Fobia Social

Quinta, 06 de Novembro de 2014, 15h38

Cris Keller
Psicóloga

O que é Fobia social?


A fobia social é um medo persistente e irracional de situações que envolvem a análise ou o julgamento feito por outras pessoas, como festas e outros eventos sociais.

 

Sintomas de Fobia social

Pessoas com fobia social ficam muito ansiosas e autoconscientes em situações sociais diárias. Têm um medo intenso, persistente e crônico de serem observadas e julgadas por outras pessoas, e de fazer coisas que possam embaraçá-las. Podem preocupar-se por dias ou semanas antes de uma situação temerosa. Este medo pode tornar-se tão grave que interfere no trabalho, na escola e em outras atividades rotineiras, e pode dificultar na hora de fazer ou manter amizades.

Apesar de muitas pessoas com fobia social perceberem que seus medos de estar com outras pessoas é excessivo ou irracional, elas não conseguem superá-los sozinhas.

A fobia social pode ser limitada a uma situação (como falar com pessoas, comer ou beber, ou escrever na lousa na frente de outras pessoas). Ou, pode ser tão amplo (como na fobia social generalizada) que a pessoa sente ansiedade perto de quase qualquer outra pessoa que não seja da família.

Sintomas físicos frequentes com a fobia social incluem:

  • Enrubescimento.
  • Dificuldades para falar.
  • Náusea.
  • Sudorese intensa.
  • Tremores.

A fobia social é diferente de timidez. Pessoas tímidas conseguem cumprir funções sociais. A fobia social afeta a habilidade de funcionar no trabalho e em relacionamentos.

Alguns dos medos mais comuns de pessoas com fobia social incluem:

  • Frequentar festas ou outras ocasiões sociais.
  • Comer, beber e escrever em público.
  • Conhecer novas pessoas.
  • Falar em público.
  • Utilizar banheiros públicos.

 

Causas

Pessoas com fobias sociais temem e evitam situações nas quais podem ser julgados por outras pessoas. Pode surgir na adolescência e pode ter relação com pais superprotetores ou oportunidades sociais limitadas. Homens e mulheres são afetados igualmente por este transtorno.

Para pessoas com fobia social há um alto risco de terem dependência de álcool ou outras drogas, porque elas podem vir a contar com bebidas e drogas para relaxar em situações sociais.

 

Exames

O médico observará o seu histórico de fobias e obter uma descrição comportamental sua, da sua família e de seus amigos.

Os sinais incluem:

  • Pressão sanguínea elevada.
  • Batimento cardíaco acelerado.

 

Tratamento de Fobia social

O objetivo do tratamento é ajudá-lo a funcionar efetivamente. O sucesso do tratamento normalmente depende da gravidade da fobia.

Algumas vezes, medicamentos ansiolíticos e antidepressivos são utilizados para aliviar os sintomas de fobias.

Tratamentos comportamentais aparentam ter benefícios com longa duração.

  • Terapia cognitivacomportamental ajuda você a entender e mudar pensamentos que causam a sua condição, bem como a aprender a reconhecer e substituir pensamentos que causam pânico.
  • Desensibilização sistemática ou terapia de exposição podem ser utilizadas para tratar fobias. Pede-se que você relaxe, e, então, imagine as coisas que causam ansiedade, começando pelo que causa menos medo em direção ao que causa mais medo. A exposição gradual a situações de vida real também tem sido utilizada com sucesso para ajudar pessoas a superarem seus medos.
  • O treinamento de habilidades sociais envolve contato social em situações de terapia em grupo para praticar as habilidades sociais. Técnicas de revivenciamento são utilizadas para ajudá-lo a ficar mais confortável ao relacionar-se com outras pessoas em situações sociais.


Mudanças de estilo de vidam podem ajudar a reduzir a frequência com que os ataques ocorrem.

  • Fazer exercícios regulares, sono suficiente e refeições regulares.
  • Reduzir ou evitar o uso de cafeína, alguns medicamentos para resfriados sem prescrição médica e outros estimulantes.

 

Complicações possíveis

  • Uso de álcool para combater a ansiedade.
  • Dependência de álcool ou outras drogas.
  • Solidão e isolamento social.

 

Expectativas

O resultado geralmente é bom com tratamento, e medicamentos antidepressivos têm se mostrado muito eficientes.

 

Prevenção

Tomar medidas para melhorar a sua autoestima e treinar habilidades sociais pode ser útil.

 

Sinônimos

Transtorno ansioso social, sociofobia.

 

Mais sobre Fobia social

Consulte o seu médico ou profissional de saúde mental se o medo estiver afetando o seu trabalho e relacionamento com outras pessoas.

 

Referência:

http://www.minhavida.com.br/saude/temas/fobia-social

 

TRANSTORNO DE PERSONALIDADE HISTRIÔNICA

Quinta, 06 de Novembro de 2014, 14h52

Mariana Amaral
Atendimento Psicológico

Hoje vamos falar de TPH (Transtorno de Personalidade Histriônica).
Esse transtono de personalidade tem como caracteristica a importancia do individuo ser o centro das atenções, a pessoa exagera na forma de vestir, falar, ou seja existe uma necessidade de chamar a atenção o tempo todo sendo prejudicial a ela (o) e aos que estão ao seu redor, sobre tudo esperando que todos atendam a suas exigencias, a pessoa é inteiramente voltada para seu proprio conforto e interesses, nao mantem relações que nao lhe tragam beneficios.
Um exemplo de TPH é a personagem Cruella de Vil, sempre focada em seus interesses e seus ganhos.
A terapia Cognitivo-Comportamental é a mais indicada para esses casos.
"O lobo mau no divã"

Segunda, 03 de Novembro de 2014, 10h40

Mariana Amaral
Atendimento Psicológico

Para Reflexão

Sábado, 01 de Novembro de 2014, 11h38

Mariana Amaral
Atendimento Psicológico

Na conhecida fábula do filósofo Arthur Schopenhauer, um grupo de porcos-espinhos ia perambulando num dia frio de inverno. Para não congelar, os animais chegavam mais perto uns dos outros. Mas, no momento em que ficavam suficientemente próximos para se aquecer, começavam a se espetar com seus espinhos. Para fazer cessar a dor, dispersavam-se, perdiam o benefício do convívio próximo e recomeçavam a tremer. E o ciclo se repetia, numa infindável luta para descobrir uma distância confortável entre o frio do afastamento e a dor da união. Estarão os seres humanos destinados a encontrar complementos perfeitos no amor? Ou seríamos mais parecidos com os porcos-espinhos, acotovelando-nos na eterna busca de um lugar entre o envolvimento doloroso e o isolamento sem amor? 

 

 

http://www.record.com.br/livro_sinopse.asp?id_livro=19025

Recados Recebidos

Sábado, 01 de Novembro de 2014, 11h04

Mariana Amaral
Atendimento Psicológico

Quero agradecer a todos que me procuraram e dizer que respondi a todos por e-mail (individualmente).

Obrigada pela confiança

 

Mariana Amaral

Dicas para fazer caminhada adequadamente.

Sexta, 31 de Outubro de 2014, 11h02

Sheila Soares
Psicóloga

1-A caminhada não tem contraindicações. Mesmo assim, é sempre aconselhável consultar um especialista antes de praticá-la. Principalmente em casos de sedentarismo, sobrepeso e tabagismo. Se sentir alguma dor ou indisposição durante o exercício, interrompa imediatamente e procure um médico.2-Não deixe de fazer alongamento antes e depois da caminhada. Dez minutos já são sufi cientes para evitar lesões e estiramentos. Nos primeiros cinco minutos, opte por um ritmo um pouco mais lento que o habitual para aquecer a musculatura.

3-Lembre-se de que o melhor tênis não é necessariamente o mais caro. Escolha o modelo pelo tipo de pisada e não pelo preço. Um bom par é aquele que se adapta bem ao seu pé sem provocar bolhas, calos e torções. Não deixe de usar meias porque elas evitam traumas nas unhas e lesões na palma do pé.

4-A caminhada deve ser feita de forma gradual. Se você está começando agora, alterne um dia de descanso com outro de exercício para não sobrecarregar o corpo. Ajuste seu ritmo de acordo com o seu condicionamento. Nunca se force a fazer mais do que está condicionado.

5-Evite os horários de maior incidência dos raios solares. Se possível, caminhe sempre antes das 9 h e depois das 16 h, que são mais seguros. Nunca deixe de passar filtro solar no rosto e nas áreas mais expostas ao sol pelo menos 30 minutos antes do início do exercício.

6-Nunca caminhe em jejum. Antes de sair de casa, faça refeições leves para não sentir tontura, mal-estar ou dor de cabeça. Coma pelo menos uma fruta ou beba um suco natural — não mais que 200 ml. Procure beber água antes, durante e depois da atividade.

7-Opte por terrenos planos, como grama, terra ou areia batida. E, de preferência, em lugares tranquilos e arborizados. Evite paralelepípedos e terrenos irregulares, com muitos buracos e subidas. Tome cuidado para não pisar em falso e torcer o pé.

8-Use roupas leves e claras. Evite as sintéticas que superaquecem o corpo e prejudicam a transpiração. Lembre-se de que as camisetas de algodão retêm menos líquido do que as de poliéster. A camiseta deve ser folgada para facilitar a circulação de ar e não dificultar os seus movimentos.

9-Procure se exercitar sempre em companhia de um amigo. Nesse caso, um estimula o outro. Mas escolha alguém que seja capaz de manter o seu ritmo e o seu horário. Evite caminhar como se estivesse passeando pelo shopping. Mantenha a postura ereta e os braços relaxados.

10-Lembre-se de que caminhar ajuda a emagrecer, sim. Mas, para perder peso, é preciso que a quantidade de calorias consumidas durante a atividade seja inferior ao de calorias ingeridas durante as refeições. Que tal consultar uma nutricionista e adotar uma alimentação mais leve e saudável e um psicólogo para ajudar na busca de aliviar a tensão?

FONTE: www.revistavivasaude.uol.com.br   

 

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Chocolate: o aliado contra o AVC.

Sexta, 31 de Outubro de 2014, 10h58

Sheila Soares
Psicóloga

Graças aos flavonoides contidos nessa delícia, ao consumi-la, a prevenção contra o acidente vascular cerebral é automática, aproveite seus benefícios.

Os pesquisadores Sarab Sahib e Gustavo Saposnik, da Universidade McMaster, no Canadá, concluíram que o chocolate pode diminuir o risco de acidente vascular cerebral (AVC). Tudo graças aos flavonoides, que estão no alimento. Veja por que é hora de comer mais chocolate.

● Pessoas que comiam chocolate, em qualquer quantidade, uma vez por semana, tiveram 22% menos riscos de ter um AVC.

● Consumindo ao menos 50 g de chocolate, uma vez porsemana, esses indivíduos tiveram 46% menos chances demorrer após serem acometidos por um AVC .

● Quanto mais escuro e amargo, maior a concentração de flavonoides. Uma barra de 30 g apresenta a mesma quantidade de flavonoides encontrada em seis maçãs.

● O processo de produção do chocolate destrói cerca de 25% dos flavonoides. Porém, as empresas estão começando a usar métodos que podem preservar de 70% a 95% da substância.

Fonte: www.revistavivasaude.uol.com.br

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Alzheimer e seus estágios.

Quinta, 30 de Outubro de 2014, 14h44

Sheila Soares
Psicóloga

A doença de Alzheimer acomete uma espantosa parcela da população mundial com mais de 65 anos. Ainda assim, é um mistério para a medicina. Causas e cura ainda são desconhecidas, mas manter-se ativo e praticar atividades criativas prazerosas podem reduzir os riscos.

O diagnóstico precoce pode ajudar a estender as primeiras fases da doença em que a qualidade de vida do paciente ainda é boa. Veja o que acontece em cada um dos estágios:

LEVE: nesse primeiro estágio os sintomas são frequentemente confundidos com atitudes típicas do envelhecimento, como os lapsos de memória. Por isso, atenção: o paciente com Alzheimer terá dificuldade para lembrar fatos recentes. Trata-se de perguntar, por exemplo, se determinada pessoa, com a qual se acabou de falar ao telefone, ligou. “Um sinal claro pode ser quando esses lapsos começam a comprometer as atividades normais”, alerta o neurologista Ivan Okamoto. Problemas na fala, dificuldades para tomar decisões, depressão e perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas são outros indícios.

MODERADO: os sintomas ficam mais evidentes e caracterizam-se por uma necessidade maior de supervisão no dia-a-dia. A pessoa afetada apresenta dificuldade em desempenhar suas funções, os esquecimentos de fatos recentes e nomes das pessoas permanecem ou aumentam; e há dificuldade em administrar a casa ou os negócios. Pode acontecer de a pessoa sair para andar sem rumo e se perder, apresentar alterações de humor, agitação, agressividade, delírios alternados com momentos de apatia, depressão ou ansiedade. O doente, apesar dos sinais claros, ainda está ativo, mas a famíli anão tem mais segurança em deixar a pessoa sozinha em casa.

GRAVE: há um aumento da dependência do paciente. Além de uma maior dificuldade de locomoção, o portador da doença começa a necessitar de auxílio para alimentar-se, já não reconhece mais seus familiares e amigos, há dificuldade em entender o que acontece ao seu redor. Pode apresentar incontinência urinária. Perde o pudor em público e pode tornar-se agressivo se contrariado.

FASE TERMINAL: o paciente já está totalmente acamado, precisa de aparelhos para respirar ou para alimentar-se. É totalmente dependente para todas as suas funções.

FONTE: www.revistavivasaude.uol.com.br

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Depressão

Terça, 28 de Outubro de 2014, 14h35

Cris Keller
Psicóloga

DEPRESSÃO

Depressão é uma doença psiquiátrica, crônica e recorrente, que produz uma alteração do humor caracterizada por uma tristeza profunda, sem fim, associada a sentimentos de dor, amargura, desencanto, desesperança, baixa autoestima e culpa, assim como a distúrbios do sono e do apetite.

É importante distinguir a tristeza patológica daquela transitória provocada por acontecimentos difíceis e desagradáveis, mas que são inerentes à vida de todas as pessoas, como a morte de um ente querido, a perda de emprego, os desencontros amorosos, os desentendimentos familiares, as dificuldades econômicas, etc. Diante das adversidades, as pessoas sem a doença sofrem, ficam tristes, mas encontram uma forma de superá-las. Nos quadros de depressão, a tristeza não dá tréguas, mesmo que não haja uma causa aparente. O humor permanece deprimido praticamente o tempo todo, por dias e dias seguidos, e desaparece o interesse pelas atividades, que antes davam satisfação e prazer.

A depressão é uma doença incapacitante que atinge por volta de 350 milhões de pessoas no mundo. Os quadros variam de intensidade e duração e podem ser classificados em três diferentes graus: leves, moderados e graves.

 

Causas

Existem fatores genéticos envolvidos nos casos de depressão, doença que pode ser provocada por uma disfunção bioquímica do cérebro. Entretanto, nem todas as pessoas com predisposição genética reagem do mesmo modo diante de fatores que funcionam como gatilho para as crises: acontecimentos traumáticos na infância, estresse físico e psicológico, algumas doenças sistêmicas (ex: hipotireoidismo), consumo de drogas lícitas (ex: álcool) e ilícitas (ex: cocaína), certos tipos de medicamentos (ex: as anfetaminas).

Mulheres parecem ser mais vulneráveis aos estados depressivos em virtude da oscilação hormonal a que estão expostas principalmente no período fértil.

 

Sintomas

Além do estado deprimido (sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias) e da anedonia (interesse e prazer diminuídos para realizar a maioria das atividades) são sintomas da depressão:

  1. Alteração de peso (perda ou ganho de peso não intencional);
  2. Distúrbio de sono (insônia ou sonolência excessiva praticamente diárias);
  3. Problemas psicomotores (agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias);
  4. Fadiga ou perda de energia constante;
  5. Culpa excessiva (sentimento permanente de culpa e inutilidade);
  6. Dificuldade de concentração (habilidade diminuída para pensar ou concentrar-se);
  7. Ideias suicidas (pensamentos recorrentes de suicídio ou morte);
  8. Baixa autoestima,
  9. Alteração da libido.


Muitas vezes, no início, os sinais da enfermidade podem não ser reconhecidos. No entanto, nunca devem ser desconsideradas possíveis referências a ideias suicidas ou de autodestruição.

 

Diagnóstico

O diagnóstico da depressão é clínico e toma como base os sintomas descritos e a história de vida do paciente. Além de espírito deprimido e da perda de interesse e prazer para realizar a maioria das atividades durante pelo menos duas semanas, a pessoa deve apresentar também de quatro a cinco dos sintomas supracitados.

Como o estado depressivo pode ser um sintoma secundário a várias doenças, sempre é importante estabelecer o diagnóstico diferencial.

 

Tratamento

Depressão é uma doença que exige acompanhamento médico sistemático. Quadros leves costumam responder bem ao tratamento psicoterápico. Nos outros mais graves e com reflexo negativo sobre a vida afetiva, familiar e profissional e em sociedade, a indicação é o uso de antidepressivos com o objetivo de tirar a pessoa da crise.

Existem vários grupos desses medicamentos que não causam dependência. Apesar do tempo que levam para produzir efeito (por volta de duas a quatro semanas) e das desvantagens de alguns efeitos colaterais que podem ocorrer, a prescrição deve ser mantida, às vezes, por toda a vida, para evitar recaídas. Há casos de depressão que exigem a associação de outras classes de medicamentos – os ansiolíticos e os antipsicóticos, por exemplo – para obter o efeito necessãrio.

Há evidências de que a atividade física associada aos tratamentos farmacológicos e psicoterápicos representa um recurso importante para reverter o quadro de depressão.

 

Recomendações

  • Depressão é uma doença como qualquer outra. Não é sinal de loucura, nem de preguiça nem de irresponsabilidade. Se você anda desanimado, tristonho, e acha que a vida perdeu a graça, procure assistência médica e psicológica. O diagnóstico precoce é o melhor caminho para colocar a vida nos eixos outra vez;
  • Depressão pode ocorrer em qualquer fase da vida: na infância, adolescência, maturidade e velhice. Os sintomas podem variar conforme o caso. Nas crianças, muitas vezes são erroneamente atribuídos a características da personalidade e nos idosos, ao desgaste próprio dos anos vividos;
  • A família dos portadores de depressão precisa manter-se informada sobre a doença, suas características, sintomas e riscos. É importante que ela ofereça um ponto de referência para certos padrões, como a importância da alimentação equilibrada, da higiene pessoal e da necessidade e importância de interagir com outras pessoas. Afinal, trancafiar-se num quarto às escuras, sem fazer nada nem falar com ninguém,está longe de ser um bom caminho para superar a crise depressiva.

 

 

http://drauziovarella.com.br/letras/d/depressao/

 

ATENÇÃO POUPADORES DO BANCO DO BRASIL

Quarta, 15 de Outubro de 2014, 17h57

Carlos Edmundo Lima premium
Advogado

BANCO DO BRASIL – POUPANÇA – PLANO VERÃO
PROCURE-NOS COM URGÊNCIA PARA ESTUDARMOS O RESGATE DE SUA POUPANÇA.
O PRAZO FATAL É 24 DE OUTUBRO DE 2014, QUANDO OCORRERÁ A PRESCRIÇÃO DO SEU DIREITO.

Carlos Edmundo Lima – advogado – OABRS nº 11.004
Fone: 51-3084.0604

 

A decisão é definitiva: o STJ entendeu que todos poupadores do País, com depósito na poupança do Banco do Brasil e afetados com os expurgos do Plano Verão(1989), podem ajuizar individualmente a ação para recuperar as perdas (cumprimento de sentença).
Todavia, refere-se aos poupadores do Banco do Brasil cujo aniversário era entre 1º e 15 de janeiro de 1989. Esses são os beneficiários dessa decisão.
Desse modo, o poupador se beneficia do resultado positivo da decisão proferida na Ação Civil Pública ajuizada pelo IDEC. É dizer, basta que o advogado, munido do material necessário, ingresse com o pedido de Cumprimento de Sentença, na cidade do seu cliente.
Estima-se mais de 3.000.000 de poupadores do Banco do Brasil atingidos pelas perdas do Plano Verão. Também se calcula que só os juros moratórios alcancem o percentual de 197% (agosto/14).
A título de exemplo, aquele que tivera na poupança do BB, no período do Plano Verão(janeiro/1989), a quantia de Nr$ 50.000,00(cinquenta mil cruzados novos), este fará jus ao montante de R$ 219.885,26 (Duzentos e dezenove mil, oitocentos e oitenta e cinco reais e vinte seis centavos). (Fonte:IDEC)

O que é Dependência Química

Quarta, 22 de Outubro de 2014, 13h34

Cris Keller
Psicóloga

O que é Dependência Química

Toxicomania significa que o indivíduo precisa de uma droga para funcionar normalmente. A interrupção abrupta da ingestão da droga leva a sintomas de abstinência. O vício em drogas é o uso compulsivo de uma substância, apesar dos seus efeitos negativos ou perigosos.

Um indivíduo pode ser dependente físico de uma substância sem ser viciado. Por exemplo, alguns medicamentos para regular a pressão sanguínea não provocam vício, mas podem causar dependência física. Outras drogas, como a cocaína, causam vício sem levar à dependência física.

A tolerância a uma droga (necessidade de aumentar a dose para manter o mesmo efeito) é geralmente parte do vício.

 

CAUSAS

O abuso das drogas pode levar à toxicomania ou vício. Pessoas usuárias de drogas para aliviar a dor podem se tornar dependentes, embora seja raro em quem não tenha um histórico de toxicomania.

A causa exata do abuso e dependência não é conhecida. No entanto, os genes de um indivíduo, a ação da droga, pressão do grupo, estresse emocional, ansiedadedepressãoe estresse ambiental podem ser fatores.

A pressão do grupo pode levar ao uso ou abuso de drogas, mas pelo menos metade dos que se tornam viciados têm depressão, distúrbio de déficit de atenção, distúrbio do estresse pós-traumático,ou outro problema de saúde mental.

Crianças que crescem em um ambiente em que se utiliza drogas ilícitas podem ver seus pais usando drogas pela primeira vez. Isso pode colocá-las sob maior risco de desenvolver um vício mais tarde na vida por motivos tanto ambientais como genéticos.

Pessoas com maior probabilidade de se tornarem dependentes ou abusar das drogas são aquelas que:

  • Têm depressão, transtorno bipolar, distúrbios de ansiedade e esquizofrenia
  • Têm acesso fácil à drogas
  • Têm baixa autoestima, ou problemas com relacionamentos
  • Têm um estilo de vida estressante em termos econômicos ou emocionais
  • Vivem em uma cultura onde há alta aceitação social do uso de drogas.

Existem vários estágios de uso de drogas que podem levar à dependência. Pessoas jovens parecer passar mais rapidamente pelos estágios do que pessoas adultas.

  • Uso experimental normalmente envolve colegas, feito para uso recreacional
  • o usuário pode gostar de desafiar seus pais ou outras figuras autoritárias.
  • Uso regular - o usuário acaba perdendo dias de escola e trabalho
  • preocupa-se em perder a fonte da droga
  • usa drogas para "curar" os sentimentos negativos
  • começa a usar longe dos amigos e família
  • pode mudar seu círculo de amizade para pessoas que sejam usuários regulares
  • mostra maior tolerância e capacidade de "lidar" com a droga.
  • Preocupação diária - o usuário perda a motivação
  • não se importa com escola e trabalho
  • apresenta mudanças comportamentais óbvias
  • pensar em usar a droga é mais importante que qualquer outra coisa, incluindo relacionamentos
  • o usuário se torna reservado
  • pode começar a comercializar droga para ajudar a sustentar o vício
  • o uso de outras drogas mais pesadas pode aumentar
  • problemas legais podem aumentar.
  • Dependência - não consegue encarar a vida diária sem drogas
  • nega o problema
  • a condição física piora
  • perda do "controle" sobre o uso
  • pode se tornar suicida
  • problemas financeiros e legais podem piorar
  • pode quebrar os laços com a família ou amigos.


SINTOMAS DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Alguns dos sintomas e comportamentos da toxicomania incluem:

  • Confusão
  • Continuação do uso de drogas mesmo quando sua saúde, trabalho ou família estão sendo prejudicados
  • Episódios de violência
  • Hostilidade quando confrontado sobre a dependência
  • Falta de controle sobre o uso de drogas - incapaz de parar ou reduzir a ingestão de álcool
  • Dar desculpas para usar drogas
  • Faltar ao trabalho ou escola ou redução no desempenho
  • Necessidade de usar drogas diariamente ou regularmente para ser funcional
  • Negligenciar alimentação
  • Não se preocupar com a aparência física
  • Não participar mais de atividades devido ao abuso das drogas
  • Comportamento reservado para esconder o uso de drogas
  • Usar drogas mesmo quando sozinho.

 

TRATAMENTO

O tratamento para abuso ou dependência de drogas começa com o reconhecimento do problema. Embora a "negação" seja considerada um sintoma do vício, pesquisas recentes mostraram que pessoas viciadas negam muito menos se forem tratadas com empatia e respeito, em vez de serem confrontadas ou se dissermos o que devem fazer.

O tratamento da toxicomania envolve a interrupção da droga, seja gradual ou abruptamente (desintoxicação), apoio e ficar livre da droga (abstinência).

  • Pessoas com intoxicação aguda ou overdose podem precisar de tratamento de emergência. Às vezes,a pessoa perde a consciência e pode precisar ser colocada em um respirador mecânico temporariamente. O tratamento depende da droga utilizada.
  • Desintoxicação é a retirada de uma substância usada em excesso em um ambiente controlado. Às vezes, uma droga com uma ação semelhante é colocada no lugar para reduzir os efeitos colaterais e riscos da abstinência. A desintoxicação pode ser feita em pacientes internados ou não.

Como em qualquer outra área da medicina, o tratamento com menor intensidade deve ser o tratamento inicial.

Programas de tratamento residencial monitoram e tratam possíveis sintomas e comportamentos de abstinência. Esses programas empregam técnicas de modificação comportamental, que são projetadas para fazer com que os usuários reconheçam seus comportamentos.

Programas de tratamento incluem aconselhamento, tanto para a pessoa (e talvez para a família) e em cenários de grupo. Programas de tratamento em caso de abuso de drogas continuam por um bom tempo após a liberação da instalação médica, e fornecem apoio grupal.

O vício em drogas é uma condição complicada e grave que exige tratamento e apoio físico e psicológico. É importante ser avaliado por um profissional treinado para que se determine os melhores cuidados a serem prestados.

Se a pessoa também tiver depressão ou outro distúrbio de humor, este deve ser tratado. Muito frequentemente, a pessoa começa a usar drogas em um esforço para se tratar de uma doença mental.

Para dependência de narcóticos, algumas pessoas são tratadas com metadona ou drogas semelhantes para evitar a abstinência e o abuso. O objetivo é permitir que a pessoa viva uma vida mais próxima possível do normal.

 

COMPLICAÇÕES POSSIVEIS


As complicações do abuso e dependência de drogas incluem:

  • Endocardite bacteriana, hepatitetromboflebiteembolia pulmonar,inanição ou infecções respiratórias, ocasionadas pelo uso de droga por injeção
  • Depressão
  • Overdose
  • Aumento nas taxas de diversos tipos de câncer
  • por exemplo, o câncer de pulmão e faringe está associado ao uso de nicotina
  • o câncer de boca e estômago está associado ao abuso e dependência de álcool.
  • Infecção por HIV através do uso de agulhas compartilhadas
  • Problemas de memória e concentração, por exemplo com o uso de alucinógenos, incluindo a maconha (THC)
  • Problemas com a lei
  • Recaídas
  • Práticas sexuais não seguras, que podem resultar em gravidez indesejada, doenças sexualmente transmitidas, HIV ou hepatite.

 

Referência:

http://www.minhavida.com.br/saude/temas/dependencia-quimica

 

Não exija que a criança compreenda tudo antes do momento certo.

Terça, 21 de Outubro de 2014, 16h21

Sheila Soares
Psicóloga

Por que não explicar tudo para a criança pequena

 

O ser humano leva 21 anos para adquirir maior consciência das coisas. Esse tempo é o tempo que o sistema nervoso central leva para mielinizar todas suas células nervosas, isto é, deixa-las maduras. Essa bainha de mielina é a responsável pelas conexões nervosas (sinapses) entre os neurônios.

Nos primeiros anos de vida, até a troca dos dentes, por volta dos seis anos, a mielinização para a aprendizagem está sendo formada. A consciência da criança está ainda num estado de sono nesta etapa da infância,ou seja, ela não tem consciência das coisas como nós adultos já a temos. Por isso que a criança é criança e depende de nós para tudo. Ela não tem discernimento, crítica e julgamento ainda sobre as coisas da vida.

Ter consciência significa fazer as sinapses entre os neurônios. Nas sinapses há um dispêndio de energia muito grande. Por isso que quando prestamos atenção em algo ou quando usamos por demais nossos órgãos dos sentidos nos sentimos cansados. À noite necessitamos dormir para repor essa energia gasta durante o dia de vigília, de atenção a tudo.

Em antroposofia costumamos dizer que nos sete primeiros anos o corpo da vida ( vital, ou etérico) da criança está sendo plasmado, formado. Seus órgãos ao nascer não estavam de todo amadurecidos e para que esse amadurecimento ocorra é necessário ter energia, vitalidade. Lembre-se sempre que consciência é gasto de energia, é queima de substância cerebral.

O cérebro também é um órgão e ele é a base para o pensamento. Se a criança até três anos está formando cérebro para pensar como é que ela pode usá-lo pensando? Não se cozinha feijão numa panela que ainda está sendo feita! Como a criança ainda não tem a coordenação fina pronta porque lhe dar um lápis, uma agulha? Se ela ainda não se administra nos perigos porque lhe dar a tesoura, a faca?

Outros órgãos como o fígado, pulmões, coração, rins, estão amadurecendo também e quando exigimos da criança que aprenda algo com a cabecinha, ou entenda as coisas como nós queremos que ela entenda, estamos fazendo com que ela use essas forças formativas que estão plasmando os órgãos para a compreensão e o entendimento e aí nós as DESVITALIZAMOS e promovemos uma má formação dos órgãos PARA O RESTO DE SUAS VIDAS!

Já está provado pela ciência que o avanço da doença ALZHEIMER é também decorrente de uma exigência precoce do sistema neurosensorial na infância. Rudolf Steiner cita muitas vezes esse fator em seus livros. Por isso que a Pedagogia Waldorf, por estar baseada numa ciência antroposófica, preocupada em formar seres humanos saudáveis, verdadeiros e livres, é totalmente contra a alfabetização precoce. Essa pedagogia prima por excelência pela saúde física, emocional, mental e espiritual da criança e do adolescente principalmente no período de seu desenvolvimento.

Hoje, com essa mania de escolarização precoce, as crianças de um modo geral estão muito doentes: depressão, dores de barriga, dores de cabeça, pedra nos rins, pneumonia, cansadas, entediadas, tristes apáticas… O que estamos fazendo com nossas crianças?

As crianças aprendem pelo movimento e pela repetição. Se quiser que ela atenda uma ordem faça o que quer que ela faça: coma você com a boca fechada se quer que assim o aprenda; fale você mais baixo; feche a porta você sem bater; escove você os dentes com a torneira fechada; seja você carinhoso com ela, e assim por diante. Na infância as crianças aprendem pela IMITAÇÃO do que você faz e não pela palavra, pelo sermão. Mas, é óbvio que precisamos conversar com ela para que aprender a falar; mas devemos saber o que falar e o que não falar.

Deixe que a criança descubra o mundo por si mesma, vivenciando-o; experimentando-o; incorporando-o e, sobretudo, aprendendo ao vivo e não através da mídia. Promova-lhes as oportunidades. Quanto mais a criança descobrir por si através do movimento, do equilíbrio e dos seus órgãos dos sentidos, mais ela fará conexões nervosas e quanto mais sinapses ele tiver feito na infância por ela mesma mais espaço no cérebro ela terá para a aprendizagem posterior cognitiva.

FONTE: www.antroposofy.com.br

Quer saber sobre algum assunto ou tema que não foi publicado? Mande sua sugestão por mensagem no site que o mais breve possível irei publicar o assunto.

 

Meditação - uma fonte de alívio e bem estar

Quinta, 09 de Outubro de 2014, 10h09

Élida Spinelli premium
Psicóloga e Consultora de RH



Em atendimentos de aconselhamento profissional sempre me deparo com a seguinte questão:

"Como faço para me livrar de sentimentos de raiva, angústia e irritabilidade, em função de certos acontecimentos em meu ambiente de trabalho que me desviam a atenção e não consigo pensar em outra coisa a não ser no que me deixou irritado, angustiado...."

Por se tratar de um ambiente de trabalho sugiro um exercício que não desperte a atenção das pessoas que estão a sua volta, pois nem sempre poderá ser bem recebido uma saída súbita da sala ou mesmo a demonstração desses sentimentos por palavras ou gestos que possam ser inconvenientes. Então um exercício de respiração pode ajudar e muito nesses momentos.

Permanecendo em seu espaço de trabalho comece a respirar de maneira a prestar atenção somente em sua respiração.
Inspirando e expirando, movendo os ombros em harmonia por alguns segundos, já consegue sentir um alívio e um relaxamento das tensões, pois nesse momento sua mente está ligada somente ao movimento de respiração e os pensamentos negativos saem de foco.
Com essa sensação de bem estar é possível conduzir sua mente para o desempenho de sua atividade de uma maneira mais tranquila e sem interferências.

Esse é um pequeno exercício de meditação que pode ser adaptado em ambientes em que não se encontra em total solidão. Agora se quer desenvolver a meditação de maneira mais completa, precisa saber o seguinte:

A mente é muito útil no momento da meditação, é através da mente que aprendemos a parar de falar, a parar de pensar, e entrarmos em contato com o silêncio. O silêncio da nossa mente.

Quando meditamos, os pensamentos passam como que um filme numa tela, devemos observá-los e somente observá-los, deixá-los passar e retornar ao estado meditativo, o estado da observação do momento. Quando retornamos para o momento presente sentimos uma profunda harmonia, esta é a chave.

"A meditação não é algo novo; você veio ao mundo com ela. A mente é algo novo, a meditação é a sua natureza, é o seu próprio ser. Como ela pode ser difícil?" Mestre indiano Osho.

O link abaixo mostra uma matéria da revista Exame em que empresários já vem adotando a prática da meditação em suas organizações.

Leia a matéria em:
http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/195/noticias/a-meditacao-produtiva

Arrependimentos , ter ou não ter? Eis a questão!

Domingo, 12 de Outubro de 2014, 19h11

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Invariávelmente , nos deparamos com aquele belo discurso daquela pessoa "super mega bem resolvida", que bate no peito e enche a boca pra falar : "EU JAMAIS ME ARREPENDO DE ALGO, NÃO MUDARIA ABSOLUTAMENTE NADA NA MINHA VIDA" , concluindo com chave de ouro, dizendo que teria feito tudo da mesma forma se pudesse voltar atrás. 

Em psicologia observamos esse movimento com certo cuidado , entendo que de fato é humanamente quase impossível um indivíduo realmente não se arrepender de nada, o arrependimento vem diretamente da capacidade de uma auto reflexão e de um consequente reconhecimento que algo poderia ter sido feito diferente em determinada situação. Essa forma de pensamento me remete instantaneamente a algum tipo de resistencia egóica onde o sujeito não está minimamente capacitado para colocar na balança qualquer tipo de possibilidade de um erro ou equívoco no decorrer da própria existência. Essa característica de pensamento esta ligada a uma inabilidade de lidar com perdas e frustrações , podendo com o tempo gerar algum tipo de psicopatologia , justamente pela introjeção e manipulação da realidade apresentada.

Pense bem , assumir e compreender as suas responsabilidades daquilo que te trouxe sofrimento na vida é o primeiro passo para uma caminhada mais fiel e autêntica com você.

A psicologia coloca a ciência a sua disposição para esse passo inicial , lembrando que : "Mentir pra si mesmo, é sempre a pior mentira."

Thiago Caltabiano Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental CRP 06106453

Aluguel de sala para terapeutas em Moema - SP

Segunda, 29 de Setembro de 2014, 21h22

Violeta Macedo premium
Dra.

Disponibilizamos horários em espaço recentemente reformado, com toda infraestrutura, para terapeutas de todas as áreas, tais como psicologia, fonoaudiologia, medicina, medicina tradicional chinesa etc...

Local de fácil acesso, vários estacionamentos nas redondezas, a 5 quarteirões do Shopping Ibirapuera e a 2 quarteirões da Avenida 23 de Maio

Valor: R$30,00 por hora.

Contatos:
Violeta (fisioterapia): cel: 11 98266-8393
e-mail: violetamacedo@hotmail.com

Marisa (odontologia): cel: 11 98326-0200
e-mail: marisamessaggi@gmail.com

 

Dom... sempre uma bênção

Quarta, 08 de Outubro de 2014, 09h22

GILBERTO BARRETO TERAPIAS INTEGRATIVAS
TERAPEUTA HOLÍSTICO

 

:: Rubia A. Dantés ::

Nessa semana, algumas pessoas me perguntaram sobre o Dom, porque sentem esse chamado...
Acho que nossa experiência sempre pode facilitar o caminhar do outro, assim como as experiências do outro facilitam o nosso... Afinal, Somos Todos Um.

Na minha história com o Dom, tive que enfrentar muitos desafios. O primeiro deles foi justamente comprar um computador que seria a ferramenta que me ajudaria muito a manifestá-los... Alguma parte minha queria a todo custo que eu não fizesse isso, por memórias equivocadas ligadas ao uso dos dons... e isso se apresentava como uma verdadeira aversão ao computador... um medo inconsciente que nem me permitia entrar em contato.
Quando já não aguentava mais fazer o que fazia e não sabia que poderia fazer... cheguei inesperadamente a um texto do livro "As Sete Leis Espirituais do Sucesso" do Deepak Chopra.
Encontrei-o sobre uma mesa e abri... e o que li me encheu de esperanças... Abri na lei do Dharma ou Propósito Divino
"Ou seja, você tem um talento só seu. Ele é único na sua expressão e tão específico que ninguém mais em todo o planeta tem um igual, ou maneira parecida de expressá-lo. Isto significa que há uma coisa que você pode fazer e de um jeito melhor do que qualquer outra pessoa sobre a Terra. Quando você está fazendo essa coisa, perde a noção do tempo. E, quando está expressando esse talento único - muita gente tem mais de um talento - você penetra na consciência atemporal".
e no final ele aconselha o seguinte:

"Você pode colocar a Lei do Dharma em ação assumindo o compromisso de dar os seguintes passos:
1) Nutrir amavelmente, hoje, a divindade que habita em você, no fundo da sua alma. Prestar atenção ao seu espírito, que anima o seu corpo e a sua mente. Despertar desse profundo sono dentro do seu coração. Carregar consigo a consciência da atemporalidade, do ser eterno, em todas as experiências limitadas pelo tempo.

2) Fazer uma lista dos seus talentos únicos. Depois, outra lista das coisas que adora fazer quando está expressando esses talentos. Diga, então: "Quando eu os expresso e os ponho a serviço da humanidade, perco a noção do tempo e crio abundância em minha vida, bem como na vida dos outros?"

3) Perguntar a si mesmo diariamente: "Como posso servir?" e "Como posso ajudar?" As respostas a essas perguntas permitirão ajudar e servir aos seus semelhantes, com amor".

Naquela época, eu sabia bem o que "não" queria mais fazer, na verdade meu corpo já não aguentava mais aquele trabalho, não que fosse pesado, mas porque já não tinha nenhuma sintonia, e sentia um chamado... que não tinha a menor ideia do que fosse.
Então, ler aquelas palavras naquele pequeno e precioso livro, me encheu de esperanças... foi como ver descrito em palavras, o que minha Alma me indicava sem que eu conseguisse decodificar.
Muitas vezes nossas memórias impedem essa comunicação, por medo...
Quando li aquilo e tive certeza que era o que buscava, comecei a perguntar ao Universo!

Qual é o meu Dom e como posso usar para melhor servir?

Perguntava muito... Claro que não tinha a menor ideia do que poderia ser e nem que passaria pelo computador... se soubesse, com certeza daria um jeito de sabotar.
Mas o Universo logo deu um jeitinho de despistar minhas memórias, levando-me a comprar um computador, porque adorei um joguinho que experimentei um dia assim por acaso. E... num impulso inexplicável me vi com um computador no quarto.

Parece que aquilo aconteceu tão sem passar pela minha razão que me perguntei. O que eu estou fazendo com esse computador no meu quarto? Assustada por ter adquirido algo que não gostava...
Mas a resposta veio logo, quando uma manhã... (como já contei em outro texto) acordei com aquela sensação de sono que às vezes me acontece quando tenho alguma experiência em outro nível. É um sono diferente... é como se fosse uma vontade de entrar fundo em mim mesma. Deitei-me e fiquei assim naquele estado, enquanto ouvia a voz de minha mãe que conversava ao telefone na sala ao lado.
Comecei a sentir um ritmo diferente, um tipo de um pulsar ritmado... bem nítido, e ouvi uma voz que me falava assim:
- Eu vou te ensinar a trabalhar com o computador.
O meu lado racional se dava conta que eu ouvia claramente a voz de minha mãe ao telefone e que estava bem acordada... e, ao mesmo tempo, vivia uma experiência que também era muito real e até eu diria, pelo tipo de vivacidade e de luminosidade, que parecia mais real. O que diferenciava as duas, era esse pulsar ritmado... bem perceptível.
Descobri-me na frente de um aparelho, que penso ser um tipo de computador, com uma tela bem grande; do meu olho esquerdo saía uma luz que também tinha um ritmo e essa luz focava a tela.
E eu enxergava o que estava além da tela... aquela luz ritmada me mostrava o funcionamento do aparelho.

E o que via eram números... muitos números em movimento... como se fossem frações... um número em cima do outro e esses números como que acionavam teclas que mantinham um movimento, (acho que os números eram 1 e 2) e mudavam de lugar... era um constante movimento de números... e a minha razão sempre atenta ao fato de que ao mesmo tempo minha mãe continuava ao telefone e que, portanto, eu estava bem acordada e vivenciando duas realidades ao mesmo tempo...

Nesse ponto, eu olho a parede em cima do aparelho e vejo que consigo projetar tudo que estava vendo com o foco de luz que sai do meu olho. Como se decodificasse o que via, transformando em imagem.

A partir dessa experiência, aprendi sozinha a desenhar no computador e ali o tempo parava e era só o que queria fazer... As Mandalas e as imagens foram chegando e outros sonhos e experiências me faziam entender que a ferramenta que eu tanto rejeitei foi onde consegui expressar meus Dons.

E o que o Chopra explicava no livro sobre perder a noção do tempo e muito mais maravilhas eu podia sentir ao trabalhar com meus Dons. Claro que foi um longo caminho e ainda sei que vai ser, mas, você percorrer esse caminho fazendo o que ama, podendo ser fiel à sua Alma não tem preço e todas as dificuldades que nossas memórias querem nos impor, tornam-se bem mais suaves porque, no tempo que você se dedica a expressar os seus Dons, parece que você penetra em um intervalo... um oásis do meio do caos que está esse nosso mundo. Estar nesse espaço é uma bênção...

Por isso... se você sente um chamado... algo que você nem sabe ainda definir, ouse seguir por onde indica o seu coração. Pergunte ao Universo quais são seus Dons e como usar para melhor servir. E abra mão de tudo que você acredita que gosta e que não gosta... ouse desafiar seus medos e suas memórias porque seus Dons podem estar justamente onde você menos espera...
Mas, pela alegria que é poder trabalhar com eles, vale enfrentar qualquer desafio que queira impedi-la de entrar em contato. Vivenciar os Dons é muito melhor do que você jamais imaginou...
Se você sente o chamado... vá em frente... com certeza, sua Alma vai junto!

O que eu faço com isso?

Quarta, 08 de Outubro de 2014, 09h21

GILBERTO BARRETO TERAPIAS INTEGRATIVAS
TERAPEUTA HOLÍSTICO

 

por Renata Kindle

As pessoas que convivem conosco costumam, muitas vezes, confundir a intimidade com o direito de nos ofenderem. Às vezes, falam coisas importantes que, mesmo sendo uma crítica, nos forçam ao crescimento, mas outras vezes são cruéis, não observam a si mesmas e acham que têm moral pra elencar nossas imperfeições e isso é um saco!

Até pode doer um pouco, mas não tanto como quando a nossa ficha realmente cai. Essa segunda categoria de pessoas até nos é importante, outras, ainda menos importantes que aquelas já não fazem tanto estrago, mas todas são igualmente mordazes.

Quando a gente acumula essas críticas, elas vão se incorporando a nós e nós as confundimos com nossa própria essência. Isso vai se tornando normal, vamos agregando apelidos, vamos construindo uma imagem desfocada de nós mesmos. Apresentamo-nos ao mundo acreditando que somos essa montanha de apelidos e de rótulos, que realmente temos esse ou aquele defeito e no geral, esses defeitos são imperdoáveis.

Ou você sente demais e é uma romântica incorrigível, ou você sente de menos e aí é fria e distante, não se importa com ninguém. Ou você é altruísta demais, ou é egoísta demais, ou é santa demais, ou é retórica demais, ou é prolixa ou é sintética, ou analisa por muito tempo... mas você sempre é alguma coisa que desagrada a alguém e sempre será isso ou aquilo... demais.

Criticar é fácil, especialmente porque nossos olhos se fecham quando passamos diante de um espelho. Não criaram ainda um espelho que mostre nosso interior, melhor dizendo, que mostre o nosso lado menos aceitável, menos politicamente correto (e quem não o tem?), aquele que escondemos de nós mesmos e que por estar tão bem escondido, não nos esforçamos em procurá-lo para empreendermos alguma reforma. Reformas são trabalhosas e as internas não fogem à regra.

Por outro lado, aceitamos as críticas, mesmo que a princípio discordemos delas. Por que fazemos isso? Sinceramente não sei. Vamos nos acostumando com elas, melhor o outro me dizer isso e eu ter a possibilidade de me defender, ainda que com desculpas esfarrapadas, do que ter que encarar a verdade que omito de mim mesma. Vamos nos acostumando e vamos correspondendo e respondendo desse lugar que escolhem para nós.

Mas um dia acontece de uma luzinha interna começar a piscar, ou do cara do fundo do espelho nos chamar para um papo sério. A pergunta começa a se fazer ouvir cada vez mais alta: sou isso mesmo? Se a resposta for positiva, então você ainda tem muito o que se conhecer, mas se for um não uníssono, a segunda questão aparecerá instantaneamente: e agora, o que eu faço com isso que não é meu, mas que carrego como se fosse?

Simples, joga fora! Faxinas mentais costumam ser muito eficientes. Quando nos deparamos com um cômodo muito sujo ou fechado por muitos anos, causa-nos certa estranheza, é difícil decidir por onde começar a limpeza. No início, é difícil separar o que serve daquilo o que já não nos tem utilidade, mas basta começar e como já disse antes, todo o começo é bom.

Vamos nos transformando em personagens... sim, persona, máscara... alienamo-nos nesses apelidos, nessas personas e passamos a atuar em lugar de apenas sermos. Ser, em toda a sua essência, não é fácil, dá trabalho e sabemos, somos "ser-com", não dá pra ser sozinho, somos ser com o vizinho, com o pai, com a mãe, com o inimigo, com o amigo, com o outro. Somos seres de relações.

E como seres de relações, o nosso suposto defeito pelo outro, cruelmente apontado, colocará essas relações em risco, como se fosse criminoso sustentarmos nossa bandeira interna. Como ser-com, recebemos o outro na mesma medida em que ele nos recebe, nós o temos em nós e estamos também nele. O relacionar nos conduz ao autoconhecimento e consequentemente ao crescimento. Ao permitirmos que nossas máscaras sejam removidas, por mais assustador que isso possa nos parecer, estamos também tirando as armaduras e permitindo-nos acontecer. Os sentimentos ficam mais claros, mais leves, as convivências ficam mais pacíficas e ninguém ataca, ninguém se defende... parece ideal demais, eu sei, mas é exatamente assim que deve ser!

Linhaça: como comprar e consumir?

Quarta, 08 de Outubro de 2014, 09h08

GILBERTO BARRETO TERAPIAS INTEGRATIVAS
TERAPEUTA HOLÍSTICO

 

:: Conceição Trucom ::

Depois que foi matéria no Globo Repórter, está em alta consumir linhaça.
E este é um grande problema para administrar, pois a mídia e a comercialização selvagem se aproveitam da desinformação para anunciar promessas e criar dependências da industrialização, justo um alimento que somente in natura é barato e tem real poder nutricional.

Assim, estes 2 arquivos em áudio indicados abaixo, gravados como dica para o Programa da Simone Arrojo na Rádio Tupi AM, estão dedicados em esclarecer você a respeito de todas as questões importantes sobre o consumo responsável e consciente da linhaça.

A importância da Linhaça na saúde vai muito além de um sensacionalismo sobre emagrecer e resolver problemas de constipação. Vai além do seu elevado teor de ômega-3, de prevenir e tratar problemas inflamatórios, cardiovasculares e hormonais.
E, como todo bom remédio, é preciso a responsabilidade e comprometimento daqueles que irão consumir e se beneficiar das suas propriedades, para ter resultados de superação, transformações e cura.

A linhaça pode ser consumida como um alimento sagrado, pois:

1) Seu sabor adstringente, se adequadamente consumida e combinada, irá nos proporcionar transformações afetivas, comunicação plural e diplomacia em todas as nossas relações: pessoais e interpessoais.

Bons exemplos de alimentos adstringentes são: a maçã, as folhas verdes e as frutas de vez como a banana, caju e goiaba. Adstringente significa algo que tem propriedade de detergência, tipo fazer com que água e óleo se misturem. Ou de dissolver gases (flatulência) em líquidos ou massa digestiva.

Interessante lembrar que nós, em diferentes situações, também temos sabores, pois existem pessoas doces, picantes, ácidas ou amargas.
Um bom exemplo de pessoa adstringente é o Dalai Lama, um Ser que dá palestras para públicos absolutamente heterogêneos, mas todos se sentem UNOS em sua presença.
Assim, fazer uso de alimentos adstringentes é muito importante, pois nos prepara (principalmente crianças e adolescentes), nos amadurece, para vivermos este tipo de relação com as pessoas e o mundo.

2) A Linhaça é um representante perfeito das sementes oleaginosas e dos alimentos biogênicos (que geram vida), que, se previamente germinada, irá oferecer ao cérebro todo o material genético para nos dar maior lucidez, memória e poder pensante: inteligência plural, ânima, entusiasmo.

A prova de que este fenômeno é real está na semântica da palavra. Ou seja, o importante comando que acontece diante do consumo diário das frutas oleaginosas previamente germinadas é: Sê-Mente, nutra seu cérebro para que seus corpos mentais consigam Ser, sensorial e fisicamente, equilibrados, harmônicos e isentos da dualidade: afetivos de forma centrada.

Portanto, convido vocês para saberem mais sobre como comprar e manusear esta sagrada Sê-Mente. Clique aqui
Saiba mais com a leitura na íntegra do meu livro A importância da linhaça na saúde.

As oscilações da vida

Quarta, 08 de Outubro de 2014, 09h06

GILBERTO BARRETO TERAPIAS INTEGRATIVAS
TERAPEUTA HOLÍSTICO

 

:: Elisabeth Cavalcante ::

A jornada evolutiva que vivenciamos no atual momento de nossa existência neste planeta, tem exigido da maioria de nós uma enorme capacidade de se manter em equilíbrio, apesar dos incontáveis desafios.

Seja em que dimensão da vida for, quando as tempestades se apresentam, a questão principal é não se identificar com elas, mas sim, colocar-se como um observador imparcial e, a seguir, decidir se vamos nos deixar abater ou, ao contrário, reagir de modo a provar que somos mais fortes do que elas.

É fato que somente nas dificuldades é que nosso poder interior se revela de modo absoluto. Portanto, trata-se de encarar cada momento desafiador como uma oportunidade ímpar de exercitarmos este poder.

O Todo, a Fonte, a força que nos concedeu a vida, dotou-nos da capacidade de nos recriarmos a cada momento, para que jamais nos acomodemos no medo ou na covardia.

Ser capaz de se reinventar sempre que a existência assim o exigir, é um dom que só pode ser exercido por aqueles que possuem em si uma vocação inexorável para a felicidade. Estes jamais se acomodarão nas situações que lhes imponham qualquer tipo de sacrifício ou sofrimento.

Ao contrário, mantêm-se permanentemente alertas para recusar qualquer circunstância que os afastem de seu próprio Ser, ou que seja contrária aos valores e princípios nos quais acreditam. O autorrespeito deve ser sempre o guia, a bússola, a direcionar a caminhada.

"Após um dia inteiro de chuvas fortes, trovoadas e ventania, novamente o sol está brilhando. O dia está tão claro, tão iluminado. O que não é garantia de que não possam vir novas chuvas e uma mudança no tempo. Assim a vida evolui neste plano.

E a questão é: como não se identificar com essas oscilações do tempo? Como ser o mesmo diante de todas essas oscilações?

Equanimidade mental é o sinônimo de ter a mente fixa em Deus. E colocar a mente em Deus é como colocar a sua bagagem no bagageiro do trem e viajar descansado.

Mas, a mente é a louca da casa; ela prefere carregar o peso, porque para colocar a bagagem no bagageiro requer certa confiança. No núcleo da mente condicionada, está o medo e um dos principais aspectos do medo é o controle.

"Será que Deus sabe o que é bom para mim?"

É muito importante que você possa tomar consciência da sua falta de confiança, porque é ela que tem feito você carregar esse peso tão grande. Sri Prem Baba.

 

Karma Familiar, quem não tem?

Quarta, 08 de Outubro de 2014, 09h04

GILBERTO BARRETO TERAPIAS INTEGRATIVAS
TERAPEUTA HOLÍSTICO

 

por Maria Silvia Orlovas

Há bastante tempo tenho pensado em escrever sobre este assunto. Fiquei analisando as várias questões que envolvem a vida em família e, é claro, não pude deixar de observar o que a mídia nos trouxe neste ultimo mês sobre a morte da menininha que caiu do prédio aqui em São Paulo. Um caso lamentável que despertou sentimento de tristeza e confusão, perplexidade. Mas como não sofrer quando vemos coisas assim acontecerem à nossa volta?

Um caso como este poderia afetar qualquer família. Ou por acaso somos diferentes daqueles que sofrem e enfrentam acidentes terríveis?
Porque culpados ou não, comprometidos ou não com a morte da garota, todos os familiares estão envolvidos nas questões kármicas deste fato.

Sinto que a família brasileira foi afetada por esse assunto, acho que em nenhuma casa as pessoas deixaram de pensar sobre o que aconteceu e o que despertou esta violência. Mas será que a violência está fora de nós e só acontece na vida de outras pessoas?
Em vidas passadas, vemos muitas cenas de violência o que não torna o assunto mais tranqüilo nem mais aceitável. Isso fica claro porque as pessoas acabam buscando esse tipo de tratamento terapêutico justamente porque se sentem abaladas por situações que não conseguem compreender. Mas quem faz a violência? Quem toma parte nessas questões complexas do dia a dia que acabam gerando brigas, conflitos e sofrimentos?

A família ideal não existe, porque não há convivência sem conflito já que cada um de nós tem a sua individualidade, seus maus dias, seus momentos de transtorno íntimo. E isso não é uma doença. Esse tipo de comportamento está dentro de nós e faz parte do nosso desenvolvimento, do nosso crescimento emocional, racional e espiritual. Estamos aprendendo com a vida e com tudo aquilo que ela oferece. Estamos, inclusive, há séculos aprendendo a dominar nossos instintos.
Costumo explicar para meus clientes que na nossa família encontramos as pessoas mais queridas e nossos mais complicados desafetos porque karmicamente somos atraídos na eterna roda de samsara, ciclo de nascimento e morte, a resolver nossos laços negativos com as pessoas. Isso significa que encarnamos numa mesma família, atraídos pelo laço do amor ou pelo laço do desamor.
Espiritualmente é esperado que aprendamos a amar.

Relacionamentos familiares e afetivos não vêm prontos. As pessoas aprendem umas com as outras. Às vezes com mais facilidade e harmonia, em outras de forma complicada e sofrida.
Você, amigo leitor, já deve ter passado por algo complicado em sua família. Já deve ter se sentido incompreendido e na arte mágica de criar filhos ou conviver com seus pais ou irmãos, quem os tem sabe muito bem que a cada momento somos desafiados na educação das almas que nos são confiadas.

Os Mestres de Luz ensinam que os limites são fundamentais. Não apenas nas crianças que devem respeitar os pais e as figuras de autoridade, mas também os nossos próprios limites. Não é porque somos adultos que temos o direito de nos soltar em nossos maus humores, nossos sofrimentos e revolta com os fatos da vida.

Vejo muitos casos familiares que se complicam por falta de limites e de bom senso nas relações. Porque quase sempre há amor. Muitas vezes um amor sofrido, cheio de mágoas, de cobranças mútuas, como se todos estivessem dormindo sem consciência que um dia foram crianças e precisaram de amparo e amor. Vejo com tristeza pessoas que se recordam de tudo o que os pais não fizeram e, hoje, na condição de adultos, não se observam corretamente dentro de sua posição.

Enfim, a vida é mesmo assim cheia de imperfeições nos instigando a tentar resolvê-la.
Quanto ao caso da menina Isabella, acho que a única coisa positiva que podemos observar dessa história é que a situação nos reportou a analisar a agressão como algo inaceitável e incrivelmente perto de nós. Devemos lembrar que violência atrai violência e não estamos fora dessa energia. Todos nós fazemos parte do todo e se cada um não se comprometer em melhorar seu mundo interno, abrir a mente e mudar crenças negativas, assumindo a não-violência como um compromisso real, verdadeiramente estaremos confirmando que estamos perdidos.

Se você deseja ter contato com Maria Silvia e saber mais sobre seus cursos, grupos e atendimentos venha conhecer o Grupo de Meditação que ela coordena.

Em busca do desconhecido

Quarta, 08 de Outubro de 2014, 09h03

GILBERTO BARRETO TERAPIAS INTEGRATIVAS
TERAPEUTA HOLÍSTICO

 

por Flávio Bastos

"A história está repleta de pessoas que, como resultado do medo, ou por ignorância, ou por cobiça de poder, destruíram conhecimentos de imensurável valor que em verdade pertenciam a todos nós. Nós não devemos deixar isso acontecer de novo". (Carl Sagan)

Novas descobertas das últimas décadas fizeram a Física, a Química, a matemática, a Biologia e as Ciências Médicas darem um salto evolutivo sem precedentes na história da humanidade. No panorama científico, de um lado temos as ciências humanas, de outro lado, as ciências exatas. Mas será que a ciência como um todo evoluiu no sentido de sua exatidão, ou falta ao homem apurar a sua percepção na direção de um conhecimento que confirme ou não tal afirmativa? O conhecimento considerado exato limita-se à forma como interpretamos o universo, ou seja, as ciências exatas tornaram-se dependentes de uma visão unilateral que temos da existência humana inserida neste universo? São questionamentos que merecem respostas bem elaboradas.

Ao longo dos séculos, filósofos, cientistas e estudiosos da psique humana buscaram o conhecimento através de estudos, invenções e descobertas que acrescentaram qualidade à vida em sociedade. No entanto, apesar do progresso material, não houve uma conexão científica que aliviasse a sensação de angústia existencial do homem moderno. São conhecimentos que evoluem isoladamente com restritas áreas de afinidade ou interconectividade que ainda não levaram o homem a formar uma visão de conjunto ou unidade cósmica.

Nesta direção, tivemos a contribuição de algumas mentes brilhantes e visão expansiva como Ptolomeu, Nicolau Copérnico, Aristóteles, Galileu-Galilei, Isaac Newton, Johann Kepler, Albert Einstein, Carl Gustav Jung, Brian Weiss, Carl Sagan e Stephen Hamking, entre outros. Porém, foram Einstein, Jung e Weiss que mais se aproximaram do ponto de intersecção interdimensional entre as dimensões física e transcendental do homem.

No final de sua vida, numa carta enviada ao filósofo Gutkind, Albert Einstein afirmou: "Eu não acredito num Deus pessoal, nunca neguei isso, mas expressei de forma clara. Se algo em mim pode ser chamado de religioso, é minha ilimitada admiração pela estrutura do mundo que nossa ciência é capaz de revelar". Afirmação que afiniza com a sua célebre frase: "A religião do futuro será cósmica e transcenderá um Deus pessoal, evitando os dogmas e a teologia".

As inúmeras entrevistas concedidas por Carl Jung causavam indagações, pois ele sempre era categórico em dizer que apenas a consciência humana revelava Deus como fato. As experiências de Jung indicavam que há um arquétipo de completude nas profundezas do inconsciente coletivo da psique/alma que se manifesta em sonhos e outras energias que rivalizam com a consciência.

Brian Weiss, psiquiatra norteamericano, que com a Terapia de Vidas Passadas expandiu o conhecimento além da vida intrauterina, sintetiza o amor como a energia que conecta todas as coisas e pessoas: "O amor é a energia mais fundamental, é a essência de nosso ser e do universo. É o amor que une e conecta todas as coisas e pessoas. O amor é mais que um objetivo, mais que um combustível, mais que um ideal". Em uma de suas obras, ao conectar o seu pensamento ao pensamento de Einstein, Weiss usa a citação do físico, que revela a sua visão expansiva e interconectada da vida: "O ser humano é parte de um todo que chamamos de universo, uma parte limitada no tempo e no espaço. A pessoa experimenta a si mesma, seus pensamentos e sensações como algo separado do restante. Trata-se de uma ilusão de ótica de sua consciência. Essa ilusão nos aprisiona, limitando-nos a nossos desejos individuais e sentirmos afeto apenas pelas pessoas mais próximas. Nossa tarefa deve ser libertar a nós mesmos dessa prisão, alargando nosso ciclo de compaixão para podermos abraçar todos os seres viventes e a natureza inteira".

É possível que Einstein, Jung e Weiss, entre outros, tenham nos indicado a pista a ser seguida pelos filósofos, estudiosos da psique e cientistas do século vinte e um em diante. Pista, que há cerca de trinta anos me foi revelada diante de um padre que palestrava durante um cursinho preparatório para o batismo do primeiro filho. A mensagem que surgiu do "nada" e intuiu-me que deveria entregar ao sacerdote, registrava o seguinte: "Padre, Deus é a única ciência verdadeiramente exata, e o caminho é a consciência".

Esta mensagem recebida, não por acaso, marcou a minha vida a ponto de influenciar-me até hoje nos meus estudos, formações e prática profissional. Percebo, cada vez mais em seu conteúdo, uma perfeita conexão -ou sintonia- entre a ciência e a natureza transcendental do homem. Conexão que representa a "pista" indicada pelos estudos descritos no parágrafo anterior, e que cobra firmeza de propósitos para aqueles que seguirem-na em busca de novos conhecimentos. Nesta direção, acredito que estejamos mais próximos de uma revelação científica -parcial ou total- sobre Deus. No entanto, para chegarmos a este propósito, acredito que precisamos nos despojar do orgulho para que alteremos a visão unilateral da existência humana que ainda persiste no meio científico e acadêmico.

Neste sentido, a atual fase de transição energética, que experienciamos, estimula-nos à conexão consigo próprio, com o outrem e com todas as coisas que formam o universo. Fase na qual a percepção humana torna-se mais apurada no sentido de estabelecer conexões entre as diversas áreas do conhecimento, inclusive, entre as dimensões que envolvem a natureza humana. É fase de seguirmos o caminho da consciência rumo ao desconhecido, em busca da "ciência" verdadeiramente exata.

Cuidado com as suas emoções!

Quarta, 08 de Outubro de 2014, 09h02

GILBERTO BARRETO TERAPIAS INTEGRATIVAS
TERAPEUTA HOLÍSTICO

 

por Flávio Bastos

A emoção é a forma como o organismo reage a um acontecimento que é acompanhado por um estado afetivo penoso ou agradável.

As nossas emoções são a exteriorização daquilo que interiorizamos, chamado sentimentos. Por isso, o indivíduo considerado emotivo é aquele que se emociona - ou se sensibiliza - com facilidade. No entanto, o problema da emoção é o desequilíbrio, ou seja, quando reagimos de uma forma inesperada diante de um fato que para nós não é novo, ou quando reagimos incisivamente - ou até mesmo de forma agressiva - diante de fatos novos aos quais supervalorizamos a sua importância.

O estresse, por exemplo, assim como a depressão e a cólera, são experiências repletas de emoções onde o desequilíbrio emocional manifesta-se em nosso comportamento, revelando o nosso estado afetivo.

O desequilíbrio emocional encontra-se presente em algumas psicopatologias, como a bipolaridade e as psicoses de uma forma quase que geral. No entanto, a desarmonia das emoções não apresenta somente o "déficit químico-cerebral" - ou orgânico - como a causa do problema em si, passível, exclusivamente, de tratamento medicamentoso. As obsessões de origem espiritual, assim como a auto-obsessão ou fixação ao passado, através de sentimentos ou pensamentos, podem ser também, as origens de tais desequilíbrios de ordem emocional, requerendo, dessa forma, tratamento espiritual e floral como complemento ao tratamento à base de remédios.

O problema que se observa em relação ao tratamento espiritual em centro espírita, por exemplo, é a falta de persistência (paciência) e fé (crença) por parte de um considerável número de pessoas que são encaminhadas ou que procuram essas casas religiosas. A indisciplina, baseada na repetição de vícios ou de atos cotidianos responsáveis em boa parte pelo desequilíbrio emocional, é um fato constatado entre as pessoas que encontram-se em tratamento de desobsessão espiritual.

No nível das emoções em desequilíbrio, o tratamento floral, quando bem administrado por terapeuta qualificado, tem o objetivo de trabalhar sutilmente as obsessões pela via do sentimento e pensamento fixos em experiências do passado - recente e remoto - que provocam dor e sofrimento ao indivíduo.

O ser integral, observado na sua concepção bio-psico-socio-espiritual, é um todo indivizível. E por ser essa a sua natureza, deve ser tratado como um todo para que as "partes" que o formam, beneficiem o conjunto.

Muitos desequilíbrios vitais que se transformam em psicopatologias estruturais na fase adulta se originam de desarmonias emocionais. Desequilíbrios que começam a manifestar-se na infância do indivíduo, sendo que em muitos casos, o comportamento alterado do filho passa despercebido pelos pais ou substitutos. Nesse sentido, a criança muito ansiosa, que fala demais, que é inquieta, agitada ou agressiva; assim como a criança que manifesta traço depressivo, que quase não se comunica e apresenta a tendência ao isolamento social, são casos passíveis de avaliação psicoterapêutica.

Os desequilíbrios psico-espirituais de manifestação emocional na fase adulta, podem e devem ser tratados na infância ou adolescência, quando começam a emitir os seus primeiros sinais em forma de comportamento alterado. A prevenção - e a intervenção - terapêutica nos primeiros sinais de desarmonia emocional, pode evitar que o indivíduo passe por uma experiência sofrida na fase adulta, quando o desequilíbrio encontra-se instalado no seu mecanismo psíquico-espiritual.

Aprender a administrar nossas emoções é a chave para um bom desempenho em todos os aspectos de nossa vida. Uma pessoa desequilibrada e dominada por fortes emoções, dificilmente conseguirá captar mensagens edificantes e proveitosas para a sua vida.

Nem sempre podemos controlar situações ou outras pessoas, mas podemos controlar nossa maneira de reagir a elas. Portanto, essa será sempre a nossa grande e maior conquista: escolher o nosso estado interno e mantê-lo estável constantemente, com um mínimo de esforço possível para eliminarmos o estresse. Para aprendermos a gerenciar as nossas emoções, e não eliminá-las, é preciso conhecer as nossas tendências. Sabermos quem somos, de onde viemos e para onde vamos é a pedra angular do conhecimento de nós mesmos.

Se as crises de fundo emocional forem eventuais e de curta duração, elas são plenamente administráveis por aquele que deseja libertar-se desse incômodo para si e para as pessoas de seu convívio diário. Sendo assim, não custa tentar, uma vez que as emoções em desequilíbrio passam pelo mecanismo bio-psíquico-espiritual do indivíduo. O autocontrole associado à mudança de hábitos e um melhor nível de autoconhecimento, pode representar o começo da transformação desejada. É o que veremos a seguir em forma de sugestões.

Não se deixe influenciar por conversas pessimistas ou por pessoas exccessivamente críticas ou observadoras que se consideram as donas da razão ou "juízas" da vida alheia;
Procure desenvolver a percepção de momento para ser você mesmo onde estiver:
Compreenda a vida - e seus acontecimentos e significados - através da ótica de que na vida nada acontece por acaso e que tudo tem uma razão de acontecer;
Espiritualize-se. Escolha uma opção que reúna conhecimento (estudo) e fé raciocinada;
Não supervalorize a opinião alheia a respeito de si mesmo. Cultive uma auto-imagem segura e tranquila, sem necessidade de dar satisfações - ou explicações - a quem quer que seja, se não for de seu agrado. O silêncio, muitas vezes, vale mais do que mil palavras faladas;
Respeite o semelhante à medida que o recíproco for verdadeiro. Mas antes de tudo, respeite a si mesmo;
Alimente-se adequadamente, lembrando sempre que quantidade não representa qualidade nutricional;
Pratique atividade física adequada à sua faixa etária e condições físicas. Na dúvida, a caminhada é sempre um bom e relaxante exercício físico-mental quando praticado em local apropriado, como um parque ou avenida arborizada;
Não esqueça que a atividade sexual também é um ótimo exercício relaxante e estimulante para a mente e o corpo. E quando associada à energia do amor, também para o espírito;
A meditação e a prece espontânea incorporados à filosofia de vida, servem como canais que nos ligam à espiritualidade superior, além de servirem como meio de alteração positiva de nossa frequência vibratória;
A prática consciente da simplicidade é a melhor forma de centrar o Eu em direção à sua verdadeira identidade: o espírito. E o exercício da simplicidade é o melhor "antídoto" contra os desequilíbrios psíquico-espirituais.

Ao finalizar, lembremos que a atenção sobre o nosso estado emocional e a manutenção do mesmo em equilíbrio, nos propiciará a oportunidade de um estado espiritual tranquilo e receptivo às novas conquistas e ao aperfeiçoamento de nós mesmos.

Sobre Filhos Adotivos

Quarta, 08 de Outubro de 2014, 08h59

GILBERTO BARRETO TERAPIAS INTEGRATIVAS
TERAPEUTA HOLÍSTICO

 

por João Carvalho Neto

É com grande frequência que recebo como pacientes pessoas que foram adotadas ou que têm filhos adotados. Isso tem feito com que algumas compreensões sobre o assunto venham se alargando, o que eu pretendo compartilhar com os amigos leitores nestas despretenciosas linhas.
Em primeiro lugar, quero dizer que vou apontar algumas dificuldades psicológicas presentes nos processos de adoção, o que não significa que eu rejeite a ideia da adoção. Muito pelo contrário, acho que é um ato de verdadeiro amor, mas que precisa ser vivenciado com os cuidados necessários e, mesmo assim, conflitos diversos, inter e intrapessoais, tenderão a se apresentar.
Uma pergunta que se torna inevitável é sobre contar a verdade e quando. Pessoalmente, acredito que a verdade será sempre e em qualquer situação o melhor caminho, até porque, especificamente nos casos de adoção, a chance dela vir à tona é muito grande. E, quanto mais criança, mais flexível é a mente para se adaptar a novas situações. Se a criança avança na idade, os conceitos preliminares sobre a família onde ela está inserida vão se enraizando. Conhecer a verdade depois disso será um golpe muito mais sofrido e passível de produzir abalos do que se essa verdade a acompanhasse desde que nasceu, para que a adaptação fosse natural.

É preciso levar em conta ainda que os laços viscerais com a mãe biológica permanecerão mesmo que nunca a tenha vista após o nascimento. Pessoas que foram adotadas, estando em estado regressivo, algumas vezes conseguem perceber a angústia que vivenciaram no afastamento materno. Essa angústia pode permanecer por toda uma vida, sem que a pessoa identifique suas causas e sem conseguir nomeá-la. Por isso, não é incomum crianças adotadas terem comportamentos depressivos ou agressivos, como reações a um sofrimento interno.
A rejeição aos pais adotivos, ou a um deles, também é muito comum. Eu tenho percebido nisso uma rejeição à própria situação de ser adotado. Ou seja, a criança rejeita o fato de ter sido adotada naquilo que ela tem de mais próximo com este fato, que são seus pais adotivos. É como se ela se lembrasse que é adotada quando se depara com seus pais adotivos; por isso pode tender a rejeitá-los, como símbolos de algo que ela não gostaria que tivesse acontecido.
Ao se adotar uma criança, é preciso também estar muito atento aos seus comportamentos iniciais na primeira infância. Não que isso não seja importante também com filhos naturais, mas com os adotados ganha aspecto especial. Isto porque a herança biológica é um fato. Por essa herança são transmitidos modelos genéticos de formas corporais, fisiológicos e de comportamentos. No caso dos comportamentos observados desde a infância, eles irão definir atitudes educativas necessárias a fazer correções para a construção de uma personalidade saudável e socialmente inserida.

Outra questão também presente, agora no caso das crianças que não foram adotadas no berço, mas com idades mais avançadas, serão as experiências que elas passaram até chegar à nova família. Muitas trazem sentimentos de abandono e solidão por terem ficado albergadas em orfanatos. Já vi pacientes que foram adotados nestas condições, e em estado regressivo, narrarem estes sentimentos durante suas vivências no orfanato, podendo permanecerem por toda uma vida, sendo causa de possíveis estados depressivos desde a infância. Existem crianças também que passam por dificuldades enquanto estão com a família biológica: falta de alimentação, falta de carinho, pais violentos ou usuários de drogas, promiscuidade sexual, falta de higiene. Tudo isso vai deixando registros nas memórias profundas dessa criança, que podem até se perder enquanto lembranças, mas que não se perdem enquanto emoções vivenciadas. Por mais sofrido que possa parecer, o melhor é que a criança possa falar sobre isso, como em um desabafo, sempre que desejar. Nunca deve ser encorajada a reprimir suas memórias ou seus sentimentos, sobre pena deles continuarem a agir sobre ela mesmo que sub-repticiamente. É comum crianças que foram molestadas sexualmente por um pai biológico, mesmo sem o lembrar, rejeitar seu pai adotivo pela representação da figura que ele exerce, e que a remete aos sofrimentos com o pai biológico.

E, então, chega a adolescência e esta criança adotada começa a desejar conhecer seus pais biológicos, o que é muito natural e no que ela precisa ser apoiada naquilo que seja possível. Conhecer os pais biológicos costuma parecer uma ameaça para os pais adotivos, mas não o é. Criamos nossos filhos adotivos ou não, para a vida, para o mundo e qualquer sentimento de posse é prejudicial. Se os vínculos afetivos com os filhos adotados foram construídos solidamente, com base no carinho, compreensão e respeito, eles nunca se romperão.
Bem... os amigos leitores devem estar pensando: "Adoção nunca mais!". Mas não é assim não. Como disse, adoção é um ato de verdadeiro amor, e precisa ser vivido em favor de tantas crianças que necessitam de amparo e proteção. Minha intenção neste texto foi justamente o contrário; foi de ajudar àqueles que o desejam, a realizar um processo de adoção com sabedoria e real benefício para todas as partes envolvidas.
Hoje, temos livros e profissionais de diversas áreas que podem e devem se buscados para alargar conhecimentos e encontrar estratégias educativas. Fazendo do jeito certo, no final, tudo vai acabar bem.

João Carvalho Neto
Psicanalista, autor dos livros
"Psicanálise da alma" e "Casos de um divã transpessoal".
www.joaocarvalho.com.br

Relacionamentos com Predadores Emocionais - Assassinos Silenciosos

Quarta, 08 de Outubro de 2014, 08h58

GILBERTO BARRETO TERAPIAS INTEGRATIVAS
TERAPEUTA HOLÍSTICO

 

:: Silvia Malamud ::

Roubam a sua cena interna.
Interrompem o seu sono e a sua paz emocional.
Querem viver a sua vida.
Não suportam a sua autonomia.
Invejam-lhe, mas não se dão conta disso.
Inventam que querem cuidar de você, quando, na verdade, querem lhe absorver até ultrapassarem todos os seus limites físicos e emocionais.
Insaciáveis, sugam sua energia até a morte.
Querem corromper sua sanidade, porque assim fica mais fácil a sua submissão.
Seduzem-lhe por onde você é mais seduzível. Quebram aos poucos sua autoestima. Minam a sua energia e se nutrem insaciavelmente de tudo o que é você. São inconvenientes e nem todos estão preparados para lidar socialmente com outros. Dizem que só tem você e que você é a ponte para o mundo. Incutem pena, culpa e cuidados reparadores.

Livre-se o mais rápido possível desses "lobos em pele de cordeiro", o destino deste tipo de relação invariavelmente é letal. Esteja alerta. Busque ajuda, fuja e saiba que nesse momento todos os seus medos são plantados por eles.
A solução para esse tipo de relacionamento é a ruptura imediata, o corte, e se possível, o rompimento por completo com toda forma de contato. Você não está apaixonado(a) e nem amando, está apenas intoxicado(a) pelo que ela(e) lhe infunde. É através da inserção de pensamentos e sentimentos desastrosos que o predador emocional, dia após dia, vai roubando a sua capacidade de lucidez. Suas ações funcionam como uma espécie de droga venenosa que é gradativamente injetada e que tem uma única função que é a de lhe intoxicar.
Acorde, você está correndo risco de vida. Acredite em você e em suas mais ínfimas percepções. Dê ouvidos a si mesmo.
Mesmo sendo fruto de situações aprendidas em nossa mais tenra infância, quando fomos doutrinados a sermos obedientes, educados, cordatos e convenientes, devemos nos lembrar que para sobrevivermos também precisamos saber impor limites e saber dizer não.

Vítimas deste tipo de assassinos silenciosos, em geral, têm uma visão cor-de-rosa da vida e acreditam que serão capazes de reparar absolutamente todo o mal-estar do outro, incluindo suas mudanças repentinas de humor. Para essa empreitada, muitas vezes atravessam seus próprios limites de tolerância física e emocional tentando agradar. Como tática do abusador, as tentativas de confortá-lo são pouquíssimas vezes apaziguadas e, com isso, as vítimas pouco a pouco vão perdendo toda a sua vitalidade e força psíquica. Erram drasticamente ao se imaginarem superpoderosas e sem limites em suas capacidades de resiliência. Agem norteadas por crenças inconscientes aprendidas desde muito cedo, na infância, e que dizem a respeito da necessidade de agradar e servirem os outros para controlar humores, não serem atacadas e, de algum modo, não serem abandonadas. Tudo isso para que no final possam ser bem vistas e, portanto, amadas. As cenas se repetirão de modo diverso, enquanto determinadas questões referentes ao amor-próprio não forem sanadas.

Tanto nos predadores, como nas vítimas, existe uma crença negativa sobre si mesmo. A diferença é o tipo de atitude. O predador, por ser frágil, não suporta ver a vida projetada fora de si mesmo. Inveja e quer destruir. Ao ver o outro existindo, ele tem a dimensão da sua não existência e quer destruir para sobreviver. Em suas artimanhas, repetidamente, vai incutir no outro da relação sentimentos de culpa por ele ficar magoado, mal-humorado, irritado e por aí vai. Insidiosamente, o predador vai instalando novos códigos de funcionamento cerebral onde as vítimas gradativamente vão esquecendo-se de si mesmas a ponto de não poucas vezes inocentarem o agressor assassino.

Tenho pacientes que relatam ter receio de pegar um copo de água sequer com medo de fazerem algo errado... Contam que sentem os parceiros à espreita observando-as e ao menor deslize, que na maioria das vezes nem é deslize, eles as desqualificam moralmente, literalmente acabando com elas. Na maioria das vezes, esse padrão de relação assediadora acontece dentro de casa e longe da visão externa, o que dificulta o entendimentos de todos, inclusive das vítimas em questão.

Rotina

Quarta, 01 de Outubro de 2014, 14h42

Paulo Gastal
Dr.

Mau comportamento infantil.

Sexta, 26 de Setembro de 2014, 08h07

Sheila Soares
Psicóloga

MAU COMPORTAMENTO E AGRESSIVIDADE NA INFÂNCIA

 

Muitas crianças agressivas ou com mau comportamento apresentam, na verdade, um sofrimento psíquico. Ao contrário do que se pensava, os transtornos mentais podem iniciar-se já na fase infantil, sendo então bastante devastadores na vida do indivíduo.
A alteração comportamental é uma das maneiras mais comuns de a criança manifestar: tristeza, medo, ansiedade, inveja, baixa auto-estima, ou sofrimentos psíquicos de outra natureza.

É incomum que a criança consiga verbalizar seu sofrimento. Ela ainda não possui linguagem e pensamento amadurecidos para isso. Isto acontece porque a criança encontra-se ainda em DESENVOLVIMENTO e, a imaturidade dos seus sistemas nervoso e emocional faz com que ela tenha muito mais manifestações corporais do que verbais.

As crianças podem tornar-se agressivas, terem queda de seu rendimento escolar ou mesmo mudarem sua “personalidade” em decorrência de um estresse emocional ou até mesmo um transtorno psiquiátrico mais sério.

O mau-comportamento deve servir de alerta aos pais, para procurarem ajuda para seus filhos. O diagnóstico e tratamento precoces podem evitar isto!

Costumamos graduar o mau-comportamento de crianças e adolescentes segundo a seguinte escala:

1. desobediência;

2. mentira;

3. roubo;

4. cabular aula;

5. fuga;

6. destruição;

7. incendiarismo;

8. abuso de drogas;

9. crueldade;

10. violência.

Esta escala descreve uma evolução do mau-comportamento em termos de gravidade e de evolução ao longo da vida, ou seja: crianças pequenas que começam a apresentar desobediência, poderão usar drogas e cometer atos violentos na adolescência.

1 - Desobediência – desobedecer significa contrariar a autoridade do outro, quer sejam os pais, professor, etc. Ela pode se manifestar de diversas maneiras:

- passividade: a criança ouve, fica quieta e faz o que quer;

- enfrentamento pela negativa: “não quero”; “não vou”;

- negativismo, ou seja, agir pelo não: faz exatamente o contrário do que lhe foi solicitado.

Muitas crianças pequenas desobedientes apresentam, na verdade, o que chamamos Transtorno Opositor Desafiante: é um padrão constante e repetitivo de enfrentamento e desobediência, que acaba por interferir no desenvolvimento da personalidade da criança, tornando-a susceptível a desenvolver comportamentos mais sérios na adolescência/ vida adulta, como uso de drogas ou delinqüência.

2 - Mentira – é uma atitude voluntária de falsificar a verdade. Começa a aparecer em geral, após os 3 anos de idade. Antes disso, o que temos são fantasias e não mentiras propriamente ditas.

Existem 3 principais motivos que levam uma criança a mentir:

- quando teme alguma coisa (apanhar, por exemplo): quando as crianças não têm muita liberdade para expressarem seus sentimentos ou ações (um ambiente muito repressor e/ou violento), acabam aprendendo a mentir como forma de receberem menos punições;

- quando quer alguma coisa: ambientes que nunca gratificam a criança podem fazer com que ela passe a mentir ou até simular doenças, para conseguir o que quer;

- quando quer mostrar que conhece a falsidade: pessoas que cuidam de crianças (pais, cuidadores, professores, etc) e que possuem o hábito de mentir, inventar histórias, prometer coisas que depois não cumprirão, podem fazer com que as crianças passem a apresentar este mesmo tipo de comportamento, como espécie de imitação.

3 - Roubo – a partir dos 2 anos, a criança passa a ter noção do “meu” e do “teu”; dos 3 para 4 anos, ela passa de fato a ter noção de propriedade e, portanto, todo roubo que ela passar a realizar a partir daí, será consciente e acompanhado da noção de culpa.

Devemos avaliar o que a criança rouba: é menos grave roubar um objeto bonito e que lhe chame muito a atenção do que roubar um objeto do cotidiano, que não tenha nenhum atrativo visual. Assim, não devemos medir a gravidade do ato de roubar de uma criança pelo valor do objeto mas sim, pela compreensividade de aquele objeto ter despertado o interesse e a curiosidade daquela criança. Assim, roubar um lápis pode ser mais grave do que roubar um enfeite qualquer de cristal.

4 - Cabular aulas – mais comum em crianças maiores, a partir do 6º. ano (antiga 5ª. série) do ensino fundamental. Esta “transgressão” pode estar associada a uma série de fatores: impaciência em permanecer na sala de aula; não acompanhamento do conteúdo escolar; seguir o grupo; sentimentos de inadequação com relação aos outros colegas de classe, entre outros.

O ato de cabular aula, isoladamente, pode não ser nada de mais. Faz parte do desenvolvimento normal, principalmente na fase da adolescência, apresentar este tipo de comportamento. Cabe aos pais e à escola investigar as possíveis causas do comportamento e impedir novos episódios.

Muitas vezes, entretanto, esta é a exteriorização de algum sofrimento psíquicoemocional pelo qual a criança ou o adolescente estejam passando. A ajuda de profissionais especializados nestes problemas e nesta faixa etária, poderá minimizar possíveis conseqüências desastrosas para o futuro.

5 - Fuga – uma criança de 2 ou 3 anos pode já apresentar “escapadas” de casa: sair para ir à algum lugar. Há uma finalidade consciente, mas não há ainda uma consciência plena de “transgressão”.

Na fuga propriamente dita, além de haver maior clareza, por parte da criança, sobre seu “ato transgressor”, não há uma finalidade no comportamento em si. Neste sentido, ele é muito mais preocupante e pode indicar presença de doenças psíquicas ou emocionais na criança.

6 - Destruição – geralmente indica uma descarga de agressividade. A maneira como o adulto lida com isso será fundamental para a evolução deste comportamento, que poderá ser benigna, com sua extinção ou maligna, com evolução para comportamentos delinqüênciais.

Algumas doenças neurológicas ou psiquiátricas podem estar envolvidas e, crianças que apresentam episódios de destruição muito intensos ou muito freqüentes deverão ser vistas por um especialista.

7 - Incendiarismo – é a destruição pelo fogo. Pode iniciar-se numa criança, apenas como forma de ela “medir” o seu poder. Mas pode evoluir de uma maneira bastante negativa, como forma de ato vingativo, tornando-se assim um ato delinqüencial. Neste caso, estará sempre ligado a aspectos de afetividade intensa (ódio, inveja, etc) e poucos recursos para conter estes afetos.

8 - Abuso de drogas – as drogas alteram nosso estado de consciência e, em geral, trazem sensações físicas agradáveis, razão pela qual seus usuários buscam repetir seus efeitos, tornando-se assim dependentes.

Em nosso meio, é cada vez mais precoce a experimentação de substâncias ilícitas. No adolescente a experimentação, por si só, não constitui um comportamento patológico; ela está incluída numa atitude global de busca por novas experiências que lhe façam sentido, na construção de uma identidade. Entretanto, alguns fatores de risco estão associados à manutenção deste uso:

- A curiosidade natural do adolescente é um dos fatores de risco mais importantes, posto ser o que o moverá para experimentar a substância, estando assim sob risco de desenvolver dependência;

- O fácil acesso às drogas e as oportunidades de uso;

- Ser do sexo masculino (meninos experimentam mais do que as meninas);

- Influência de modismos;

- Condições familiares, tanto pelo aspecto genético (filhos de pais dependentes apresentam 4 vezes mais chance de o serem também) quanto pelos aspectos ambientais, fortemente relacionados ao início do uso;

- Uso de drogas por pais e/ ou amigos;

- Relacionamento ruim com os pais;

- Fatores internos do adolescente, como insatisfação e não-realização em suas atividades, insegurança, baixa auto-estima e sintomas depressivos;

- Baixo desempenho escolar.

O uso de drogas afeta diretamente o desenvolvimento da criança e do adolescente, principalmente com relação às funções cognitivas (capacidade de raciocinar, aprendizagem, etc), capacidade de julgamento, humor e os relacionamentos interpessoais. Quanto mais precoce o início do uso, maiores serão as deficiências nestas áreas.

9 - Crueldade – aqui, o impulso destrutivo não é movido pela emoção violenta, mas sim pelo prazer que o indivíduo sente em ver o sofrimento alheio, quer seja de outra pessoa ou um animal. Quanto menor a idade da criança, mais grave serão as conseqüências deste tipo de atitude em seu desenvolvimento.

10 - Violência e conduta anti-social – crianças e adolescentes com comportamentos violentos e “anti-sociais” recorrentes apresentam o que chamamos “Transtorno de Conduta”. Dentre suas características, destacam-se:

- tendência permanente para apresentar comportamentos que incomodam e perturbam;

- envolvimento em atividades perigosas e até mesmo ilegais;

- não apresentam sofrimento psíquico ou constrangimento com as próprias atitudes;

- não se importam em ferir os sentimentos das pessoas ou desrespeitar seus direitos;

- não possuem capacidade de aprender com as conseqüências negativas dos seu próprios atos.

O transtorno de conduta está geralmente associado ao baixo rendimento escolar e a problemas de relacionamento com colegas.

É importante lembrar que crianças vítimas de violência podem apresentar comportamentos anti-sociais como reação de estresse.

O tratamento para todos estes transtornos acima citados requer, muitas vezes, as abordagens psicoterápica, medicamentosa ou ambas. Sua duração é, em geral, bem menor que o tratamento do adulto e, quanto mais cedo for iniciado, menor a chance de evoluir para um transtorno crônico na vida adulta, com necessidade de tratamento para o resto da vida.

FONTE: www.psiquiatriainfantil.com.br 

 

Quer saber sobre algum assunto ou tema que não foi publicado? Mande sua sugestão por mensagem no site que o mais breve possível irei publicar o assunto.

 

Modelo de Currículo

Quinta, 25 de Setembro de 2014, 21h40

Andre Zonta
Psicólogo

Olá, 

Apresento no arquivo em anexo um modelo de currículo que você pode utilizar para se apresentar em uma entrevista de emprego. 

Esse modelo que elaborei foi divulgado no link abaixo do Gazeta Online

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2014/09/noticias/empregos/1496250-especialistas-indicam-qual-o-modelo-ideal-de-curriculo.html

Sucesso!

Abraço,

André Zonta

Psicólogo e Consultor de RH. 

 

 

 

 

Substituição do Rito Sumário (artigo 275, II, a) pelo rito ordinário. É possivel?

Quinta, 25 de Setembro de 2014, 10h49

Paulo Gastal
Dr.

1 - O procedimento comum subdivide-se em ordinário e sumário.

Pois bem. Há divergência doutrinária e, sobretudo jurisprudencial, acerca da obrigatoriedade ou facultatividade de adoção do procedimento sumário nas hipóteses ventiladas pelo Art. 275 do CPC.

Os que entendem pela facultatividade do procedimento sumário, pautam-se pelos princípios de que o processo é instrumento e não se traduz num fim em si mesmo, sendo que o procedimento ordinário alcançaria o mesmo fim que, o sumário, e, ainda com alguns benefícios como a maior dilação probatória. Outro fundamento é de que não há nulidade sem prejuízo, razão pela qual não havendo prejuízo na adoção do procedimento ordinário em detrimento do sumário, não há porque se indeferir a adoção do procedimento ordinário.

Partindo-se dessas premissas, não caberia ao magistrado indeferir a petição inicial distribuída à sua vara, tampouco mandar adequar o rito ou convertê-lo de ofício.

Nesse sentido, Jurisprudência do TJ/RS:

“AGRAVO DE INSTRUMENTO. RESPONSABILIDADE CIVIL EM ACIDENTE DE TRÂNSITO. OPÇÃO PELO RITO ORDINÁRIO. POSSIBILIDADE. GRATUIDADE JUDICIÁRIA. PEDIDO NÃO CONHECIDO. Levando em conta que o Magistrado não apreciou o pedido de gratuidade judiciária postulado pelo agravante, tal requerimento não pode ser analisado no 2º grau, sob pena de se estar suprimindo um grau de jurisdição. Pedido não conhecido. O autor optou pelo rito ordinário desde o início, malgrado veicular pretensão indenizatória proveniente de acidente de trânsito. A jurisprudência é uníssona em admitir, mesmo nos casos previstos no artigo 275 do CPC a tramitação do feito pelo rito ordinário. Agravo de instrumento conhecido, em parte, e, na parte conhecida, desprovido.”. (Agravo de Instrumento Nº 70027782887, Décima Segunda Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Umberto Guaspari Sudbrack, Julgado em 29/01/2009)
“CONTRATO AGRÁRIO. AÇÃO DE COBRANÇA. ARRENDAMENTO. AUSÊNCIA DE PROVA DO PAGAMENTO. PRELIMINAR DE CARÊNCIA DE AÇÃO AFASTADA. RITO ORDINÁRIO. AUSÊNCIA DE PREJUÍZO. 1. Rito processual. Sumário e ordinário. Fungibilidade. Artigo 275, II, alínea a, do CPC. Cobrança de contraprestação do arrendatário. Possibilidade de dar-se através do rito comum ordinário. Ausência real de prejuízo à parte demandada. Princípio da instrumentabilidade da forma. 2. Parte ré que não efetuou prova cabal do efetivo pagamento alegado em contestação. Não se desincumbiu dos ônus do art. 333, inciso II, do CPC. Note-se que a posse do título, pelo credor, gera a presunção de que não foi pago. É o caso dos autos. Ademais, a prova do pagamento é a quitação, então passada pelo credor, no próprio título ou em documento separado, com referência expressa ao valor pago, ao nome de quem pagou, tempo e lugar do pagamento. DEMANDA JULGADA PROCEDENTE. APELO IMPROVIDO.”. (Apelação Cível Nº 70018811521, Décima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Paulo Antônio Kretzmann, Julgado em 12/07/2007)

2 - Caso adotado o entendimento que pauta-se pela obrigatoriedade de adoção do rito sumário nas hipóteses elencadas no Art. 275, diversa seria a solução:

2.1 - De acordo com o art. 295, V, do CPC, a inobservância do procedimento adotado importa em causa de indeferimento da ação, salvo quando possível a adaptação ao rito adequado. O art. 276, CPC, determina que no rito sumário, diversamente do ordinário, deverá o autor além de indicar as provas que pretenda produzir, já especificá-las e indicar o rol de testemunhas e quesitos, tal como indicar assistente técnico na hipótese de perícia.

No caso objeto da questão, caberia ao Juiz, primeiro, se a petição não estivesse ajustada ao teor do Art. 276, intimar o autor, com base no disposto no Art. 295, V, parte final, intimar o autor para emendar a inicial para se adaptar às normas que regulam o rito sumário. Somente na hipótese de o autor vir a não cumprir ao que fora determinado, nem recorrer da decisão, será o caso de indeferimento da inicial.

Caso a petição inicial já estivesse de acordo com o rito sumário, em que pese escolhido fosse o rito ordinário, caberá ao Juiz converter - de ofício - o rito escolhido pelo autor.

O que é medicina integrativa e complementar?

Quinta, 18 de Setembro de 2014, 08h19

GILBERTO BARRETO TERAPIAS INTEGRATIVAS
TERAPEUTA HOLÍSTICO



A Medicina Integrativa aborda de forma integral e completa o processo de cura do paciente, envolvendo sua mente, corpo e espírito. Ela combina a Medicina Convencional com as práticas de Medicina Complementares, que tenham se mostrado mais promissoras.
Por exemplo, usar conhecimentos de relaxamento para reduzir o estresse durante a quimioterapia.

Medicina Complementar

A Medicina Complementar é usada "em conjunto" com os tratamentos médicos convencionais.
Um bom exemplo é a utilização da acupuntura no alívio dos efeitos colaterais causados pelo tratamento do câncer.

Medicina Alternativa

A medicina alternativa é usada "em substituição" aos tratamentos médicos convencionais.
Um exemplo é o uso de uma dieta especial para tratamento do câncer, em substituição a um método convencional sugerido pelo oncologista.
Ressaltamos que a utilização de terapias alternativas não é recomendada pelos praticantes de medicina integrativa, sobretudo em pacientes portadores de câncer.

Medicinas para mente e corpo

Baseadas na crença de que a mente é capaz de exercer influência sobre o corpo. Alguns exemplos são:

Meditação: focando na respiração e repetindo palavras ou frases para aquietar a mente
Hipnose: um estado de relaxamento no qual o paciente concentra seu foco de atenção em determinado sentimento idéia ou sugestão, para auxiliar o processo de cura
Yoga: sistema de posturas e alongamentos, que dedica especial atenção à respiração
Visualização: imaginando cenas, quadros ou experiências de prazer e felicidade para estimular a cura
Atividades criativas: como artes, música ou dança.

Práticas baseadas em biologia

Este tipo de medicina utiliza o que a natureza nos oferece, como por exemplo, suplementos vitamínicos e produtos fitoterápicos. Alguns exemplos são:

Vitaminas
Ervas
Alimentos
Dietas especiais

Uma observação a respeito de nutrição: é muito comum às pessoas com câncer terem dúvidas a respeito da alimentação durante o tratamento da doença. É importante saber que não existem alimentos ou dieta especial que tenha comprovada importância no controle do câncer. Grande quantidade de um mesmo alimento não irá ajudar, e poderá ser prejudicial. Devido às necessidades nutricionais específicas, o ideal é que o paciente consulte seu médico para obter a orientação correta do alimento que deverá ingerir.
Praticas de manipulação corporal

São técnicas baseadas no trabalho manual aplicado sobre uma ou mais partes do corpo. Alguns exemplos:

Massagem: manipulação dos vários tecidos do corpo humano usando as mãos e eventualmente algum aparelho especializado.
Shiatsu: é um tipo de manipulação corporal que utiliza pressão em pontos específicos do corpo, visando obter relaxamento e melhora do estado geral.

Terapias baseadas em energia

Esta medicina se baseia na crença de que o corpo humano possui campos energéticos e que a energia é parte vital do equilíbrio de nosso corpo. Alguns exemplos:

Tai Chi Chuan: envolve lentos e suaves movimentos corporais, com foco na respiração e concentração profunda.
Reiki: busca o equilíbrio de energia, tanto à distancia como em proximidade do paciente, através da postura de mãos.
Toque Terapêutico: o terapeuta movimenta as mãos sobre os campos energéticos do corpo.

Sistemas médicos tradicionais

Estes são sistemas de cura e crenças muito antigos provindos de diferentes culturas e lugares do mundo. Alguns exemplos:

Medicina ayurveda: provinda da Índia, esta medicina enfatiza o equilíbrio entre mente, corpo e espírito.
Medicina chinesa: baseada na crença de que a saúde é o resultado da perfeita harmonia de duas forças denominadas Yin e o Yang.
A acupuntura é uma prática comum da medicina chinesa, que envolve a estimulação de pontos específicos através de agulhas finíssimas, visando a melhora da saúde e a redução de sintomas e efeitos colaterais.
Homeopatia: utiliza doses extremamente pequenas de agentes e de seu substrato energético que estimulam o organismo a promover a autocura.

Fale com seu médico antes de utilizar a medicina integrativa

Alguns pacientes receiam que seu médico desaprove ou não compreenda o uso da medicina integrativa. Sabemos, porém, que os médicos aceitam e valorizam o desejo do paciente em participar ativamente do processo de cura. O médico sempre irá desejar o melhor para seu paciente, ansiando por fazer o trabalho em conjunto.

Fale com seu médico para assegurar-se de que todos os métodos escolhidos podem atuar em harmonia. Este posicionamento é importante porque escolhas que parecem seguras - como certos alimentos e fitoterápicos - podem interferir no tratamento proposto pelo médico responsável.

O que devo perguntar ao médico a respeito da medicina integrativa?

Quais as opções de medicina integrativa eficazes para:

Ajudar a enfrentar meu problema, reduzir o estresse e me sentir melhor?
Ajudar a me sentir menos cansada?
Ajudar a lidar com os sintomas do câncer como a dor, ou os efeitos colaterais do tratamento, como as náuseas?

Nem sempre o produto "natural" é um produto seguro

Alguns fatos importantes a respeito de suplementos dietéticos, como fitoterápicos e vitaminas.
Estes suplementos poderão afetar negativamente a eficácia da medicação convencional.

Plantas e alguns produtos à base de plantas podem alterar a eficácia dos remédios e quimioterápicos, não permitindo que eles desempenhem no organismo a função para a qual foram indicados. Tanto faz se estes remédios foram prescritos pelo médico, ou comprados diretamente das prateleiras de farmácias.

Por exemplo, a conhecida Erva de São João (Hypericum perforatum), que alguns pacientes com câncer utilizam para a depressão, pode alterar o efeito de certas drogas anticâncer, impedindo o resultado esperado do medicamento.
Ervas podem atuar como "drogas" no organismo.

Suplementos de ervas podem ser prejudiciais se ingeridos puros, misturados a outras substâncias ou ainda em doses inadequadas. Por exemplo, alguns estudos demonstram que a Kava-Kava (Piper methysticum), conhecida planta que é usada no controle do estresse e da ansiedade, pode causar dano ao fígado.
Vitaminas também podem causar danos ao organismo.

Altas doses de vitaminas, como por exemplo, vitamina C podem afetar o modo de atuação da quimioterapia e da radioterapia. Grandes doses de vitaminas não são seguras – até mesmo para pessoas saudáveis.

Informe ao médico se você faz uso de suplementos vitamínicos - não importa o quanto você imagina que sejam seguros. Esta é uma atitude muito sensata. Embora alguns aleguem que determinadas vitaminas vêm sendo usadas há muito tempo, dificilmente se obtém confirmações científicas que provem sua eficácia e segurança. É importante ser cauteloso.

Os suplementos não requerem aprovação governamental para sua comercialização. Da mesma forma a prescrição médica não é obrigatória. Portanto, o consumidor deve decidir o que é melhor para si.
O que devo perguntar ao terapeuta a respeito das terapias complementares?

Como a terapia poderá ajudar-me?
Você conhece estudos que comprovem sua atuação benéfica?
Quais são os riscos e efeitos colaterais?
Quanto tempo deve durar a terapia?
Qual será o custo?
Você tem material que eu possa ler para obter informações?
Existe alguma razão pela qual eu não deva usar esta técnica?

​​​​​

Fonte: http://www.einstein.br/Hospital/oncologia/nossos-servicos/medicina-integrativa/Paginas/o-que-medicina-integrativa-complementar.aspx

 

Mães e pais abusadores emocionais, como lidar?

Quinta, 18 de Setembro de 2014, 07h53

GILBERTO BARRETO TERAPIAS INTEGRATIVAS
TERAPEUTA HOLÍSTICO

Mães e pais abusadores emocionais, como lidar?

:: Silvia Malamud ::

Dificilmente você verá ou ouvirá em nossos tempos artigos sobre mães e pais abusadores, bem como sobre o significado e extensão deste termo.
O fato é que o arquétipo da mãe ou do pai terrível não encontra espaço palpável na atualidade do politicamente correto. Como seria possível pais que deveriam amar e proteger os seus filhos, acima de tudo, poder prejudicá-los? Nos subterrâneos, porém, pouquíssimo abaixo de tudo o que pode ser visível, é o local onde se encontram as reais condições da pseudovida de inúmeros filhos que, na maioria das vezes, confundem-se de modo enlouquecido quando, por exemplo, os pais vivem falando que os amam, mas as suas ações demonstram exatamente o oposto.

Outra questão relevante é de que a vítima deste tipo de sequestro de alma está desde o nascimento atada à essa trama, e sua percepção, portanto, pode parecer duvidosa. Isso costuma ocorrer até o momento em que encontra dados suficientes para identificar, de modo preciso, sobre o que está de fato ocorrendo.

Filhos deste tipo de criação estão desde muito cedo presos num cárcere onde o algoz decide quando e como seu refém irá sobreviver... Este algoz, a mãe, o pai ou quem quer que seja o encarregado dos cuidados e da educação, oferece-lhe comida e condições de sobrevivência, para tanto, porém, infunde-lhe um preço extremamente caro. Tortura emocional por meio de desamor e falta de empatia fazem parte deste suposto cenário. O sequestrado desde cedo, aprende que deve se submeter aos maus tratos, perversos jogos de poder e de submissão, porque entende que seu algoz não é mau ou tão mau assim, posto que este lhe nutre de alimentos, portanto, de vida. Nessa situação, a conhecida "Síndrome de Estocolmo", que acontece quando se cria um vínculo afetivo com o torturador, tem espaço fértil para o seu desenvolvimento. A partir de então, disfuncionalmente, o cérebro destas vítimas passa a funcionar por meio de submissão infinita e, pior, ainda na dúvida impensável de se estariam sofrendo maus tratos, mesmo que velados. Um sofrimento silencioso que passa por torturas psicológicas, ânsia do amor verdadeiro, insegurança de como agir, baixa autoestima e medo da perda do alimento, amor (?).

Estes algozes são mães, pais ou pessoas que ficam no lugar de supostos "cuidadores", são catalogados como narcisistas perversos, com ausência de empatia e inúmeros outros fatores que você poderá identificar aqui, se este for o seu caso.

Costumam articular mentiras para convencê-lo de que a sua versão da realidade não é a certa. Dizem que o que você fala ou percebe não é bem assim, que é imaginação sua e quando você reclama de algo sobre o tratamento ou sobre a fala desestabilizadora, a tática é a desqualificação imediata, avisando-o de que não se recordam de terem dito algo abusivo ou lesivo. Esse tipo de estratégia de fragmentação do psiquismo é uma forma altamente eficaz de abuso emocional porque leva a vítima a achar que está ficando louca, posto que suas percepções de realidade são constantemente negadas, e pior ainda, quando a pessoa que as nega é o próprio cuidador, a pessoa que supostamente deveria oferecer referências sobre e para a vida. Esses indivíduos são caracterizados como narcisistas perversos e nesses casos continuam "perfeitos" e você é a sombra, ou seja, o louco.

Absolutamente, tudo tem que passar pelo crivo perceptivo dos tais abusadores. Os filhos, em vez de falarem entre si, apenas se comunicam por intermédio desses genitores, o que confere o poder que os narcisistas tanto perseguem e tanto se deleitam. Nas brigas em família é onde a situação costuma ficar mais em evidência. Via de regra, sempre um dos filhos é o bom e o outro o mau, sendo que eles são a única fonte de informação entre todos, o que os faz sentirem-se mais e mais importantes, êxtase máximo para este tipo de personalidade. Fazem o intempestivo serviço de, nas brigas, controlar o fluxo das informações interpretando o que ouvem por meio de seus próprios critérios. Esse truque faz as pessoas ficarem mais em desequilíbrio e mais dependentes dos poderosos genitores.

Não se contesta um narcisista, não há espaço. Eles sempre têm alguma desculpa ou uma explicação fácil. Quando são checados, costumam ficar escandalizados e criam argumentos cuja finalidade é a de se desresponsabilizarem de qualquer impropério por eles causado. Ainda no intuito de desestabilizar a vítima gerando culpa, alguns realizam discursos explanativos em meio a chavões, lembrando aos demais de que são humanos, ou se vitimizam, dizendo que são pais e que querem o melhor para os seus filhos. Em sua doença narcísica, porém, a falta de empatia continua imperando a ponto de se perpetuarem infinitamente no mesmo tipo de padrão de funcionamento. Mesmo depois de tais episódios difíceis, não mudam as suas condutas. Não possuem a menor percepção de que todos à sua volta também são da categoria humana e que sofrem por conta da frieza e das ações desmedidamente veladas surgidas apenas e tão somente em nome de se obter poder sobre o outro.

Em meio a todo esse cenário difícil de sobrevivência, é possível que você possa estar se perguntando o quanto é viável se sair bem e ileso de uma trama dessa ordem.
A cura emocional, bem como o resgate de si mesmo, começa quando se percebe que há algo de muito errado nesse tipo de relação.
O começo é a consciência. Após a descoberta, o segundo passo é o de buscar ajuda terapêutica. Lembre-se de que você tem uma vida de vício emocional nesse tipo de funcionamento neurológico e, a essa altura, já tem inúmeras respostas automáticas que movem suas ações em meio a crenças negativas infundadas criadas por você e em relação a si mesmo.

Despadronizar e se resgatar descobrindo a sua verdadeira natureza será o toque mágico que fará a sua existência acontecer em sua plenitude.

Terapia eficiente, somada a todo tipo de leitura sobre o assunto, o ajudará a ter mais e mais consciência e lhe fortalecerá para que você possa ter as atitudes libertadoras que tanto almeja. Toda busca nesta direção será bem-vinda e de grande valia.

 

Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/c.asp?id=13990

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