SOFRIMENTO PSÍQUICO :

Sexta, 20 de Fevereiro de 2015, 00h10

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

O seu sofrimento é maior ou menor que o dos outros? Quantas vezes vemos julgamentos minimizando o sofrimento alheio ? Tipo : "Isso aí não é nada" , "para de frescura" , "ta sofrendo assim só porque o seu gato morreu?" É extremamente injusta a comparação de sofrimento , cada um dá o sentido que quiser aos seus sentimentos , e cabe aos outros respeitar a dor alheia. Lembre-se , pior que sofrer é enfrentar o descrédito daqueles que te rodeiam. O grau de mensuração do sofrimento vai de acordo com o nível de prejuízo que o indivíduo esta tendo em todo seu contexto de vida, seja ele ; afetivo, profissional e emocional.
Esperar que as contingências que te rodeiam mudem para que a atual situação conflitiva passe é mera utopia.
Seja você a mudança que tanto espera nos outros.
Postado por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Clínico / Social Especialista em Psicopatologia e Dependência Química Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental Thiago Caltabiano CRP 106453

Ah, que angústia...

Quinta, 19 de Fevereiro de 2015, 19h59

Maria Cristina Ramos Britto
psicóloga

A ansiedade caracteriza-se por estado emocional de apreensão, acompanhado de várias reações físicas (dores no peito, taquicardia, falta de ar, boca seca, vertigem, tremores, sudorese, rubores ou calafrios) e mentais (angústia, aflição, incerteza, insegurança, medo) desconfortáveis. A ansiedade considerada normal é uma resposta biológica que prepara o organismo para a ação, em momentos de alerta, para enfrentar situações adversas. Naquela classificada como anormal ou patológica, os sintomas apresentam-se como medos, tensões e preocupações exagerados que parecem fugir ao controle, porque a pessoa sente-se impossibilitada de relaxar, e mais, acredita que se o fizer algo muito ruim vai acontecer, como, por exemplo, cometer um erro que lhe custará o emprego, suas economias, a perda de entes queridos, a avaliação negativa de terceiros, enfim, a ruína, a humilhação, o descrédito. O ansioso sente e vive uma preocupação com o futuro, de modo geral, ou uma circunstância que ele nem sabe se vai acontecer, o que pode paralisá-lo e impedi-lo de tomar decisões necessárias. Ou seja, ele sofre por antecipação.
Se o medo é uma emoção adaptativa, que serve para evitar situações de risco, prevenindo o homem de perigos desde o começo do mundo, a ansiedade antecipa ameaças onde elas não existem ou exagera os problemas, acomete o sujeito a maior parte do tempo, com uma expectativa de desastre iminente, sem que haja evidências para isso, causando prejuízos no trabalho, nos relacionamentos, nas atividades sociais e cotidianas, além de um terrível sofrimento psíquico e emocional. A ansiedade é um transtorno de humor que se manifesta como fobia, fobia social, transtorno de pânico, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e transtorno de ansiedade generalizada (TAG).
A terapia cognitivo-comportamental visa a quebra do ciclo da ansiedade (porque ela se autoalimenta), com o treinamento no manejo da mesma e seu controle, através do entendimento dos processos mentais e do desenvolvimento de habilidades de enfrentamento e das técnicas de relaxamento.

 

Ô bicho estranho é o ser humano...

Domingo, 08 de Fevereiro de 2015, 18h00

Stella Caldas premium
Psicóloga Clínica (CRP 06/113489)

Há algum tempo vi algumas fotos de um ensaio de homens e mulheres que se submeteram a grandes transformações através da cirurgia plástica. O texto dizia sobre o quanto essas pessoas haviam sido modificadas pelo excesso desses procedimentos, e ainda continha o seguinte comentário: a falta de autoestima faz com que essas pessoas se modifiquem a ponto de não se parecerem em nada com o que já foram.

Logo abaixo do texto, havia outro comentário - com mais de mil “curtidas” - “o que mais me dá medo é olhar esses rostos e perceber que eles são todos iguais”.

A questão me parece muito mais complexa que isso; responsabilizar apenas o indivíduo ou sua falta de autoestima é pensar de forma muito simplista.

Sei que vou chover no molhado, mas enfim...

Vivemos um tempo de ditaduras; da beleza, da saúde física, mental, da busca pelo sucesso profissional, da realização pessoal... Há sempre uma “receita de bolo” para ter isso ou aquilo, aqueles que fogem a quaisquer padrões impostos socialmente são vistos como fora da faixa estreita da “normalidade”; vivemos um tempo de aparências e rótulos, de uso e consumo. Mas também, é uma sociedade que prega de modo implícito o individualismo, a competição, a diferenciação da massa.

É exatamente isso! Procuramos igualdade, queremos nos assemelhar àquilo que a sociedade prega como padrão. Individualmente sentimos que não é possível modificar as demandas, mas desejamos ardentemente o pertencimento. E em outro momento, essa padronização e uniformidade absurda que buscamos nos assustam, porque também precisamos ser especiais, diferentes.

Eis aí o grande conflito: como ser “uno” numa sociedade que busca o homogêneo, mas só reconhece, engrandece ou enaltece o especial?

Penso que essas pessoas são a materialização desse conflito... E talvez, o fotógrafo, autor do comentário do início do texto, em parte tenha razão, talvez falte um pouco de autoestima; não do indivíduo por si mesmo, mas da sociedade para com os seres humanos, na sua complexidade, nas semelhanças e nas diferenças – se é que você me entende!

SERA QUE SOU HIPOCONDRÍACO?

Terça, 17 de Fevereiro de 2015, 22h00

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Aquele momento que os seus pensamentos são "tomados" por uma sensação que progride para uma certeza de que você padece de uma ou várias doenças. Você começa a tomar remédios por conta , vai posteriormente ao posto de saúde , mas até o diagnóstico médico atestando a sua saúde física você contesta:
- ESTOU DOENTE SIM SENHOR!
A hipocondria gera uma ansiedade desordenada no organismo, causando angústia e sofrimento psíquico em quem sofre com a doença.
Será que esse tipo de crença não está ligada a um desejo de "estar" doente , de "ser poupado por ser ou estar doente" , de ser cuidado, acolhido , amparado e uma consequente inabilidade de resolver conflitos e problemas cotidianos em todas as suas esferas?
Vamos pensar que tão grave quanto o sofrimento de um padecimento físico , está o sofrimento emocional.
Tratamento médico e psicoterapia são fortes aliados no combate da Hipocondria.
Não se acomode com aquilo que incomoda.

Postado por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Clínico / Social Especialista em Psicopatologia e Dependência Química Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental Thiago Caltabiano CRP 106453

O QUE É SER CORRETOR DE IMÓVEIS?

Quarta, 04 de Fevereiro de 2015, 16h19

Eder Moura da Costa premium
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779

Um corretor de imóveis é muito mais que um simples profissional,

Quando seu problema é encontrar uma casa para alugar ou para comprar, uma sala para instalar o seu escritório, um galpão para mudar sua empresa, uma chácara para o seu lazer...

Quando o seu problema é com o inquilino, é vender sem ter dor de cabeça, é alugar sem ter com que se preocupar...

Entra em cena um profissional que se preocupa com você, que é conectado, que investe na carreira, que busca soluções sinergéticas para atingir os seus objetivos.

Não confie em quem não é profissional, busque informações no CRECI da sua região.

O bom profissional investe em sua carreira, tem gastos com cartões, telefones, internet, contatos, smartphones, sites, buscas, fotos, documentos, checagens...

Não acredite nas facilidades apresentadas por quem não é profissional!

Soluções integradas, modernas, conectadas...

Esta é nossa proposta!

Isto é trabalho sério, profissional, focado no bom atendimento do cliente!

“Promover a melhoria da qualidade de vida e a satisfação das pessoas envolvidas no empreendimento, sejam eles colaboradores ou clientes, praticando o melhor dos negócios imobiliários e seus subprodutos e assegurando-se de que nossas atitudes são condizentes com um planeta cada vez melhor para se viver.”

Exija o CRECI

 

Eder Ferreira Moura da Costa

Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico (creci 122779)

(11) 2806.4114

(11) 9 6440.7910

 

POSSO COBRAR ATENDIMENTO HOSPITALAR, EM HOSPITAL PÚBLICO, PORQUE PAGO MEUS IMPOSTOS??

Quarta, 04 de Fevereiro de 2015, 15h28

Eder Moura da Costa premium
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779

     Esta é uma questão recorrente, sempre a ouvimos. Chego ao hospital, com meu pai em mal estado de saúde, não há médico de plantão, posso acionar o Estado por negligência? Posso exigir atendimento público e de qualidade porque pago meus impostos?

     Primeiro vamos entender o que é “imposto”. Significado de Imposto: adjetivo, que se impôs; fiel ao dever imposto. Colocado, posto. S.m. Contribuição ou tributo exigido para assegurar o funcionamento do Estado e das coletividades locais. Encargo, ônus, obrigação.
     

     Sinônimos de Imposto: coagido, constrangido, contribuição, taxa e tributo.

     Para atingir a finalidade de sua existência, podemos definir impostos assim:


     “Impostos são tributos obrigatórios pagos ao Estado e que devem reverter à coletividade sob forma de benefícios de interesse geral, como transporte, educação e saúde. Historicamente, este pagamento despontou sob forma de tributo exprimindo uma relação de força que um povo vencido devia a seus dominadores. O seu valor era estabelecido a rogo do rei. Aos Governos Federal, Estadual e Municipal, cabem a elaboração e arrecadação de Impostos.”

     (“Fundamentos de Economia” – Marco Antonio S. Vasconcelos/Manuel E. Garcia – Edição 2004 – Editora Saraiva)
     O Imposto é uma espécie tributária previsto no artigo 145, I, da Constituição Federal.
     “Art. 145 – A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir os seguintes tributos:
     I - Impostos.”
 

     Trata-se de tributo não vinculado quanto ao fato gerador, ou seja, a cobrança independe de uma atividade estatal específica prestada ao contribuinte. Em outras palavras, o Estado não cobra imposto do contribuinte porque lhe oferece um serviço público em específico. Assim, é errado dizer que "se paga IPVA para as estradas ficarem conservadas", pois o IPVA é um imposto e como tal não necessita de uma contraprestação específica por parte do Estado para legitimar sua cobrança. .

     O que então legitima a cobrança de um imposto? A expressão chave é capacidade contributiva. O Estado cobrará imposto daquele contribuinte que manifeste possuir alguma riqueza previamente valorada. Essa manifestação de riqueza foi objeto de uma escolha política dos nossos representantes no poder legislativo (possuir um automóvel, adquirir renda, ser proprietário de um imóvel em área urbana, etc.).
   

     E o que se faz com aquela quantia arrecada pela cobrança de impostos? Em regra, custeiam-se as despesas de caráter geral do Estado. A destinação do produto arrecadado com os impostos custeia atividades universais da Administração Pública.

     Vejamos a diferença entre Imposto e Taxa:

     Taxa

     A taxa é um tributo bilateral. Isto quer dizer que ela possui um caráter contraprestacional, ou, como dizem alguns, referível. Cada uma das partes recebe algo em troca por conta de uma prestação sua. O Estado, diferentemente do caso acima, presta algo diretamente ao contribuinte. Ele dá algo específico a um contribuinte individualmente considerado. Dessa forma, o Estado fica legitimado a cobrar daquele contribuinte em específico uma quantia que arque com suas despesas.

     Em outras palavras, a cobrança da taxa ocorre em razão da prestação de uma atividade estatal específica. Aqui, contrariamente ao que vimos nos impostos, há uma atuação positiva do Estado que legitima a cobrança da taxa.

     No “Art. 145, §2º - As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos”. Este parágrafo já se auto define, não há mais o que se falar. Taxa é taxa, Imposto é imposto.

     Mas, afinal, posso cobrar atendimento hospitalar? Pode, claro que pode, mas não com base no “pagamento de impostos”, mas vejamos o que diz o inciso IV do Art. 3º da CF:

     “Art. 3º - Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
     IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.

     Mas se isto não é o suficiente, se não houver entendimento de que “promover o bem de todos” se enquadra em saúde pública, uma vez que sem saúde pública, não há bem de ninguém, observemos ainda um artigo específico:

     “Art. 196. A SAÚDE é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.”

     A Constituição Federal, com este Artigo, por si só já nos dá a resposta que procuramos, porém, se não bastasse isto, temos a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, que regulamenta o assunto.

     Vejamos:

     “Art. 5º - Dos objetivos do Sistema Único de Saúde-SUS :

     III - a assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.”

     Não bastasse:

     “Art. 6º Estão incluídas ainda no campo de atuação do Sistema Único de Saúde-SUS:

     I - a execução de ações:
     a) de vigilância sanitária;
     b) de vigilância epidemiológica;
     c) de saúde do trabalhador; e
     d) de assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica.”

     Muito bem, finalizando a pequena explanação de entendimento do assunto, concluo que há sim como se acionar o Estado para que o atendimento hospitalar seja executado, é um direito do Cidadão Brasileiro e qualquer outra forma de entendimento, seria inconstitucional e ilegal.

Eder Ferreira Moura da Costa
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - (creci 122.779)
Aluno de Ciências Sociais e Jurídicas-DIREITO
Universidade Anhanguera – Campus Campo Limpo.

Você sabe quem é você?

Terça, 03 de Fevereiro de 2015, 18h20

Stella Caldas premium
Psicóloga Clínica (CRP 06/113489)

Se alguém lhe faz essa pergunta, você provavelmente dirá: “sou fulano de tal”, se descreverá física ou emocionalmente, “sou extrovertido, ou tímido, muito sociável, gosto disso ou daquilo”...

Você já parou para se perguntar quantas dessas qualidades são realmente suas? Ou foram atribuídas a você pelos outros?

Desde criança isso acontece: pai, mãe, avós, tios nos caracterizam: “ele é uma criança muito tranquila, supereducada, etc, etc”; muitas dessas características nos acompanham pelo resto de nossas vidas. Mas, quem sou eu mesmo?

Para saber a resposta a viagem é outra, a do autoconhecimento! Uma viagem para dentro de si mesmo!

O autoconhecimento significa o conhecimento de um indivíduo sobre si. Conhecer suas potencialidades e trabalhar para que se transformem em habilidades; reconhecer seus sentimentos e avaliá-los; aprender a dizer “não” quando necessário – não gosto, não quero, não preciso – questionar suas próprias crenças; abrir mão do que já não lhe faz bem e assumir a responsabilidade pela própria felicidade.

E agora? Você já pode me dizer quem é você?

MAU HUMOR???

Sexta, 13 de Fevereiro de 2015, 01h06

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

DISTIMIA : Pouco divulgada , esse é um tipo de transtorno que atinge um elevado número de pessoas que diferentemente da depressão clássica, as pessoas com esse tipo de transtorno , não sabem da gravidade e o impacto que isso poderá ter na sua vida a longo prazo.
Caracterizado por :Humor deprimido por boa parte do dia, pouco apetite ou fome excessiva ,insônia ou excesso de sono, pouca energia , baixa auto-estima e principalmente um estado que se confunde muito com o "mau humor" ou uma irritação e intolerância constante.
A dificuldade em fechar um diagnostico vem exatamente da complexidade do indivíduo perceber que o seu estado diário não esta apenas ligado a uma irritação permanente.Quanto antes se procurar ajuda , maior se tornará a possibilidade de uma maior qualidade de vida e saúde mental.

Nota: Rebaixamento crônico do humor, persistindo ao menos por vários anos, mas cuja gravidade não é suficiente ou na qual os episódios individuais são muito curtos para responder aos critérios de transtorno depressivo recorrente grave, moderado ou leve (F33.-)

Refletindo!

postado por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Clínico / Social Especialista em Psicopatologia e Dependência Química Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental Thiago Caltabiano CRP 106453​

Compulsão sexual: O que é e como tratar.

Quinta, 12 de Fevereiro de 2015, 11h02

Sheila Soares
Psicóloga

Antes de começar a discutir qualquer questão a respeito da compulsão sexual, é preciso primeiro esclarecer que existe uma enorme diferença entre ser compulsivo e gostar muito de sexo. Quem alerta é a psicóloga dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, Liliana Seger.

De acordo com ela, o fato da pessoa ter uma vida sexual intensa, de maneira alguma é um sintoma da compulsão sexual. "Ter muita vontade de transar não caracteriza um transtorno. A diferença é que o compulsivo não consegue resistir aos pensamentos e desejos, que precisam ser saciados no mesmo momento, não importando com quem", explica.

De verdade, a compulsão sexual, definida por muitos como ninfomania, é um transtorno psiquiátrico do impulso em que o indivíduo tem pensamentos e atos obsessivos envolvendo o sexo.

Esse transtorno está intimamente relacionado à ansiedade e, não raro, a outros transtornos obsessivos compulsivos. "Quem sofre desse problema tem dificuldade de pensar e se concentrar em coisas que não estejam relacionadas ao sexo. Além disso, outra característica do compulsivo é agir por impulso, sem premeditar", afirma.

O grande problema de lidar com essa doença, conforme explica a especialista, é o fato de que o sexo envolve prazer. Nesse sentido, a compulsão não incomoda e, a princípio, não parece fazer mal. Por isso é bastante comum que o compulsivo sexual conviva com esse transtorno por muitos anos, antes de perceber que se trata de um problema sério. "Essas pessoas geralmente só buscam tratamento quando já estão com a vida social totalmente abalada, convivendo com problemas na família, no casamentoe até no trabalho", diz Seger. E como o próprio compulsivo tem dificuldade de perceber que sofre de um transtorno do impulso, geralmente os primeiros que notam os sintomas são os familiares, amigos e colegas de trabalho. "A pessoa começa a apresentar modificações relevantes no comportamento: vai constantemente ao banheiro para se masturbar, deixa de conviver com outros indivíduos nas horas livres, e por aí vai", afirma.

Seger revela ainda que a compulsão sexual, em 95% das vezes, se manifesta em homens e, geralmente, a partir dos 30 anos. Para piorar, a própria sociedade acaba endossando esse comportamento, quando considera o homem que se dedica tanto ao sexo como viril e machão. Já em relação às mulheres, esse tipo de atitude é muito menos aceita.

É possível tratar?
Para os pacientes que sofrem de compulsão sexual, a médica recomenda terapia sexual, que se baseia na busca pelo controle do comportamento. Em associação ao processo terapêutico, geralmente também são administrados antidepressivos, que colaboram para inibir o desejo. "O indivíduo percebe que é dependente e que não está mais no controle das suas vontades e desejos. O importante é que ele entenda em quais situações fica mais ansioso e, a partir daí, possa aprender a se controlar", esclarece.

FONTE: www.minhavida.com.br

Quer saber sobre algum assunto ou tema que não foi publicado? Mande sua sugestão por mensagem no site que o mais breve possível irei publicar o assunto.

Você tem que... Será?

Segunda, 02 de Fevereiro de 2015, 08h45

Stella Caldas premium
Psicóloga Clínica (CRP 06/113489)

Essa semana me chamou a atenção uma frase sobre o psicólogo que dizia: “o psicólogo é aquele que amplia sua própria visão para depois servir de lanterna na escuridão do outro”.

É bem verdade, apenas servimos para mostrar ao outro as várias possibilidades que, de um modo ou de outro, aquele que nos procura não o consegue perceber; porém, evitamos a qualquer custo a expressão “você tem que...”

Eu, de fato, verdadeiramente não gosto dessa afirmação: "você tem que..."

Explico: lembro-me à época da minha formação, de uma história que bem exemplifica isso; falávamos de saúde pública e da necessidade de permitir ao paciente ser completamente informado sobre a sua patologia e as possibilidades de tratamento e prognóstico, levando-se em conta a sua realidade, o que raramente acontece no sistema público de saúde por diversas razões que não cabem aqui.

O caso era de um paciente, transsexual, portador do HIV, que havia sido internado devido a complicações decorrentes de uma pneumonia.

Durante o tratamento houve certo conflito quanto a vontade do médico em mantê-lo internado e a decisão do paciente em receber alta. Chamado o serviço de psicologia, buscava-se entender o que fazia aquele paciente se negar a continuar seu tratamento; parecia uma insanidade. O que se ouviu do paciente, no entanto, me deixou perplexa; talvez pela clareza que esse paciente tinha de sua própria realidade. Ele contou: “o médico diz que tenho que permanecer internado, eu sei disso, mas na verdade, tenho que pagar meu aluguel”.

Parece-me fácil dizer a qualquer um “você tem que”; o fato de sermos semelhantes, humanos, viventes da mesma sociedade; contudo, isso não nos dá esse direito; raramente conseguimos, com total clareza, contextualizar toda a realidade do outro antes de dizer “você tem que”.

Alguns pacientes se queixam exatamente disso, “o psicólogo nunca me diz o que fazer”, e é aí que a frase citada no começo faz todo o sentindo, nosso trabalho consiste em iluminar as várias opções que podemos perceber dentro da realidade do nosso paciente, mas somente a ele cabe a decisão de qual caminho seguir.

Do que você tem medo?

Domingo, 01 de Fevereiro de 2015, 10h35

Stella Caldas premium
Psicóloga Clínica (CRP 06/113489)

O medo é uma emoção absolutamente normal que nos coloca em alerta e nos prepara para lutar ou fugir. Por outro lado, nós seres humanos somos seres extremamente complexos e, nem sempre, o medo é assim, tão fácil de entender, e muito menos, de lidar.

Pode parecer estranho, afinal não estamos mais "no tempo das cavernas" que diante de um animal selvagem, lutávamos para defender nossas vidas ou simplesmente fugíamos; porém essas reações ainda ocorrem, talvez de forma mais sutil e subjetiva, mas ainda continuamos a reagir dessa maneira.

Quantas vezes, diante de uma situação incômoda qualquer da vida, uma crítica no trabalho por exemplo, temos uma reação exagerada ou agressiva? Essa é uma situação de luta, reação originada pelo medo de ser advertido, penalizado ou perder o emprego.

Ou quem sabe, você já tenha evitado ir a um evento ou festa por não conhecer as pessoas que estavam presentes? Não saber como se comportar ou interagir? Está aí a fuga!

Sentir medo, até certo ponto, é normal e pode mesmo ser benéfico, diante de situações de perigo real, nos tornamos mais cuidadosos, mais prudentes, avaliamos melhor as circunstâncias que cercam tais situações.

Por outro lado, às vezes, o medo pode trazer prejuízo - nas nossas relações de trabalho, sociais - nesse caso, é preciso examiná-lo mais a fundo. Do que é que você "realmente" tem medo? De onde vem esse medo? Refletir sobre essas questões pode ajudar a desmitificar o medo e aprender a lidar com ele de forma saudável. Se necessário, procure ajuda de um(a) psicólogo(a).

O papel do psicólogo pediátrico

Terça, 10 de Fevereiro de 2015, 20h32

Laysa L. Xavier Lopes
Psicóloga Laysa L. Xavier Lopes

Lendo sobre a Psicologia Infantil, me deparo com o conceito do termo "Psicologia Pediátrica" como sendo: os estudos e as práticas sobre os 'aspectos psicológicos para o diagnóstico e prevenção dos problemas de saúde da criança e para o tratamento da criança fisicamente doente e sua família'.

Para simplificar, é a abordagem realizada pelo psicólogo em locais como hospitais infantis, clínicas pediatricas, centros de tratamentos, voltada para promover à saúde psiquica da criança levando em consideração sua faixa etária e seu desenvolvimento. Ou seja, colaborar para o tratamento, prevenção de doenças, dar apoio à criança e sua família.

Portanto, o objetivo é ajudar na prevenção (modificação dos comportamentos e/ou situações) e na intervenção precoce e rápida na resolução de problemas de índole psicológica ou psicossocial que surgem em contexto pediátrico, focalizando a sua ação na criança, família e equipe médica.

O papel do psicólogo pediátrico. Aná. Psicológica [online]. 1998, vol.16, n.1, pp. 177-181. ISSN 0870-8231.

Psicologia da Saúde Infantil

Terça, 10 de Fevereiro de 2015, 11h54

Laysa L. Xavier Lopes
Psicóloga Laysa L. Xavier Lopes

Sobre a saúde das crianças a Psicologia, promove os comportamentos de saúde , ou seja, os hábitos alimentares e o exercício físico, as ações de promoção da saúde das crianças desenvolvidas na família, na escola e nos serviços de saúde. Isso inclui ao psicólogo ter interesse na criança e no adolescente, abrangendo a educação alimentar e promoção de hábitos alimentares saudáveis, e também na promoção do exercício físico regular, prevenção do consumo de substâncias (tabaco, álcool, drogas), prevenção de acidentes de viação e de acidentes domésticos,educação sexual e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

O papel do Psicológo nessa área portanto, me parece bem clara, diz respeito ao incentivo e implantação dessas atividades que promovem a saúde da criança e do adolescente.

Mas e sobre o que diz respeito à doença? Nesse caso, a postura do profissional busca entender como é que as crianças de diferentes idades e os adolescentes se confrontam com o stress associado a problemas de doença, com o ambiente hospitalar e de internação e com os procedimentos médicos.

Falando sobre traição

Segunda, 09 de Fevereiro de 2015, 20h16

Vanessa Rodrigues
Psicóloga

Olá pessoas!!!
Fiquei pensando durante muito tempo o que falar para retomar as discussões aqui no blog e, olhando minhas redes sociais, percebi que muito se tem falado da minissérie da Globo, “Felizes para sempre?”. Isso mesmo com um ponto de interrogação ao final.
O programa chega ao fim amanhã (06.02.15), após 10 episódios, separados por capítulos, conforme uma historia de livro. Pelo o que consegui acompanhar a tônica da trama é a tão assombrada traição. Traição essa que, muitas vezes levam as pessoas uma busca desenfreada pela verdade que, muitas vezes, está claramente à sua frente, mas por motivos óbvios, porém secretos e obscuros, acaba-se não vendo.
O curioso da traição é sua interpretação. Se for ver seu significado de acordo com o dicionário Houaiss, traição significa: 1) ato ou efeito de trair; 2) crime cometido pelo cidadão que pratica ato que atenta contra a segurança da pátria ou a estabilidade de suas instituições; 3) infidelidade no amor.
Uma única palavra, vários significados e ainda mais emoções acerca. Na ficção global, a traição aparece em todas as relações em virtude de inúmeros desacertos entre principalmente, cinco casais emparedados pela monotonia de uma rotina estabelecida por mentiras, fantasias, mas especialmente pela baixa autoestima.
De certo esse último não ficará claro aos telespectadores, mas refletindo um pouco as atitudes e comportamentos dos personagens é visível a necessidade de todos se apoiarem na ilusão de serem perfeitos e inatingíveis.
A verdade é que, embora haja muitos tipos e circunstâncias que envolvam a traição, é preciso admitir que para todos os envolvidos, esta parece impor um grande sofrimento. E quanto mais se acreditar que a ilusão e a fantasia são satisfatórias, mais longe da realidade vai se ficando. Dessa forma, a confusão interna dá início a um colapso nas emoções, deixando-nos desorientados em como agir numa simples ação.
Para contextualizar essa questão se tem o personagem do ator João Miguel Leonelli Serrano, que dá vida a Hugo, engenheiro e irmão do empresário Claudio (Enrique Diaz) e do lobista Joel (João Badasserini), que vive em um casamento falido há anos. Por ele se ater apenas à felicidade da convivência com o filho, se deixa atrair para situações absurdas. Ou seja, se esconde acerca de uma falsa felicidade. Casado com uma mulher que trai, da qual engravidou de outro homem e o fez assumir, sem saber, a criança. O momento em que o personagem começa a ter um pouco mais de autoconfiança, se despindo de todas as couraças de proteção, descobre todas as deslealdades das quais foi submetido e com isso, perde o rumo em virtude de todas as rasteiras que lhe foram dadas.
As fugas para esse momento são várias, neste caso, Hugo recorreu à bebida. Numa outra situação, Joel recorreu às drogas e por aí vai. Encarar a realidade é duro, mas é sempre o caminho mais indicado.
De certo que estamos falando de ficção, mas sejamos honestos, quantas vezes nos deparamos com situações bem parecidas a essas?
Como traição é um assunto que sempre aparece causando certa polêmica, na semana que vem vou postar uma história bem complexa e rica em detalhes que foi enviada para mim. Ela será divida em três tempos, pois são diversas questões a serem refletidas e discutidas e assim poderemos aprofundar mais sobre cada coisa.
É isso aí pessoas, espero que tenham gostado e como sempre, fico no aguardo de mais Casos, descasos & Acasos!

ANGÚSTIA DE "EXISTIR"

Quinta, 05 de Fevereiro de 2015, 13h24

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Parto do princípio que a força motivadora que rege e da sentido a nossa vida , "justifica" os nossos esforços cotidianos. João acorda cedo pra trabalhar porque o sentido da sua vida é comprar uma casa e dar maior conforto a sua família. Maria estuda arquitetura e coloca como sentido da sua vida a profissão que terá no futuro.
Muitas vezes o início de um processo depressivo se dá pela falta de perspectiva que o indivíduo da ao sentido norteador da sua vida, ele passa a não sentir motivo nem relevância para estar ali.
Nesse momento é necessária uma auto reflexão e um consequente resgate de potencialidades para uma mudança de percepção do contexto e da razão vivêncial.
Ninguém é tão bom que nada tenha aprender e nem tão ruim que nada tenha a ensinar.
Refletindo em 5, 4,3, 2, 1...
Postado por : Thiago Caltabiano Psicólogo Clínico / Social Especialista em Psicopatologia e Dependência Química Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental Thiago Caltabiano CRP 106453

Motivos pelos quais as crianças fazem birra e como lidar com elas.

Quarta, 04 de Fevereiro de 2015, 14h54

Sheila Soares
Psicóloga

É inevitável. Cedo ou tarde, seu filho vai protestar contra alguma regra ou pedido que não foi concedido da pior maneira possível: chorando, gritando ou atirando-se no chão. Se for em público, o espetáculo costuma ser mais teatral ainda. Mas, por que, de repente, aquela criança tão amável se comporta assim? “A birra é simplesmente uma maneira de a criança demonstrar seu desacordo com o que o adulto determinou. Trata-se de uma manifestação comum, pois ela está aprendendo a viver em sociedade, o que implica seguir normas”, explica a pedagoga Neide Noffs, coordenadora da Faculdade de Educação da PUC-SP. Ela lembra que ninguém gosta de ouvir ‘não’. “A nossa primeira reação é contrariar, a segunda é refletir e, só na terceira é que, provavelmente, vamos ouvir. Se formos compreendidos e tratados com respeito diante da nossa frustração, as chances de mudarmos de ideia são maiores, certo?”.

Com as crianças ocorre o mesmo. Portanto, antes de perder a razão, lembre-se de que o seu filho ainda é imaturo emocionalmente e, somente por volta dos 8 anos de idade, saberá enfrentar melhor as frustrações que a vida lhe impõe.

Em geral, de acordo com a especialista, as crises acontecem fora de casa, exatamente porque o filho quer chamar a atenção e testar os pais, na tentativa de conseguir que suas vontades sejam atendidas. E o que faz com que algumas crianças sejam mais birrentas do que outras? Em parte, o comportamento é explicado pela personalidade, mas também há uma influência da reação dos pais. Veja, a seguir, como reagir diante de um ataque de fúria.

O que fazer
Desde os primeiros meses de vida, o bebê entende que, se chorar, será acolhido ou dará um fim àquilo que o incomoda (fralda suja, fome, frio, etc.). Mas isso não significa que está fazendo manha, é apenas uma maneira de se manifestar. “A partir do primeiro ano, entretanto, os pais devem ficar mais atentos para não treinar comportamentos negativos”, orienta a psicóloga Lidia Weber, professora da professora da UFPR e autora de “Eduque com Carinho” (Ed. Juruá). Como ceder ao choro e deixar o bebê brincar com um um objeto potencialmente perigoso, por exemplo. Uma vez que os pais cedem – seja por cansaço, culpa ou para evitar a birra em público– , a criança aprende que, dessa forma, terá tudo o que quiser e na hora que quiser, segundo a psicóloga.

A recomendação é, em todas as idades, ignorar a birra. “Simplesmente vire as costas e continue o que estava fazendo”, sugere Lidia. Caso seu filho exagere e se jogue no chão no meio do shopping ou do supermercado, leve-o para outro lugar (para casa, de preferência), a fim de acalmá-lo. Já se ele estiver machucando a si mesmo ou a outras pessoas, é preciso intervir. Segure-o e, olho no olho, diga ‘não’ com firmeza. Jamais aos gritos ou com violência.

Faça combinados
Tente antecipar as situações que podem levar a uma crise de birra. Antes de sair de casa, explique aonde vão e como seu filho deve se comportar. Além disso, conte quais podem ser as consequências, positivas e negativas, para cada atitude que ele tiver. Mas também tenha em conta os limites da criança. Não adianta levá-la às compras durante horas. Ou, se ela costuma tirar uma soneca após o almoço, mantê-la acordada sem pausa. Em algum momento, ela vai ficar cansada e impaciente. Aí, é mais provável que um surto de birra venha à tona.

FONTE: www.revistacrescer.globo.com 

Quer saber sobre algum assunto ou tema que não foi publicado? Mande sua sugestão por mensagem no site que o mais breve possível irei publicar o assunto.

ESTRESSE, O INÍCIO DE TUDO.

Terça, 03 de Fevereiro de 2015, 15h18

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

ESTRESSE, O INÍCIO DE TUDO.
Muito se houve falar do tal vilão chamado "estresse" , eu não chamo de vilão , mas acredito que boa parte de sofrimento psíquico tem seu início no tal do "estresse". Ele começa com uma sobrecarga de afazeres e principalmente de uma dificuldade e uma inabilidade em resolver demandas específicas e pontuais do cotidiano.
Cada pessoa tem uma forma de lidar com o estresse , cabe a cada um conseguir medir o nível de incomodo e sofrimento que as atividades em excesso trazem. Enquanto uns aliviam o estresse com atividades prazerosas , academia e viagens, outros internalizam o sentimento gerando o sofrimento emocional e consequentemente os processos patológicos em depressão, síndrome do pânico e transtornos ansiosos.
A dificuldade de externalizar esse sentimento é um agravante para o estresse progredir para algo mais pontual e angustiante.
Vamos refletir?
Postado por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Especialista em Psicopatologia e Dependência Química Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental Thiago Caltabiano CRP 106453

PORQUE É TÃO DIFÍCIL SE VALORIZAR?

Domingo, 01 de Fevereiro de 2015, 21h18

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Percebo que essa é uma problemática tão comum desde sempre, as pessoas dão o seu melhor , recebem e acreditam que o "pior" do outro é justo consigo mesmo. Quantas relações você fez 1000 e recebeu 10? E não reclamou? Ou reclamou mas acabou se contentando? A dificuldade em se valorizar, possivelmente está ligada a sua auto imagem e o real valor que o indivíduo agrega a si.
Por ex - É como um vendedor : Se ele não acredita que o seu produto é o melhor do mundo , jamais conseguira passar a confiança necessária para o cliente comprar e abraçar a sua oferta.
As pessoas só valorizam aquilo que por si só demostra ter valor , aprender a fazer isso não é das tarefas das mais fáceis, refletir sobre a questão já é um bom começo.
O seu poder, sua crença naquilo que você é , naquilo que você realmente merece e espera receber.
E você? Como anda a sua auto percepção?
Postado por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Clínico Especialista em Psicopatologia e Dependência Química Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental Thiago Caltabiano CRP 106453

VONTADE DE SUMIR, QUEM NUNCA?

Sexta, 30 de Janeiro de 2015, 23h59

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Aquele momento que os problemas, sejam eles ; saúde financeiro, emocional , amoroso , etc tomam uma proporção onde o pensamento principal se caracteriza principalmente por "desaparecer" de tudo e de todos. Ouvindo isso num primeiro momento, temos a sensação que esse seria um ato (extremo) , de fidelidade do indivíduo consigo mesmo. Mas , acredito que não.
"Sumir" remete além de uma clássica fuga, remete também a inabilidade de se resolver as intercorrências de uma forma menos radical e extremista. Fugir está ligado diretamente a uma crença de que "eu não sou capaz de resolver tal problema" , quando na verdade o real pensamento possivelmente seria: "NO MOMENTO, eu não consigo resolver determinado problema" .
Acredito que o desejo de sumir esteja na verdade refletindo uma desesperada vontade de se encontrar novamente.
Vamos refletir? Dê a sua opinião!
Postado por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental Especialista em Psicopatologia e Dependência Química 106453

Técnicas para ajudar a relaxar no cotidiano.

Terça, 27 de Janeiro de 2015, 08h31

Sheila Soares
Psicóloga

A rotina agitada e a falta de tempo para descansar abrem cada vez mais espaço para as tensões e para o estresse. Dar prioridade aos momentos de lazer e à prática de exercícios físicos é uma maneira de espantar as preocupações. No dia a dia, pode ser até mais simples. Algumas técnicas ajudam a relaxar em apenas 60 segundos.

"Toda a vez que passamos por uma situação estressante, muitos sintomas se manifestam fisicamente, causando incômodos, irritações e mal estar. Por isso, técnicas de respiração e concentração, ajudam a controlar os sintomas da ansiedade", diz a psicóloga Adriana de Araújo, membro da Sociedade Brasileira de Psicologia. A seguir, confira alguns hábitos que ajudam a relaxar em um minuto.

Faça contagem regressiva olhando para cima

Mesmo que seja bastante simples, essa técnica ajuda a relaxar, já que aumenta a concentração em uma tarefa e tira a atenção do que está causando ansiedade. "É preciso se concentrar em algo para relaxar. Fazer contagem regressiva, a partir do 60, bem devagar, vai ajudar", explica a psicóloga Adriana de Araújo.

Além disso, olhar para cima estimula sistema nervoso, o que ajuda a reduzir a pressão arterial e diminui o ritmo da respiração, causando a sensação de relaxamento. "Tudo que fizermos para diminuir os batimentos cardíacos ajudará a controlar a ansiedade, inclusive adotar técnicas de postura e concentração", diz explica a psicóloga Giovanna Tessaro, de Curitiba.

Anote as preocupações em um caderno

Esse método aumenta a concentração, evita distrações e avisa o cérebro que é preciso desacelerar. "Quando fazemos isso, a mente entende que as preocupações estão 'guardadas' e não devem ser resolvidas naquele momento, diminuindo a ansiedade", diz Adriana Araújo.

Segundo a psicóloga, anotar as preocupações em um caderno também ajuda a acabar com insônia. "Algumas vezes muitas tarefas que não conseguimos realizar durante o dia nos impedem de relaxar e dormir. Colocar tudo no papel vai ajudar a nos livrar? daquilo até o dia seguinte", explica Adriana.

Controle a respiração por um minuto

Um dos principais efeitos da ansiedade é o aumento do ritmo cardíaco. "O coração é cheio de terminações nervosas e por isso reage muito facilmente a estímulos cerebrais, que ficam mais intensos em situações de ansiedade e estresse", explica a psicóloga Giovanna Tessaro.

Segundo a psicóloga, algumas técnicas simples de respiração ajudam a controlar o ritmo cardíaco, diminuindo a sensação de ansiedade. "Basta inspirar profundamente com o nariz e segurar o ar por alguns segundos, repetinto esse processo várias vezes", explica. ?Depois, fixe a atenção no peito, na região do coração por 15 segundos.

Relaxe os músculos

Outra manifestação física da ansiedade é a contração involuntária dos músculos, que causam tensão e muito desconforto. Os músculos que mais sofrem com o estresse são os do pescoço, costas e pernas. "A ansiedade, por mais que seja psicológica, se manifesta fisicamente. É comum cruzar as pernas e deixar os músculos das costas e do pescoço enrijecidos", explica Adriana Araújo.

Para desfazer os nós dessas regiões, é importante fazer pequenas seções de alongamento. Aposte em movimentos circulares, realizados lentamente, com o pescoço, pulsos e tornozelos, para aliviar as tensões da musculatura.

Leia um gibi

O hábito da leitura leve, como a de um gibi, é uma boa saída para relaxar em momentos de tensão. "Outras leituras mais complexas e longas podem causar muita distração, o que, após alguns minutos, faz a ansiedade e o estresse voltarem ainda mais intensos", diz Adriana Araújo. Ler uma revista ou notícias curtas de um jornal também ajuda a evitar pensamentos que trazem angústia.

Carregue o lanche certo

Experimente parar para fazer um lanchinho. Nos momentos de ansiedade, a mastigação ajuda a relaxar alguns músculos do pescoço. No entanto, escolher o lanche certo é essencial para afastar a ansiedade e o estresse. "Alimentos bastante práticos e fáceis de transportar, como castanhas e laranja, contém selênio e vitamina C, respectivamente. Esses dois nutrientes melhoraram o funcionamento do sistema nervoso, evitando a ansiedade", explica a nutricionista Daniela Cyrulin, do Instituto Saúde Plena, em São Paulo.

Bolinha de tênis

Caso esteja em casa, coloque a bolinha de tênis entre as suas costas e uma parede. Inicie a massagem nos pontos em que a tensão é maior. Depois, passe a massagear o ombro e toda a região próxima do pescoço, para relaxar os músculos dessa área.

 

FONTE: www.minhavida.com.br

Quer saber sobre algum assunto ou tema que não foi publicado? Mande sua sugestão por mensagem no site que o mais breve possível irei publicar o assunto.

TRANSTORNO DE PERSONALIDADE BORDERLINE

Segunda, 26 de Janeiro de 2015, 20h04

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

O popular “vivendo no limite das emoções” , muito se escuta e se especula sobre esse transtorno , popularmente adicionam sintomas e comportamentos que nem sempre pertencem a essa classe. O Transtorno da Personalidade Borderline caracteriza-se por instabilidade emocional, desregulação afetiva, sentimentos intensos polarizados em “tudo ótimo” e “tudo ruim”, angústia de abandono e angústia de invasão, que acabam levando a muitos comportamentos impulsivos e perigosos.
Lembre-se , não existe um “auto diagnóstico” , apenas um profissional está apto para isso, no inicio o tratamento pode aliviar alguns sintomas, principalmente aqueles que mais perturbam o indivíduo, porém se pensarmos em desenvolvimento da personalidade , o tratamento deve ser a longo prazo. Desta forma o objetivo é ir além dos sintomas, levando ao desenvolvimento de capacidades psíquicas que possam ser duradouras e eficientes.
Acima de tudo pense que o sofrimento psíquico é um norteador que sinaliza a hora certa de procurar ajuda.
Vamos refletir?
Postado por: Thiago Caltabiano – Psicólogo Clínico Especialista em Psicopatologia e Dependência Química 106453

MEDO OU FOBIA?

Domingo, 25 de Janeiro de 2015, 20h38

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

MEDO E FOBIA : Comumente a palavra "fobia" caiu no senso comum e acabou perdendo um pouco da sua real magnitude dentro das psicopatologias (Agorafobia, Fobia social). Muito se confunde o medo com a fobia, onde o medo pode ou não progredir para uma fobia. Por ex , João tem receio de andar de avião , mas não deixa de fazer suas viagens em decorrência de tal desconforto, mas Pedro simplesmente não consegue cogitar a minima possibilidade de chegar perto de um aeroporto , pois tem um medo descomunal de avião. Temos que desenvolver um olhar cuidadoso perante as fobias, elas estão refletindo uma desorganização interna e uma inabilidade do indivíduo em conseguir construir novas possibilidades de enfrentamento perante determinada situação aversiva.
Compreender o momento e a dificuldade de cada um é sempre um excelente começo.

Vamos refletir?

Postado por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental Especialista em Psicopatologia e Dependência Química 106453

DISTÚRBIOS ALIMENTARES

Quinta, 22 de Janeiro de 2015, 22h17

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Atinge diretamente a relação que o indivíduo tem com a comida, muitos questionam e não percebem coerência naquela pessoa que está magra mas se vê obesa no espelho. Tudo que não nos é comum parece estranho, mas aquele que se percebe com uma imagem diferente da real , está enfrentando acima de tudo uma extrema dificuldade de aceitação perante aquilo que é ou idealiza ser. Enquanto pensamos que aquela pessoa tem um problema consigo ,talvez na verdade o problema dela possa estar ligado no seu receio de não atingir as expectativas alheias e consequentemente ser preterida ou rejeitada. A relação com a comida é um mero pretexto que serve de cortina de fumaça para justificar a sua real dificuldade.

E vamos refletir!

Postado por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Clínico Especialista em Psicopatologia e Dependência Química 106453

A DIFERENÇA ENTRE SER E ESTAR :

Terça, 20 de Janeiro de 2015, 14h03

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Em muitos momentos de nossa vida confundimos essas duas palavras "ser" e "estar" , a essência da problemática é muito parecida , mas o significado de cada conceito faz todo o diferencial na condução da questão.
Uma coisa é você "ESTAR" deprimido(a) por determinado motivo, outra coisa é você "SER" constantemente deprimido, sem perspectivas de reverter a situação. Vale lembrar que a diferença esta embutida na forma como cada indivíduo pratica a sua resiliência . "SER" e "ESTAR" não podem ser colocados na mesma balança , pois "ESTAR" é efêmero e transitório , enquanto o "SER" determina a necessidade de um olhar mais apurado e uma solução mais pontual para o sofrimento psíquico.

Vamos refletir?

Postado por : Thiago Caltabiano Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental Especialista em Psicopatologia e Dependência Química 106453

Como fazer para o relacionamento ser duradouro.

Terça, 20 de Janeiro de 2015, 08h50

Sheila Soares
Psicóloga

As relações que duram mais dependem de 2 coisas básicas:

Milhares de casais se unem em matrimônio anualmente. No Brasil, o mês das noivas é maio, nos Estados Unidos, o mês mais popular para casamento é o mês de junho, onde em média 13.000 casais dizem "sim".

Desses casais que decidem passar a vida juntos, muitos não conseguem levar o relacionamento por muito tempo. Se você parar agora e analisar quantos casais você conhece que se casaram e se divorciaram, certamente terá que anotar, ou perderá a conta. Pensando nisso, que o psicólogo, John Gottman, juntamente com sua esposa também psicóloga, Julie Gottman, realizaram um estudo com casais para entender melhor o motivo do fracasso e do sucesso de seus relacionamentos.

A conclusão a que chegaram pode parecer óbvia demais, porém ao analisarmos os detalhes de nossos próprios relacionamentos, certamente identificaremos pontos que precisam de mais atenção.

Segundo o estudo dos Gottmans, as duas coisas básicas que movem um relacionamento até o fim da vida são generosidade e bondade.

John e Julie criaram o "The Lab Love" (O Laboratório do Amor), levaram 130 casais para seu laboratório do amor, onde passaram o dia realizando tarefas corriqueiras como comer, cozinhar, limpar, enquanto os cientistas sociais os analisavam. Ao fim das análises, os estudiosos classificaram os casais em dois grupos: mestres e desastres. Passaram-se seis anos e os casais foram chamados novamente. Os mestres permaneciam juntos e felizes. Os casais que pertenciam ao grupo "desastres" ou não estavam mais casados ou permaneciam juntos, porém infelizes. Esse resultado levou os cientistas a conclusão de que a generosidade é fundamental para o relacionamento entre o casal. Atos simples como responder a perguntas rotineiras com agressividade ou com generosidade afeta o futuro e a qualidade do seu relacionamento. Perguntas como: "Você viu aquele pássaro?" podem ser a deixa para a esposa demonstrar mais interesse pelos gostos do marido, agindo com generosidade e bondade, criando uma conexão entre os dois. Respostas ríspidas, desinteressadas ou ignorar o apontamento do seu companheiro por indiferença, significam bem mais do que apenas cansaço, ocupação, falta de tempo. Mas sim, podem representar que tudo é mais importante do que as coisas bobas que ele ou ela apreciam.

O estudo apontou que temos duas respostas a escolher quando se trata das questões de nossos companheiros, podemos optar por respostas generosas que nos aproximam como casal ou respostas ríspidas que nos afastam um do outro. Os "mestres" escolhiam respostas generosas, criavam uma conexão com o companheiro, demonstrando-lhe interesse em suas necessidades emocionais. Pessoas que agem com bondade e generosidade, como os casais que pertenciam ao grupo de "mestres" preocupam-se em criar um ambiente de apreciação e gratidão pelo o que o companheiro faz, em contrapartida, casais "desastres" constroem um ambiente baseado na insatisfação, sempre apontando para os erros do outro, para o que ele deixou de fazer, esquecendo-se dos pontos positivos.

A pesquisa mostrou que em situações como, o atraso da esposa ao se preparar para um jantar pode ser encarado pelo marido de duas maneiras diferentes: com bondade e generosidade ou com agressividade, concentrando-se apenas no fato de que ela sempre se atrasa, nunca se apronta na hora combinada, desconsiderando que o atraso pode ter sido motivado pelo tempo que ela gastou preparando uma surpresa para ele.

Generosidade e bondade

Generosidade e bondade podem salvar seu relacionamento. Não estou dizendo que no dia de aniversário de casamento, uma vez ao ano, você fará aquela surpresa linda, e pronto. O que a pesquisa revelou implica na aplicação diária de doses de generosidade e bondade, seja relevando uma coisa aqui, sendo gentil em outra situação ali, evitando cobranças desnecessárias e sempre, sempre e sempre concentrar-se no que a outra pessoa fez e faz de positivo, não de negativo. Sua esposa foi ao supermercado e comprou só alimentos, esquecendo-se do creme dental? Você escolhe: seja agressivo e reclame do creme que ela esqueceu ou agradeça pela comida que comprou. Sua escolha dirá que tipo de relacionamento você está vivendo.

John e Julie Gottman, após estudarem os casais com eletrodos enquanto conversavam, concluíram que casais do grupo "desastres" ficavam fisicamente afetados ao dialogarem com seus companheiros, fisiologicamente eram como se estivessem em guerra ou enfrentando um leopardo. Os "mestres" apresentavam passividade, relaxamento e tranquildade ao conversarem. E você? A qual grupo pertence?

 

FONTE: http://familia.com.br 

Quer saber sobre algum assunto ou tema que não foi publicado? Mande sua sugestão por mensagem no site que o mais breve possível irei publicar o assunto.

Compulsão: como reconhecer que o comportamento virou problema?

Domingo, 18 de Janeiro de 2015, 10h45

Maria Cristina Ramos Britto
psicóloga

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a compulsão é considerada o quarto diagnóstico psiquiátrico mais frequente na população, e faz uma estimativa de que até 2020 os vários tipos deste transtorno figurarão entre as 10 causas de doença no mundo. Compulsão é um hábito mal-adaptativo que acontece automaticamente, com o objetivo de obter alívio de emoções negativas, como tristeza e angústia, e de ansiedade. O comportamento compulsivo caracteriza-se por ser repetitivo, excessivo e frequente, e não se adaptar ao bem-estar mental, físico e social do indivíduo que o pratica, sentindo que não tem controle sobre o mesmo, recaindo sempre num ciclo de expectativa, gratificação e culpa.
O estresse, a exigência por desempenho e a pressão diária cobram seu preço em algum momento da vida, e qualquer um corre o risco de sucumbir a comportamentos prejudiciais. Abusar de tabaco, álcool e drogas; desenvolver compulsão alimentar; tornar-se refém da tecnologia, do jogo e das compras, a ponto de estourar o cartão de crédito e se endividar; ficar obcecado pelo corpo e, por extensão, com a prática de exercícios físicos, qualquer pessoa é passível de ultrapassar os limites do que se considera saudável ou socialmente aceito. Afinal, quem nunca passou por uma fase difícil e sentiu autocomiseração, procurando conforto externo para tapar um buraco emocional, buscando se autogratificar, aplacar frustração, ansiedade ou depressão?
O engano é cair na tentação da saída fácil, insistir na fuga de situações estressantes e emoções desconfortáveis, que vai demandar a repetição do comportamento, o que cria um ciclo vicioso, tornando-se compulsão. Os prejuízos que acompanham os comportamentos desadaptativos, além da vergonha e da culpa, incluem conflitos familiares, crises profissionais e financeiras, sem mencionar os problemas de saúde, tanto físicos quanto psicológicos. Quando o escorregão se transforma numa queda sem fim, e o indivíduo entra no automático, sem perceber que a repetição do hábito tem efeito momentâneo e precisa ser aumentado para ter resultado, é recomendado buscar ajuda profissional.

QUAL O SEU CONCEITO DE LOUCURA?

Sexta, 16 de Janeiro de 2015, 21h28

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Parou pra pensar que a própria palavra (que no passado foi usada em larga escala para identificar aquele que possuía algum tipo de comorbidade mental) por si só é uma forma de segregação?
Quando vemos algum tipo de posicionamento,comportamento ou até mesmo linha de raciocínio que difere dos padrões,automaticamente se escuta alguém falar : "é louco".
Essa é uma maneira simplista , que rotula e estigmatiza aquilo que aparentemente em um primeiro olhar parece ser diferente.
Podemos mais do que isso; entender , ouvir e refletir , são opções de entendimento sobre quem somos, e o que o outro é ou representa dentro das suas possibilidades.

Vamos refletir! Postado por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Clínico/Social Cognitivo Comportamental Especialista em Psicpatologia e Dependência Química CRP 106453

serviço técnico

Sexta, 16 de Janeiro de 2015, 20h35

dilermando gonçalves silva
Eletricista de manutenção

Boa noite pessoal tenho ótimos conhecimento sobre elétrica instrumentação façam orçamentos e confiram meus serviços 

PSICOSSOMÁTICA:

Quarta, 14 de Janeiro de 2015, 17h58

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Dores de cabeça sem explicação médica, incômodos , hipertensão , e por aí vai, a lista é longa. Quando desenvolvemos uma inabilidade em lidar com determinada situação ou determinado conflito , o nosso corpo acaba "tomando as dores" (literalmente) , daquilo que deveria ter sido explanado , trabalhado e dado um novo sentido.

Existem maneiras de se lidar com isso , após uma avaliação médica onde se eliminou as causas físicas da patologia, talvez seja o momento de começar a pensar em um direcionamento psicoterápico.
O acompanhamento psicológico pode ser uma relevante e eficiente forma de ajuda nesse momento.
Não vamos permitir que as palavras te afoguem dentro das suas momentâneas inabilidades de lidar com determinadas situações e conflitos.

Postado por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Clínico/Social Cognitivo Comportamental  106453

t.caltabiano@hotmail.com 

(11)985499896 (tim)

Qual o Valor Real que cada 1 tem? Até onde nos permitimos além do superficial, além de capas ou do que queremos ver?

Terça, 13 de Janeiro de 2015, 01h47

Elizandra Nascimento
Psicóloga

 

#Uma Breve Reflexão... Qual o Valor Real que cada 1 tem? Até onde conseguimos nos permitir a nos aproximarmos e deixar as pessoas se aproximarem do real de cada 1 de nós?
Na modernidade dos tempos onde tudo é pra ontem e hoje não é mais... Conseguimos encontrar tempo para descobrir e desfrutar a Grandiosidade e a Graciosidade do existir que é tão Particular e tão Único em cada individuo no mundo ?

Deixo aqui o convite para este tão pequena e grande Reflexão...

 

 

As vezes somos tão imediatistas...aproximamos e afastamos pessoas - o bem Maior - o Dom Maior que a vida poderia nos dar: o CONHECER #NossoEgo#NossoMal#Mal de um século egoista sempre preocupado em suprir suas necessidades momentâneas, esquecedo-se que:

Cada individuo é Único e Particular com suas Histórias e seus Valores e deixamos de aprender e crescer 1 pouquinho mais...

Pensem nisto antes de cairem na fábula moderna da "Inversão de Valores" : Amando-se coisas e usando pessoas...

E que juntos possamos construir 1 ano Melhor!!! Feliz 2015 amigos!!!

Boa Reflexão!!!

Portfolios

Direto do portfolio dos usuários Liberalis.

premium Realton Brasil Imóveis

Gerente Comercial

premium Omnium Negócios Imobiliários

Gerente de Negócios

premium Vision Imóveis Prime

Corretor de Imóveis

premium Brasil Brookers Imóveis

Corretor de Imóveis

premium Condomínio Shopping Center Iguatemi

Inspetoria de Segurança Privada

premium Polícia Militar do Estado de São Paulo

30 anos de serviço ativo, 10 anos em Força Tática e 3 anos na Seção de Justiça e Disciplina.

premium RESIDENCIA MJ CLETO

Reforma de apartamento triplex

premium RESIDENCIA ROSARIA

premium RESIDENCIA GRACIELE

Projeto Arquitetônico de residencia unifamiliar em dois pvtos

premium EDIFICIO COMERCIAL DESPACHADORIA

Finalização e readequação de imovel residencial em edificio comercial

premium MINI COZINHA GOURMET

Execução de cozinha gourmet em local de área de serviço próxima a área de lazer

Execução de pontos de agua, luz, pintura e bancada

Males da Alma...

fala sobre os transtornos emocionais que mais afastam o indivíduo do seu trabalho,altera sua rotina e traz sofrimento intenso para sua vida.

Trabalho final de Projeto de Restauro

O objeto de projeto foi uma ruína em Niterói, escolhida pelo grupo de trabalho, para a disciplina de Projeto de Restauro.

ASSESSORIA FINANCEIRA

CREDITO IMOBILIARIO - COMPRA FINANCIAMENTO DA CASA PROPRIA - EMPRESTIMO FINANCEIRO -

PAGUE TODAS SUAS CONTAS
E FAÇA
RECARGA DE RIOCARD
 
BILHETE ÚNICO
 
BILHETE CARIOCA
 
VALE TRANSPORTE
 
E
CELULAR
TUDO EM UM SÓ LUGAR
      
AQUI NA
DELEGACIA LOCAL DO CONSUMIDOR
RADIO SATELITE FM 98.5
AV. LUIZA FONTENELLE 300 - ENTRADA DA EMBRATEL
PROXIMO AO POSTO DE SAUDE E ANTENAS DA EMBRATEL
BAIRRO CIDADE SATELITE - TANGUA - RJ
CEP: 24890-000 ( GOOGLE MAPS)
Tel: (21) 3087-8742 – 99740-8460 (VIVO) – 94108-5391 (TIM) / 99101-1464 (CLARO)
www.delegaciadoconsumidor.blogspot.com
delegaciadoconsumidor@gmail.com
www.antoniogilsondeo.blogspot.com
antoniogilsondeo@gmail.com

Encontro de Casais

Notícias do TST

Desvio de função NA ect

Balsamo Perfumes

Trabalha sério na aréa de Marketing de rede e vendas diretas.

Empresa Balsamo 17 anos de mercado,acaba de lançar sistema inteligente de consumo!!!
NÃO É VENDAS, APENAS CONSUMO DE 1 PERFUME , AGORA SE VENDER É CLARO GANHA MUITO MAIS!
Nesse todos podem participar
Investimento único R$ 98,00
matriz4x4 com transbordo garanta já sua posição!
veja simulação de ganhos:
16 pessoas abaixo de você R$ 1568,00 mês
64 pessoas abaixo de você R$ 9408,00 mês
256 pessoas abaixo de você R$ 50.176,00 mês
Veja Apresentação e Saiba Mais : http://youtu.be/xjCFDTDpghg
Cadastre-se aqui: http://www.balsamoperfumes.com.br/recadastro.php
OBS: PARA EFETUAR O CADASTRO VOCÊ PRECISA COLOCAR MEU ID: 6481
(((* ID do Consultor indicante: ID:6481))) - IVAN DE LIMA PORTO
Conferência:
Todos os dias ás 10h,15h,20h e 22h30
Entre como meu convidado.
C-seu nome-Ivan Lima
acesse> http://login.meetcheap.com/conference,balsamomatrix
Dúvidas:
skype: IVANLIMA51
E-MAIL: ILPCONSULTORIA@GMAIL.COM
Contato:
ILP CONSULTORIA
(77) 9978-0126 Vivo / 8838-2693 Oi

Trabalho de Projeto Arquitetônico IV

O tema da disciplina para o semestre foi para desenvolver, em dupla, um Centro de Referência da Indústria Naval na área de Neves em São Gonçalo.

Psicopedagogia: O médico da educação

Divulgação do profissional psicopedagogo

Olhar psicopedagógico: Escola boa é onde EU quero ser feliz

Orientação Psicopedagogica

premium Parallel PACKMOL

Parallel Packmol is a parallel version of Packmol.

premium Parallel PUMA

Parallel PUMA is a parallel version of PUMA that works with computers with one or more processors (or cores) or with a cluster/grid of computers.

premium InteGrade

My work in the project InteGrade

premium TANGO

My work in the project TANGO.

Portfolio Links

REPORTAGENS

Reportagens e criação de conteúdo para jornais, revistas e empresas.

FECOAGRO TV Canal Rural Programa Cooperativismo em Notícia

Coordenador de reportagens; roteirista e repórter dos programas de TV da TV COOP (TV da Federação das Cooperativas Agropecuárias de SC no site da Fecoagro webtv ; VER: http://www.fecoagro.coop.br/pt-BR/home ) *- e produtor e realizador de reportagens TV

premium ALGUMAS POESIAS

Coletânea de poesias escritas no período compreendido entre os anos 2000 e 2014.

Casa Guaporé3

Casa Guaporé

Casa Alphaville

Sócrates

Uma homenagem ao Dr. do futebol

Implantação Leroy Merlin São José do Rio Preto

Implantação de Assinaturas do Mundo de Acabamentos e Decorativo para inauguração de loja.

Sacada Gourmet

Residencia condomínio de rancho.

Estudo casa para um rancho localizado na cidade de Sales-SP.

Arquitetura e Interior.

Estudo residencia na cidade de Ibira-SP.

Arquitetura Residencial

Projeto realizado para uma residencia em condomínio fechado na cidade de Sao Jose do Rio Preto - SP.

Arquitetura Imobiliária Urca.

Reforma de uma antiga residencia transformando em Imobiliária, localizada na no bairro JD. Maracana em Sao Jose do Rio Preto-SP>

Residencia X

Residência Wood

Residência unifamiliar

Residencia AGHA

Residencia unifamiliar contemporânea com estilo minimalista e tecnologias construtivas sustentáveis.

Loja Informática

Projeto Arquitetônico e Interiores.

Escritório

Designer de Interiores

Trabalho de informática avançada

foram utilizados os programas AutoCad, 3D Max e CiberLink como editor de vídeo

AREAS DE INTERESSE

•consultoria empresarial; •psicologia clinica ; •psicologia hospitalar; •Gerência / coordenação Projetos de responsabilidade social;

DIRETORIA DO GRUPO ASSISTENCIAL SOS VIDA

Max Gulin

Consertos de ferramentas Eletricas

Marketing Multinível e Vendas Diretas através de Catálogos

Uma trajetória de 45 anos de conquistas A Belcorp surgiu em 1968 em Lima, Perú, como uma distribuidora de cosméticos de marcas internacionais.

pedagoga

Projeto "Educação Consciente"

Cursos e palestras para pais e educadores sobre o desenvolvimento infantil, favorecendo o desenvolvimento de pessoas bem adaptadas e com uma boa capacidade para se relacionar consigo e com os outros.

Saúde Global - Espaço Terapêutico

Psicoterapia da Depressão e da Ansiedade

Profissionais em destaque

Maria Cristina Delattre premium
Psicóloga CRP 08/04151
Carlos Humberto Oliveira premium
Advocacia e Empreendedorismo Social
Agnes Helena premium
Arquiteta urbanista
Jorge Gonçalves Machado premium
Psicologia Clínica em Belo Horizonte
José Mauro Barbosa Dias premium
ADVOCACIA E CONSULTORIA JURÍDICA
Representações premium
Somos especializados na venda de produtos importados destinados a fabricação de etiquetas, tags e identificações em geral.
lael premium
ladrilheiro
Rodrigo Petrocini da Silva Martins premium
Advogado
Élida Spinelli premium
Psicóloga e Consultora de RH
Fernando de Freitas Leitão Torres premium
Advogado e Mediador
Marcia de Sá premium
Psicóloga
Felipe Furtado premium
PESQUISA E DESENVOLVIMENTO
Eder Moura da Costa premium
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779
Maria Inêz Collado premium
Analista Junguiana
Rafael de Oliveira Silva premium
Tradutor/Intérprete e Professor
Jorge Machado premium
Webmarketer
Paulo Salem premium
Doutor em Ciência da Computação
Stella Caldas premium
Psicóloga Clínica (CRP 06/113489)
Violeta Macedo premium
Dra.
Debora Oliveira premium
Psicóloga
ACASOOPPE ENGENHARIA Augusto Cesar Santos premium
ENGENHEIRO CIVIL AUTONOMO DE ORÇAMENTOS, OBRAS, PLANEJAMENTOS E PROJETOS DE ENGENHARIA
Melissa Stefanie Brandino premium
Dra. Psicóloga
Leandro dos Santos Pedro
Psicólogo Clínico Cognitivo-Comportamental (Indisponível temporariamente)
Flávia Rocha Barros
Ortodontista
Lucio de Oliveira Mello
Psicólogo (CRP 12/03468)
Daniel Augusto Corrêa Vasques
Médico Psiquiatra
Susan Yuri Satake
Psicóloga Clínica e Hospitalar (CRP 06/102364)
Dr. Antonio Carlos Pacheco de Almeida
CRM 56.673
Antonio Fernando Gaiga
Ortopedista e Traumatologista - Coluna Vertebral
Pedro J. dos Santos Carvalho de Gouvêa
Psicólogo CRP 05/39549
Samuel de Oliveira Martins
Arquitetura e Interiores
Bruno Sassi
Médico Veterinário
Ricardo Cavalcante
Advogados Associados
Alessandra Torres
Psicóloga clínica comportamental
Suzana Lustosa de Castro Faria
Psicanalista
Katia Ferreira
Psicóloga
Gilberto Pinto da Motta
Jornalista e Docente universitário
Avaliação Vocacional - Raquel Albea Silva
Psicóloga
Thatianny Bezerra Moreira da Silva
Psicóloga Clinica- Gestalt-terapeuta- CRP 113351
Julio Lopes
Arquiteto e Urbanista
Wander R Barbosa
Advogados
Maria Lucia Zanelli
Jornalista
Juatel Becker
Médico, clinica geral adultos e crianças
Isis Luna Matos
Engenheira Civil
Crisfani Lopes Braz
Psicóloga
Dra Verônica A. Mello
Nutricionista
Thaís e Veridiana
Arquitetas
Vagner e Beth Libras
VAGNER E BETH LIBRAS - PROFESSORES, INTÉRPRETES E TRADUTORES DE LIBRAS - COORDENADORES DE CURSOS - DIRETORES DO MOVIMENTO LIBRAS/SP
Wagner Luiz Garcia Teodoro
Psicólogo
Manoel Garcia
Arquiteto, Design de Interior