos os casos são normais e podem ser tratados por profissionais. Você também pode receber uma receita que indique medicamentos controlados para a ansiedade caso nenhum outro meio de controlar o pânico surta efeito.

Fonte: http://pt.wikihow.com

Quer saber sobre algum assunto ou tema que não foi publicado? Mande sua sugestação por mensagem no site que o mais breve possível irei publicar o assunto.

Vigorexia, a nova doença entre os jovens.

Terça, 24 de Junho de 2014, 15h37

Sheila Soares
Psicóloga

Vigorexia

Vigorexia, ou transtorno dismórfico muscular, um subtipo do transtorno dismórfico corporal, é um distúrbio já classificado como uma das manifestações do espectro do transtorno obsessivo-compulsivo. Em certos aspectos, vigorexia e anorexia nervosa são desordens semelhantes, na medida em que interferem na visão desvirtuada que os portadores têm do próprio corpo. Diante do espelho, anoréxicos esquálidos e desnutridos se enxergam obesos, e os vigoréxicos se veem fracos, magrinhos, franzinos, apesar de fortes e muito musculosos.A autoimagem distorcida leva os portadores de vigorexia à práticaexagerada de exercícios físicos, em busca do corpo perfeito de acordo com os padrões de beleza impostos pelos valores da sociedade contemporânea.

Essa insatisfação constante com o próprio corpo e com a massa e força musculares faz com que incorporem novos hábitos e comportamentos à sua rotina de vida. Vigoréxicos passam horas e horas nas academias, sempre aumentando a carga dos exercícios. Paralelamente, introduzem alterações na dieta constituída basicamente por proteínas, passam a consumir suplementos alimentares sem orientação e recorrem ao uso de esteroides e anabolizantes.

Como o corpo que consideram perfeito é um ideal inatingível, em razão dos sentimentos de inferioridade e da visão deformada da própria aparência, essas pessoas estão mais sujeitas a desenvolver quadros de depressão e ansiedade.

Também chamada de “overtraining”, ou síndrome de Adônis, em referência ao deus grego da beleza, a vigorexia acomete mais os homens entre 18 e 35 anos. Isso não quer dizer que as mulheres não desenvolvam esse tipo de transtorno.

Sintomas

Em geral, os sinais e sintomas da vigorexia estão associados à imagem negativa e distorcida que o paciente tem do próprio corpo. Os mais importantes são cansaço, inapetência, insônia, ritmo cardíaco alterado mesmo em repouso, dores musculares, tremores, queda no desempenho sexual, irritabilidade, depressão, ansiedade e desinteresse por atividades que não estejam ligadas ao treinamento intensivo para atingir o que consideram ser o corpo perfeito.

A luta por esse objetivo se reflete na vida social, familiar e profissional. A pessoa se afasta dos parentes, amigos e colegas de escola ou de trabalho. Sua atenção está toda voltada para a prática de exercícios. Na verdade, ela não se interessa por nenhuma atividade ou relacionamento que possam interferir em seu propósito de treinar duro durante todo o tempo.

Diagnóstico

A vigorexia é uma desordem emocional ainda não catalogada nos manuais de classificação CID.10 e DSM.IV como um transtorno específico. Por essa razão, os critérios para o diagnóstico não foram bem estabelecidos. Em geral, o especialista leva em conta alguns aspectos do comportamento, como a preocupação exagerada com o corpo e a necessidade compulsiva de manter um plano rigoroso de exercícios físicos e uma dieta alimentar rígida para atingir a forma física considerada perfeita.

Tratamento

O tratamento é multidisciplinar, envolve médico, psicoterapeuta, nutricionista, preparador físico, professores de educação física. A pessoa não precisa abandonar totalmente a prática de exercícios, mas o treinamento deve ser orientado por profissionais com experiência na área.

A terapia cognitivo-comportamental é um recurso eficaz para o paciente identificar as distorções do comportamento e restaurar a autoimagem e a autoconfiança.

Outra medida essencial é convencê-lo de que deve abandonar o uso de anabolizantes e de outras substâncias equivalentes, porque provocam efeitos adversos, como atrofia dos testículos, disfunção erétil e infertilidade, patologias que podem ser irreversíveis.

Em alguns casos, pode ser necessário recorrer ao uso de medicamentos (inibidores seletivos de recaptação de serotonina) para controle da ansiedade, depressão e dos sintomas obsessivo-compulsivos.

Portadores de vigorexia raramente admitem sua condição. Por isso, o diagnóstico e o início do tratamento costumam ser instituídos tardiamente.

Recomendações

Alguns comportamentos podem ser sinais de que existe um processo de vigorexia em curso. Por isso, a pessoa deve procurar assistência médica se:

* demonstra sentimentos de inferioridade e de insatisfação com a aparência;

* tem vergonha do corpo e procura escondê-lo debaixo de roupas excessivamente largas;

* acha que está magra demais, apesar de os colegas elogiarem sua forma física;

* não aceita convites para uma festa, por exemplo, porque não troca nenhum programa pela oportunidade de fazer exercícios na academia.

Fonte: www.drauziovarella.com.br

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Anorexia nervosa.

Terça, 24 de Junho de 2014, 15h35

Sheila Soares
Psicóloga

Anorexia

Anorexia nervosa é um distúrbio alimentar resultado da preocupação exagerada com o peso corporal, que pode provocar problemas psiquiátricos graves. A pessoa se olha no espelho e, embora extremamente magra, se enxerga obesa. Com medo de engordar ainda mais, exagera na atividade física, jejua, vomita, toma laxantes e diuréticos.

A anorexia se manifesta principalmente em mulheres jovens, embora sua incidência esteja aumentando também em homens. Às vezes, os portadores do transtorno chegam rapidamente à caquexia, um grau extremo da desnutrição. Pesquisas mostram que, nesses casos, o índice de mortalidade varia entre 15% e 20%.

Sintomas São sintomas característicos da anorexia:

* perda exagerada e rápida de peso sem nenhuma justificativa (nos casos mais graves, o índice de massa corpórea chega a ser inferior a 17);

* recusa em participar das refeições familiares (anoréxicos alegam que já comeram e que não estão mais com fome);

* preocupação exagerada com o valor calórico dos alimentos (os pacientes chegam a ingerir apenas 200 kcal por dia);

* interrupção do ciclo menstrual (amenorreia) e regressão das características femininas;

* atividade física intensa e exagerada;

* depressão, síndrome do pânico, comportamentos obsessivo-compulsivos;

* visão distorcida do próprio corpo (apesar de extremamente magras, essas pessoas julgam estar com excesso de peso);

* pele muito seca e coberta por lanugo (pelos parecidos com a barba de milho).

Causas

Diversos fatores favorecem o aparecimento da doença: 1) predisposição genética, 2) conceito atual de moda que determina a magreza absoluta como padrão de beleza e elegância, 3) pressão da família e do grupo social e 5) alterações neuroquímicas cerebrais, especialmente na concentração de serotonina e noradrenalina.

Grupos de risco

Algumas profissões são consideradas de risco para a anorexia. Bailarinas, jóqueis, atletas olímpicos, especialmente, estão sujeitos a sofrer pressão para reduzir o peso corporal como forma de conseguir melhor performance nas competições e espetáculos;

Outro grupo de risco é constituído pelas adolescentes. Na verdade, a faixa etária está baixando nos casos de anorexia. A família precisa observar especialmente as meninas que disfarçam o emagrecimento usando roupas largas e soltas no corpo e sempre encontram uma desculpa para não participar das refeições em casa;

Tratamento

Uma vez diagnosticado um quadro de anorexia, a reintrodução dos alimentos deve ser gradativa, a fim de evitar maior sobrecarga cardíaca. Há casos em que se torna imprescindível a internação hospitalar para que a oferta gradual de calorias seja controlada por nutricionistas.

Não há medicação específica para a anorexia nervosa. Medicamentos antidepressivos podem ajudar a aliviar os sintomas depressivos, compulsivos e de ansiedade. Em geral, o tratamento desses pacientes exige o trabalho de equipe multidisciplinar.

Recomendações

* Encaminhe para atendimento médico urgente a pessoa que, por acaso, você surpreendeu com pouca roupa e que está esquelética, só pele e osso. Às vezes, os familiares não percebem a extrema magreza, porque os portadores de anorexia costumam usar roupas largas que disfarçam a perda de peso;

* Avalie com bom senso e espírito crítico a magreza absoluta como padrão de beleza imposto pelos meios de comunicação modernos;

* Não hesite. Portadores de anorexia associada a distúrbios psiquiátricos precisam de acompanhamento de uma equipe multidisciplinar constituída por profissionais especializados;

* Lembre-se de que a caquexia pode representar risco de vida se não for convenientemente tratada a tempo.

Fonte: www.drauziovarella.com.br

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Bulimia: o que é, sintomas e tratamento.

Terça, 24 de Junho de 2014, 15h34

Sheila Soares
Psicóloga

Bulimia nervosa

 

Bulimia é um distúrbio que se caracteriza por episódios recorrentes e incontroláveis de grandes quantidades de alimentos, geralmente com alto teor calórico, seguidos de reações inadequadas para evitar o ganho de peso, tais como indução de vômitos, uso de laxativos e diuréticos, jejum prolongado e prática exaustiva de atividade física.

Nos portadores de bulimia, não é a magreza que chama a atenção. Em geral, são mulheres jovens de corpo escultural, que cuidam dele de forma obsessiva. Seguem dietas rigorosas. De repente, perdem o controle e ingerem uma quantidade absurda de alimentos, na maior parte das vezes, às escondidas. Depois, são tomadas por sentimentos de remorso ou culpa. Os recursos de que se valem para não engordar provocam complicações no organismo. Por exemplo: destruição do esmalte dos dentes, inflamação na garganta, sangramentos, problemas gastrintestinais, arritmias cardíacas, desidratação, etc.

A principal diferença entre anoréxicos e bulímicos é o estado de caquexia (extrema desnutrição) a que podem chegar pacientes com anorexia.

Causas

São as mesmas da anorexia. Entre elas destacam-se predisposição genética, a pressão social e familiar e a valorização do corpo magro como ideal máximo de beleza.

Sintomas

São sintomas da bulimia nervosa:

* ingestão exagerada de alimentos em curtos períodos de tempo sem o aumento correspondente do peso corporal;

* vômitos autoinduzidos por inversão dos movimentos peristálticos ou colocando o dedo na garganta;

* uso indiscriminado de laxantes e diuréticos;

* dietas severas intermediadas por repentinas perdas de controle que levam à ingestão compulsiva de alimentos;

* distúrbios depressivos, de ansiedade, comportamento obsessivo-compulsivo, automutilação;

* flutuação de peso corpóreo;

* distorção da autoimagem e baixa autoestima.

Diagnóstico

O diagnóstico da doença nem sempre é fácil, porque os sintomas não são evidentes como os da anorexia. Por isso, o levantamento da história do paciente, seus hábitos alimentares e a preocupação constante com o peso são dados que precisam ser cuidadosamente observados. Além disso, segundo o DSM.IV, o manual de diagnóstico e estatístico dos transtornos mentais, a pessoa precisa apresentar dois episódios por semana de ingestão descontrolada de alimentos, durante três meses no mínimo, para ser classificada como portadora de bulimia nervosa.

Tratamento

O tratamento da bulimia nervosa exige acompanhamento de equipe multidisciplinar composta por médicos, psicólogos, psiquiatras, nutricionistas. Medicamentos antidepressivos podem ser úteis, especialmente se ocorrerem distúrbios como depressão e ansiedade. Da mesma forma, a psicoterapia cognitivo-comportamental tem mostrado bons resultados a longo prazo, especialmente quando associada ao uso de antidepressivos e estabilizadores do humor.

Infelizmente, não se conhecem métodos eficazes para prevenir patologias como a bulimia e a anorexia. Certamente, o empenho da sociedade para mudar certos valores estéticos ligados ao culto do corpo e à magreza traria benefícios importantes para a saúde.

Recomendações

1) Se você é portador/a de bulimia:

* Não se acanhe, procure assistência médica; geralmente, os pacientes sabem que são portadores do distúrbio, mas procuram esconder sua situação da família e dos amigos;

* Saiba que a restrição alimentar rígida e continuada aumenta o risco de fases de absoluto descontrole alimentar;

* Informe-se sobre os riscos a que se expõem os portadores de bulimia sem tratamento

2) Se uma pessoa de suas relações é portadora de bulimia:

* Lembre que críticas não ajudam a resolver o problema; aliás, só servem para comprometer mais ainda a autoestima do paciente;

* Procure orientação para saber como lidar com o/a portador/a de distúrbios alimentares;

* Admita que, às vezes, a família inteira pode precisar de acompanhamento terapêutico.

Fonte: www.drauziovarella.com.br

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Possível componente da prefeitura aparece como representante contra a câmara municipal no MP

Quinta, 19 de Junho de 2014, 22h08

David Delira
Contador, Jornalista e apresentador de programa radiofônico

Ao consultarmos o portal do Ministério público, deparamos com um processo instaurado contra a câmara municipal de Campo Limpo Paulista, com o número 14.0227.0000247/2012-1, que consta como inquérito cível, versando exatamente sobre improbidade, que por ironia, tramitam outros contra o próprio prefeito, parecendo algo revanchista.
O autor, cujo nome tem semelhança com um dos assessores e braço direito do alcaide, impetrou no mês de junho do ano passado, deixando em dúvidas se foi contra esta atual legislatura ou a anterior, pois o processo está vagamente publicado sem muitas informações suplementares...

 

 

Portal da transparência federal informa liberações de verbas para Campo Limpo Paulista

Quinta, 19 de Junho de 2014, 14h32

David Delira
Contador, Jornalista e apresentador de programa radiofônico

O site da transparência do governo federal, que tem entre sua incubência, publicar informes sobre a destinação de verbas públicas para os municípios, afirma que foram liberados no mês de junho, para Campo Limpo Paulista, dois valores, que deverão ser usado no que tange as melhorias de asfalto e calçadas, beneficiando assim transeuntes e veículos.
Ambas liberações foram proporcionada pelo ministério da cidade, sendo um no valor de R$ 15.946,20 (Quinze mil, novecentos e quarenta e seis reais e vinte centavos) e o outro no valor de R$ 147.650,00 (Cento e quarenta e sete mil, seissentos e cinquenta reais).
Cabe agora a fiscalização dos vereadores e o acompanhamento da população, sobre o real uso do recurso.

DEPRESSÃO E SÍNDROME DO PÂNICO- Por: Davidson Lemela

Quarta, 18 de Junho de 2014, 14h32

GILBERTO BARRETO TERAPIAS INTEGRATIVAS
TERAPEUTA HOLÍSTICO

 

1. POR QUAL RAZÃO EXISTE TANTA RESISTÊNCIA EM ACEITAR AS VIDAS PASSADAS?

Exaustivamente comprovada por várias pesquisas de academias renomadas em todo mundo, a reencarnação já acumulou um número tão grande de provas a seu favor que qualquer teoria, por mais extravagante que fosse, já teria sido aceita com a metade dessas provas. Porém sua aceitação, tropeça, sobretudo, em dois fatores complicadores: o preconceito e o orgulho.

Preconceito: Comumente, as pessoas costumam relacionar a doutrina das vidas sucessivas com questões místicas ou religiosas. Quando a ciência surgiu a partir do século XVI, instaurou-se um clima de verdadeira rejeição a tudo quanto representasse herança com o ranço teológico medieval. A verdade pronta e absoluta pregada pelas doutrinas judaico/cristãs, foi substituída pela verdade comprovada das pesquisas científicas e tudo aquilo que não pudesse ser medido, testado ou que fugisse ao escopo estabelecido por esse novo saber, seria rejeitado sumariamente. Dessa forma, a reencarnação ganhou o status de práticas ocultistas, sem crédito por parte da ciência nascente, visto como ela não podia ser comprovada pelos métodos científicos que se detinha, como até hoje, nos limites da matéria densa. No entanto o princípio palingenético não pertence a nenhuma religião ou credo, tampouco se trata de uma verdade metafísica, mas é antes uma lei biológica, cabendo, portanto, a própria ciência a incumbência de comprová-la.

Orgulho: A assimilação da hipótese da reencarnação nivela as classes sociais e derruba as barreiras do preconceito, pois estabelece uma distinção não somente pelo desenvolvimento intelectual, mas, principalmente, pelo progresso moral e espiritual alcançados e pela disposição do indivíduo na observância das leis naturais, uma vez que revela nossa pequenez diante da grandiosidade da realidade espiritual.

A partir do momento em que a doutrina das vidas sucessivas é incorporada em nosso sistema de crenças pessoal, um cientista, por exemplo, do alto de sua cátedra e do seu saber, teria que admitir a hipótese de já ter sido, em outra vida, um lavrador ou um serviçal humilde que ganhava a vida com o suor do próprio rosto. Um indivíduo hoje, que goza de prestígio e poder, onde manda e todos obedecem, teria, da mesma forma, que aceitar ter sido no passado, um personagem desprovido de autoridade, em uma vida obscura e insignificante, desprovido de importância social, ou, o que seria ainda pior para seu orgulho, vir a ser no futuro esse personagem, caso ainda insista em não andar bem, permitindo que o orgulho e o egoísmo orientem suas escolhas.

Por todos esses motivos, a reencarnação, do ponto de vista da ciência ortodoxa, caiu no ostracismo, sendo relegada a mera crendice popular e, portanto, desmerecendo a atenção dos "doutos e prudentes". Para esses, é mais fácil rir dessa crendice absurda, pois dessa forma se mantêm afastados da realidade interior, enquanto desperdiçam raras oportunidades de crescer, distraídos com as ilusões do mundo e dessa vida repleta de armadilhas.
Porém quem tem olhos de ver que veja. Por se tratar de uma lei natural, a reencarnação é como a luz da candeia, espargindo os clarões da verdade sobre os corações de boa vontade, lembrando que o maior amigo da verdade é o tempo e o seu maior inimigo, o orgulho.

Por outro lado, os mais notáveis pensadores da antiguidade como Sócrates, Pitágoras, Platão, Buda, entre outros, defendiam e ensinavam a idéia da transmigração das almas (reencarnação), e que esta renasce quantas vezes for necessário para atingir o estado da perfeição. Posteriormente, a partir do Séc. XIX, com o clima de liberdade instaurado pela própria ciência, estudiosos e pesquisadores descompromissados com o status quo, retomaram os debates sobre a reencarnação, agora sob um novo enfoque, o da pesquisa psíquica. Neste novo clima, que envolve estudos da reencarnação, fenômenos anímicos, estados alterados de consciência, mediunidade e etc., dá-se ênfase à análise de campo, com metodologia que inclui uma técnica apropriada à investigação da psique humana. Pois como nos lembra Miranda, não se pode aplicar, teimosamente, nessa busca pela compreensão da alma e da reencarnação, somente a metodologia que serve à pesquisa da matéria densa, pois a alma humana não é mero ajuntamento de átomos e células que se pode medir e pesar, mesmo pelos mais delicados e sofisticados instrumentos de aferição da tecnologia moderna.

2. O QUE É A DEPRESSÃO?

A depressão pode ser explicada como um quadro da psicopatologia, que se caracteriza, principalmente, por uma alteração no humor, cujos sintomas mais comuns observados são:

Perda de energia ou interesse;
Humor deprimido, vitimização;
Dificuldade de concentração;
Alterações do apetite e do sono;
Lentificação das atividades físicas e mentais;
Sentimento de pesar ou fracasso;
Pessimismo.
Analisando, porém, a depressão, considerando-a, como hipótese de estudo, sob a ótica da realidade espiritual, percebe-se que o depressivo possui um traço de caráter prevalente e muito comum: A PREPOTÊNCIA. Essa constatação se fez baseada na análise de centenas de casos tratados através do processo da TVP.

A história mostra que desde as mais recuadas eras, andamos pela terra acostumados a ser rigorosos, autoritários e sempre gostamos de dar ordens e a querer as coisas do nosso jeito. Hoje nos sentimos imensamente subjugados com uma sensação muito grande de impotência, quando não conseguimos fazer valer nossos desejos e vontade, como no passado. Isso, fatalmente, leva ao recrudescimento de nosso caráter, gerando raiva que acaba se transformando em frustração. E enquanto não aprendemos a lidar com essas emoções, na medida em que não nos conformamos com os fatos da vida que nos contraria, substituímos a alegria do coração resignado, pela dor da revolta com aquilo que nos "deprime".

O desfile dos sintomas mais comuns como tristeza, desânimo, queixa de injustiça, impotência, idéias de suicídio etc., nada mais são que o resultado de uma raiva contida - na maior parte das vezes não expressa - que acaba por nos levar a procura de um médico, visto como ninguém mais liga para o nosso sofrimento e para nossa rebeldia.

O diagnóstico clássico, aponta para um desarranjo na bioquímica do cérebro onde os responsáveis pela patologia são os receptores seretoninérgicos e nor-adrenérgicos, e o tratamento prescrito, geralmente, se restringe a administração de antidepressivos.

Contudo, quando a vida não satisfaz nossos desejos, tampouco permite que nossas ordens sejam cumpridas, começamos a nos sentir extremamente irritados. Tornamos-nos tão ranzinzas, mal humorados que passamos a considerar o mundo injusto e as pessoas insensíveis. Brigamos com todos e por tudo, pois nada para nós está bom. Quando precisamos nos expor, o fazemos de forma grosseira e, às vezes, gritamos exasperados por pouco, não economizando "adjetivos" para fazer valer nossa vontade. E como a vida não está nem aí para nossas reclamações e rabugices, passamos a nos recolher para dentro de nós mesmos, não para nos conhecermos melhor - o que seria positivo -, mas porque "as pessoas não nos compreendem" e se nos sentimos "deslocados" nesse mundo, gostaríamos que ele parasse para descer, pois para nós parecesse tudo uma brincadeira da qual não gostamos. Em nosso mutismo interior, nos isolamos de todos e uma falsa tristeza se apodera de nosso espírito revoltado e sofrido. O diagnóstico da depressão dado pelo médico, representa uma cartada lançada ao nosso problema. No início até produz algum efeito, porque afinal agora sabemos o que temos. Sentindo-nos como alguém que descobre o próprio mal, porém sem entender muito bem suas raízes. Mais tarde, percebemos que os medicamentos prescritos aliviam temporariamente os sintomas, porque estes recrudescem vorazmente depois, deixando-nos ainda mais perplexos e abatidos.

3. A INDÚSTRIA DA DOENÇA

Assim, há várias décadas, a indústria farmacêutica, apostando na etiologia proposta exclusivamente pela Psiquiatria tradicional, vem pesquisando novas fórmulas com medicamentos mais eficazes e com menos efeitos colaterais. Porém parece que a doença avança desafiando todos os prognósticos e promessas de cura, pois atualmente ela já acomete mais de 20% da população com idade entre 20 e 60 anos, além de garantir uma espera de meses na fila de um psiquiatra.

O início dos estudos sobre a depressão começou na década de 20, mas foi somente a partir da década de 60 que houve o primeiro avanço considerável da medicina no tratamento da Depressão. O medicamento, conhecido também como antidepressivo, foi lançado no mercado com o nome de ANAFRANIL e representava uma vantagem considerável sobre os antigos IMAO, comercializados desde a década de 50, pois produziam menos efeitos colaterais.

Contudo, a partir de 1974, uma outra empresa química norte americana, tentava a aprovação de um novo componente antidepressivo, a FLUOXETINA. Essa nova droga prometia revolucionar o tratamento da depressão, pois como sua ação inibia a recaptação da serotonina, prolongava sua permanência na sinapse neuronal, favorecendo a obtenção de episódios prolongados de humor, ao mesmo tempo em que afastava os sintomas indesejáveis provocados pela patologia. O órgão federal de controle de medicamentos americano FDA, aprovou a droga em 1987, surgindo então no mercado o PROZAC, também conhecido como a "pílula da felicidade".

Segundo o dr. Urban , uma intensa campanha publicitária, alardeando o fim definitivo da depressão, provocou uma "lavagem cerebral" nos clínicos da época, a ponto de favorecer falsos diagnósticos de depressão, sob o delírio daqueles que queriam experimentar os efeitos anestesiantes da nova droga, que se tornara sinônimo de status, consumido apenas por uma classe privilegiada e que prometia o que nenhum psicoterapeuta jamais ousou considerar: afastar para sempre a tristeza de nossas vidas.

4. A INVENÇÃO DE UMA DOENÇA

Ainda segundo o dr. Urban, a indústria farmacêutica, que calculava os lucros de quase 30 anos com a comercialização do ANAFRANIL, assistiu, perplexa, suas vendas despencarem consideravelmente, com seu principal produto mofando nas prateleiras das drogarias. Então concluíram que algo precisava ser feito. Foi quando uma avalanche de pesquisas científicas, patrocinadas pelos laboratórios preocupados com os prejuízos, avaliaram a controvertida eficácia do PROZAC, uma vez que ficou evidente que o alto índice de suicídio entre os usuários dessa nova droga, ocorria em função da melhora do humor que o medicamento provocava, quando então o paciente conseguia sair da crise aguda da depressão e ganhava forças para dar cabo da própria vida, visto como continuava prevalecendo nele a mesma personalidade pré-mórbida.

Esse plano funcionou durante algum tempo, porquanto logo o PROZAC seria novamente liberado, respaldado por outros trabalhos científicos que contestavam os dados dos efeitos colaterais e as ocorrências de suicídio.

Precisavam então de um "plano B". Este deveria ser urgente e de tal forma extraordinário capaz de salvar o ANAFRANIL.

De conformidade com os interesses dos fabricantes desse medicamento, estagnado nas linhas de produção em função das promessas milagrosas do PROZAC, lembra o dr. Urbam que a Associação Americana de Psiquiatria, formada por membros das principais universidades de todo o pais, convocou, em 1983, um encontro extraordinário para a reclassificação do DSM (manual de diagnóstico e estatística). Como a última revisão datava de 1980, três anos antes quando surgiu o DSM III, perguntava-se então qual motivo urgente teria o poder para convocar um colegiado médico, uma vez que as edições anteriores e posteriores, sempre ocorreram num período superior a 10 anos? Qual o equívoco imprescindível que precisava ser reparado? Os laboratórios ameaçados de falência, engendraram uma fórmula mágica para socorrer o ANAFRANIL, e assim, juntamente com a reedição do DSM III-R (revisado), nascia a Síndrome do Pânico.

Nessa altura, o leitor, principalmente aquele que já foi acometido desse mal, deve estar se perguntando como pode um doença ser inventada, visto como seus sintomas são bem reais e causam tanto dano. Na verdade, não se trata aqui de invalidar o diagnóstico indicado para a série de sintomas que compõem o quadro da doença, mas propor um olhar diferenciado para a Síndrome do Pânico (SP), uma vez que ela pode ser descrita como uma variante da própria Depressão, portanto possuem ambas a mesma etiologia. A diferença fica por conta do acréscimo de alguns sintomas físicos e psíquicos, intrínsecos ao indivíduo e que são causados por "presenças" e pela manipulação do ectoplasma, os quais explicaremos mais à frente.

5. COMO PODEMOS DEFINIR A SÍNDROME DO PÂNICO?

Do ponto de vista da Psiquiatria clássica, a SP é um diagnóstico da psicopatologia com alguns sintomas bem definidos que compõem o quadro da doença:

Tontura;
Falta de ar;
Pressão no peito;
Taquicardia;
Tontura;
Medo incontrolável de morrer.
Vale ressaltar que o medo ou pânico de morrer, é o seu principal sintoma e se caracteriza por um medo irracional e incontrolável, não havendo nada que o justifique, ou seja, sem causa aparente, e é justamente isso que caracteriza a síndrome. O paciente tem, comumente, medo de morrer sem assistência, sem socorro, evoluindo para um quadro intenso de pânico no qual a pessoa desenvolve um medo de ter medo. Nas crises mais graves, o paciente fica impossibilitado de levar uma vida normal (trabalho, vida social etc.), não conseguindo, muitas vezes, sair de casa, com medo de que possa acontecer alguma coisa ruim, morrer, principalmente.

6. COMO FUNCIONA O TRATAMENTO DA SÍNDROME DO PÂNICO ATRAVÉS DA VISÃO TRADICIONAL?

Através de tratamento medicamentoso, com a administração de estimulantes neuronais que favoreçam a recaptação da serotonina na fenda sináptica.

Dentro do modelo tradicional, pessoas que apresentam SP, possuem insuficiência na produção de alguns neurotransmissores, principalmente a serotonina. Esses hormônios são substâncias químicas produzidas pelos neurônios (células nervosas), por meio dos quais as células do nosso cérebro podem enviar mensagens às células vizinhas. Quando há uma diminuição dessas substâncias, pode ocorrer alterações no sistema nervoso causando distúrbios variados como a depressão, a ansiedade, o pânico, dores crônicas, etc.

A serotonina, como um importante neurotransmissor, tem funções diversas, como o controle da liberação de outros hormônios, tornando-se fundamental para a capacidade do ser humano em responder aos estímulos ambientais. Daí, concluir-se que a causa da SP, bem como de outras síndromes psicopatológicas, se deve aos baixos níveis de serotonina e de outros neurotransmissores. E para remediar essa situação, administram-se inibidores da recaptação da serotonina pelos neurônios, como no caso de medicamentos à base de FLUOXETINA.

A terapêutica clássica, admite também a hipótese de atendimento psicológico como recurso alternativo. Nesses casos, a orientação indicada é a abordagem Cognitivo-comportamental, onde se trabalha, principalmente, com a exposição do paciente em aproximações sucessivas àquilo que lhe causa pânico, geralmente com a presença de um AT (acompanhante terapêutico).

7. QUAL O DIFERENCIAL PROPOSTO PELA ANÁLISE SOB A ÓTICA DA TVP?

A análise através da TVP, não desqualifica a abordagem referente à Psiquiatria tradicional, porém a amplia, uma vez que acrescenta a dimensão espiritual do ser humano, quando considera as milhares de vidas que ele já viveu no passado. Essa dimensão, desfaz um engano cometido pela orientação tradicional, visto como admite que somos hoje conseqüência de nossas experiências de passadas existências e que nossa personalidade vem se estruturando como resultado daquilo que construímos para nós em decorrência das escolhas que fizemos. Portanto, a dor, o trauma, a raiva e todo nosso comportamento, são o reflexo de nosso mundo interior, povoado hoje de fantasmas e medo. Deste modo, seria pueril desconsiderar essa realidade espiritual, pelo menos como hipótese de estudo, porquanto não existe mais espaço atualmente para negá-la, principalmente em um contexto em que estão em pauta os distúrbios psicológicos do ser humano.

Os novos psicólogos e psiquiatras herdaram uma grande responsabilidade com esta nova visão de homem e de mundo, pois o tempo da loucura incompreensível ficou no passado. Afinal de contas, o conceito das vidas sucessivas é uma realidade que não pode ser indefinidamente ignorada por esses profissionais, principalmente quando personalidade humana é a essência do processo. A tese da reencarnação precisa, urgentemente, ser absorvida pelas estruturas arcaicas do pensamento materialista e incorporada a um novo modelo clínico que garanta se chegar a verdadeira etiologia de nossas dores, propondo uma cura definitiva.

Édouard Schuré, o grande pensador contemporâneo, afirma que a alma continua sendo a chave para se entender o universo, e que a única chave para se entender a alma é a reencarnação. Diz ele que a alma é como uma luz velada, que obscurece e se apaga quando a negligenciamos. Por isso, a incompreensão com a causa de muitos males que assolam nossa vida.

Na verdade, a deficiência na produção dos hormônios cerebrais, apontada pela medicina tradicional como a causa da SP, está associada a outros sinais que formam a relação de sintomas descritos para a patologia. A causa da SP, dentro da ótica da TVP, está assentada em quatro causas bem distintas, que, no entanto se entrelaçam quando associadas à realidade espiritual:

1ª - A Paranormalidade

Os pacientes que apresentam SP, são portadores de uma sensibilidade psíquica acentuada, ou seja, são paranormais, ou médiuns - geralmente detentores de uma mediunidade mal cuidada.

Quando consideramos as experiências do passado, admitimos, do mesmo modo, que em muitas dessas vidas que vivemos não andamos muito bem, por conseguinte, ferimos e magoamos os outros, assumindo pesados compromissos com a própria consciência e com aqueles que se tornaram nossas vítimas, como, aliás, demonstram as inúmeras histórias relatadas pelos nossos pacientes regredidos. Conseqüentemente, se algum desses que prejudicamos no passado, se encontra atualmente desencarnado e ainda não conseguiu esquecer a dor pela qual o fizemos passar, concluímos que, muito provavelmente, podemos ter hoje a sua companhia, atrapalhando nossa vida, na forma de uma "presença" indesejável, transformada agora em algoz, fato esse, aliás, mais comum do que se supõe e muito bem documentado, principalmente na extensa literatura espírita que para descrever essa ocorrência, preferiu adotar o termo "obsessão".

Os médiuns hoje, acossados pelo próprio passado, não são pessoas doentes, especiais ou desequilibradas, porém a desinformação com a causa geradora dos distúrbios da "senso percepção" e do "juízo de realidade" de que são possuidores, provocados por essas "presenças", se encarrega de favorecer um clima de perplexidade e incompreensão com relação à sua própria dor, levando muitos a imaginar que carregam algum mal incurável, pois são levados a muitos desconfortos físico e psíquico:

Distúrbios da senso percepção (alucinações)

Alucinações Visuais: Vêem vultos (geralmente imagens distorcidas de "presenças");
Alucinações Sinestésicas: Sentem "presenças" próximas (sensação de que há mais alguém no ambiente, principalmente quando estão sós);
Alucinações Auditivas: Ouvem "presenças" (vozes, pessoas conversando, barulhos diversos, chamar o nome, etc.);
Distúrbio do juízo de realidade (delírios ou intuições negativas)

O paciente elabora pensamentos do tipo:

"Vou morrer sem socorro";
"Vou morrer cedo";
"Eu estou muito doente";
"Não tem saída",
"Ninguém vai poder me ajudar", etc.
2ª - A Intuição da fobia

O segundo fator desencadeante dos sintomas de portadores da SP, está também ligado ao passado. Comumente, esses indivíduos, em outras vidas, tiveram desencarnes violentos, nos quais sofreram episódios intensos de dor e desespero, onde, freqüentemente, morreram sem assistência ou abandonados à própria sorte. De tal modo, as ocorrências das chamadas crises de pânico, prendem-se a esses eventos passados, uma vez que as "presenças", que conhecem muito bem esses dramas pretéritos, se utilizam da paranormalidade do paciente, através das "intuições negativas", para levá-lo a imaginar - e sentir -, inconscientemente, que irá morrer de novo, da mesma forma e sem socorro. Por isso, é possível entender o medo incontrolável e, aparentemente, sem sentido, de achar que está a morrer.

A conclusão que se chega é que ao admitirmos a hipótese de existir interferência de "presenças" em nossa vida hoje, amplia o conceito de reencarnação. Pois, se aceitarmos o fato de que podemos viver várias vidas sucessivas - um fato já comprovado hoje - temos que considerar, da mesma forma, a possibilidade de existir seres que estariam estagiando entre uma encarnação e outra, em um período no qual costumamos chamar de espaço "intervidas".

O conceito de "presenças" e de que elas interferem na vida dos pacientes, inclusive como etiologia de muitas síndromes psicopatológicas, estabeleceu um critério para se lidar com elas no set terapêutico. Dentro do processo utilizado pela TVP para lidar com casos de interferências de "presenças", é utilizada uma metodologia que inclui uma técnica que exige, acima de tudo, atitude terapêutica desprovida de preconceitos, predispondo os profissionais que dela fazem uso, para o inesperado, porém com lógica e bom senso. Para esses novos psicólogos da alma, fica claro que as vozes que a pessoa diz ouvir, realmente existem, e vêem de fora dela, de outra pessoa.

Terapeutas de vida passada em geral, aprendem a identificar interferência de "presenças" durante a regressão. Quando o cliente se encontra em um estado alterado de consciência, ele é capaz de potencializar suas habilidades paranormais, e muitas vezes, seu inconsciente mostra a ligação do seu problema com a atuação de uma "presença". A aplicação de técnicas precisas durante o processo, possibilita conhecer a causa que deu origem a essa ligação e verificar os dramas que se desenrolaram no passado, entre o paciente e a "presença". A compreensão dos motivos daquele que o persegue até hoje, produz o que mais se espera num processo de TVP, a mudança do seu caráter e, conseqüentemente, a mudança em seu comportamento, representando uma das únicas oportunidades de curar-se efetivamente e tornar-se mais feliz.

3ª - O Caráter pré-mórbido

A terceira causa apontada para a SP, seja, talvez, dentro da ótica em estudo, o fator preponderante para o surgimento da patologia: o caráter difícil.

A psiquiatra dra. Maria Teodora, com mais de 20 anos de experiência em TVP, explica que o caráter é o conjunto de tendências, boas e más, que o indivíduo traz consigo de vivências passadas. Diz ela que essas tendências se manifestam, geralmente, desde a infância e que as de ordem negativa (nossos defeitos), estão, comumente, ancoradas no orgulho e no egoísmo, podendo facilmente ser exemplificadas como inveja, ciúme, intolerância, impaciência, vaidade, prepotência etc. Na grande maioria das vezes, são ignoradas pelo cliente (são os chamados 'pontos cegos'). Raras são as pessoas que vêm à terapia para o tratamento desses problemas. É função do terapeuta a identificação, sinalização e proposta de tratamento das mesmas.

Via de regra, pacientes que apresentam SP, possuem uma personalidade que poderíamos chamar de pré-mórbida. Geralmente são muito egoístas ou prepotentes, traço de caráter difícil que possuíam no passado - e do qual ainda não se livraram - e que os fez cometer erros graves, prejudicando muitas pessoas, faltamente colocando-os hoje à mercê de seus implacáveis cobradores desencarnados.

Ao analisar os traços típicos de um panicoso durante o processo de terapia, percebe-se nitidamente que, na maioria das vezes, sua personalidade difícil, que se manifesta através dos traços de caráter negativo, não é conhecida por ele de forma consciente. É pouco comum, o paciente vir à terapia para tratar seu egoísmo, por exemplo, ou sua intolerância, pois geralmente esses incomodam mais aos outros que a si mesmo. Comumente, o cliente surge queixando-se de alguma dificuldade da vida: relacionamento difícil, fobias, medos, raiva, tristeza, depressão, insegurança, inadaptação com a profissão, com a vida, com as pessoas etc., quando não vem com sintomas explícitos de interação com "presenças". A maioria deles, nem desconfia que a causa de suas dores que o faz se queixar tanto, está justamente relacionada com os seus defeitos de caráter.

Semelhante a um edifício que vem sendo construído há séculos, nossa personalidade estrutura-se vida após vida como se a cada experiência acrescentássemos alguns tijolos à construção. Ela reflete nossa realidade interior inalienável, portanto não podemos destruí-la para construir uma nova, como faríamos a uma edificação ameaçada de ruir. Precisamos aperfeiçoar a que já possuímos à medida que aprendemos a lidar com a arte, igualmente quando temos que reformar nossa casa, obrigados a habitá-la ao mesmo tempo. Nosso domicílio interior está em reformas, por isso sofremos tanto. Muitas vezes, gostaríamos de poder passar uma borracha no passado e extinguir o que nos incomoda, na ingênua tentativa de negar nossa realidade interior. Porém nossa memória é indelével e todos os fatos, emoções, dores e alegrias estão lá, não se apagará, nunca. Ao tentar fugir dos compromissos assumidos consigo e com os outros, o indivíduo entra num processo de alienação que só faz adiar sua felicidade e perpetuar sua dor.

A prepotência, como um traço comum do panicoso, tem raiz no orgulho. Ela surgiu em nossa personalidade há milênios, quando, pressionados pela vida e pelas condições sociais das comunidades primitivas, escolhemos ser valentes, impiedosos, autoritários, visto como isso garantia a sobrevivência de nossa tribo, de nosso povo ou mesmo da nossa família. Acostumamos a ser assim, tornou-se nosso jeito de ser, pois ele reafirmava nossa autoridade, uma vez que obtínhamos ganhos secundários. As coisas acabavam sempre sendo do nosso jeito e se não fossem, não hesitávamos em cobrar com violência.

Do nosso passado, emergiram então personagens acostumados a mandar e ser obedecidos e a cobrar com truculência seus desejos. Logo, não é difícil imaginar para onde esse comportamento nos levaria no futuro e como ele acabaria se transformando nas raízes de nosso caráter prepotente dos dias atuais.

Nossa frustração e impotência de hoje, por não poder fazer valer nossa autoridade e poder do passado, quando podíamos exercer nosso caráter livremente, transformou-se na dor do presente, diagnosticada como uma patologia complicada e de difícil resolução. Por esta razão, não tenhamos a ingenuidade de creditar aos nossos indefesos neurotransmissores a responsabilidade pelos nossos medos, pois nossa personalidade não irá se alterar uma vírgula com a administração de benzodiazepínicos, tampouco nos tornaremos mais gentis e tolerantes com a ingestão de ansiolíticos.

Na vida atual não podemos mais comandar de forma arbitrária, pois ninguém mais nos obedece, aliás, nossa conduta é no mínimo estranha para os outros, que não entendem a razão de nossa intolerância, pois desconhecem, como a maioria de nós, as raízes do próprio mal.

Certa feita, em uma sessão de terapia ao argumentar com uma "presença" as razões do seu ódio e de sua vingança para com um paciente que atendia, disse-me ela que esse meu paciente não era um coitadinho como eu pensava e que aquele olhar sonso e seu riso amarelo, escondiam um coração impiedoso e uma personalidade irônica. Ele só não cometia hoje os mesmos estragos do passado porque não tinha o poder nem a autoridade nas mãos, pois do contrário faria o mesmo ou pior.

4ª - Manipulação de ectoplasma

E por último, sobraram os sintomas físicos, ou dizendo mais apropriadamente, dentro dessa nova ótica, restaram as sensações físicas comuns às crises de pânico, confundidas, repetidas vezes, com sintomas físicos: falta de ar, pressão no peito, taquicardia, tontura etc. Porque, a bem da verdade, gostaríamos de frisar que, todas essas reações não passam de manipulação do ectoplasma por "presenças" - em cena novamente as "presenças" - por isso não são diagnosticáveis, a não ser clinicamente. De nada adiantam exames laboratoriais, radiografias ou outro recurso qualquer da moderna medicina, nada irá surgir aos olhos ávidos de um diagnóstico palpável, o que acaba deixando o paciente perplexo, restando ao facultativo apenas sedar o paciente, diminuindo sua ansiedade e, provavelmente, a do médico também.

Mas o que é o ectoplasma?

O dr. Luciano Munari, psiquiatra e especialista em TVP, possui extensa experiência prática e teórica, na identificação e tratamento das síndromes provocadas por manipulação ectoplasmática. Escreveu o livro Ectoplasma, Cura e TVP, onde descreve as diversas experiências com seus pacientes, tanto como médico, como terapeuta de vida passada. Segundo ele, o ectoplasma é uma substância ou um fluido semi-material/semi-espiritual que, portanto, permeia tanto o mundo material quanto o espiritual. Faz parte da nossa organização fisiológica/espiritual e é fundamental para a manutenção da vida. É ele que permite a atuação das "presenças" para impressionar o mundo físico e causar, por exemplo, os fenômenos de poltergeist ou de materialização. Existem indivíduos, no caso os que sofrem da SP, que possuem ectoplasma em excesso e são, geralmente, aquelas pessoas que apresentam sintomas típicos do Transtorno de Somatização: dores no corpo, falta de ar, palpitações, dores nas articulações, dores de cabeça, Enxaqueca, ou mesmo as dores abdominais de uma úlcera duodenal, dores lombares, nas pernas etc.

Diz ele ainda que dificilmente algum de nós não ter apresentado algum sintoma da Síndrome Ectoplasmática e que esses sintomas parecem estar relacionados ao tipo de ectoplasma que é formado pelo organismo e nos locais de preferência para se depositar. Quando se deposita no trato gastrintestinal, por exemplo, costuma causar na pessoa uma impressão de abdome distendido e, freqüentemente, apresenta um estômago sensível à variação alimentar.

Outro local de acúmulo, segundo o dr. Munari, é o subtipo torácico. Nele, a expressão do ectoplasma ocorre como se fosse "algo" que sobe como uma onda entre o abdome e o tórax, provocando falta de ar e palpitação, comumente chamada de "angústia no peito", predispondo à asma e à bronquite.
Por fim, no subtipo craniano, encontram-se as expressões alérgicas no revestimento nasal e oral, além de facilitar o surgimento dos fenômenos das rinites, sinusites, otites e das laringites, bem como as dores de cabeça com impressões de estar com a "cabeça aérea", e a enxaqueca.

Na SP, segundo o dr. Munari, ocorrem crises de palpitações, falta de ar com ou sem sufocamento, ondas de frio ou de calor, de formigamentos pelo corpo, tontura, náuseas, sensação de desmaio, angústia ou opressão no peito e ocorrem logo em seguida às "intuições negativas" que o indivíduo tem de que vai morrer ou mesmo enlouquecer. Todas essas crises, são provocadas por manipulação do ectoplasma pelas "presenças", como acima descritas.

Geralmente, grande parte desses pacientes, sente uma onda de calor subindo de baixo (abdome) para cima, precedia, às vezes, de pequeno arrepio ou mesmo calafrio. Ele explica que os arrepios (friachos), são sugestivos da simples aproximação de uma "presença", enquanto que a onda de calor (fogacho), decorre da movimentação e manipulação do ectoplasma pela mesma. O medo de morrer ou enlouquecer, fica por conta de pensamentos e sentimentos extraídos, pelas próprias "presenças", do inconsciente do paciente pelo processo da "intuição negativa", onde estão as situações traumáticas do passado.

8. EXISTE AINDA MEDO E PRECONCEITO OU A PROCURA PELA TVP ESTÁ AUMENTANDO?

Um dos maiores empecilhos com relação à Terapia de Vida Passada é a desinformação. Não existe risco algum. Surgem algumas fantasias no imaginário das pessoas quanto a morrer na regressão ou ficar presa no passado, porém nada disso ocorre; mesmo porque a pessoa não irá a lugar algum, estará o tempo todo consciente e lembra-se do passado como se lembraria de um filme.

Outra teoria levantada contra o uso da TVP, repousa no argumento de que se renascemos nos esquecendo do passado, por qual razão provocar a lembrança do que, aparentemente, está esquecido, se o olvido desses fatos dolorosos, é a garantia para nos poupar da dor? Não estaríamos contrariando uma lei natural?

Novamente em cena a desinformação. A argumentação acima parece ser bastante convincente, pelo motivo de ser óbvia, uma vez que o véu lançado sobre nossas recordações pretéritas, nos garante a proteção contra eventuais transtornos que lembranças dolorosas e traumáticas poderiam provocar. Terapeutas de vida passada são unânimes em defender a idéia de que não se deve mexer naquilo que está esquecido e, consequentemente, não incomoda, principalmente se for por mera curiosidade. Assim sendo, parece que o esquecimento é uma proteção se não fosse um DISFARCE.

Se de fato todos esses episódios dolorosos tivessem realmente ficado esquecidos no passado, não estariam importunando hoje. Deste modo, na terapia, o paciente irá se lembrar do que incomoda, e isto está mais vivo do que se imagina, tanto que transcorridos séculos, ele ainda anda às voltas com toda essa carga emocional do passado, retardando sua felicidade.

Vale ressaltar ainda, que na pauta das dificuldades encontradas para a plena difusão dessa nova abordagem psicoterápica, encontra-se a tendência das pessoas em relacionar a reencarnação em geral e a TVP em particular, com praticas místicas, como já disse alhures. Essa confusão acabou por estabelecer uma linha de preconceito para essa prática terapêutica, deslocando o eixo do caráter clínico do tratamento para questões religiosas, dificultando sua penetração principalmente no meio acadêmico e sua aceitação por parte de instituições oficiais.

No entanto, para a grande maioria das pessoas, a TVP acena com uma proposta séria e consistente, por isso a procura para esse tipo de modalidade terapêutica está aumentando, na medida em que aumenta a busca do indivíduo por explicações ou procedimentos que tragam maior conhecimento de si mesmo e oportunidades efetivas de cura.

RESUMO

A ótica da TVP, como disse acima, se baseia na hipótese científica da reencarnação. Costumo dizer que possuímos uma vida só, porém com várias existências, ou seja, já vivemos milhares de experiências na carne, a maioria boas e outras nem tanto. A terapia é um processo segundo o qual se inicia com as recordações do passado e deve encerrar com o paciente compreendendo as relações do passado com o presente. E ainda descobrir os Padrões de Comportamento que vêm sendo repetidos vida após vida, aprendendo deles se separar através do entendimento desses padrões, conscientizando-se do quanto eles têm tornado sua vida infeliz.

Resumindo, propomos que o diferencial sugerido pela ótica da TVP para o entendimento e terapêutica da SP e da Depressão, são os seguintes:

1. Tratamento do caráter difícil do paciente, compreendendo suas raízes através das vivências do passado que estejam relacionadas a esse caráter difícil;
2. Descobrir e conhecer as histórias traumáticas do passado em que o paciente foi vítima ou que morreu de forma trágica, aprendendo delas se dissociar;
3. Orientar e encaminhar o paciente com respeito a sua paranormalidade;
4. Vincular sua patologia com possível atuação de "presenças", propondo uma terapêutica onde se estabeleça um elo de responsabilidade entre paciente e "presença", e uma oportunidade de entendimento entre ambos.

O Remédio é Integrar

Terça, 17 de Junho de 2014, 08h50

GILBERTO BARRETO TERAPIAS INTEGRATIVAS
TERAPEUTA HOLÍSTICO


Práticas como a meditação, o reiki e a fitoterapia estão ganhando o aval da ciência e comprovando aquilo que muita gente já sabia: elas funcionam!

 

Às margens do km-8 da br-153, na região de Goiânia, onde as árvores baixas e de galhos retorcidos do Cerrado despontam, encontra-se um prédio de um piso, o antigo Hospital JK, hoje rebatizado como Hospital de Medicina Alternativa (hma). Como o nome entrega, ele é o único do gênero no País voltado exclusivamente para as agulhadas analgésicas da acupuntura, as ervas da fitoterapia e as gotas da homeopatia, mas oferece também auxílio nutricional e psicológico. O embrião dessa iniciativa foi um curso de ayurveda, a medicina tradicional indiana.

Ministrado em 1986 na capital goiana por médicos da Índia especializados nessa terapêutica milenar, teve como alunos médicos, especialistas em farmácia e botânica. Ali dava-se o primeiro passo para a inclusão do uso de plantas medicinais na rede pública estadual. Quase 30 anos depois, no início de março de 2013, encontraram-se numa sala abafada do hma representantes do Ministério da Saúde, de universidades e outras instituições para discutir a versão local para a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (pnpic) no Sistema Único de Saúde. Ela está em vigor desde 2006 e institucionalizou no SUS métodos como acupuntura e fitoterapia. "A pnpic serve de base e dá diretrizes para os Estados e municípios que, com ou sem regulamentações, podem incluir ações para ampliar o acesso a essas práticas e atender às demandas regionais", explica Felipe Cavalcanti, da Coordenação Geral de Áreas Técnicas do Ministério da Saúde. No País todo, são 4.139 estabelecimentos que oferecem práticas integrativas e complementares no SUS - para ter uma ideia, foram realizadas 850 mil sessões de acupuntura em 2012, um crescimento de 272% em relação a 2010. Mas elas não se restringem à saúde pública. Grandes hospitais privados também passaram a adotar essa visão de tratamento, sem falar em centros universitários - aqui e no exterior. Pesquisas com equipamentos de ponta comprovam seus efeitos benéficos. O que antes era conhecido como alternativa torna-se uma opção cada vez mais entrelaçada às terapias tradicionais da medicina alopática.

O termo alternativa, aliás, caiu em desuso. O Centro Nacional para Medicina Alternativa e Complementar (nccam), braço dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, define medicina complementar como aquela que é usada juntamente com a convencional. Os métodos alternativos seriam utilizados no lugar dos alopáticos. Por fim, a abordagem integrativa combina tratamentos da medicina complementar e da tradicional para os quais há evidências de qualidade sobre segurança e eficácia. É essa nomenclatura, com alguma variação aqui e acolá, que vem sendo adotada atualmente.
O hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, conta, por exemplo, com um Grupo de Medicina Integrativa. Os especialistas entram no quarto dos pacientes, se apresentam e mostram a grade de atividades.

Há de ioga a acupuntura, além de outras modalidades, que não são ministradas para tratar algo específico. "Nosso olhar é global", diz o médico Paulo de Tarso Lima, coordenador do grupo. Ele desenha uma mandala num papel e continua: "O paciente está aqui no centro. Perguntamos o que ele quer fazer, onde ele está naquele momento e ensinamos o autocuidado, a lidar com a demanda de energia". Em outras palavras, é uma maneira de a pessoa colaborar para restabelecer seu bem-estar e cura, que, como diz Lima, é inata. Trata-se de algo que pode se dar por meio da redução da tensão diária ou de uma dieta equilibrada. Ou mesmo do contato com um animal de estimação, cuja entrada o hospital tem liberado desde que o bicho esteja saudável. Para o especialista, não é o acupunturista o responsável por minorar um quadro de ansiedade. "Ele tem a formação técnica para estimular o sistema parassimpático, diminuindo as taxas de hormônios do estresse, o que ajuda no controle da doença. Mas quem está fazendo isso de fato é o paciente," diz ele. "Todas as grandes universidades americanas têm grupos de medicina integrativa", conta. No Brasil, a Universidade Estadual de Campinas tem um Laboratório de Práticas Alternativas, Complementares e Integrativas em Saúde com disciplinas para a graduação e pós desde 2008.

Em fevereiro, o Einstein deu início a um programa de pós-graduação voltado para o tema. São 40 alunos, entre médicos e outros profissionais de saúde. Ali também se faz pesquisa. Em parceria com o md Anderson Cancer Center, nos Estados Unidos, os especialistas vão avaliar por meio de imagens cerebrais os efeitos da meditação tibetana em pacientes de câncer de mama com alterações cognitivas provocadas pela quimioterapia. Dali também saiu um estudo que ganhou as páginas da revista científica NeuroImagine. E o assunto foi meditação também. O trabalho comprovou que ela é capaz de nos deixar mais concentrados e menos suscetíveis aos impulsos, sobretudo os emocionais. O estudo é da pesquisadora Elisa H. Kozasa, uma adepta da técnica - medita durante meia hora cinco vezes por semana. "Os meditadores regulares tiveram de recrutar menos áreas do cérebro para realizar uma tarefa que requer atenção", explica. Dito de outro forma, é como se a massa cinzenta trabalhasse com maior eficiência, como um carro que viaja quilômetros sem necessidade de litros e mais litros de combustível.
"Somos bombardeados por uma série de estímulos e perdemos a habilidade de focar no aqui e agora", diz Elisa. E foco é justamente o que a meditação demanda.

Do outro lado da cidade de São Paulo, na região da Avenida Paulista, o Hospital Sírio-Libanês é mais um centro médico a abraçar a medicina integrativa. Depois de percorrer corredores labirínticos do prédio, chega-se à sala de Plínio Cutait, o coordenador do Núcleo de Cuidados Integrativos do Sírio. Filho, irmão e pai de médico, ele chegou a cursar até o quarto ano do curso de medicina da Universidade de São Paulo, mas acabou enveredando pela música e foi pianista por mais de uma década.

Cutait é mestre de reiki, técnica de origem japonesa de imposição das mãos que, acredita-se, permite acessar a energia do universo, e que entrou em sua vida no final dos anos 80. "O reiki mexe com espiritualidade, mistério, energia, mas sem estar ligado a uma crença", diz.

O serviço do Sírio-Libanês existe há mais de quatro anos e conta com uma equipe de seis especialistas, sendo que três deles são médicos - um é responsável por ministrar ioga, outro meditação e o terceiro, acupuntura. "Foi uma demanda dos pacientes. As pessoas não estão interessadas em reiki, ioga. Elas querem ser tratadas com mais humanização", diz Cutait. "De 50% a 80% das pessoas com câncer pedem essa abordagem. A medicina convencional, com grau de tecnologia, se baseia em curar a doença e afasta o médico do cuidar da pessoa", comenta. "Ioga não é só antiestresse. Ela também está ligada à saúde como um todo", afirma. Sob o ponto de vista dessa prática, a mente humana é uma espécie de contração da mente divina, portanto é criadora. Gera limites e também liberdade. "A mente afeta o corpo, e o corpo afeta a mente", diz o mestre de reiki. "Essas abordagens são baseadas em tradições milenares. A meditação não é só para baixar a pressão. Ela pode ser transformadora em todos os sentidos", acredita. A saber: nos Estados Unidos, 42% dos hospitais já dispõem de práticas integrativas.

O Programa Farmácias Vivas, da Universidade Federal do Ceará (ufc), é outro bom exemplo do uso das práticas integrativas. O programa cataloga e averigua o potencial das plantas medicinais. Teve início em 1983 e é obra do professor Francisco de Abreu Matos (1924-2008), considerado uma das maiores autoridades no ramo e cujo lema era "planta medicinal do povo para o povo". "Trata-se de um programa de assistência social farmacêutica, que tem como objetivo levar às comunidades os meios para preparar e utilizar medicamentos preparados com as plantas disponíveis localmente, de forma artesanal ou mesmo técnica", explica Mary Anne Medeiros Bandeira, coordenadora do projeto da ufc. Tudo com garantia de eficácia, segurança e qualidade. Os especialistas levantam as espécies usadas pela população e as avaliam. Eles ainda orientam a instalação das farmácias vivas, fazem o treinamento do pessoal e ensinam como manusear e usar corretamente as ervas. O horto do projeto tem 139 plantas. Ele já foi replicado em Estados como Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia, Pará e no Distrito Federal.

Estudar as plantas medicinais é uma forma de garantir a preservação dos biomas nacionais e possibilitar um desenvolvimento sustentável. "Certamente esse é o melhor caminho", diz João Batista Calixto, professor de farmacologia da Universidade Federal de Santa Catarina. "É muito difícil preservar aquilo que não se conhece. Com as tecnologias disponíveis atualmente, é possível utilizar de maneira sustentável a biodiversidade brasileira, que poderia ser fonte de muita riqueza", diz. Calixto participou das pesquisas que resultaram no primeiro fitomedicamento 100% verde-amarelo, um anti-inflamatório à base de uma planta, a erva-baleeira. Cerca de dez espécies foram analisadas. Até a chegada do fitoterápico com a erva-baleeira às farmácias, foram gastos 7 milhões de dólares. "Atualmente, pelo menos dois projetos oriundos dessa lista de plantas estão em fase avançada de estudos clínicos, e é esperado para os próximos anos o lançamento desses produtos", relata Calixto. O remédio é mesmo integrar.

Fábio de Oliveira é jornalista, especializado na área de saúde. E essa é sua estreia, em grande estilo, em Vida Simples.

 

Mudanças drásticas podem ocorrer na política de Campo Limpo Paulista

Domingo, 15 de Junho de 2014, 12h52

David Delira
Contador, Jornalista e apresentador de programa radiofônico

Segundo informe de analistas, observadores e pessoas oriundas dos meandros dos poderes, que foram renegadas ou simpesmente escanteiadas; devido o momento que antecede as eleições deste corrente ano, o quadro de animosidade entre os políticos locais, que não está ao contento, pode acirrar, comprometendo a governabilidade e até a permanência do atual prefeito, que não mediu esforços em ceder e ponderar, durante este período de mandato, inclusive com aparente exacerbação dos limites impostos pelas leis, para complementar o atendimento das constantes e infindáveis exigências...
A torre de babel, não é peculiaridade do poder executivo, sendo que na casa de leis, os burburinhos, dão conta que os vereadores não estão se entendendo entre eles, com explicito e público entreveros, totalmente atípicos entre esta categoria, pelo menos no histórico da cidade, que neste quesito sempre os legisladores foram uníssonos ao ecoar os bastidores do recinto.
As publicações e elevações do tom do discurso dos nobres, vem acentuando o clima delicado..
Por outro lado correndo no paralelo, temos os diretórios locais, com seus respectivos diretores e componentes, onde as turbulências e colocações de pedra no xadrez eleitoral, encontra-se em profundas incógnitas, esperando as definições do topo das executivas resolverem as pendências e as lavagens de roupas sujas, na majoritária com caciques e lideranças, com poucos índios.
As consequências deste momento são se limites, com especulações e apostas nos próximos passos, que mesmo de forma amadora, todos colocam o que tem de melhor, para um resultado satisfatório, nem que sejam para os seus próprios bem!
Na outra ponta deste enredo, encontra-se a população, que apesar de ser apenas coadjuvantes, terão papel principal em outubro, bastando apenas atuar após ler os textos dos scripts...

Princípios de composição para além do papel. Ou: você sabe a diferença entre harmonia e unidade?

Terça, 03 de Junho de 2014, 08h35

Paulo Salem premium
Doutor em Ciência da Computação

Um bom desenho ou pintura, embora sejam expressões de criatividade, não estão livres de estruturas bem definidas. Algumas, como a forma humana, são difíceis de se formular com precisão. São necessários anos de observação e prática para se aprender os segredos que elas guardam. Felizmente, outras são mais acessíveis. Tenho em mente aqui os princípios de composição gráfica e quero mostrar como a utilidade deles pode ir para além da estética.

A melhor exposição desses princípios que conheço está no livro Watercolor for the Serious Beginner. Na página 37 a autora os introduz de modo breve e incisivo no contexto da pintura. Numa composição, o tipo e posição de seus vários elementos são estabelecidos observando-se diversas propriedades das relações entre eles. Não se trata de formular precisamente essas relações, mas apenas de manter o artista atento aos efeitos das escolhas que faz. Mais importante, não apenas o artista: rapidamente me ficou clara a possibilidade de se aplicar desses princípios de design na vida como um todo. São, com efeito, verdadeiros princípios éticos [1].

Tomemos um princípio famoso e fácil de se compreender, o equilíbrio. Se um dos lados do desenho contém muitos ou grandes elementos e o lado oposto contém poucos ou pequenos, há algum desequilíbrio. A transposição para o ético é evidente: se você trabalha muito e se diverte pouco, o uso das suas horas não está equilibrado. Observe que isso não é uma norma; o fato de estar desequilibrado não é, em si, bom ou ruim. A maior parte das pessoas provavelmente não aprovaria essa atitude em geral, mas há quem o faça com entusiasmo. Poucos negariam que um pouco de desequilíbrio ajuda a tornar as coisas menos monótonas. E, de qualquer forma, há situações em que o desequilíbrio é universalmente desejado, como quando se responde a uma emergência.

O princípio do conflito é um pouco mais complexo. Elementos conflitam sob duas condições. Em primeiro lugar, claro, precisam ser elementos de algum modo diferentes, como um círculo e um quadrado. É ainda necessário, porém, que essa diferença seja interessante. Uma árvore e um arbusto não conflitam. Uma árvore e uma duna conflitam. Conflito gera tensão. Mas quem gosta de tensão? Ora, todo apaixonado, que tem "com quem nos mata, lealdade".

Com apenas esses dois princípios já podemos ver uma relação lógica curiosa. Conflito implica em desequilíbrio, embora o contrário não seja verdade (i.e., o desequilíbrio pode ser causado por elementos do mesmo tipo). Claro que há também uma ambigüidade constante, já que com criatividade suficiente é possível argumentar que uma relação desequilibrada tanto é quanto não é conflituosa. Isso não é necessariamente ruim. O propósito do discurso (interior) não é ganhar um debate, mas apenas fornecer sementes para a imaginação. São e precisam ser maleáveis para servir a esse fim.

O mais interessante começa quando chegamos ao princípio da harmonia, pelo qual os elementos se assemelham em algum aspecto importante. Uma tela com figuras variadas, mas todas azuis e curvilíneas, por exemplo. E o que seria, digamos, uma sociedade harmoniosa? Numa composição harmônica, cada componente leva sua existência sem atrapalhar os demais, mas mantendo algum vínculo comum. Uma sociedade composta de pessoas bem diferentes pode ser vista como harmoniosa se a diferença for pacífica e se houver algo comum, como leis, tradições ou costumes. Não se trata, portanto, de uma pura ausência de conflito, embora um sistema muito harmonioso seja pouco conflitante (eis aí outra relação lógica).

A harmonia social é muitas vezes tida como o objetivo social supremo, e não apenas no mundo ocidental. A julgar pelos documentários que ando vendo, é assim na tradição chinesa também. Todavia, me parece que essa exaltação é um tanto mal direcionada. A razão é um outro princípio de composição menos conhecido, a unidade. Temos unidade quando os vários elementos do sistema não apenas coexistem com certa harmonia, mas também cooperam para atingir um fim comum maior. Normalmente esse é o princípio que rege todos os outros, posto que o artista geralmente deseja transmitir uma mensagem central em cada obra (e às vezes no próprio conjunto de obras).

Ao refletir explicitamente a respeito, me dei conta de que muita gente confunde unidade com harmonia, e esse é um erro fatal. Há quem divida o tempo em coisas muito diferentes, como hobbies dos mais variados e projetos profissionais com poucas relações entre si. Diz a sabedoria popular que "é bom variar". Sinceramente, concordo. Porém, há um preço a se pagar, pois o dia tem apenas algumas horas e a vida se apaga em poucos anos. Isso vale tanto para pessoas quanto para sociedades inteiras, mas aqui me retenho ao indivíduo, átomo da composição social do qual tudo o mais depende.

É perfeitamente possível levar uma vida harmoniosa, tranqüila, socialmente invejável, e mesmo assim estar insatisfeito, sem nunca compreender o que falta. Ter um bom emprego, uma família simpática, uma linda casa -- e se suicidar ao cabo das férias na Disney. Acho justo dizer que a maior parte das pessoas com boa educação anseia por fazer algo relevante com suas existências. Para tanto, estariam melhores se vissem suas vidas mais como obras de arte do que como prateleiras de supermercado (esposa, filhos, trabalho, papel toalha). Se assim o fizéssem, rapidamente topariam com a evidente necessidade de se trazer unidade ao cotidiano.

Atribuo essa situação mais à ignorância e ao acaso do que a operações sinistras de governos e outras organizações. Por outro lado, é preciso reconhecer que na idéia de unidade também reside o fundamento de todo regime totalitário (e.g, "um povo, um império, um líder"). Talvez pelo medo da energia social que o sentimento de unidade pode despertar, o discurso público tenha se distanciado de qualquer noção semelhante. Seja como for, já é tempo de se engrossar esse caldo moral que vem sendo agüado há décadas. A estagnação, e todas as mazelas que a acompanham, é o destino de uma sociedade sem indivíduos com propósitos fortes e ambiciosos.

Ao se estabelecer um tema de unificação, corre-se o risco de se perder a graça. Uma tela em branco não tem sentido, mas representa a unificação por excelência [2]; o nada é incomensuravelmente mais uno do que a multiplicidade da existência. A variedade que tanto se busca na vida é uma medida preventiva quanto a isso. Aqui, mais uma vez a comparação com a arte é útil. Não há regra para se produzir uma bela obra, mas apenas ferramentas, e essas só funcionam após muita experimentação. É preciso saber trabalhar com o inexato e fluído, reconhecendo sua fragilidade, mas também sua potencialidade. Isso é ainda mais relevante para quem tem uma formação principalmente técnico-científica.

De minha parte, tenho tentado escolher e posicionar minhas atividades e projetos de modo que possam se reforçar mutuamente. Precisei ignorar parte da minha curiosidade natural para ter mais foco, mas não por completo. Por exemplo, tenho grande interesse por design de linguagens de programação, e em parte isso implica em aprender novas linguagens. Assim, quando surge a necessidade de se implementar alguma nova ferramenta, avalio a possibilidade de fazê-lo numa nova linguagem também, atingindo assim dois objetivos simultaneamente. De modo mais geral, tenho tentado fazer coisa semelhante no desenvolvimento de produtos e pesquisas. Com isso, tenho produtos mais robustos e pesquisas mais relevantes. Agora há menos projetos inacabados e inúteis abandonados nos calabouços do meu computador, o que quer dizer que estou usando meu tempo de modo mais eficiente. 

A princípio temi que essa prática pudesse ser demasiadamente limitante, mas o fato é que, até agora, serviu muito bem para satisfazer meu ímpeto criativo. Não me privei de criar e variar, apenas aprendi a escolher, entre as infinitas possibilidades, aquelas que melhor se encaixam na estratégia geral. É um grande preconceito supor que nossas idéias frívolas e arbitrárias são necessariamente mais criativas do que aquelas que emanam de uma estrutura pré-existente. O universo é demasiadamente rico para isso, onde quer que estejamos haverá algo interessante para ser explorado. Trata-se antes de uma falta de disciplina; e essa disciplina pode ser adquirida e levada longe, basta apenas aprender a ver as coisas sob a perspectiva da unidade resultante, sem esquecer de levar em conta os demais fatores -- espécie de crescimento orgânico. 

Há outros princípios de design: alternação, domínio, gradação e repetição. Não os explorarei aqui, mas os nomes já sugerem do que se trata [3]. Apenas com isso, neste ponto o leitor talvez já consiga relacioná-los com o que foi dito acima. Tal é o poder de conceitos que tão naturalmente estimulam a imaginação. Temos sorte de que algo imaterial como nossa conduta possa se valer de analogias plásticas, visíveis, na sua elaboração.

 

--

Notas

[1] Ética entendida aqui como o estudo da conduta da vida em geral. Isto é, no sentido aristotélico original (ver Ética à Nicômaco).

[2] Há quem considere uma tela em branco uma grande obra de arte, avaliação da qual evidentemente eu não compartilho. Infelizmente, esse tipo de aberração contribui para a má fama que as artes plásticas têm em alguns círculos.

[3] Além do livro que mencionei, é possível ler sobre isso na Internet também. As exposições, contudo, variam um pouco nos nomes e mesmo nas características dos vários princípios. Infelizmente, não consegui achar as fontes primárias dessas idéias. Eu agradeceria se alguém pudesse me apontá-las.

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Quarta, 11 de Junho de 2014, 10h53

AMP - Andrea Melo Pachêco
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Segunda, 09 de Junho de 2014, 08h00

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O pensamento colonizado brasileiro e seus efeitos sobre o empreendedorismo tecnológico nacional

Quarta, 28 de Maio de 2014, 17h09

Paulo Salem premium
Doutor em Ciência da Computação

Avanço tecnológico e empreendedorismo costumam andar juntos. É salutar, portanto, que nos últimos poucos anos o espírito empreendedor esteja crescendo nos brasileiros de modo acentuado, sobretudo nos jovens ainda frescos da tinta universitária. Internet, economia estável, boas universidades, globalização e novas tecnologias, muitos fatores estão se alinhando para proporcionar um ambiente adequado ao desenvolvimento tecnológico em solo nacional. Todavia, falta ainda um elemento fundamental. Nossos empreendedores, assim como nossos cidadãos em geral, têm a tendência de supervalorizar os sucessos, idéias e iniciativas alheias, em detrimento de suas próprias. Guiam-se pela convicção de que o sucesso está em aprender alguma fórmula fantástica vinda de longe. Têm, em suma, o pensamento colonizado -- normalmente por uma metrópole que não é grande coisa.

Muita gente se impressionou com a venda do aplicativo de troca de mensagens WhatsApp por US$ 19 bilhões neste ano. Naturalmente, empreendedores mundo afora, incluindo no Brasil, lamentaram-se por não terem sido eles os criadores do software. Mas a pergunta não deveria ser "por que não criaram o WhatsApp no Brasil?" [1], para a qual não faltam respostas pouco lisonjeiras ao brasileiro. O correto, creio, seria perguntar por que criaram o WhatsApp em primeiro lugar. Não me entendam mal, reconheço a utilidade cotidiana desse e outros sucessos. Também tenho respeito pelos empreendedores que levam seus projetos adiante, sejam eles simples ou complexos, inovadores ou não -- principalmente no Brasil, onde isso já é uma grande coisa. O ponto, porém, é que os grandes exemplos que o empreendedor tecnológico supostamente deveria seguir são demasiadamente simplórios e desprovidos de originalidade, quando não inteiramente estúpidos. Um pouco de estupidez cai bem, mas estamos muito longe da medida saudável. É a era da estupidez que nos engole. São raros e pouco conhecidos os softwares que nos elevam a um novo patamar de possibilidades técnicas [2]. Duvida? Reflita sobre os maiores hits no seu celular e browser [3]. Geralmente temos sistemas para troca de mensagens, compartilhamento de fotos e vídeos, jogos e coisas semelhantes. Pouco que não se pudesse fazer há muito tempo, mas talvez agora com uma roupagem mais sexy ou um marketing melhor. Foi esse modelo lamentável que tomou a imaginação do empreendedor brasileiro. No melhor caso, copia-se bem o que deu certo lá fora (que, por sua vez, costuma ser cópia de outra coisa menos afortunada). É difícil pensar em alguma startup local que fuja disso de modo significativo.

Tal realidade simplesmente não pode servir como a base tecnológica duradoura de uma sociedade, e muito menos de uma civilização. É evidente que o melhor ainda está por vir. E é por isso que admirar esse status quo é um erro. O emprendedor brasileiro olha esse Pantheon de falsos deuses e pergunta-se como pode adentrá-lo. Enquanto olha firmemente para o que mais deu e está dando certo financeiramente, perde de vista o futuro, no qual possivelmente Roma inteira cairá vítima da própria soberba. Ademais, nem por um instante parece questionar a sabedoria de jogar um jogo cujas regras não estão sob seu comando. Num mercado global, se você está seguindo as regras do jogo, provavelmente você já perdeu a vanguarda -- porque o jogo não é seu. O importante é criar as regras do seu próprio jogo, para estar um passo à frente, em posição de liderança. A alternativa é ser cidadão global de segunda classe, para sempre à deriva, seja sofrendo com os enganos dos outros (quando erram), seja apanhando as sobras do seu sucesso (quando acertam).

Essa admiração cega e canhestra, muitas vezes oculta sob camadas de sensatez superficial, às vezes pode ser observada às claras, especialmente quando tropeça em si mesma. Que surpresa a minha foi descobri que está na moda pronunciar a palavra app, abreviação inglesa para application, como "a pê pê", como se fosse a sigla A.P.P. Quem inventou essa prática deveria ser enforcado. E quem a segue deveria fazer uma cuidadosa reflexão: deixou-se levar por uma convenção claramente ridícula, então que outros absurdos menos óbvios não aceitou também?

Onde estão os softwares que automatizam sofisticados conselhos médicos e jurídicos? Onde estão os sistemas que projetam sozinhos as plantas da minha casa, prédio, fábrica ou mesmo de toda uma cidade? Que projetam sites sob medida para mim? Que monitoram e me ajudam a otimizar meu comportamento, minha vida inteira? Onde estão as interfaces que se adaptam dinamicamente à personalidade, educação, inteligência e idade do usuário? Os fundamentos tecnológicos para tudo isso e muito mais já existem, basta dar o próximo passo e avançar no limite do possível.

O mesmo destino rural paira sobre a pesquisa científica, último bastião nas fronteiras do conhecido. A impressão que tenho é de que não se cria muito que seja relevante e de peso por aqui. Não se avança sobre o território novo logo à frente. O que se faz é principalmente brincar, complementar, estender -- dir-se-ia mesmo bajular em certos casos -- a criação e a exploração de outrem. A origem dessa subserviência está no próprio mecanismo educacional empregado na formação desses quadros. Mandam-se estudantes para fora do país na esperança de se formarem bons pesquisadores, mas o resultado dessas expedições usualmente é apenas o engendramento de embaixadores da ciência alheia. Não temos tanto cientistas quanto temos diplomatas. Há menos inventividade no treinamento científico do que supõe o homem comum. Se serve de consolo, destino equivalente normalmente aguarda os nativos do primeiro mundo. A diferença é que, vez por outra, lá desponta alguém extraordinário, capaz de criar algo original e fornecer um norte aos demais. É assim que avança a linha de frente no mundo desenvolvido. Infelizmente, o mesmo não ocorre muito por aqui, e isso transborda na nossa tecnologia e nos empreendedores que a desenvolvem e promovem [4]. Falta-nos uma fagulha crucial.

Qual a razão de tudo isso? Não compartilho da suspeita paranóica que sempre tenta culpar o estrangeiro "imperialista". Nenhum agente da CIA me barrou nas bibliotecas e congressos norte-americanos da última vez que estive por lá. Pelo contrário, as potências estrangeiras abrem suas portas e dão conhecimento para quem se dispõe a buscá-lo. A desordem, estatismo e burocracia nacionais também não servem de explicação: que eu saiba, não há lugar no mundo civilizado mais bagunçado, estatista e burocrático do que a França, e há grandes conquistas tecnológicas oriundas de lá [5]. Há alguma coisa mais profunda, mais dissimulada, que permeia o subdesenvolvimento crônico. E como todo mal dessa espécie, o primeiro passo para eliminá-lo é torná-lo visível, pois só assim pode-se combatê-lo eficazmente.

Sinto que o problema central esteja na crença de que há uma fórmula mágica (ou científica, pouco importa) que se faz revelar nos grandes sucessos, no "espírito do tempo". É a crença do estudante, cuja natureza é ser um receptáculo da sabedoria alheia. O bom estudante é aquele que resolve fielmente todos os problemas que já foram resolvidos, com as técnicas que já foram codificadas. Muito diferente é a atitude dos inventores e pesquisadores genuínos, que "procuram o que ninguém perdeu", como diria meu pai. Numa sociedade saudável, grande parte dos estudantes são gradualmente transformados em pesquisadores; as certezas lentamente convertidas em dúvidas; a arrogância do engenheiro e do médico sutilmente amaciada na severidade inquisitiva do verdadeiro cientista. Infelizmente, como tantos outros centros de atraso, ainda somos uma nação de meros estudantes. Não surpreende que os melhores alunos acabem com grande freqüência transformando-se em professores, perpetuando assim o ciclo.

Nessa atitude estudantil, penso, está o fundamento sobre o qual se constróem tantos monumentos à pequenez. O fato é que toda fórmula é inventada por alguém, e assim reflete suas ambições, necessidades e circunstâncias. Os empreendedores e cientistas subdesenvolvidos, em especial no Brasil, não percebem que em última instância não há fórmulas, mas apenas gente. E muitas vezes nem mesmo muita gente, mas apenas um punhado de homens ou mulheres. Somos nós, seres humanos, dotados de alguma racionalidade, que levantamos do solo selvagem tudo aquilo que podemos chamar de nosso. Somos nós que dizemos não à natureza e que lhe impomos nossa vontade. A meu ver, é o desejo de ir além do que já foi feito, de explorar os limites do possível, de levar a curiosidade e a criatividade às últimas conseqüências, de ser mestre de seu próprio destino, que realmente cria valor duradouro. Tomemos exemplos, peças, ferramentas, sim. Mas que a criação seja nova, valiosa e nossa. Sejamos ambiciosos, críticos e originais. Chega de seguir fórmulas, passemos a ditá-las.

 

--

Notas

[1] Mal acabo de escrever este parágrafo e imediatamente me deparo com a notícia de que inventaram o "WhatsApp brasileiro". I rest my case.

[2] Dois exemplos mais ou menos conhecidos de que gosto: Kiva Systems e Palantir.

[3] E certamente em outras partes. Limito-me aqui a usar exemplos da indústria de software, minha especialidade.

[4] Nem sequer me dou o trabalho de escrever sobre as grandes empresas brasileiras de tecnologia. Tanto quanto posso ver, estas inovam muitíssimo menos do que nossos empreendedores e cientistas.

[5] Por exemplo, o coração artificial da Carmat, o SolidWorks da Dassault Systèmes, o provador de teoremas Coq, o Método B (notoriamente usado para garantir a segurança de trens automatizados, inclusive os da linha 4 do metrô de São Paulo) e a linguagem Esterel (usada pela Airbus).

A Identidade do Processo Seletivo

Sábado, 07 de Junho de 2014, 11h33

AMP - Andrea Melo Pachêco
Consultoria em Recursos Humanos

 

O diferencial competitivo entre as organizações são as pessoas. Atrair e reter essas pessoas vêm sendo um dos grandes desafios da Gestão de Pessoas.
As empresas possuem valores, culturas diferenciadas o que consequentemente diferencia também o processo de Recrutamento & Seleção. Alguns profissionais ou empresas de consultoria padronizam a busca de candidatos, bem como, suas avaliações a até mesmo os laudos dos candidatos. Fica claro, que com as identidades próprias de cada organização, não tem como transformar o processo seletivo mecanizado.
Cada processo seletivo deve ser único, embasado nas características das organizações como: Missão, Visão, valores e o que essa empresa vem buscando como diferencial competitivo.
Até a Próxima!

Andrea Melo Pachêco
AMP – Desenvolvimento de RH

Importado e comercializado pela TSCA Comercial e Importadora Ltda, o Jean Label conhecido como Zetex foi desenvolvido para atender as exigências do mercado brasileiro de etiquetas, tags, identificação e decoração em geral.

Aspecto similar ao couro, acabamento uniforme de ambos os lados, resistente ao rasgo, tração, lavagens industriais, é muito utilizado para etiquetas de cós e tags externos em jeans. 

Pode ser utilizado em todos os processos de impressão como;
silk-screen, off-set uv, dry off-set uv, flexo, laser, hot stamping, queima, relevo seco, solda em alta frequência com pvc ou espumex.

São fornecidos em rolos de 150 m² (1,50 x 100 m).

Disponíveis em estoque nas cores; Natural, Preto, Cinza, Chocolate, Branco, Oliva.

 

 

Jean Label | Zetex - branco 722

Efeito degrade impresso em off-set.

 

Jean Label | Zetex - chocolate 729

Efeito queima por clichê.

 

Jean Label | Zetex - cinza 716

Impresso por serigrafia com tinta base solvente bi-componente resistente a lavagens pesadas.

 

Jean Label | Zetex - natural 726

Efeito queima por clichê.

 

Jean Label | Zetex - oliva 725

Efeito relevo seco em alta frequência.

 

Jean Label | Zetex - preto 719

Impresso com hot stamping prata.


 

Jean Label | Zetex - natural 726

Efeito metalizado ouro, impresso por serigrafia com tinta base solvente bi-componente resistente a lavagens pesadas.


 

Teste e comprove!

 

Terapia e emagrecimento

Segunda, 26 de Maio de 2014, 09h07

Maria Cristina Ramos Britto
psicóloga

As pessoas têm dificuldade de fazer mudanças necessárias, seja emagrecer, abandonar hábitos nocivos, como fumar, ou voltar a estudar/trocar de emprego/terminar um relacionamento, não porque careçam de vontade ou coragem, mas porque precisam adquirir as ferramentas para dar o primeiro passo. Mudar não é fácil, exige reestruturação dos pensamentos e revisão das atitudes, ou seja, transformação do que a pessoa construiu como seu ser ao longo da vida. Os indivíduos são reconhecidos pelo conjunto de suas qualidades e definidos por virtudes apreciadas no grupo ao qual pertencem, como, por exemplo, honestidade, dedicação, gentileza. Todos somos resultado de predisposição genética e influências ambientais, vários fatores que vão moldando características de personalidade e caráter.

As pessoas nascem com tendências que serão estimuladas ao longo do processo de amadurecimento, mas, dependendo da interação com os cuidadores, o que seria uma característica positiva torna-se fonte de problemas. Se, na infância, a criança convive com mãe depressiva, pai autoritário, num ambiente tenso com brigas constantes, pais absorvidos nos respectivos trabalhos e responsabilidades financeiras, e pouco disponíveis para as necessidades dos filhos, pode desenvolver um senso de inadequação e desamparo. Obrigada a enfrentar oscilações de humor dos adultos, a criança aprende a não reclamar, a cuidar de si mesma e se comportar de forma que não piore os conflitos familiares.

Ao lidar com situações além da sua capacidade emocional, a criança torna-se um adulto marcado por estas experiências. Agirá com as pessoas de forma totalmente contrária ao que vivenciou no passado ou continuará a pisar em ovos, sem saber colocar limites às demandas dos outros? Permanecerá se considerando responsável pelo bem-estar de todos à sua volta e repetirá o comportamento-padrão de estar sempre disponível, não recusar favores ou pedidos de ajuda, mesmo que estejam fora de sua possibilidade? Assim sendo, é como se este modo de proceder fizesse parte da pessoa, e a definisse, daí a percepção equivocada de que a mudança é difícil, senão impossível. Para ela, é natural se envolver em relacionamentos onde seu papel se limita a cuidar das necessidades das pessoas.

O que se ouve no consultório? Relatos sobre tristeza e frustração de repetidas tentativas e fracassos de perder peso, acompanhados de uma visão confusa de si mesmo e dos motivos disto. Para vencer a briga com a balança, além de mudanças na alimentação e prática de exercícios físicos, é preciso identificar os gatilhos que levam à compulsão, modificar os pensamentos e entender as emoções que a causam. É fundamental perceber que, para calar a solidão e o sofrimento, acaba-se abrindo a boca apenas para a comida. E que a mudança se inicia ao aprender a dizer não à comida e, principalmente, às pessoas e situações do dia a dia.

Cientistas identificam o que pode ser o primeiro marcador biológico do TOC

Quarta, 21 de Maio de 2014, 16h01

Daniel Augusto Corrêa Vasques
Médico Psiquiatra

Flávia Franco - Correio Braziliense

Publicação: 20/05/2014 13:55 Atualização:
A descoberta de fatores genéticos relacionados a doenças mentais é constante entre os cientistas. Um ramo da pesquisa pode ajudar no diagnóstico de transtornos como depressão e esquizofrenia. Inspirado nele, pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, identificaram um marcador ligado ao risco de desenvolvimento do transtorno obsessivo-compulsivo, o TOC.

Segundo Gerald Nestadt, líder do estudo divulgado na revista Molecular Psychiatry, o único fator de risco já conhecido para o TOC é a questão hereditária. Em busca de influências biológicas, ele e a equipe analisaram cerca de 500 mil marcadores no genoma de 1.065 famílias. “Tivemos resultados que aproximaram alguns marcadores do distúrbio. Um deles, relacionado ao gene PTPRD, foi o que se mostrou mais próximo”, conta.

O gene identificado produz uma proteína vinculada à regulação do crescimento e da diferenciação neuronal. “Deficiências nele estão relacionadas a problemas cognitivos por interferirem na neurotransmissão gabaérgica, que é uma via relacionada a alterações cognitivas em vários transtornos mentais, como o de deficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e a esquizofrenia”, explica Antônio Geraldo da Silva, psiquiatra da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Nestadt afirma que os resultados evidenciam a região genética que deve ser estudada para compreender melhor o transtorno. Segundo ele, o PTPRD já foi analisado em animais e se mostrou eventualmente envolvido no processo de aprendizagem e na memória, traços influenciados em seres humanos diagnosticados com o TOC, que afeta 1,5% da população mundial.

Novas abordagens
Mil quatrocentos e seis voluntários do estudo tinham sido diagnosticados com TOC. Entre os dados apresentados por Nestadt, estão a identificação da prevalência do transtorno em parentes de primeiro grau, sendo que 11,7% dos casos se enquadram nessa classificação. “Além das alterações neuroquímicas do cérebro, existe uma predisposição genética para a doença”, reforça Silva. De acordo com o especialista, por isso, os estudiosos da Universidade Johns Hopkins estudaram também o genoma de familiares dos pacientes.

O psiquiatra brasileiro ressalta ainda que é preciso levar em consideração que, apesar de a pesquisa apontar um provável marcador biológico, não se trata ainda de um resultado definitivo. “Ela indica agrupamentos promissores para futuras pesquisas, mas não pode ser considerada uma associação permanente”, ressalta.

Nestadt reconhece que há mais trabalho a fazer, mas ressalta ter descoberto um caminho para entender o distúrbio e intervir melhor contra ele. “Nós podemos finalmente ser capazes de identificar novas drogas que ajudarão as pessoas com esse transtorno muitas vezes incapacitante. Os medicamentos atuais funcionam em apenas 60% a 70% do tempo”, reforça. Os tratamentos atuais para o TOC envolvem a ingestão de antidepressivos e a terapia comportamental. “O marcador em si ainda não muda esse quadro, mas sugere que estamos no sentido certo para novas descobertas”, aposta.

De acordo com Frederico Dib, do Hospital Universitário de Brasília (HUB), a psiquiatria é o único ramo da medicina que não realiza exames como comprovação de diagnósticos devido à falta de evidências concretas. Nesse contexto, ele considera que o estudo americano é capaz de abrir portas para novas pesquisas que auxiliem no compreendimento de doenças mentais.

Debilitante
As causas e os mecanismos do TOC estão entre os menos entendidos no quadro de doenças mentais. Um dos fatores mais alarmantes do distúrbio é que ele pode ser crônico, com episódios recorrentes e até incapacitantes, sendo classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das condições mentais mais desabilitantes no mundo.

O transtorno é caracterizado pela obsessão e pela compulsão. A primeira se manifesta por meio de pensamentos, imagens ou impulsos intrusivos, recorrentes e persistentes que causam sofrimento, aflição e ansiedade. “Esses sintomas invadem a mente da pessoa contra a vontade dela. Normalmente, quando isso acontece, há uma necessidade do próprio indivíduo de tentar suprimir essas ocorrências ou tentar neutralizá-las com outro pensamento”, explica Dib.

Já a compulsão se apresenta por meio de comportamentos repetitivos, como lavar as mãos, checar se o gás está desligado e a porta trancada ou por atos mentais — repetir palavras e fazer contas, por exemplo. “Esse sintoma funciona como uma resposta à obsessão ou de acordo com as regras estabelecidas rigidamente pelo paciente. O comportamento é feito com intuito de diminuir o sofrimento ou prevenir algum evento catastrófico.”

Diagnósticos precisos
“A busca por marcadores biológicos para os transtornos mentais é constante na psiquiatria. Achá-los finalmente aproximará o nosso trabalho a outras especialidades médicas. Somos a única área que ainda não conta com exames ou procedimentos que confirmem nossos diagnósticos. Solicitamos exames para descartarmos alguma patologia que possa ter sintomas semelhantes, mas nunca para confirmarmos nossas hipóteses diagnósticas. Marcadores como o sugerido pelo estudo da Universidade Johns Hopkins levariam a um maior entendimento dessas patologias, além de abrirem espaço para diagnósticos cada vez mais claros e precisos, com possibilidade de avançarmos para tratamentos específicos e individualizados”
Frederico Dib, psiquiatra do Hospital Universitário de Brasília (HUB)

A problemática dos relacionamentos amorosos

Quarta, 21 de Maio de 2014, 14h34

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

É impossível ser feliz sozinho já dizia o poeta.. É impossível alguém fazer o outro feliz sem primeiro cultivar o seu primeiro e último amor. O AMOR PRÓPRIO

A problemática dos relacionamentos

Existem algumas perguntas que em determinados momentos da vida acabam ecoando na cabeça das pessoas. O que de fato procuramos num relacionamento? Porque "precisamos" de alguém para ser feliz? É impossível ser feliz sozinho?
São perguntas que invariavelmente surgem nas nossas vidas por algumas ou por muitas vezes. Mas por quê? Porque esses questionamentos incomodam a gente? Pensando de uma forma simplória parece que a resposta é muito fácil...mas não é!
O ser humano assim como os animais irracionais, se relaciona e troca sentimentos ambivalentes de amor e ódio. Nós seres humanos em especial temos um diferencial dos animais irracionais - nós falamos, pensamos, interagimos e sabemos priorizar em uma cadeia de necessidades aquilo que mais nos interessa na hora de escolher e de se relacionar com o nosso semelhante.
Há tempos atrás as relações amorosas eram caracterizadas pelas necessidades que o homem iria suprir numa mulher e na capacidade que a mulher teria em ser mãe, esposa e dirigir uma família.
Há pelo menos uns trinta anos que isso não existe mais, razão essa que deu início a novos conflitos que começaram a surgir no cotidiano das pessoas que “amam”. É muito comum se confundir necessidade com amor, uma pessoa que precisa do outro, que precisa do amor, que necessita ser "regada" diariamente por outra pessoa dificilmente é um indivíduo realmente feliz consigo mesmo e dificilmente, faz o seu companheiro (a) feliz.
Quantas vezes vemos alguém ligando de três em três minutos para controlar o que o cônjuge está fazendo? Isso é amor? NÃO!!! Isso é DESAMOR, essa pessoa não ama a si e muito menos o seu companheiro (a). Mas porque isso acontece? Muitas vezes os relacionamentos problemáticos se dão desde a infância, a criança que acompanha um relacionamento difícil entre os pais dificilmente terá um referencial positivo de como deve ser uma relação saudável e amorosa.
A probabilidade deste referencial reforçar no indivíduo a crença de que a felicidade provém apenas de uma relação onde o outro seja inteiramente responsável e OBRIGADO a lhe fazer feliz é muito alta, principalmente porque depois de algum tempo de convivência o indivíduo acaba por perceber que o outro já não está mais tão disposto e tão tolerante a fazê-lo feliz e suprir todas as suas dependências e necessidades emocionais, a partir daí surgem os inúmeros questionamentos que mencionei no início. Ninguém é de ninguém e nenhuma pessoa está fadada a ter uma vida infeliz, geralmente é o próprio indivíduo que se condena sem perceber, ele acaba afastando o seu companheiro (a) sufocando-o (a) com a sua falta de amor próprio; é muito mais fácil amar o outro do que se amar, pois o “se amar" remete a um autoconhecimento profundo, uma total ciência e aceitação das suas qualidades e principalmente dos seus defeitos, e é neste momento que a psicoterapia existencial se faz notória e de relevante necessidade.
Através do autoconhecimento a Psicoterapia Existencial cria condições favoráveis para você compartilhando com o psicoterapeuta criar a possibilidade de promover uma reflexão profunda sobre si, podendo por esse meio examinar a sua própria existência.
Por fim, é possível ajudá-lo a encontrar as respostas do real motivo da dependência emocional que se vincula ao parceiro amoroso.
Tenha certeza que somente quem se conhece, quem é autentico com seus princípios e fiel aos seus votos para consigo mesmo consegue de fato promover, dar e receber amor de forma sadia e construtiva. Essa com certeza não é uma tarefa das mais fáceis a se cumprir, é necessário em muitas vezes um acompanhamento profissional que possa caminhar em paralelo com você e lhe ajudar a compreender e dar um novo sentido para tudo aquilo que traz sofrimento dentro e fora das relações.
Pense sobre isso... Qual o tipo de relação você tem? Você sabe viver só ou você vive com alguém por medo e receio de ficar só?

Você é uma boa companhia para si?

Thiago Caltabiano – Psicólogo Cognitivo Comportamental / Clínico Existencial CRP 06 106453

Tel. 985499896 (tim) E-mail : t.caltabiano@hotmail.com

Depressão na adolescência.

Terça, 20 de Maio de 2014, 14h44

Sheila Soares
Psicóloga

Depressão na adolescência

Depressão é uma doença crônica, recorrente, muitas vezes com alta concentração de casos na mesma família, que ocorre não só em adultos, mas também em crianças e adolescentes. O que caracteriza os quadros depressivos nessas faixas etárias é o estado de espírito persistentemente irritado, tristonho ou atormentado que compromete as relações familiares, as amizades e a performance escolar.

De acordo com a “American Psychiatric Association”, um episódio de depressão é indicado pela presença de 5 ou mais dos seguintes sintomas, quase todos os dias, por um período de pelo menos duas semanas:

* Estado de espírito depressivo durante a maior parte do dia;

* Interesse ou prazer pela maioria das atividades claramente diminuídos;

* Diminuição do apetite, perda ou ganho significativo de peso na ausência de regime alimentar (geralmente, uma variação de pelo menos 5% do peso corpóreo);

* Insônia ou hipersônia;

* Agitação psicomotora ou apatia;

* Fadiga ou perda de energia;

* Sentimento exagerado de culpa ou de inutilidade;

* Diminuição da capacidade de concentração e de pensar com clareza;

* Pensamentos recorrentes de morte, ideação suicida ou qualquer tentativa de atentar contra a própria vida.

Na ausência de tratamento, os episódios de depressão duram em média oito meses. Durações mais longas, no entanto, podem ocorrer em casos associados a outras patologias psiquiátricas e em filhos de pais que também sofrem de depressão.

A doença é recorrente: para quem já apresentou um episódio de depressão a probabilidade de ter o segundo em dois anos é de 40%, e de 72% em 5 anos.

Em pelo menos 20% dos pacientes com depressão instalada na infância ou adolescência, existe o risco de surgirem distúrbios bipolares, nos quais fases de depressão se alternam com outras de mania, caracterizadas por euforia, agitação psicomotora, diminuição da necessidade de sono, idéias de grandeza e comportamentos de risco.

Antes da puberdade, o risco de apresentar depressão é o mesmo para meninos ou meninas. Mais tarde, ele se torna duas vezes maior no sexo feminino. A prevalência da enfermidade é alta: depressão está presente em 1% das crianças e em 5% dos adolescentes.

Ter um dos pais com depressão aumenta de 2 a 4 vezes o risco da criança. O quadro é mais comum entre portadores de doenças crônicas como diabetes, epilepsia ou depois de acontecimentos estressantes como a perda de um ente querido. Negligência dos pais e/ou violência sofrida na primeira infância também aumentam o risco.

É muito difícil tratar depressão em adolescentes sem os pais estarem esclarecidos sobre a natureza da enfermidade, seus sintomas, causas, provável evolução e as opções medicamentosas. Uma classe de antidepressivos conhecida como a dos inibidores seletivos da recaptação da serotonina (fluoxetina, paroxetina, citalopran, etc.) é considerada como de primeira linha no tratamento em crianças e adolescentes e os estudos mostram que 60% respondem bem a esse tipo de medicação, que apresenta menos efeitos colaterais e menor risco de complicações por “overdose” do que outras classes de antidepressivos.

A recomendação é iniciar o esquema com 50% da dose e depois ajustá-la no decorrer de três semanas de acordo com a reação da pessoa e os efeitos colaterais. Uma vez que a resposta clínica tenha sido obtida, o tratamento deve ser mantido por seis meses, no mínimo, para evitar recaídas.

A terapia comportamental mostrou eficácia em ensaios clínicos e parece dar resultados melhores do que outras formas de psicoterapia.

Por meio dela, os especialistas procuram ensinar aos pacientes como encontrar prazer em atividades rotineiras, melhorar as relações interpessoais, identificar e modificar padrões cognitivos que conduzem à depressão.

Outro tipo de psicoterapia eficaz em ensaios clínicos é conhecida como terapia interpessoal. Nela, os pacientes aprendem a lidar com dificuldades pessoais como a perda de relacionamentos, decepções e frustrações da vida cotidiana. O tratamento psicoterápico deve ser mantido por seis meses, no mínimo.

Como o abuso de drogas psicoativas e o sucídio são consequências possíveis de quadros depressivos, os familiares devem estar atentos e encaminhar os doentes a serviços especializados assim que surgirem os primeiros indícios de que esses problemas possam estar presentes.

Fonte: www.drauziovarella.com.br 

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Depressão infantil.

Terça, 20 de Maio de 2014, 13h26

Sheila Soares
Psicóloga

Depressão infantil pode aparecer a partir dos 4 anos

O transtorno mental que mais atinge pacientes no mundo se aproxima das crianças, mas pode ser tratado. E, quanto mais cedo, melhor.

Sob a forma de noites mal dormidas, insociabilidade, tristeza, alterações de humor como irritação e choro frequente, sofrimento moral e sentimento de rejeição, uma epidemia silenciosa pode se espalhar entre as crianças de todo o País, independentemente de condição social, econômica e cultural.

Provocada por fatores que vão desde a predisposição genética até a experiência de episódios traumáticos no ambiente familiar, a depressão infantil traz problemas de gente grande para a mente ainda em desenvolvimento das crianças. Nos próximos 20 anos, a depressão deverá tornar-se a doença mais comum do mundo, atingindo mais pessoas do que o câncer e os problemas cardíacos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Atualmente, mais de 450 milhões de pessoas são afetadas por transtornos mentais diversos, a maioria delas nos países em desenvolvimento.

Entre os pequenos, o índice de depressão também é preocupante. Nos últimos 10 anos, de acordo com a OMS, o número de diagnósticos em crianças entre 6 e 12 anos passou de 4,5 para 8%, o que representa um problema ascendente. "Setenta por cento dos adultos que apresentam quadro de depressão crônica têm histórico desde o período da infância. Ou seja, se não tratarmos o paciente enquanto criança, podemos contribuir para que ele se transforme em um adulto depressivo", conta Fábio Barbirato Nascimento da Silva, neuropsiquiatra especialista em infância e adolescência da Associação Brasileira de Psiquiatria.

O transtorno pode ser diagnosticado em crianças a partir dos 4 anos. Até os 9 anos, é indicado tratamento apenas à base de terapia. A partir dessa idade, de acordo com o quadro do paciente, pode ser recomendado o uso de medicação em paralelo ao acompanhamento psicológico. "A terapia sozinha fará um trabalho eficiente em longo prazo. No entanto, em crianças mais velhas, o uso de medicamento tem efeito bastante satisfatório quando acompanhado do trabalho psicológico, levando à resolução do problema em apenas dois meses em 95% do casos", completa.

As causas para a depressão infanto-juvenil podem ser as mais diversas. Há fatores biológicos, como vulnerabilidade genética, complicações durante a gestação ou parto, além de temperamento; fatores ambientais, como o funcionamento familiar, a interação entre mãe e criança ou eventos adversos de vida, e fatores sociais, como a pobreza, o suporte social ou o acesso a serviços de saúde. A convivência com uma psicopatologia dos pais e a experiência de episódios traumáticos nesta idade, como separação, luto ou mudanças radicais de ambiente, também podem ser fatores decisivos para o desencadeamento de transtornos mentais em crianças e adolescentes.

Fatores de berço

De acordo com Ana Vilela Mendes, psicóloga e pesquisadora do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP, de 40 a 45% das crianças que convivem com a depressão materna apresentam indicadores diagnósticos de pelo menos um transtorno psiquiátrico. Esta taxa é de três a quatro vezes maior do que a apresentada por crianças cujas mães não têm história psiquiátrica. "As manifestações próprias do quadro depressivo materno, como irritabilidade, desânimo e apatia, podem influenciar na qualidade do vínculo que a mãe estabelece com a criança, comprometendo a interação e o funcionamento emocional e social da criança", afirma ela.

O nível de exposição da criança à mãe com diagnóstico de depressão também pode ser definitivo para o desenvolvimento de seu quadro. Em estudo recente, Ana Vilela comparou crianças em idade escolar que conviveram com a depressão materna por toda a vida a crianças que conviveram com a depressão materna por um período menor de tempo. Ela constatou que as crianças com mais tempo de exposição à depressão materna apresentaram uma probabilidade 1,6 vezes maior de terem problemas psiquiátricos.

"Estes resultados reafirmam a importância de se considerar o tempo de exposição da criança à depressão materna e sua influência nos diferentes períodos do desenvolvimento", constata. Daí a importância da psiquiatria e da psicologia em favorecer o diagnóstico ainda no começo de sua manifestação.

Diagnóstico delicado

Por tratar-se de um transtorno mental impassível de comprovação laboratorial, o diagnóstico da depressão é baseado nos critérios estipulados pelo Manual de Estatística e Diagnóstico de Transtornos Mentais (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders), que exige a existência de pelo menos cinco dos sintomas determinados pelo documento, com durabilidade de duas semanas, para comprovação do quadro. Entretanto, em crianças em plena fase de desenvolvimento da personalidade, a aplicação do diagnóstico pode ser mais complexa e delicada.

"Não é um diagnóstico simples de se obter, pois os sintomas podem ser confundidos com timidez, mau humor, dificuldade de aprendizagem, tristeza ou agressividade, que de certa forma podem ser normais na faixa etária em questão. O que diferencia a depressão das tristezas do dia a dia é a intensidade, a persistência e as mudanças em hábitos normais das atividades da criança", afirma Ana Vilela.

Um estudo realizado pela antropóloga Eunice Nakamura, pelo Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP), revelou que não é apenas a complexidade da mente em desenvolvimento que pode ampliar a noção dos sintomas que causam a depressão. O estudo, que entrevistou famílias de regiões periféricas da cidade de São Paulo, constatou que diversos aspectos apontados como possíveis sintomas pelos pais e pelas próprias crianças diagnosticadas ultrapassam os critérios determinados pelo Manual de Estatística e Diagnóstico de Transtornos Mentais.

"Do ponto de vista das famílias, o significado de depressão envolve tanto os aspectos da vida social quanto os sintomas indicados pelo discurso médico. A intolerância dos adultos em relação às crianças, que diante de condições de vida deliciadas ficam mais sensíveis e chorosas, e a ideia de insatisfação em geral, por exemplo, apareceram como indicação de sintomas de depressão", conta professora Eunice Nakamura, atualmente no núcleo de pesquisa antropológica da Unifesp Santos. "Já que a ideia de depressão infantil, para estas famílias, envolve uma série de fatores externos, o grande desafio dos especialistas é pensar em tratamentos adequados ao que se avalia diante de cada ponto de vista da doença, uma vez que aspectos externos podem ser confundidos com sintomas", completa.

Transformação dos sintomas
Alteração de humor, irritabilidade, dificuldade para dormir ou muito sono durante o dia, além de pessimismo e autodepreciação, são comuns ao quadro de depressão encontrado tanto no adulto quanto no jovem. Mas em um momento em que a personalidade da criança está em pleno desenvolvimento, diagnosticar um transtorno mental é ainda mais difícil.

Segundo Fábio Barbirato, crianças em idade pré-escolar (até 5 anos) tendem a desenvolver sintomas como melancolia, enurese (xixi na cama), encoprese (eliminação de fezes involuntária) e crises de choro. Também podem ocorrer regressão no desenvolvimento psicomotor, insônia e pesadelos. Em crianças na idade escolar (de 6 a 12 anos), os sintomas estão mais relacionados a aspectos de sociabilidade, como dificuldade acadêmica, problemas de relacionamento com a família e os colegas, irritabilidade e agressão crescentes, tédio, ganho ou perda de peso excessivo, cefaleia e dores de estômago.

Já entre os adolescentes, o transtorno passa não apenas a intensificar os sintomas encontrados na infância, como desencadeia uma série de comportamentos até mesmo fatais. "Esta fase do transtorno provoca nos jovens comportamentos anedóticos (incapacidade de sentir prazer), com quadros de tristeza intensa, condutas antissociais, ataques de pânico, queda no rendimento escolar, hipersonia (sonolência em excesso), e em casos mais extremos, promiscuidade sexual, abuso de drogas e até mesmo suicídio", afirma o médico.
Sintomas principais
O Manual de Estatística e Diagnóstico de Transtornos Mentais determina a necessidade de identificar pelo menos cinco destes sintomas, com durabilidade de duas semanas, para comprovação do quadro. Fique atenta a esses sinais para saber quando levar seu filho para uma avaliação profissional.

1. Alteração de humor, com irritabilidade e ou choro fácil

2. Ansiedade

3. Desinteresse em atividades sociais, como ir a escola, brincar com os amigos ou com brinquedos

4. Falta de atenção e queda no rendimento escolar

5. Distúrbios de sono, como dificuldade pra dormir ou ter sono o dia inteiro

6. Perda de energia física e mental

7. Reclamações por cansaço ou ficar sem energia

8. Sofrimento moral ou insatisfação consigo mesmo, sentimento de que nada do que faz está certo

9. Dores na barriga, na cabeça ou nas pernas

10. Sentimento de rejeição

11. Condutas antissociais e destrutivas

12. Distúrbios de peso, emagrecer ou engordar demais

13. Enurese e encoprese (xixi na cama e eliminação involuntária das fezes)

 

Fonte: http://delas.ig.com.br 

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Violência psicológica!

Terça, 20 de Maio de 2014, 11h15

Laís Sousa
Psicóloga

Convivemos diariamente com notícias de violência, seja de pessoas próximas ou não e isto muitas vezes nos causa horror e um sentimento de impotência. Fala-se de violência física, sexual, mas não podemos nos esquecer de um tipo de violência que deixa tantas marcas como estas outras e de extrema importância também, a violência psicológica. Quem já não escutou “doeria menos topar um tapa do que escutar isto”, e exemplo como este nos mostra que devemos olhar para este outro tipo de violência também. Mas o que é violência psicológica? A violência psicológica se refere a palavras, comportamentos negativos por parte de uma pessoa que causa dano a outra, e geralmente não são situações esporádicas, mas sim repetitivas. (MELLO, 2008) Normalmente o intuito é prejudicar a autoestima do outro, como também sua identidade. Alguns exemplos de violência psicológica: ameaçar, humilhar, chantagear, aterrorizar o outro, discriminar, explorar, a isolar não deixando sair de casa de modo que a pessoa fique privada do contato com pessoas próximas, e ainda impedir que use o seu próprio dinheiro. (BRASIL, 2001) Entre todos os tipos de violência esta é a mais difícil de ser identificada, pois não causa marcas visíveis e muitas pessoas consideram como um hábito normal, por exemplo, dizer todo dia o quanto o filho é incapaz, que nunca vai ser nada na vida.. e assim vai passando despercebido. A violência psicológica pode ter como consequência o outro se sentir desvalorizado, rejeitado, abalar sua autoestima, ter sintomas como ansiedade, adoecer, etc. (Brasil, 2001) Quando falamos desta violência com criança e adolescente especificamente, esta violência pode causar consequências emocionais importantes no desenvolvimento desta pessoa, visto que quando pequenos eles não tem recursos emocionais suficientes para tolerar tais agressões e se identificam muitas vezes com o que falam sobre eles, como o enxergam, o que pode resultar em prejuízo ao desenvolvimento psicológico, afetivo, relacional, ou seja, a forma como enxergará a si mesmo e ao mundo. (Brasil, 2001) Para concluir, não é porque não deixa marca visível que esta não existe, não é porque não tem toque que não causa dor. Devemos estar atentos a toda forma de violência e ao que causa sofrimento ao outro.
Texto: Laís Sousa Pires - Psicóloga Clínica.

Referências:
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Violência intrafamiliar: orientações para a prática em serviço. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.
MELLO, A. C. C. De. Kit respeitar: enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes : cuidar respeitando : guia para os profissionais que lidam com crianças e adolescentes. São Paulo: Fundação Orsa.

A Internet pode trazer malefícios às crianças.

Segunda, 19 de Maio de 2014, 13h34

Sheila Soares
Psicóloga

Internet demais deixa crianças com problemas mentais.

Essa é a conclusão da Public Health England, autoridade que cuida da saúde pública na Inglaterra. O órgão emitiu um alerta de que crianças que passam mais de quatro horas por dia sentadas em frente a um computador estão num grupo de risco elevado, mas mesmo o uso moderado pode não ser aconselhável.

Os pequenos se tornam agressivos e desenvolvem problemas sociais como solidão, depressão, ansiedade e baixa autoestima. E há uma ligação entre tudo isso e o uso de redes sociais como Facebook.

Uma a cada 10 crianças do país hoje sofre com algum problema de saúde mental e 1/3 dos adolescentes admitem se sentir para baixo ou triste pelo menos uma vez por semana. Pior que isso, alguns acham que as coisas estão tão desesperadoras que ele não têm "nada pelo que viver".

Em comunicado repercutido pelo Telegraph, a autoridade de saúde comenta que os avanços conquistados em relação à autoestima infantil ao longo dos últimos 20 anos caminham agora em sentido oposto.

"As crianças que passam mais tempo em computadores, assistindo TV e jogando videogames tendem a experimentar níveis mais elevados de estresse emocional, ansiedade e depressão", informa o relatório.

Fonte: www.olhardigital.com.br  

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Benefícios dos Florais de Bach para crianças

Segunda, 19 de Maio de 2014, 09h05

GILBERTO BARRETO TERAPIAS INTEGRATIVAS
TERAPEUTA HOLÍSTICO


Amenizar alguns típicos comportamentos infantis também é possível com as gotinhas

Especialista garante: não são apenas os adultos que podem se beneficiar com famosos Florais de Bach. Amenizar alguns típicos comportamentos infantis também é possível com as gotinhas.

Para muitas mães, se separar dos pequeninos, seja para ir trabalhar ou deixá-lo na escola, é uma missão (quase) impossível. Do lado das crianças, a coisa toda também não acontece em profunda calmaria. Elas são muito apegadas às mamães e isso pode acabar gerando sofrimento para toda a família.

A educadora e terapeuta floral Maria Aparecida das Neves explica que, no primeiro ano de vida, o bebê vive uma série de mudanças e aprendizados que afetam o estado emocional. “Eles têm que aprender a mamar, criar uma rotina de sono, adaptar-se aos cuidados de outras pessoas que não sejam a mãe. Começam a dar os primeiros passos e surgem os dentinhos”, comenta. Tudo isso acaba deixando os pequenos agitados, chorando por qualquer coisa e fazendo birra. Para a terapeuta, uma maneira natural e sem contraindicações de resolver o problema são os Florais de Bach. “Eles equilibram as emoções tanto dos pais como dos bebês”, garante Maria Aparecida.

O que são Florais de Bach?

Essas “gotinhas”, feitas naturalmente a partir de plantas e flores, foram desenvolvidas na década de 30, pelo médico inglês Edward Bach, para tratar sentimentos e emoções. São 38 essências, uma para cada estado negativo da mente, que ajudam a administrar as pressões emocionais do dia a dia ou aquelas provocadas por situações específicas, como perdas e traumas.

No caso das crianças, Maria Aparecida diz que o método é ainda mais eficiente. Confira alguns comportamentos comuns das crianças e que podem ser controlados pelos florais indicados pela terapeuta.

Benefícios dos florais para bebês

 

Sono

Se o bebê costuma trocar o dia pela noite, ou mesmo tem dificuldade para dormir, a especialista indica o Rescue Kids, uma versão infantil do Rescue Remedy, fórmula mundialmente conhecida composta por cinco Florais de Bach. O diferencial da versão kids é que a formulação não possui álcool e já vem pronta para uso.

Pesadelos

“Algumas mães relatam que os bebês acordam assustados, de maneira repentina, como se tivessem saído de um pesadelo”, conta Maria Aparecida. Se isso acontecer várias vezes, o melhor é iniciar o tratamento com o floral Rock Rose.

Agitação

Bebês muito agitados, além de não dormirem direito, também não se alimentam da maneira correta. Nesse caso, o floral Impatiens, que promove paciência e tranquilidade, pode ajudar. O Rescue Kids também é destacado pela terapeuta para equilibrar as emoções.

 

Apego à mãe

Essa é uma das situações mais frequentes, segundo Maria Aparecida. Para esse caso, mamãe e criança devem tomar o floral Chicory, já que muitas vezes são elas que não conseguem deixar a prole e acabam transmitindo essa insegurança.

Nascimento dos dentes

Fora o Rescue Kids, sempre um aliado nestas situações, alguns outros florais podem ajudar: Cherry Plum, resgata a quietude, importante para bebês excessivamente aflitos e descontrolados; Impatiens, que traz paciência; e Walnut, para auxiliar a criação a se adaptar.

bebe-dentes

Preguiça de engatinhar e andar

Mesmo sem ter nenhum problema fisiológico, alguns bebês parecem ter preguiça de engatinhar ou andar. Para resolver o problema, a terapeuta sugere o floral Hornbeam, que ajuda a dar estrutura. “Esse floral traz a energia da terra que sobe pela coluna e dá forças para o bebê se manter ereto”, explica.

Contraindicações

Se você identificou um ou mais destes comportamentos nos próprios filhos, vá com calma. A terapeuta floral Maria Aparecida destaca que, embora os florais sejam naturais e possam ser usados mesmo se a criança estiver doente, é essencial a avaliação de um especialista para recomendar a melhor essência e fazer a indicação de consumo. Afinal, ainda que pareçam, essas gotinhas não são mágicas.

Querer Ser mãe. Querer ter um filho

Sábado, 17 de Maio de 2014, 16h03

Ariane de Andrade
Psicóloga e Psicopedagoga

No mundo de hoje o maior dilema das mulheres é conseguir dividir seu tempo para ter realização profissional e pessoal. Mas a pergunta mais importante e que deve ser pensada e respondida primeiramente é: Você, mulher deseja querer ser mãe ou quer ter um filho?


Você é capaz de deixar suas vontades, seu trabalho, deixar de comprar uma roupa, para que outra pessoa (seu filho) tenha o que ele quer e precisa. Atualmente na novela a Vida da Gente, a personagem Nanda, é uma mulher que diz que não possui instinto maternal, não tem vontade e não se sente capaz de ter um filho, ou seja, de abrir mão de sua vida confortável, sem maiores responsabilidades, para se responsabilizar por outro.


Será que ela está certa, errada, não há como julgar, mas ela tem consciência de que pelo menos no atual momento de sua vida, ela não tem condições para ter um filho, condições que vão além de dinheiro. É preciso ter disponibilidade de amor, tempo, e de uma porção de coisas.


O mundo dita que toda mulher nasce com instinto maternal e acaba impondo esse papel para as mulheres, toda a sociedade cobra que a mulher tenha filhos e não leva em consideração se essa mulher possui estrutura material e emocional para abrir mão de sua vida e cuidar e se responsabilizar pela vida de outra pessoa.


Pois querer ser mãe é ir mais além, é uma decisão que toda mulher deve se permitir fazer, a pensar sobre ao que isso significa na vida dela. Pois ter um filho é isso é um trabalho constante de ensinar, vigiar e se responsabilizar por tudo que aquela criança irá falar e fazer, pois este é o papel da mãe: educar. Pois criança dá trabalho.


A decisão de ter um filho é muito séria, é decidir ter para sempre o coração fora do corpo. (E. Stone).

Atendimento Psicológico Infantil

Sábado, 17 de Maio de 2014, 15h58

Ariane de Andrade
Psicóloga e Psicopedagoga

O atendimento psicológico infantil é consequência de encaminhamento dos pais ou da escola, que percebe que algo acontece com a criança, que eles não conseguem descobrir, normalmente o desempenho escolar da criança muda, passa a ter comportamentos que não tinha anteriormente.
E é comum os pais brigarem com as crianças sem antes tentar conversar, tentar entender o que está acontecendo, ir à escola, irritados os pais, mesmo sem querer passa a mensagem para os filhos de que a culpa é deles, eles são o problema.
Na maioria das vezes as crianças chegam ao consultório sem saber o porquê de estarem ali, ou quem é essa tal de psicóloga. O profissional deve explicar de forma que a criança entenda que os pais estão preocupados com ela e por isso pediram ajuda.
Ao longo da conversa o psicólogo deverá fazer um contrato com criança: estabelecendo regras, explicando sobre o sigilo. Isso também será feito com os pais, é importante colocar a questão do sigilo, pois o profissional não deve contar tudo o que a criança diz a ele, mas o que ele percebe dessas coisas, isso é fundamental na relação do psicólogo com a criança.
O momento da sessão é lugar onde a criança pode e deve ficar a vontade para se expressar da maneira que quiser, e é dessa forma, junto com as técnicas que o psicólogo pode utilizar para auxiliá-lo, é que ele vai compreendendo o comportamento daquela criança.
Dentre as técnicas que o psicólogo pode utilizar estão: os desenhos, jogos, testes psicológicos, visita escolar entre outras. Mas o mais importante é a observação e a escuta da criança, pois de alguma maneira ela irá manifestar o que a incomoda, a deixa triste, etc…
Tudo que for realizado com a criança seja conversado com os pais/ ou responsáveis, pois o trabalho não rápido é um trabalho que exige tempo, paciência, dedicação de todas as partes, sempre buscando o melhor para a criança.

BULLYING – Brincadeira de mau gosto

Sábado, 17 de Maio de 2014, 15h53

Ariane de Andrade
Psicóloga e Psicopedagoga

Bullying atualmente é o tipo de violência que ocorre nas escolas, mais comentado na mídia, em revistas etc. Se fosse perguntado a você: o que é bullying? Qual seria sua resposta?

Esse é o motivo que faz o bullying ser um assunto que têm despertado o interesse de muitos profissionais para estudá-lo, pois ninguém sabe o que é, mas todo mundo sofre.
O bullying significa atos de violência física ou psicológica, sem motivação aparente e contra alguém em desvantagem de poder, que ocorra de forma repetitiva. No Brasil muitos autores e estudiosos preferem restringir a aplicabilidade do termo bullying ao ambiente escolar.
Os envolvidos neste tipo de violência são divididos em vitimas, agressores e / ou espectadores, mas isso não quer dizer que a vitima sempre será vitima, as posições não são fixas. É comum que as vitimas se tornem agressoras quando ficam maiores.
Na literatura encontraremos cinco formas de bullying: verbal, físico e material, psicológico e moral, sexual e virtual. Sendo que a forma virtual é a mais atual, conhecida como ciberbullying, realizado através de celulares e computadores.
Ao contrário do que muitos pensam, não é somente as vítimas do bullying que sofrem as conseqüências. Os agressores e as testemunhas também podem sofrer as conseqüências tanto no âmbito emocional quanto na aprendizagem. As conseqüências referentes ao bullying são variadas: isolamentos, dificuldades escolares, sentem muitas dores de cabeça ou de barriga, querem resolver tudo com violência entre outros.
O fenômeno bullying é muito mais complexo, seria preciso mais de um artigo para abordar e esclarecê-lo. O mais importante é que a cada leitura sobre o assunto, pais, profissionais da educação e a sociedade como um todo entenda a necessidade de conhecer e aprender sobre o tema, para pode prevenir e combater o bullying e qualquer outra forma de violência.

Saiba o que é Terapia

Sábado, 17 de Maio de 2014, 15h51

Ariane de Andrade
Psicóloga e Psicopedagoga

É comum, ouvir da população conceitos errôneos sobre o fato de se procurar um psicólogo. A idéia de fazer terapia está associada à pessoa que têm um problema ou a pessoa ser louca.
Essa idéia já permeia nossa sociedade há anos, e impede muitas vezes que a profissão do psicólogo seja valorizada e entendida como um auxílio para os problemas que se enfrenta no dia-a-dia. Atualmente têm crescido o número de casos, de crianças e adultos com dificuldades em várias esferas da vida.
O que a terapia pode proporcionar?
A terapia proporciona a ampliação do autoconhecimento, melhora as relações interpessoais, ajuda a entender melhor os problemas em que se encontra e encontrar possibilidades de resolução do mesmo.
Na terapia a pessoa tem oportunidade de olhar para as coisas que já aconteceram ou não na sua vida e conseguir autenticar como sendo parte dela, pois as vivências e escolhas, constituem o que cada pessoa é. E cada pessoa é diferente e encara as adversidades da vida de uma maneira diferente.
Na na terapia a pessoa encontra um espaço para isso. Pois a terapia da à oportunidade para a pessoa expressar seus medos, fantasias, alegrias, emoções, tudo que quiser. E sem ter a preocupação de ser julgada, pois o psicólogo está ali para ouvir, acolher e compreende – lá.
Sapienza escreve uma frase em seu livro Conversa sobre terapia, que de certa maneira pode resumir o que é terapia. Ele escreve: Terapia é cuidar da existência que sofre.
É na terapia que psicólogo e paciente juntos vão juntando pedaçinhos da história do paciente e assim cuidando e compreendendo o que acontece.

Mitos e verdades sobre a psicopatia e os psicopatas.

Terça, 13 de Maio de 2014, 14h32

Sheila Soares
Psicóloga

O que é um psicopata?

Cercada de mitos, a psicopatia nem sempre está associada à violência e, ao contrário do que se imagina, pode ser tratada.

O termo “psicopata” caiu na boca do povo, embora na maioria das vezes seja usado de forma equivocada. Na verdade, poucos transtornos são tão incompreendidos quanto a personalidade psicopática.
Descrita pela primeira vez em 1941 pelo psiquiatra americano Hervey M. Cleckley, do Medical College da Geórgia, a psicopatia consiste num conjunto de comportamentos e traços de personalidade específicos. Encantadoras à primeira vista, essas pessoas geralmente causam boa impressão e são tidas como “normais” pelos que as conhecem superficialmente.
No entanto, costumam ser egocêntricas, desonestas e indignas de confiança. Com freqüência adotam comportamentos irresponsáveis sem razão aparente, exceto pelo fato de se divertirem com o sofrimento alheio. Os psicopatas não sentem culpa. Nos relacionamentos amorosos são insensíveis e detestam compromisso. Sempre têm desculpas para seus descuidos, em geral culpando outras pessoas. Raramente aprendem com seus erros ou conseguem frear impulsos.Não é de surpreender, portanto, que haja um grande número de psicopatas nas prisões. Estudos indicam que cerca de 25% dos prisioneiros americanos se enquadram nos critérios diagnósticos para psicopatia. No entanto, as pesquisas sugerem também que uma quantidade considerável dessas pessoas está livre. Alguns pesquisadores acreditam que muitos sejam bem-sucedidos profissionalmente e ocupem posições de destaque na política, nos negócios ou nas artes.
Especialistas garantem que a maioria dos psicopatas é homem, mas os motivos para esta desproporção entre os sexos são desconhecidos. A freqüência na população é aparentemente a mesma no Ocidente e no Oriente, inclusive em culturas menos expostas às mídias modernas. Em um estudo de 1976 a antropóloga americana Jane M. Murphy, na época na Universidade Harvard, analisou um grupo indígena, conhecido como inuíte, que vive no norte do Canadá, próximo ao estreito de Bering. Falantes do yupik, eles usam o termo kunlangeta para descrever “um homem que mente de forma contumaz, trapaceia e rouba coisas e (...) se aproveita sexualmente de muitas mulheres; alguém que não se presta a reprimendas e é sempre trazido aos anciãos para ser punido”. Quando Murphy perguntou a um inuit o que o grupo normalmente faria com um kunlangeta, ele respondeu: “Alguém o empurraria para a morte quando ninguém estivesse olhando”.
O instrumento mais usado entre os especialistas para diagnosticar a psicopatia é o teste Psychopathy checklist-revised (PCL-R), desenvolvido pelo psicólogo canadense Robert D. Hare, da Universidade da Colúmbia Britânica. O método inclui uma entrevista padronizada com os pacientes e o levantamento do seu histórico pessoal, inclusive dos antecedentes criminais. O PCL-R revela três grandes grupos de características que geralmente aparecem sobrepostas, mas podem ser analisadas separadamente: deficiências de caráter (como sentimento de superioridade e megalomania), ausência de culpa ou empatia e comportamentos impulsivos ou criminosos (incluindo promiscuidade sexual e prática de furtos).

Três mitos
Apesar das pesquisas realizadas nas últimas décadas, três grandes equívocos sobre o conceito de psicopatia persistem entre os leigos. O primeiro é a crença de que todos os psicopatas são violentos.
Estudos coordenados por diversos pesquisadores, entre eles o psicólogo americano Randall T. Salekin, da Universidade do Alabama, indicam que, de fato, é comum que essas pessoas recorram à violência física e sexual. Além disso, alguns serial killers já acompanhados manifestavam muitos traços psicopáticos, como a capacidade de encantar o interlocutor desprevenido e a total ausência de culpa e empatia. No entanto, a maioria dos psicopatas não é violenta e grande parte das pessoas violentas não é psicopata.
Dias depois do incidente da Universidade Virginia Tech, em 16 de abril de 2007, em que o estudante Seung-Hui Cho cometeu vários assassinatos e depois se suicidou, muitos jornalistas descreveram o assassino como “psicopata”. O rapaz, porém, exibia poucos traços de psicopatia. Quem o conheceu descreveu o jovem como extremamente tímido e retraído.

Infelizmente, a quarta edição do Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-IV-TR) reforça ainda mais a confusão entre psicopatia e violência. Nele o transtorno de personalidade anti-social (TPAS), caracterizado por longo histórico de comportamento criminoso e muitas vezes agressivo, é considerado sinônimo de psicopatia. Porém, comprovadamente há poucas coincidências entre as duas condições. O segundo mito diz que todos os psicopatas sofrem de psicose. Ao contrário dos casos de pessoas com transtornos psicóticos, em que é freqüente a perda de contato com a realidade, os psicopatas são quase sempre muito racionais. Eles sabem muito bem que suas ações imprudentes ou ilegais são condenáveis pela sociedade, mas desconsideram tal fato com uma indiferença assustadora. Além disso, os psicóticos raramente são psicopatas.
O terceiro equívoco em relação ao conceito de psicopatia está na suposição de que é um problema sem tratamento. No seriado Família Soprano, dra. Melfi, a psiquiatra que acompanha o mafioso Tony Soprano, encerra o tratamento psicoterápico porque um colega a convence de que o paciente era um psicopata clássico e, portanto, intratável. Diversos comportamentos de Tony, entretanto, como a lealdade à família e o apego emocional a um grupo de patos que ocuparam a sua piscina, tornam a decisão da terapeuta injustificável.
Embora os psicopatas raramente se sintam motivados para buscar tratamento, uma pesquisa feita pela psicóloga Jennifer Skeem, da Universidade da Califórnia em Irvine, sugere que essas pessoas podem se beneficiar da psicoterapia como qualquer outra. Mesmo que seja muito difícil mudar comportamentos psicopatas, a terapia pode ajudar a pessoa a respeitar regras sociais e prevenir atos criminosos.

Fonte: www.uol.com.br/vivermente 

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