Transtornos Alimentares X Obesidade Masculina

Quarta, 17 de Setembro de 2014, 23h58

Jorge Gonçalves Machado
Psicologia Clínica em Belo Horizonte

Bom dia a todos!

A obesidade é um assunto que sempre me chamou a atenção. Por isso, hoje publiquei um artigo em meu blog sobre os transtornos alimentares masculinos. Não deixem de lê-lo em:
http://virtualmarketingpro.com/blog/jorgemachado/transtorno-alimentar-em-homens
www.freudparatodos.com

cordialmente,
Jorge Gonçalves Machado
Psicólogo CRP-04-14616
www.freudparatodos.com
Fones: 31-32729101, 31-91028533 (Tim) ou 31-95388488 (Vivo)

Aniversário de Freud, o "Pai da Psicanálise"

Quarta, 17 de Setembro de 2014, 23h57

Jorge Gonçalves Machado
Psicologia Clínica em Belo Horizonte

Hoje 06 de maio é a data de aniversário daquele que é o "pai da psicanálise", o Dr. Sigmund Freud, haja vista ter ele nascido nesse dia do ano de 1.856 em Freiberg na Morávia, pertencente ao império Austro-Húngaro na época, sendo que atualmente a localidade é denominada Příbor, na República Tcheca.

Sigmund Freud, foi um médico neurologista e criador da Psicanálise. Freud nasceu em uma família judaica

Freud iniciou seus estudos pela utilização da técnica da hipnose como forma de acesso aos conteúdos mentais no tratamento de pacientes com histeria. Ao observar a melhoria de pacientes de Charcot, elaborou a hipótese de que a causa da doença era psicológica, não-orgânica. Essa hipótese serviu de base para seus outros conceitos, como o do inconsciente. Freud também é conhecido por suas teorias dos mecanismos de defesa, repressão psicológica e por criar a utilização clínica da psicanálise como tratamento da psicopatologia, através do diálogo entre o paciente e o psicanalista. Freud acreditava que o desejo sexual era a energia motivacional primária da vida humana, assim como suas técnicas terapêuticas. Sua obra fez surgir uma nova compreensão do ser humano: um animal dotado de razão imperfeita influenciado por seus desejos e sentimentos que cria na mente destes um tormento pela contradição entre esses impulsos e a vida em sociedade. Fatos como a descrição de pacientes curados através do diálogo por Josef Breuer e a morte do colega Ernst von Fleischl-Marxow por overdose do antidepressivo da época, a cocaína, levou-o ao abandono das técnicas de hipnose e drogas para utilizar uma nova metodologia: a cura pela conversa (Talk Cure), a Psicanálise, em favor da interpretação de sonhos e da livre associação, como vias de acesso ao inconsciente.

Suas teorias e seu tratamento com seus pacientes foram controversos na Viena do século XIX, e continuam a ser muito debatidos hoje. Suas ideias são frequentemente discutidas e analisadas como obras de literatura e cultura geral em adição ao contínuo debate ao redor delas no uso como tratamento científico e médico, mas a neurociência, estuda os textos freudianos ainda hoje e, os seus textos são tão contemporâneos como se escritos para os nossos dias. Freud é uma mistura de amor e ódio para muitas pessoas. Mas quem pode agradar a todos na sua totalidade?

Freud morre de cancro no palato aos 83 anos de idade (passou por trinta e três cirurgias). Supõe-se que tenha morrido de uma overdose de morfina. Freud sentia muita dor, e segundo a história contada, ele teria dito ao médico que lhe aplicasse uma dose excessiva de morfina para terminar com o sofrimento, o que seria eutanásia.

Encontra-se sepultado no Golders Green Crematório, Golders Green, Grande Londres na Inglaterra.

A data de seu nascimento não pode passar despercebida por aqueles que admiram a sua pessoa e a sua obra. A ele e a todos os freudianos a minha respeitosa reverência.

Cordiais saudações,

Jorge G. Machado

Psicólogo

Prevenção ao Uso e Consumo de Drogas

Quarta, 17 de Setembro de 2014, 23h53

Jorge Gonçalves Machado
Psicologia Clínica em Belo Horizonte

Na minha opinião, prevenir vem antes da coisa acontecer.

Há vinte anos eu falei com um médico que deveria ser feito um trabalho com as famílias e com as crianças principalmente, para que daí a 10 anos os adolescentes, mais estruturados não entrariam para as drogas (lícitas e ilícitas), como a gente vê aumentar em grande proporção. Ele reagiu com desespero: “ Daqui a 10 anos?!!” .

Há alguns anos, foi um casal ao consultório e o pai me perguntou : “ como nós educamos nossos filhos, para que eles, ao chegar na adolescência, não entre nesse caminho das drogas?” . Eu respondi: não existe receita, mas a criança criada com amor, com limites e com liberdade para expressar seus sentimentos (sem excesso de repressão, em nome de colocar limites) e com diálogo, com certeza irá pensar muitas vezes ao aceitar uma oferta de drogas ilícitas, cigarro ou álcool.

Parece utópico, pois em casa tem o exemplo da criação inadequada ou insuficiente que os pais tiveram e que transmitem consciente ou inconscientemente aos filhos.

A luta pela sobrevivência, a insegurança, as tendências hereditárias e ultimamente a evolução da tecnologia aliado às conseqüências da globalização, mais influências de outras culturas, mídia que mostra, e deve mostrar, corrupção, injustiças, assaltos, acidentes...deixam as pessoas incapazes de perceber no dia a dia o que está acontecendo com o outro tão próximo, os filhos, o cônjuge, etc. Há falta de estímulos para lutar por dias melhores, como se não fosse possível conseguir resultados. Uma sensação de impotência. Deixam de cuidar do que é o maior patrimônio que os pais podem deixar aos filhos: equilíbrio emocional, segurança, e uma estrutura familiar.Tem um ditado que diz que a esperança é a última que morre. Ninguém pode tirar a esperança de uma pessoa que às vezes perdeu tudo que tem e pode ser que o que ainda tenha, seja isso. Não são todos os pais que vêem uma saída, ou que têm condição de buscar uma solução. Daí as campanhas dos governos serem importantíssimas. Mas deveriam começar lá com as gestantes, ou com o “ casal grávido”, preparando o ambiente que a criança vai ser criada. Embora haja cada vez mais grávidas que não possuem o marido ou companheiro ao lado. Às vezes nem a própria família dá apoio.

Há esperança sim. Como sugestão deixo a idéia de que as Empresas em parcerias com o Governo, a Igreja, por exemplo, poderiam criar programas de humanização (afeto e linguagem) utilizando os serviços de psicólogos nas Instituições, atuando na formação de pessoas íntegras, conscientes dos seus direitos e deveres, reconhecendo-se parte do contexto maior.

Onde deveria ter um número x de psicólogos para determinado número de pessoas nas Comunidades (Escolas, Empresas, Igrejas, etc. ), nem sempre tem ao menos um. Voltando à palavra humanização, entrada na cultura, quero me referir à falta de afeto, que começa lá nos primeiros anos de vida, na base da estruturação da personalidade.

Todos nascemos com uma carga de agressividade a serviço da auto preservação. A entrada na cultura e na civilização se da com a linguagem e a socialização, aprendemos a saber lidar com as nossas próprias pulsões da agressividade, tanto quanto com as pulsões da sexualidade e as outras.

Cito dois textos que refletem a idéia que estou tentando passar:

1) QUANDO TEU FILHO

Te procurar com o olhar, olha-o. Te estender seus braços, abraça-o.

Te procurar com sua boca, beija-o. Quiser te falar, escuta-o.

Sentir-se desamparado, ampara-o. Sentir-se só... Acompanha-o.

Pedir para deixá-lo, deixa-o.Pedir para voltar, receba-o.

Sentir-se triste, consola-o.Estiver no esforço, anima-o.

Estiver fraco, proteja-o.Perder a esperança, alenta-o.

(Arnaldo Rascovsky)

2) UMA CRIANÇA APRENDE AQUILO QUE VIVE

Se a criança vive:

Com críticas, aprende a condenar. Com hostilidade, aprende a agredir.

Com zombarias, aprende ser tímida. Com humilhação, aprende sentir culpada.

Com tolerância, aprende a ser paciente. Com Incentivo, aprende a ser confiante.

Com elogios, aprende a apreciar. Com retidão, aprende a ser justa.

Com segurança, aprende a ter fé. Com aprovação, aprende a gostar de si mesma.

Com aceitação, aprende a encontrar amor no mundo.

SE VOCÊ VIVE COM SERENIDADE,

SEU FILHO VIVERÁ COM A MENTE SÃ E TRANQUILA .

(AUTOR: desconhecido).

O desejo de transgredir leva a experimentar. Daí, todos sabemos das consequências.

Aproveito para falar um pouquinho sobre o tratamento, referindo-me ao texto de Dr. Antonio Beneti* , preparatório para a XVII JORNADA DA ESCOLA BRASILEIRA DE PSICANÁLISE / SEÇÃO MINAS GERAIS, que acontecerá dias 26 e 27 de Outubro de 2012, aqui em BH, onde ele faz uma análise de como a questão da droga era tratado e como está a toxicomania hoje. Acontecerá um Fórum : Drogas para além da segregação e um dos quatro eixos da Jornada chama “ O que a criança ensina” .

Segundo o texto, há 28 anos atrás quando alguém era pego usando droga o endereçamento do caso era à polícia . Passou um período de ser tratado como caso de saúde, hoje já é um problema de saúde mental. Nesta evolução, a partir da psicanálise que faz uma escuta do sujeito na sua singularidade, na tentativa de identificar como e porque ele se droga, foi possível criar uma clínica não segregativa do sujeito. Tem a ver com a estrutura de funcionamento do mundo e da cultura. Foi criado o Centro Mineiro de Toxicomania, depois de um percurso que os consumidores usuários de droga, já tinham passado por períodos de internação em centros de recuperação e centros de reintegração social. Com o desenvolvimento dos trabalhos a ênfase que era dada ao objeto droga passou a ser dada ao sujeito. O objetivo era : “... dar a palavra ao sujeito para que ele venha a nos dizer o que ele,inconscientemente quer com o consumo de drogas. O que ele quer com esse objeto e não o porquê do uso de drogas.”

Neste processo da escuta psicanalítica, tinha os que diziam que não eram toxicômanos, que usavam drogas quando iam sair com amigos, recreativamente na tentativa de identificação ao grupo, como forma de fazer laço social. Outros, usavam dentro das instituições para ironizar a lei e transgrediam as normas quando estavam lá.. Ainda hoje há casos que os psicanalistas não conseguem “ tratar sem uma parceria institucional” , o que justifica a instituição para tratamento dos toxicômanos. Hoje além das drogas ilícitas, existe o consumo das legalizadas. Grande parte da população que de alguma maneira consome as drogas terapêuticas. A passagem ao ato de se drogar hoje é diferente do que já foi, vai além da transgressiva e faz aparecer uma população às margens dos laços sociais. Diante disso e da questão do crack e da produção de novas drogas violentas, “ colocam o sujeito toxicômano numa alienação, numa posição de objeto, resto degradado...”.

Ainda, segundo Dr. Antonio Beneti, “ esse é um problema que nós todos temos que pensar: como construir soluções novas, contemporâneas” , e na opinião dele “ qualquer tentativa de se construir algo que não seja simplesmente dar a palavra, e que tenhamos que proteger o indivíduo e resgatar ali o sujeito, não deve passar pela exclusão social... é hora de somar os esforços – que inclua os analistas, o pessoal da saúde mental, as equipes multidisciplinares...”.

Lembro aqui pessoas e Instituições Jurídicas que participam das Equipes Multidisciplinares e também da área de Educação, Pedagogia e Psicopedagogia, e daquelas pessoas que não estão dentro destes grupos de profissionais de Saúde, Saúde Mental , Jurídicas, de Educação ou Segurança.. mas que possuem grande potencial e ideal de ajudar na construção de uma sociedade com menos droga e mais qualidade de vida.

Quem sabe montar uma pesquisa para ser feita onde estão as famílias que tem próximo ou dentro de casa alguém que esteja envolvido nessa questão, no sentido de buscar sugestões para prevenção?

Passei pela questão da prevenção visando o desenvolvimento de crianças e famílias mais bem estruturadas e cheguei a algumas considerações sobre o tratamento. Espero ter contribuído para reflexões e futuras elaborações de propostas de mudanças.

Sandra Almada Freire Arantes

Psicóloga Clínica / formação permanente em Psicanálise

Aluna do curso : Prevenção em Pauta – turma 23 / 2012 da

AVA – Ambiente Virtual de aprendizagem - SES/MG

www.canalminassaude.com.br

· *Antônio Beneti – Psiquiatra e psicanalista, Analista Membro da Escola (A.M.E.) da EBP-CF / AMP – Escola Brasileira de Psicanálise do Campo Freudiano / Associação Mundial de Psicanálise.

· www.jornadaebpmg.blogspot.com.br

Quando procurar um Psicólogo??

Segunda, 15 de Setembro de 2014, 22h51

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Quando você deve procurar ajuda especializada?

Muitas pessoas infelizmente demoram demais para tomar a decisão de procurar um psicólogo. Um dos grandes motivos é a vergonha, e não estou falando da vergonha do outro. Estou falando da vergonha de si , da vergonha de ter que assumir a real verdade do seu momento de vida, “não estou dando conta e preciso de uma ajuda diferente daquela que as pessoas que me amam possam me dar”.

Mudar é preciso , e procurar ajudar indubitavelmente é MUDAR , no dia que você finalmente perceber que o mundo talvez não seja o grande vilão que fez tudo ao seu redor dar errado , quando você se responsabilizar pelas consequências das suas escolhas...aí com certeza será um dia especial , será o dia em que você estará renovando os seus votos de fidelidade consigo, promovendo a sua autenticidade e criando uma nova condição de parceria.

A Psicologia Cognitiva Comportamental pode te ajudar , através de um método solidificado , inovador , focado no "aqui-agora" , centrado na identificação e manejo de pensamentos e crenças desviantes , te auxiliará a ter uma vida mais fidedigna , autentica com as pessoas que te rodeiam , com o seu contexto social e principalmente comprometida com o maior interessado nisso tudo: VOCÊ!

Conheca o meu trabalho!

Thiago Caltabiano- Psicólogo Social , clínico , atuando também com psicopatologia, dependência química e vulnerabilidade social.

CRP O6106453 - tel 11 985499896 (tim) com: 11 26938015  email: t.caltabiano@hotmail.com 

 

Saúde mental no dia-a-dia

Terça, 09 de Setembro de 2014, 11h15

Lucas Mendes Schowe
Psicólogo

Aproveitando que estou começando a usar este recurso aqui para falar de um assunto que ainda é um "tabu", que seria a Saúde Mental.

Quando falamos em saúde mental, não estamos necessariamente falando em doença mental ou mais popularmente falando em "loucura".

Estamos falando na minha forma de sentir o mundo e também na minha higiene mental. Como eu lido com regras, ou com aquilo que não gosto e muitas vezes não aceito? Será que estou sendo saudavel na minha forma de conviver com as pessoas?

Uma descrição bem superficial: Saúde mental é um termo usado para descrever o nível de qualidade de vida cognitiva ou emocional. A saúde Mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as atividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica.

 

Amigos, que tal criarmos por aqui uma rede de diálogo sobre saúde mental?

 

espero comentarios

 

grato

 

Lucas Mendes Schowe

Como a terapia cognitiva pode mudar seu cérebro

Quinta, 04 de Setembro de 2014, 12h15

Andrêze C. N. Silva
Psicóloga - CRP 06/112.958

Publicado originalmente pelo Dr. Cristiano Nabuco, em seu Blog no site Uol (http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/2014/05/14/como-a-terapia-cognitiva-pode-mudar-seu-cerebro/)

 

 

Já não é de hoje que sabemos a respeito da importância de se fazer uma “boa” psicoterapia em certas fases ou momentos de vida. Muito embora exista atualmente um número bastante expressivo de abordagens disponíveis no mercado (mais de 850 em uma última contagem), algumas delas frequentemente são mais estudadas e, por isso, amplamente testadas em relação à sua eficácia terapêutica.

Nesse sentido, algumas linhas são consideradas mais indicadas em função de sua eficácia (capacidade de mudança), efetividade (duração da mudança) e, finalmente, por sua rapidez. Segundo uma publicação internacional intitulada “Evidências Clínicas” – um manual comparativo das variadas intervenções, – a terapia cognitiva é, segundo pesquisas, denominada como padrão-ouro e recomendada como a primeira opção de tratamento em quase 85% dos transtornos psiquiátricos.

 

O que é a terapia cognitiva?

Essa abordagem tem uma premissa central de que não são as situações que causam nossos problemas cotidianos, mas sim a forma como enxergamos as coisas. Eu explico: um dos pontos centrais que estão presentes nos períodos de desequilíbrio é a forma com que uma pessoa interpreta as situações de vida.

Nossos pensamentos, assim, quando ativados de maneira irracional, interferem em nosso funcionamento psicológico, podendo alterar dramaticamente a forma de reação de uma pessoa, o que obviamente também cria efeitos sobre o comportamento.

Imagine, por exemplo, uma pessoa que acredita que as situações sociais são, naturalmente, “muito ruins e constrangedoras”. Essa pessoa, em função desse seu pensamento desadaptativo, possivelmente irá experimentar doses maiores (do que seria esperado) de medo, fazendo então com que as situações públicas futuras sejam ainda mais evitadas. Como consequência, tal indivíduo irá comportar-se de forma cada vez mais fechada, reforçando, sem perceber, sua inabilidade social.

O resultado? Os eventos sociais se tornarão cada vez mais desconfortáveis ao gerar mais constrangimento e desconforto à pessoa. Ao ser observado por terceiros, por exemplo, ela exibirá um comportamento de esquiva, afastando e inibindo possíveis tentativas de contato e fazendo com que, ao final das contas, permaneça ainda mais sozinha, reforçando, portanto, sua ideia (ou crença) inicial de inabilidade social.

 

Como trabalha a terapia cognitiva?

A terapia cognitiva irá trabalhar no aqui e no agora junto aos pensamentos irracionais que um paciente relata e tentará, através de técnicas específicas, alterar o ciclo de interpretações viciadas – por isso então sua rapidez e efetividade enquanto modelo terapêutico.

Os padrões irracionais de pensamento (ou também chamados de “crenças”) são originários junto ao desenvolvimento infantil e se tornam uma poderosa lente interpretatória aos distorcer muitos dos significados pessoais.

Dessa forma, a psicoterapia é estruturada em forma de um plano de tratamento, de maneira a facilitar, para que o paciente comece a perceber, identificar esses erros de interpretação que se tornam disfuncionais. Anotações e diários de pensamento são encorajados como forma auxiliar desse processo de conscientização e de mudança individual.

 

Como a terapia cognitiva afeta o cérebro?

Padrões de ativação cerebral são observados em indivíduos que passam por sessões de terapia cognitiva. Dessa forma, ao se modificar os estilos de pensamento e de comportamento de um paciente, exames de PET-SCAN (tomografia computadorizada por emissão de pósitrons) indicam que tais mudanças podem levar a alterações metabólicas significativas no cérebro de pacientes, por exemplo, que apresentam depressão maior ou transtorno obsessivo-compulsivo.

Portanto, mudar a mente através da terapia cognitiva, produz mudanças inevitáveis no cérebro, segundo um artigo publicado no periódico internacional NeuroImage.

Além do mais, estudos têm mostrado que essa forma de terapia é, pelo menos, tão eficaz como é o medicamento para muitos tipos de transtornos de ansiedade e de humor (depressão).

 

Conclusão

Assim sendo, desenvolver formas mais realistas de avaliar a realidade é um dos pontos centrais da terapia cognitiva.

Assim, quando aprendemos a aceitar mais calmamente um problema pessoal, não só nos sentimos melhor, mas geralmente estamos aptos a colocá-lo mais em perspectiva e em uma posição para fazer uso de nossa inteligência, conhecimento, energia e recursos para resolver a situação.

Se você ainda não fez um trabalho como a terapia cognitiva propõe, eu lhe recomendo: faça pelo menos uma vez, pois é efetivamente muito interessante.

 

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Publicado originalmente pelo Dr. Cristiano Nabuco, em seu Blog no site Uol (http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/2014/05/14/como-a-terapia-cognitiva-pode-mudar-seu-cerebro/)

 

Momento Motivacional

Segunda, 01 de Setembro de 2014, 13h27

AMP - Andrea Melo Pachêco
Consultoria em Recursos Humanos

"Que nada nos limite, que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja nossa própria substância, já que viver é ser livre. Porque alguém disse e eu concordo, que o tempo cura, que a mágoa passa, que decepção não mata, e que a vida sempre, sempre continua."

(Simone de Beauvoir, filósofa francesa)

"Não importa o que você seja, quem você seja ou que deseja na vida, a ousadia em ser diferente reflete na sua personalidade, no seu caráter, naquilo que você é, e é assim que as pessoas lembrarão de você um dia."

(Ayrton Senna)

"O sucesso pessoal e profissional pode ser comparado com uma pequena semente plantada em solo fértil, a terra se encarrega de fornecer todos os nutrientes e o meio para que a semente se desenvolva e dê frutos, mas se você não a regar todos os dias com sua fé, determinação e coragem, sua colheita não será suficiente para sustentar sua família."

(Luis Alves)

CAIXAS PERSONALIZADAS

Sexta, 29 de Agosto de 2014, 18h05

x-tec serviços elétricos
Eletricista

CAIXAS COMPACTAS PARA DIVERSAS APLICAÇÕES, NESTE CASO FOI USADO PARA ESTUFAS DE PLANTAS.

COMANDO AUTOMÁTICO DE PISCINA

Sexta, 29 de Agosto de 2014, 17h48

x-tec serviços elétricos
Eletricista

ESTE COMANDO PERMITE CONTROLAR A HIDROMASSAGEM, O AQUECEDOR E O FILTRO DA PISCINA DE FORMA AUTOMÁTICA OU MANUAL ATRAVÉS DE CONTROLE REMOTO.

27 de agosto - Dia do Psicólogo

Quarta, 27 de Agosto de 2014, 12h11

AMP - Andrea Melo Pachêco
Consultoria em Recursos Humanos

" Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda"

Carl Gustav Jung

 

Parabéns Psicólogos!

Depressão e tristeza

Domingo, 24 de Agosto de 2014, 08h09

Maria Cristina Ramos Britto
psicóloga

A democratização da informação, conquistada não apenas graças à internet, mas também a revistas e livros para leigos, representa a apropriação por todos do conhecimento de doenças físicas ou transtornos psicológicos, antes restrito a médicos e psicólogos ou psiquiatras. Mais do que nunca se comprova o ditado “De médico e de louco, todos têm um pouco”. Levando em conta que o brasileiro já nasce farmacêutico, todo mundo se aventura a receitar, com os diagnósticos on-line, o consultório está na casa de cada um.
O perigo desta prática é óbvio: nenhum site ou livro substitui a consulta com o profissional de saúde capacitado. O diagnóstico da depressão é feito pela avaliação dos sintomas, sua frequência e duração. As queixas mais comuns trazidas pelo cliente são apatia e desinteresse, problemas de relacionamento, sentimentos de culpa, pensamentos negativos, desespero, fadiga constante, distúrbios do sono e do apetite, dificuldade de concentração, oscilações bruscas de humor, irritabilidade, perda do interesse sexual.
Se não tratada, a depressão pode evoluir para um estado incapacitante, a ponto de o indivíduo perder totalmente o interesse pela vida, considerar inútil qualquer tentativa de buscar ajuda para recuperar a motivação de viver e o bem-estar emocional possível a todos. O sofrimento pode se tornar tão grande que a pessoa acredita que a única saída é a morte, por isto a depressão é causa de muitos casos de suicídio. O diagnóstico e tratamento precoces, como em qualquer doença, são fundamentais.
Depressão deve ser conceituada no plural, porque o diagnóstico varia de acordo com a intensidade (leve, moderada e grave), tipos (depressão atípica, transtorno afetivo sazonal, depressão pós-parto), subtipos (psicológica, biológica e mista), e características (depressão e distimia). É uma doença que causa grave comprometimento na qualidade de vida do indivíduo, além do risco aumentado de estar relacionada à ansiedade, à obesidade, aos transtornos alimentares, ao abuso de álcool e drogas, ao jogo patológico, entre outras síndromes.
Tristeza é uma fase de sofrimento e angústia, condição transitória e resposta normal a eventos como luto, perda de entes queridos ou do emprego, separação ou outras experiências estressantes. Trata-se de emoção inerente ao ser humano, uma reação natural, muitas vezes desencadeada por situações vividas por outras pessoas, próximas ou desconhecidas. A tristeza é experimentada por dores pessoais, pelo sofrimento de um amigo, pelo compartilhamento de aflições coletivas, resultado de acidentes ou catástrofes.

Você sabe o que é fibromialgia?

Quinta, 21 de Agosto de 2014, 10h49

Sheila Soares
Psicóloga

Fibromialgia, o que é?

Fibromialgia é uma síndrome comum em que a pessoa sente dores por todo o corpo durante longos períodos, com sensibilidade nas articulações, nos músculos, tendões e em outros tecidos moles.A fibromialgia está diretamente ligada também à fadiga, distúrbios do sono, dores de cabeça, depressão e ansiedade.

Pesquisadores acreditam que a síndrome é causada por um descontrole na forma como o cérebro processa os sinais de dor.

Causas

As causas da fibromialgia ainda são desconhecida mas existem vários fatores que estão frequentemente associados a esta síndrome. Confira:

Genética: fibromialgia é muito recorrente em pessoas da mesma família, o que pode ser um indicador de que existem algumas mutações genéticas capazes de causar a síndromeInfecções por vírus e doenças autoimunes também podem estar envolvidas nas causas da fibromialgiaDistúrbios do sono, sedentarismo, ansiedade e depressão também podem estar ligados de alguma forma à síndrome.

Fatores de risco

Os médicos alertam para alguns fatores de risco que facilitam o surgimento de fibromialgia.

Sexo: a síndrome é mais comum em mulheres do que em homens, em especial naquelas entre 20 e 50 anos

Histórico familiar: a doença é recorrente entre membros de uma mesma família, indicando que talvez exista algum fator genético envolvido nas suas causas.

Sintomas de Fibromialgia

Dor generalizada: a dor associada à fibromialgia é constantemente descrita como uma dor presente em diversas partes do corpo e que demoram pelo menos três meses para passar

Fadiga: pessoas portadores dessa síndrome frequentemente acordam já se sentindo cansadas, mesmo que tenham dormido por muitas horas. O sono também é constantemente interrompido por causa da dor, e muitos pacientes apresentam outros problemas relativos ao sono, a exemplo da apneia e insônia

Dificuldades cognitivas: para os portadores de fibromialgia, é mais difícil se concentrar, prestar atenção e focar em atividades que demandem esforço mental

Dor de cabeça recorrente ou enxaqueca clássica, dor pélvica e dor abdominal sem causa identificada (Síndrome do intestino irritável)

Problemas de memória e de concentração

Dormência e formigamento nas mãos e nos pés

Palpitações

Redução na capacidade de se exercitar.

Buscando ajuda médica

Os sintomas de fibromialgia são muito similares a sintomas de outras síndromes. Geralmente ele é feito por um reumatologista.

Por isso, é importante que, durante da consulta, você:

Descreva todos os seus sintomas e a intensidade das dores que sente

Fale sobre problemas médicos que teve no passado, bem como o de seus parentes

Relate todos os medicamentos e suplementos que toma

Diga ao médico se tem problemas ao dormir. Ele deverá perguntar também sobre eventuais sintomas de depressão e ansiedade.

Diagnóstico de Fibromialgia

O diagnóstico da fibromialgia é feito clinicamente (por meio da história dos sintomas e do exame físico) Não existem testes laboratoriais que possam realizar o diagnóstico, mas o médico pode solicitar exames de sangue para que outras doenças, com sintomas e características parecidos, sejam descartadas entre os possíveis diagnósticos.

Tratamento de Fibromialgia

O tratamento de fibromialgia é mais eficaz quando são unidos medicamentos e cuidados não medicamentosos. O foco é evitar a incapacidade física, minimizar os sintomas e melhorar a saúde de modo geral.

O tratamento pode envolver:

Fisioterapia

Programa de exercícios e preparo físico

Métodos para alívio de estresse, incluindo massagem leve e técnicas de relaxamento

Terapia cognitivo comportamental.

Existem várias classes de medicamentos que são utilizados em conjunto com o tratamento não medicamentoso. As drogas mais utilizadas são analgésicos de ação central, incluindo algumas drogas antidepressivas e antiepilépticas que têm esta ação analgésica. Medicamentos para melhorarem o padrão do sono e miorrelaxantes também são, frequentemente, utilizados isoladamente ou em conjunto com medicamentos analgésicos.

A terapia cognitivo-comportamental é uma parte importante do tratamento. Com ela, você aprenderá a:

Lidar com pensamentos negativos

Manter um diário de seus sintomas e dores

Reconhecer o que agrava seus sintomasBuscar praticar atividades agradáveis

Estabelecer limites.

Os grupos de apoio também podem ser úteis.

Entre outras recomendações estão:

Seguir uma dieta bem balanceada

Evitar cafeína

Manter uma boa rotina de descanso para melhorar a qualidade do sono

Acupressão e acupuntura.

Os casos graves de fibromialgia podem ser encaminhados a uma clínica especializada em dor.

Convivendo/ Prognóstico

A fibromialgia é uma síndrome de longa duração com flutuações frequentes na intensidade da dor. Seguindo o tratamento corretamente e tomando os devidos cuidados dentro de casa, os sintomas tendem a melhorar. Mais importante ainda: com os devidos cuidados, a pessoa com fibromialgia não perde sua capacidade funcional.

Em casa, você pode tomar algumas medidas para ajudar no tratamento e a conviver melhor com a doença.

Veja exemplos:

Reduza o estresse diário

Durma o suficiente para estar descansado no dia seguinte

Exercite-se regularmente

Mantenha um mesmo ritmo de vida

Preserve um estilo de vida saudável.

Prevenção

Não há formas de prevenção para a fibromialgia.

 

Fonte: www.minhavida.com.br

 

Quer saber sobre algum assunto ou tema que não foi publicado? Mande sua sugestação por mensagem no site que o mais breve possível irei publicar o assunto.

Agorafobia: Entenda o que é e como identificar.

Quinta, 21 de Agosto de 2014, 10h43

Sheila Soares
Psicóloga

O que é agorafobia?

VOCÊ TEM MEDO DE SAIR DE SUA CASA?

Você está sempre apreensivo sobre a possibilidade de sair de casa? Você fica amedrontado em espaços públicos e multidões? Você fica com medo de perder o controlo sempre se está sozinho e por esse facto sai à rua sempre acompanho de uma pessoa da sua confiança? Então você pode ter agorafobia, um transtorno de ansiedade que é muitas vezes referido como: medo incontrolável de espaços abertos. Este medo compulsivo pode ser extremamente inibidor, e as pessoas que sofrem com isso tendem a desenvolver um padrão comportamental de evitamente de cenários triviais, como ir às compras ou assistir a um show público. A agorafobia é geralmente baseada numa preocupação persistente sobre qualquer possibilidade de vir a ter ataques de pânico ou perder o controle em público. Qualquer que seja o caso, o diagnóstico e o tratamento poderão variar.

AGORAFOBIA NÃO É O MESMO QUE FOBIA SOCIAL

Na fobia social, o foco da preocupação e o medo são oriundos da incapacidade da pessoa para lidar com a interação social. Na agorafobia é um pouco diferente. Os agorafóbicos, na grande maioria das vezes são bastante capazes de ter um comportamento funcional e adequando na interação social, não experimentando o mesmo tipo de dificuldades no relacionamento com os outros, tal como os fóbicos sociais.

O foco de Agorafobia não é tanto o medo da exposição pública, mas sim o medo incontrolável de ter ataques de pânico ou de perder o controle físico e/ou emocional num ambiente onde a ajuda pode não estar disponível, ser ineficaz ou simplesmente ser embaraçoso.

Existem dois tipos documentados de Agorafobia: com e sem história de transtorno do pânico. Em termos leigos, a distinção entre os dois tipos de agorafobia pode parecer um pouco subtil, mas a partir de uma perspectiva psicológica, há implicações significativas. O curso real de tratamento irá variar dependendo se a pessoa está preocupada com a possibilidade de experimentar um ataque de pânico real ou se nunca teve tal coisa e está apenas com medo de perder o controle em público.

TRANSTORNO DE PÂNICO COM AGORAFOBIA

Para que se confirme o diagnóstico de transtorno de pânico com agorafobia, a pessoa teve de ter ataques de pânico no passado, o que induziu o medo de ter mais episódios de pânico num ambiente público. Além disso, todos os três critérios seguintes devem ser observados:

O medo de locais públicos onde possa estar sozinho e desamparado (como em pé na fila do banco, viajando num ônibus ou atravessar uma ponte).Evitamento recorrente de tais situações, especialmente quando não existe a possibilidade de uma pessoa de confiança estar disponível.O evitamento fóbico não é atribuível a problemas de abuso de substâncias ou transtornos mentais específicos além do transtorno de pânico.

O diagnóstico diferencial entre agorafobia e outros transtornos de ansiedade às vezes é bastante subtil e desafiador, até mesmo para os psicólogos experientes. Por exemplo, se os seus sentimentos de temor parecem manifestar-se apenas quando anda de ônibus (ou pensa em fazer isso), então você pode ter uma fobia específica, em vez de agorafobia. Se os seus medos parecem depender da possibilidade de contaminação fora de casa, então você pode ter TOC (transtorno obsessivo-compulsivo), em vez de agorafobia.

AGORAFOBIA SEM HISTÓRIA DE TRANSTORNO DE PÂNICO

A distinção fundamental nesta forma de agorafobia é a não-existência de ataques de pânico reais, embora você ainda possa experimentar sintomas idênticos aos do pânico. Este transtorno é bastante raro em comparação com a agorafobia regularmente adquirida pelo Transtorno de Pânico, apenas o mínimo de 5% de todos os casos documentados de agorafobia não dependem da presença de ataques de pânico (embora isto, possivelmente aconteça porque, na ausência de pânico, as pessoas sentem-se menos inclinadas a procurar ajuda profissional).

No caso de Agorafobia sem história de Transtorno de Pânico, os pacientes simplesmente evitam certos locais públicos, porque têm medo de perder o controle físico (tal como desmaios ou ter um ataque de diarréia incontrolável, mesmo que nunca tenham realmente experimentado tal coisa ). Embora esta evasão seja geralmente disparada pela presença de um pânico, as pessoas com esta condição não satisfazem todos os critérios que justifiquem um diagnóstico de transtorno de pânico.

PREVALÊNCIA E TRATAMENTOS DA AGORAFOBIA

Estima-se que cerca de 2,2% da população nos países desenvolvidos sofre de agorafobia, em algum momento das suas vidas, com o início entre as idades de 20 a 40 anos de idade. A população feminina diagnosticada com agorafobia é aproximadamente duas vezes a da população masculina. Embora ainda não confirmado pela pesquisa, isto verifica-se, possivelmente, devido a estereótipos sociais, sendo que os homens podem oferecer mais resistência na procura de ajuda por problemas de ansiedade.

Os tratamentos mais eficazes para Agorafobia são a TCC (terapia cognitivo-comportamental) e tratamentos farmacêuticos, os quais têm-se mostrado mais eficaz quando combinados. Em todas as circunstâncias, os medicamentos para a ansiedade são mais utilizados como última opção para cenários extremos de ansiedade. Você realmente não precisa de medicamentos para superar este problema, e os poucos benefícios que pode obter, provavelmente não serão compensados pela possibilidade de experimentar efeitos colaterais indesejados.

De acordo com vários estudos desenvolvidos em universidades de prestígio, como a Universidade de Oxford e a Universidade da Pensilvânia, a eficácia da TCC de forma única no tratamento de Agorafobia é de 85% a 90%.

A FONTE DOS SEUS MEDOS DARÁ INDICAÇÕES PARA UM DIAGNÓSTICO CORRETO

O diagnóstico de um determinado transtorno de ansiedade dependerá não dos medos que você possa experimentar, mas sim o que a fonte desses medos representa. Você deve ser capaz de ajudar o seu terapeuta a entender exatamente porque possui um determinado medo. Essa descrição irá permitir chegar a um diagnóstico correto e melhorar a rapidez e a taxa de sucesso do seu tratamento.

Por exemplo, vamos supor que você tem uma predisposição a ter ataques de pânico sempre que tem de subir uma determinada escada no prédio onde trabalha. Do que é que você tem medo, exatamente?

A) Algo sobre aquela escadaria em particular? Então você pode ter uma fobia específica.

B) Cair escada abaixo e ser ridicularizado? Então pode ser fobia social.

C) Ter um derrame por conta de problemas cardíacos previamente diagnosticados? Então poderá ser Transtorno de Pânico.

FONTE: www.escolapsicologia.com

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Conheça o Programa Escolha Certa Orientação Profissional

Quinta, 21 de Agosto de 2014, 01h56

Aline Dias
Psicóloga

Sobre:
Visa contribuir em diversos âmbitos no processo do adolescer. Assim como Orientação Profissional de jovens e outros trabalhos.


Descrição:
O programa Escolha Certa é composto por profissionais da psicologia que visam contribuir em diversos âmbitos no processo do adolescer. A adolescência é uma passagem delicada e conflituosa, num tempo onde deixar de ser criança se entrelaça às aspirações e interrogações da fase adulta.
O grupo Escolha Certa foi pensado e criado ao se observar o comportamento adolescente, suas dificuldades, sua relação com os adultos e a angústia vivida nesse momento pelo adolescente e a todos aqueles que com eles trabalham ou convivem.
Ao adolescente cabem muitas responsabilidades nesse momento de transição, assim como pensar qual será a sua profissão futura ou em maneiras de se ingressar no mercado de trabalho hoje.
Aos pais ou responsáveis, professores, orientadores profissionais e demais profissionais que atuam na educação é importante entender: o que faz com que a adolescência ser tão difícil? Como agir com eles nesse momento de crise? Qual é a melhor forma de lidar com eles no cotidiano?
Pensando nessas dificuldades, o grupo de psicólogos oferece serviços voltados a orientação profissional, orientação ao primeiro emprego, acompanhamento psicológico, palestras e conversação.

Metodologia de trabalho:

- Orientação Profissional

A Orientação Profissional visa ajudar o orientando a tomar suas próprias decisões em relação à sua carreira ou profissão. Dessa forma o trabalho desenvolvido se baseia em entrevistas individuais e coletivas, jogos vocacionais, técnicas grupais e testes psicológicos envolvendo a avaliação dos interesses profissionais e maturidade na escolha profissional. Autoconhecimento e consciência do mundo do trabalho são os dois eixos centrais a serem trabalhados.

- Acompanhamento psicológico

Psicoterapia realizada com crianças, adolescentes e adultos.

- Orientação ao primeiro emprego

Orientação quanto a: elaboração de currículos, a busca por vagas de emprego, comportamentos adequados em processos seletivos, realização e correção de testes psicológicos, simulação de entrevistas e dinâmicas de grupo, dicas de marketing pessoal e feedback de todos os processos.

- Palestras

Dirigida a pais ou responsáveis, alunos, professores e demais equipes de profissionais da educação, tem como intuito discutir questões referentes à vida do jovem. Os temas podem ser decididos de acordo com as necessidades e interesses do grupo a ser trabalhado.

Sugestões de temas:

Como agir com um adolescente difícil?
Terminei o Ensino Médio, e agora?

- Conversações

É um método de discussão que possibilita aprofundar o diálogo sobre diversos temas, com a participação democrática. Possibilitando troca de experiências com pessoas que estão vivenciando a mesma situação, sob a coordenação de profissionais capacitados.

- Público Alvo

Adolescentes, pais ou responsáveis, professores, orientadores educacionais e demais equipes de profissionais da educação.

- Custos e recursos

O trabalho pode ser conduzido no consultório de psicologia ou no espaço das escolas que solicitarem o serviço. No caso de parcerias com as escolas, é de responsabilidade da mesma:
• Divulgar o trabalho para todos os alunos distribuindo material informativo da proposta (que será providenciado pelos profissionais de psicologia);
• Em caso de palestras e/ou conversação, providenciar um espaço que permita a realização do trabalho.

O custo de serviço prestado deverá ser consultado diretamente com os profissionais.

Profissionais

Aline Augusta Silveira Dias
CRP – 04/38953
Psicóloga graduada pela Faculdade Pitágoras de Uberlândia, especializando em Clínica Psicanalítica em Extensão pelo IPGU.

Daniele Frison de Moraes Rocha
CRP - 04/37388
Psicóloga graduada pela Faculdade Pitágoras de Uberlândia, especializando em Clínica Psicanalítica em Extensão pelo IPGU.

Pedro Henrique de Oliveira Costa
CRP – 04/40143
Psicólogo graduado pela Faculdade Pitágoras de Uberlândia.

Contato

www.facebook.com/escolhacertaorientacao

(34) 9178-5295 / (34) 9697-4681

Av.: Floriano Peixoto, 386 - sala 203 - Centro

Uberlândia / MG

 

Atendimento à Gestante

Terça, 19 de Agosto de 2014, 22h27

Tatyana SantAnna Reis
Psicóloga

 

Entendendo que o cuidado e a atenção à criança começam muito antes do seu nascimento, é preciso que a gestante também receba todo apoio e orientação neste momento de tantas transformações. Durante sua especialização, a psicóloga Tatyana Reis teve oportunidade de participar de grupos de gestantes vivendo com HIV/AIDS, gestantes de alto risco internadas, gestantes que perderam seus bebês e gestantes que receberam a notícia de alguma má formação do bebê. São momentos delicados da vida da mulher em que é preciso ter apoio, orientação e contar com apoio especializado. O apoio da família é muito importante, mas sabemos que é muito difícil suportar o sofrimento de um ente querido, e é por isso que o trabalho do psicólogo se faz importante principalmente no acolhimento das angústias e elaboração das questões que se desdobram a partir deste momento.
Tatyana Reis passou pelo curso de aleitamento promovido pelo HUPE/UERJ e pelo Banco de Leite do IFF/FIOCRUZ, referência nacional em orientação ao aleitamento materno, com a finalidade de orientar melhor as gestantes diante das dificuldades de aleitamento e da relação mãe-bebê que se estabelece durante este momento.

A importância dos limites para as crianças.

Terça, 12 de Agosto de 2014, 15h57

Sheila Soares
Psicóloga

Educação dos filhos: A importância de impor limites.

No passado havia uma distância muito grande entre pais e filhos, a educação era muito rígida e severa, composta por limites castradores e, não raramente, castigos corporais e humilhantes. Com o tempo, felizmente, muitas mudanças se operaram nessa relação e os pais gradualmente foram se aproximando de seus filhos.

O problema é quando os pais se tornam antirrepressivos e têm dificuldades para impor limites aos filhos. Então deixam que seus filhos façam o que querem, passem da conta e se tornem indisciplinados e arredios a qualquer determinação dos adultos. Do autoritário ao permissivo, dois comportamentos radicais e nocivos para a educação.

Atenção

Crianças e adolescentes sem limites, não se sentem amados. É algo como um sentimento de que os pais não se importam com eles, já que não se importam com o que eles fazem. Inseguros afetivamente usam do mau comportamento para chamar a atenção dos pais. Segundo o psiquiatra Içami Tiba, em seu livro 'Disciplina, limite na medida certa':"Uma criança satisfeita dá liberdade para os pais. Estando insatisfeita, exige atenção o tempo inteiro".

Ação conjunta

É imprescindível que os pais ajam em sintonia na educação dos filhos; o casal precisa planejar as orientações que eles deverão seguir. Isso fará com que os filhos sintam uma confiança inabalável, assim, irão crer que podem contar com o amor e o apoio dos pais. Essa ação conjunta é sentida pelos filhos como expressão da grande importância que eles possuem na vida dos pais.

Medida certa

Bom senso é sempre a medida certa e é fundamental na educação. Segundo Içami Tiba, no livro citado acima: "O leite alimenta o corpo. O afeto, a alma. Criança sem alimento fica desnutrida. Criança sem afeto entra em depressão". Crianças que ficam soltas demais tendem a se perder, a ficar sem referência. Assim, muito carinho aliado a um tratamento disciplinador, com limites claros e bem estabelecidos promove a segurança emocional que os filhos precisam.

Confiança

O filho precisa ser convencido de que é amado e a disciplina é uma grande ferramenta. Estabelecendo regras, rotinas e desenvolvendo um vínculo saudável com os filhos, eles entenderão que não terão que apelar para revolta no sentido de chamar atenção e ganhar afeto. Dessa forma, não se sentirão ainda tentados a usar de meios autodestrutivos para chamar a atenção, tais como os vícios de modo geral. A confiança, juntamente com o amor, é o elo que deve prevalecer na relação pais e filhos.

Assertividade

Num momento os pais dizem "sim", em outros "não"; primeiro aceitam, depois mudam de ideia. Os filhos não entendem porque uma hora podem e outra não e passam a desrespeitar as determinações dos pais. Os limites fazem parte da construção de todo indivíduo, mas os pais precisam estar atentos para utilizá-los de forma assertiva.

Os limites ajudam a formar a estrutura da personalidade dos filhos e, por tamanha importância, devem ser aplicados com todo cuidado. Mas nisso existe outro fator relevante, os pais nunca devem se esquecer de que os filhos aprendem por imitação e, portanto, eles devem exemplificar os limites que impõem. Coerência é fundamental!

Fonte: www.familia.com.br 

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Segunda, 11 de Agosto de 2014, 20h02

FERNANDO SANTOS
CONSULTOR EMPRESARIAL

Supremo julgará fator previdenciário

Quinta, 07 de Agosto de 2014, 10h00

Thiago Luis Bernardes
Advogado

O Supremo Tribunal Federal (STF) deverá julgar amanhã processo que discute a metodologia de cálculo do Seguro de Acidente do Trabalho (SAT) - atual Riscos Ambientais do Trabalho (RAT). O seguro, que garante uma reparação ao trabalhador em caso de acidente, é bancado pelas empresas.

A ação foi proposta pela empresa Komatsu Forest Indústria e Comércio de Máquinas Florestais, que alega que é inconstitucional o artigo 10 da Lei nº 10.666, de 2003, que instituiu o Fator Acidentário de Prevenção (FAP). O mecanismo - regulamentado pelo Decreto 6.957, de 2009 - foi adotado para aumentar ou reduzir as alíquotas da contribuição, que variam entre 1% a 3%, a depender do grau de risco das atividades desenvolvidas.

O FAP varia de 0,5 a 2 pontos percentuais, o que significa que a alíquota do SAT pode ser reduzida à metade ou dobrar, chegando a 6% sobre a folha de salários. "Com o FAP, quem onera mais [a Previdência Social] paga mais", afirma a advogada Letícia Prebianca, do escritório Siqueira Castro Advogados.

No processo, a Komatsu Forest alega que o dispositivo da Lei 10.666 é inconstitucional por deixar a cargo de atos do Ministério da Previdência Social o aumento da alíquota. O percentual do FAP é publicado anualmente por meio de portarias.

Para o advogado Fábio Calcini, do Brasil Salomão e Matthes Advocacia, a Constituição determina que a majoração de alíquotas de tributos seja feita apenas por meio de leis. A disposição consta no artigo 150, que veda à União, aos Estados e aos municípios "exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça".

Calcini, que defende a Associação Brasileira das Indústrias Saboeiras e Afins (Abisa), que atua como amicus curiae na ação, afirma ainda que a Lei nº 10.666 não deixou claro quais os critérios para a majoração da alíquota. "Esses critérios deveriam estar detalhados na lei, para dar a segurança de que as regras do jogo não serão mudadas de uma hora para a outra", diz.

Para a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), entretanto, o tema já foi debatido antes pelo Supremo, que entendeu que esse tipo de alteração não precisaria passar pelo Legislativo. O posicionamento teria sido proferido em 2003, quando a Corte reconheceu a constitucionalidade do próprio SAT. Na época, questionava-se se a lei que criou o seguro delegou a atos do Executivo a definição de grau de risco para o enquadramento das empresas.

"Se a empresa fosse fazer um seguro privado, com certeza pagaria mais se tivesse um número maior de acidentes", diz a procuradora Cláudia Trindade, coordenadora da Atuação da PGFN perante o Supremo.

Procurada pelo Valor, a Komatsu preferiu não se manifestar.

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Isenção do IPI na Revenda de Produtos Importados

Quarta, 06 de Agosto de 2014, 16h04

Thiago Luis Bernardes
Advogado

Isenção do IPI na Revenda de Produtos Importados

Não é novidade para o empresário brasileiro que a carga tributária é alta, a ponto de inviabilizar por muitas vezes a atividade empresarial, razão pela qual deve estar atento às mudanças na legislação e nas decisões judiciais que tratam deste tema.
Um dos tributos que incidem na atividade empresarial da indústria é o IPI, que é o Imposto Sobre Produtos Industrializados que, segundo a legislação que o regulamenta, possui três hipóteses de incidência: (i) desembaraço aduaneiro de produtos industrializados, quando de procedência estrangeira; (ii) a saída dos produtos industrializados dos estabelecimentos e (iii) a sua arrematação, quando apreendido ou abandonado e levado a leilão.
Relativamente ao item “i”, que trata da incidência do IPI no desembaraço aduaneiro de produtos industrializados, uma questão controversa afeta diretamente o bolso do empresário: a cobrança deste Imposto também quando há revenda no mercado nacional deste produto importado.
Assim sendo, o empresário que importa produtos para revendê-los no mercado interno, terá dupla tributação pelo IPI: uma quando ele importa os produtos, no momento do desembaraço aduaneiro e outra quando ele revende este produto no mercado interno, mesmo que não tenha havido qualquer modificação no produto.
O argumento da Fazenda Nacional para cobrança deste tributo também na revenda no mercado interno é a necessidade de igualá-los aos produtos produzidos no Brasil e aqui vendidos, haja vista que sobre estes há a incidência do IPI.
Dessa forma, a Fazenda Nacional cumpriria a função de equalizar a carga tributária a incidir sobre produtos de procedência estrangeira, visando igualá-los, quando de sua nacionalização, à incidência tributária a que estão submetidas as mercadorias em território nacional.
No entanto, uma enxurrada de ações judiciais contestando essa dupla cobrança de IPI (no momento do desembaraço aduaneiro e no momento da revenda no mercado interno) tomou conta dos tribunais do nosso país, porque os empresários entendem que essa forma de tributação afeta dos princípios estabelecidos na Constituição e nas legislações tributárias e objetivaram recuperar os valores pagos a maior nos últimos 05 (cinco) anos, bem como a possibilidade de não pagar este tributo no futuro.
Além da inexistência de fundamentação legal expressa para esta cobrança, o que já representa uma afronta ao princípio da estrita legalidade tributária, as empresas que se socorreram das ações judiciais para reaver os valores pagos a maior fundamentam que não há justificativa para a tributação do IPI das sociedades comerciais importadoras no momento da revenda dos produtos no mercado interno.
Ora, se a saída interna de produto nacional realizada por sociedade comercial está livre da tributação por meio do IPI, quando não destinada a indústria, não há razão para que o produto nacionalizado (depois, portanto, do pagamento dos tributos referentes à importação e ao desembaraço aduaneiro), sofra esta incidência quando a sociedade comercial importadora promover a saída de seu estabelecimento no mercado interno.
A Fazenda Nacional objetivou igualar os tratamentos tributários oferecidos às empresas que revendem produtos nacionais e importados, no entanto, acabou por discriminá-los, na medida em que criou uma exação a mais para as empresas importadoras.
Esta discussão tramitou pelos tribunais federais do país e, por se tratar de matéria afeta às demais empresas que se enquadram na mesma situação, o tema foi decidido recentemente pela 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça – STJ, que é o órgão competente para avaliar de forma definitiva a questão.
A maioria dos ministros que decidiu o tema entendeu que não é devido o IPI na revenda de produtos importados, o que na prática significa dizer que as importadoras paguem o IPI apenas no desembaraço aduaneiro. As operações subsequentes, caso não haja industrialização, não geram a necessidade do pagamento do imposto novamente.
Em que pese a decisão ter sido emanada pela 1ª Seção do STJ, ela tem reflexos diretos apenas às empresas envolvidas nas ações decididas pelo órgão, mas serve de fundamento jurídico válido e eficaz para as empresas que se enquadram nesta situação e queiram se valer da decisão judicial do STJ.
Pelo exposto, entendemos se tratar de importante discussão judicial, para todas as empresas que recolham o Imposto Sobre Produtos Industrializados sobre a revenda de produtos importados, haja vista que há forte fundamentação da jurisprudência no sentido de que estes valores são indevidos.
Este pequeno artigo não esgota a matéria, porém permite vislumbrar a possibilidade de restituição de valores pagos indevidamente à título de IPI sobre a revenda de produtos importados que não sofreram qualquer processo de industrialização, nos últimos 05 (cinco) anos, haja vista que mais esta exação impacta negativamente nas contas do empresário.

Thiago Luis Bernardes
OAB/SC 31.635

Alterações da Nova Lei do ITBI-Joinville

Quarta, 06 de Agosto de 2014, 16h03

Thiago Luis Bernardes
Advogado

Aprovada em 19 de dezembro de 2013 em meio às discussões da nova legislação do ISS (Imposto Sobre Serviços), a Lei Complementar nº 400/2013 de iniciativa do Prefeito Municipal que traz as novas regras sobre o Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (“ITBI”) não gerou muita discussão entre a sociedade civil organizada e o Poder Público Municipal, porém, também trouxe importantes alterações na legislação tributária deste município.

Aqui cabe ressaltar que o ITBI é um imposto de competência municipal e que incide, como a própria denominação prescreve, sobre a transmissão inter vivos, a qualquer título, por ato oneroso, de propriedade ou de domínio útil de bens imóveis e até então era regido pela Lei nº 2305/89.

Como forma de aumentar a arrecadação através deste tributo foi incluída nas hipóteses de incidência a transmissão inter vivos de bens imóveis pelos seguintes atos onerosos translativos ou constitutivos de direitos: (i) a servidão; (ii) a cessão de direitos à sucessão; (iii) a cessão de direito real de uso, usufruto e enfiteuse; (iv) a cessão de benfeitorias e construções em terreno compromissado à venda ou alheio; (v) a concessão, a cessão ou a extinção do direito de superfície; e (vi) a retrocessão.

Além dessas novas hipóteses de incidência previstas na nova legislação, permanece sendo objeto de tributação pelo ITBI: (i) a compra e venda, pura e simples ou condicional, e suas cessões; (ii) a dação em pagamento (iii) a permuta; (iv) as tornas ou reposições em virtude de dissolução de sociedade conjugal ou extinção de condomínio; (v) a arrematação, adjudicação ou remição; (vi) os mandatos em causa própria e (vii) as cessões de direito relativo a todos os atos que acima estão reproduzidos.

Visualizando um mercado em franca expansão no Brasil inteiro e que não é diferente em Joinville, as transmissões dos imóveis em construção para entrega futura, comumente denominados de “imóveis na planta” também passarão a ser tributadas e a base de cálculo para aplicação da alíquota será o valor venal do imóvel como se estivesse pronto. Referida inovação também se aplicam às incorporações imobiliárias em que há permuta de terreno por unidades autônomas para entrega futura.

É visível perceber que houve uma ampliação significativa no rol de hipóteses de incidências do ITBI de Joinville com a nova legislação, ao passo em que as isenções ou não incidências permaneceram quase imutáveis, com a exceção das aquisições por usucapião, que passaram a ser isentas a partir desta lei.

No que se refere ao responsável pelo recolhimento do tributo, a antiga norma estabelecia de forma simplória que o imposto era devido pelo “adquirente ou cessionário” do bem imóvel ou do direito transmitido.

A nova legislação alterou de forma significativa a responsabilidade pelo recolhimento do tributo estabelecendo que, além do adquirente ou cessionário (responsável principal), são subsidiariamente responsáveis pelo recolhimento do imposto: (i) o alienante ou cedente quando o responsável principal não recolher o tributo devido; (ii) qualquer pessoa física ou jurídica que tenham “relação pessoal e direta” com a situação que constitua a transmissão do bem imóvel; e (iii) os notários, tabeliães ou oficiais de registro público, quando não exigirem o comprovante de pagamento do imposto para transmissão do bem imóvel.

Dessa forma, através da redação aprovada pelo Poder Público, o Fisco municipal busca responsabilizar, ainda que subsidiariamente, todos os envolvidos na operação de transmissão do bem imóvel, o que até então não ocorria com a antiga legislação que estabelecia ser apenas o adquirente ou cessionário o responsável pelo pagamento do tributo.

Esta nova legislação também alterou de forma significativa a base de cálculo para sua apuração. Sabe-se que o Município já vinha considerando o valor de mercado do imóvel para aplicação da alíquota do imposto, todavia isso não estava previsto na antiga norma.

Agora, em que pese o tributo continuar sendo cobrado com base no valor venal, este foi conceituado na nova legislação como sendo “o valor pelo qual o bem ou direito seria negociado à vista, em condições normais de mercado, ao tempo da operação”, podendo ser revista antes do pagamento, mediante requerimento do contribuinte que deverá apresentar avaliação técnica por profissional qualificado (corretor de imóveis, engenheiro ou arquiteto), cumprindo os requisitos previstos no art. 10 da nova lei.

A alíquota de 2% (dois por cento) do tributo foi mantida, cabendo a exceção: (i) na aquisição de imóvel residencial financiado por mais de 5 (cinco) anos com fração de valor venal de até 1.500 Unidades Padrão Municipal (“UPM”)[1], onde a alíquota será de 0,5% (meio por cento) sobre o valor financiado.

Em que pese a legislação não mencionar a data de início da sua vigência, tampouco da sua eficácia, em respeito ao princípio da anterioridade nonagesimal, entende-se que suas disposições passam a ter validade a partir do dia 18/03/2014, quando as novas disposições precisarão ser atendidas.

Este pequeno artigo não esgota a matéria, porém permite vislumbrar a possibilidade da realização de um planejamento tributário objetivando racionalizar o pagamento do Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis no município de Joinville.

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[1] UPM para março de 2014 – R$ 216,22 (duzentos e dezesseis reais e vinte e dois centavos), conforme http://www.joinville.sc.gov.br/ acessado em 26/02/2014, às 11:53hs.

Rádios unidas

Segunda, 04 de Agosto de 2014, 15h47

Roberto Silveira de Souza

Grandes emissoras de rádio uniram-se para criar um pacote de ações de valorização do meio. O objetivo é aumentar o share de rádio no bolo publicitário, hoje em 4,5%, valor considerado pequeno pelos empresários do setor. “Há uma distorção entre a audiência do meio e a sua participação no bolo”, afirma João Carlos Saad, presidente do Grupo Bandeirantes. “Há uma crise no mercado publicitário e achamos que esse era o momento de valorizar o rádio”, diz Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha, presidente da rádio Jovem Pan, idealizador da ideia de unir o setor.

Empresários de emissoras como Mix, 89 FM, Gazeta, Metropolitana e Energia 97 FM, entre outras, reuniram-se nesta sexta-feira (6), em São Paulo, para falar dos entraves do meio. O setor está elaborando ações para aumentar a proximidade com as agências e com o mercado anunciante. Uma campanha, em parceria com a AlmapBBDO, está sendo produzida para levar as pessoas a ouvirem mais rádio e para pleitear mais espaço na verba dos anunciantes. “Essa é uma ação de valorização de mídia, algo que é bom para todo mundo. No fim, uma mídia forte gera receita para todos”, explica Luiz Sanches, sócio e diretor-geral de criação da Almap.

O grupo também discute a realização de um grande evento de 12 horas, com shows de artistas diversos, entre eles Luan Santana a David Guetta. A receita será revertida para um fundo, que será usado para bancar ações de fomento do meio. A previsão é que o evento seja realizado no início de 2014. Um dos argumentos dos empresários é a forte participação do rádio na construção de artistas, que depois são usados pela publicidade. “Ninguém acredita no rádio. Mas de onde vêm Naldo e Anitta?”, questiona Tutinha. “Jorge e Mateus não fazem televisão e Gustavo Lima é um produto do rádio. São nomes que apostaram no meio e hoje são grandes artistas”, exemplifica Beto Rivera, superintendente da Rádio Gazeta FM.

Um logo será definido para representar o grupo de rádios por trás das ações e um comitê gestor para as ações será delimitado nos próximos encontros. A AESP (Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo) apoia o projeto, mas não está envolvida diretamente em seu desenvolvimento. “Apoiamos integralmente o movimento porque as lideranças do meio ficaram muito distantes nos últimos tempos. Precisamos agora nos unir”, indica Rodrigo Neves, presidente da organização.

Entraves

Os empresários aproveitaram o encontro para falar dos gargalos que afetam a produtividade das rádios. A ausência de pesquisa para fornecer números precisos sobre a audiência do meio é um dos pontos estruturais que precisam de solução. “Ainda não há mensuração da audiência que escuta rádio pelo celular ou no trânsito. Temos somente recall. Iremos conversar com o Ibope”, afirma Fernando Di Genio Barbosa, presidente do Grupo Mix de Comunicação. Ainda não há previsão sobre quando os números serão verificados.

“A Voz do Brasil”, programa estatal transmitido por força de lei entre segunda e sexta-feira, às 19h, foi o problema mais criticado. Em São Paulo, esse é o horário de pico no trânsito e as emissoras são obrigadas a interromper a programação para transmitir os boletins do governo. As emissoras tentam flexibilizar o horário de transmissão do programa. Algumas, inclusive, têm liminares que as isentam de interromper a programação para incluir as notícias estatais.

Comércio e capitalismo, bastiões da tolerância

Sexta, 25 de Julho de 2014, 09h56

Paulo Salem premium
Doutor em Ciência da Computação

"Não é da benevolência do açougueiro, cervejeiro ou padeiro que podemos esperar nosso jantar, mas sim do cuidado que tomam com seus próprios interesses." A célebre frase de Adam Smith é uma obviedade; no entanto, foi necessário que ele a dissesse. A prova está justamente na fama dessa máxima. Há coisas simples que precisam ser ditas, sob pena dos ignorantes dominarem o discurso -- e consequentemente, numa democracia, a sua e a minha vida.

A colocação do economista é verdadeira, claro, mas incompleta. Um leitor incauto poderia imaginar que, na falta de pagamento, o padeiro abandonaria seus fornos e ficaria sentado em sua poltrona lendo Aristóteles (sejamos generosos). Por alguns dias, talvez. Mas e quando precisasse fazer o pão para si mesmo? Se o senhor que produz a farinha tivesse a mesma idéia, estaria em apuros. Nem esmola poderia pedir, posto que o dinheiro não teria valor, acabou-se o comércio. O que faria então? Talvez chamasse o açougueiro e juntos fossem buscar, com as facas que antes passavam pelo gado, a farinha do agricultor. Ainda mais se o infeliz torcesse para o time errado. O que faria o leitor? Deixaria os filhos morrerem de fome em nome da boa vizinhança?

Todos os dias dou meu dinheiro para gente com quem pouco tenho em comum, e não raro para pessoas que eu adoraria enterrar vivas. Do mesmo modo, estou certo de que muitos dos meus clientes me colocariam numa forca se tivessem a oportunidade. Numa sociedade vibrante, muita gente vai pensar diferente, e por conseguinte se detestar. Uns por burrice mesmo, outros pelo simples fato de que a mente humana, em seu limitado tempo e escopo, só pode apreciar alguns ângulos da realidade. Todos concordam, porém, em comprar e vender uns dos outros. Podem não dizer, mas com atos provam seu acordo tácito: o dinheiro, destilado puro do comércio, nos une.

Marx dizia que o capitalista venderia a corda que seria usada para enforcá-lo. É essencialmente verdade! Todavia, ao contrário do que queria o barbudo esquentado, isso é antes um argumento a favor do capitalista. Ao menos para quem defende a coexistência, a tolerância e a paz. Não há comunista, por mais radical que seja, que não consiga comprar suas bandeiras, camisetas, bonés, hospedagem online e websites [1] de comerciantes burgueses, esses que estariam entre os primeiros a irem para os paredões depois da revolução. Dá para ser mais tolerante do que isso?

Não são, porém, as pessoas que refletem sobre as longínquas implicações de seus atos e assim decidem agir. Seria esperar demais de nossos semelhantes. Ocorre apenas que, nesse caso, a decisão local produz o ótimo global. Como já foi dito sem esse desvio matemático: "Laissez faire et laissez passer, le monde va de lui même!" (deixe fazer e deixe passar, o mundo move-se por si só!).

A "mão invisível" tem seus problemas, admito, mas não se pode facilmente negar a tolerância que incentiva. Também seria pensar pouco da humanidade se nosso convívio pacífico fosse reduzido apenas ao comércio. Todos temos amigos, e amizades valem mais do que ouro, como dizem. Acontece que somos em grande parte criaturas tribais, sectárias por natureza: para os amigos tudo, para os inimigos... O comércio une as tribos mais diversas, mesmo as que se detestam. O nacionalismo por vezes vence e derrama sangue, mas sem dúvida muito menos do que num mundo sub-comercial. Alguém já viu força maior para controlar os impulsos mais violentos do ser humano? Eu não.

O desenvolvimento capitalista [2] só aumenta essa tendência. Se tudo que seu vizinho tem a oferecer é uma mina de cobre, pode ser um bom negócio invadí-lo e levar o cobre sem pagar um tostão. Mas se ele inventa coisas bacanas como computadores, utensílios domésticos, livros e cervejas especiais, sua incursão militar provavelmente esmagaria tudo isso junto. Aquilo que é produto da natureza pode ser tomado de modo relativamente fácil; mas a mente criativa do homem é inconquistável -- pode ser morta, silenciada e deformada, mas não subjugada e forçada a trabalhar sem perder alguma qualidade fundamental.

Todos os regimes comunistas de que se tem notícia alardeavam as mais nobres intenções pacificadoras. Sejam elas sinceras ou não, o resultado dessas políticas anti-comerciais se fizeram sentir invariavelmente: perseguidos de toda espécie, polícias secretas, pobreza, mercados negros, assassinatos em massa (quem precisa de reacionários?), ditadores e países-prisões (a idéia de "visto de saída" fala por si só). Na Alemanha oriental, até um muro fora construído para impedir a saída de seus habitantes, de tão fabulosas que eram as coisas lá dentro. O socialismo mais água-com-açúcar de hoje dá resultados menos dramáticos, porém mais cômicos: na Venezuela, onde o comércio está cada vez mais controlado pelas boas intenções estatais, notoriamente falta até papel higiênico. 

Há, por outro lado, o fato de que tolerância demais pode ser um problema. Pouca gente gosta de ladrões, assassinos, homens-bomba e estupradores. Ou ditaduras excêntricas com armamentos atômicos. Não vou me estender na análise do que deve ou não deve ser tolerado. Quero aqui apenas resgatar o comércio e o desenvolvimento capitalista da infame acusação de serem os motores do ódio e do conflito. Trata-se da correção de uma injustiça típica dos lamaçais de atraso intelectual. Se querem me acusar de irrealista ou extremista, que seja por isto: penso que idéias importam e definem os rumos do mundo (este mundo que pretendo deixar em melhor estado para os meus eventuais descendentes).

Posto tudo isso, e sob a mira da supracitada meta, resumamos o ponto central: o comércio capitalista é a maior força para a tolerância e a paz que a humanidade já conheceu, tanto dentro de um país como entre países; e quanto maior for o desenvolvimento econômico de uma sociedade capitalista, maior será essa força.

Vale ressaltar que trata-se de uma questão principalmente empírica. As coisas são do modo como são não por alguma necessidade a priori universal, mas simplesmente porque criaturas como nós atuam assim no mundo [3]. É possível que no futuro a experiência acumulada de mais tantos séculos ou milênios mostre uma realidade mais completa e diferente daquela que nos aparece agora. A alternativa, talvez, seja uma sociedade homogênea, sem as idiossincrasias dos indivíduos, mas também sem seus lampejos de genialidade; um mundo controlável não pelo acordo, mas pela inércia de alguma doutrina toda poderosa. Espécie de morte em vida, eu diria. Fico com a paz dos vivos.

---

Notas

[1] A Coréia do Norte, a mais perigosa e fechada ditadura comunista ainda existente no planeta, mantém tranquilamente seu site na Internet, tecnologia criada e largamente mantida pelos seus arqui-inimigos americanos. Conheçam: http://www.korea-dpr.com/

[2] É necessário introduzir o capitalismo nesse argumento para podermos diferenciar a situação atual do comércio de outras possíveis situações, como num regime mercantilista. Em todas o comércio é uma força para a tolerância. Mas numa economia que acumula e desenvolve capital (isto é, que aumenta e diversifica a riqueza total), está sujeita à livre-concorrência e resguarda a liberdade e propriedade individual, o efeito é muito maior.

[3] Para algumas evidências empíricas mensuráveis, convido o leitor a examinar este interessante mapa de liberdades econômicas no mundo de hoje e verificar quais países saem na frente. Note, em particular, que até os supostos socialistas nórdicos adotam políticas bastante comerciais.

O livro que esta em aberto é " Códigos dos Justos 36" Sam Bourne

Domingo, 27 de Julho de 2014, 15h58

diskut
book

discussão 27/ 07/ 2014- 18/08/2014

Para os amantes do sorvete de chocolate há uma novidade para que está fazendo reeducação alimentar

Sexta, 25 de Julho de 2014, 10h19

cynthia ROSA de lima
nutricionista

800 gramas de chocolate amargo

1 caixa de leite condesado

1 copo de leite desnatado

Modo de preparo: leve o chocolate e o leite para o microondas para derreter e depois despeje no liquidificador a caixa de leite condesado e o chocolate derretido bata por 5 minutos é só levar para congelador e depois de 3 horas está pronto o seu sorvete.

Oferencendo: cálcio, chocolate com oferta de polifenoís reponsável pelo aumento do hormônio do prazer.

Para os marombeiros de plantão uma receita de batata doce assada

Sexta, 25 de Julho de 2014, 10h14

cynthia ROSA de lima
nutricionista

3 batatas doces média

250 gramas de queijo branco

30 gramas de orégano

Sal agosto

Modo de preparo:lave bem as batatas com casca depois corte ao meio tempere com sal coloque um fatia de queijo branco em brulhe cada uma delas em uma papel alumineo leve para o forno pré aquicido em 200 º c  depois 1 hora e 30 minutos esta pronta.

Oferencendo carboidrato integral, proteína, cálcio e orégano prevenino possível retenção hidrica e também dores musculares.

Para as pessoas que vivem tomando fitoterápico vai um recado improtante

Sexta, 25 de Julho de 2014, 09h53

cynthia ROSA de lima
nutricionista

Há livros e artigos cientificos que publicaram a interações de chás fitoterápico e manipulados que as pessoas sem nem saber sai tomando a torta direita vou lembrar há você que mesmo sendo fitoterápico as pessoas que apresenta patologias especifica não pode ingerir qualquer fitoterápico exemplo de interação o famoso chá verde para que sofre de cardiopatias, insônia e gastrite não pode consumo o mesmo pois aumenta os sintomas das patologias destritas.

Por isso deve procura acompanhamento nutricional.!!

Cynthia Rosa de Lima

Nutricionista

Dicas para controlar a ansiedade.

Quinta, 24 de Julho de 2014, 08h59

Sheila Soares
Psicóloga

Cinco dicas para controlar a ansiedade.

1) A forma mais comum de tratar a ansiedade é a prática de exercícios físicos. Praticar exercícios físicos ajuda a lidar com estados de ansiedade porque eleva a produção de serotonina, substância que aumenta a sensação de prazer. Essa alternativa costuma funcionar dependendo da disposição da pessoa, uma vez que nem todo mundo gosta de praticar exercícios.
Caminhar três vezes por semana, por pelo menos meia hora, já pode ajudar a lidar com a ansiedade. O momento da caminhada, além de ser um exercício para o corpo, também pode ser aproveitado para trabalhar a mente, sob a forma da meditação ativa. Quando você anda, pensa. A caminhada de meia hora é um movimento repetitivo e você acaba pensando nos pontos geradores de ansiedade que precisa trabalhar;

2) Pessoas com tendência a ansiedade precisam reduzir o seu estresse diário. Para as que ficam estressadas com mais facilidade recomendo sessões de massagem e acupuntura regulares, além de ioga e meditação. Muitos pacientes com ansiedade se beneficiam também de tratamentos alternativos como a homeopatia e o uso de florais de Bach. A ioga oferece ao praticante a possibilidade de aprender a controlar sua mente e seu corpo. Este controle, que é obtido através de uma combinação de técnicas respiratórias, corporais e de meditação. Tem como resultados o aumento da flexibilidade, fortalecimento dos músculos, aumento de vitalidade e maior controle sobre o estresse. Além da ioga, outra alternativa de controle da ansiedade são as massagens. Se tiverem uma abordagem mais oriental, buscando o equilíbrio emocional, melhor;

3) Para reduzir as reações do sistema nervoso autônomo, devemos fazer o controle da respiração. Isto pode ser feito compassando a respiração e inspirando lentamente pelo nariz, com a boca fechada. Ao inspirar deixar o abdome expandir-se, ou seja, estufar a barriga e não o peito. Depois, expirar lentamente, expelindo o ar pela boca. Isto pode ser feito em qualquer lugar, a qualquer hora. Além disso, quando você estiver em um ambiente silencioso e com possibilidade de ficar deitado, use uma técnica de relaxamento. O relaxamento combinado com a respiração diafragmática, certamente, reduzirá a respiração ofegante, a taquicardia e o tremor;

4) Em situações de ansiedade que se estendem por longos períodos, recomenda-se que a pessoa evite os pensamentos negativos ou catastróficos. Deve-se tentar dimensionar a gravidade da situação, questionando a si mesmo se existe uma forma alternativa de análise, se estamos superestimando o grau de responsabilidade que temos nos fatos ou se estamos subestimando o grau de controle que podemos ter. Uma vez avaliada a situação, devemos substituir os pensamentos sobre o evento temido, principalmente, os negativos por outros pensamentos. Sempre que um pensamento negativo se iniciar, devesse substituí-lo por outro pensamento qualquer, preferencialmente, agradável. Isto certamente não é fácil de ser feito, mas é possível e trata-se de um aspecto importante, pois os pensamentos e as falas negativas agravam a situação, intensificando as respostas autonômicas, como o mal-estar e o descontrole respiratório;

5) Para controlar a ansiedade, podemos ingerir alimentos que sejam fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, como a banana e o chocolate, de forma moderada, para não ganhar peso. Outra possibilidade é ingerir o triptofano em cápsulas, junto com vitamina B6 e magnésio. Outros aminoácidos que podem ajudar são a taurina e a glutamina. Eles aumentam a disponibilidade de um neurotransmissor chamado GABA, que o organismo usa para controlar fisiologicamente a ansiedade. Eles também podem ser ingeridos em cápsulas, mas apenas com a orientação de um médico especialista. Existem ainda os chás. A maioria possui substâncias que funcionam como sedativos suaves e podem ajudar no controle da ansiedade diária. As plantas mais conhecidas e estudadas com essa ação são a passiflora, a melissa a camomila e a valeriana.

Fonte: www.minhavida.com.br

Quer saber sobre algum assunto ou tema que não foi publicado? Mande sua sugestação por mensagem no site que o mais breve possível irei publicar o assunto.

 

Tricotilomania, a doença de arrancar cabelos e pelos.

Quinta, 24 de Julho de 2014, 08h50

Sheila Soares
Psicóloga

Tricotilomania

Tricotilomania significa arrancar cabelos sem fins estéticos.

Pode ser transitória, episódica ou contínua e sua intensidade pode variar. A pessoa pode passar semanas ou meses sem sintomas e de repente, recomeçar.

Às vezes as pacientes passam os cabelos arrancados nos lábios, mordem a raiz, etc.

Existem diversos graus, desde pequenas falhas nos cabelos ou áreas de alopecia até calvície total.

Na maioria das vezes começa na infância ou adolescência.

Algumas crianças começam a arrancar em idade pré-escolar, o que costuma ser benigno e por tempo limitado.

Algumas arrancam conscientemente, outras distraidamente.

Podem tentar obter simetria no crescimento de cabelos, para mudar ou igualar a linha do cabelo ou para arredondar uma área careca, por exemplo.

Muitas arrancam só os curtinhos que estão nascendo, só os mais longos, só os fios de determinada textura ou cor, como os mais grossos ou os brancos.

Algumas pessoas, especialmente crianças, podem também arrancar cabelos de outras pessoas ou pelos de animais de estimação.

Muitas pacientes de Tricotilomania também apresentam Picking (cutucar a pele) ou roem demais as unhas.

A maioria das pacientes tentou parar de arrancar, mas a maioria voltou a arrancar.

Culpar uma pessoa por arrancar cabelo é o mesmo que culpar um asmático por não conseguir respirar.

Crítica, raiva e acusações não vão diminuir o problema e vão aumentar a vergonha, a Depressão, a ansiedade e a baixa autoestima.

As pacientes dizem que arrancam os cabelos por que:

Acham impossível resistir ao impulso.Sentem tensão, ansiedade antes de começar a arrancar.Sentem alívio depois de arrancar.

Conseqüências:

Vergonha pelo comportamento e aparência.Podem esconder o problema de sua família e amigos.Evitar atividades sociais, praia, piscina, etc., para que os outros não percebam as falhas.Apliques, perucas.Repercussões graves na autoestima, carreira e vida social.A ingestão de cabelos pode criar de novelos de cabelos no estômago ou intestino.Dores nas costas, pescoço e braços pela posição forçada e repetitiva.Feridas e cicatrizes no couro cabeludo.

Causas:

· A causa é desconhecida. A família pode ter casos de Tricotilomania, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), Síndrome de Tourette (tiques nervosos), Picking (mania de se cutucar), Síndrome do Pânico e Depressão.

· Provavelmente existe uma combinação de fatores genéticos que provocam uma disfunção de Neurotransmissores associada a problemas emocionais que desencadeiam os sintomas.

Situações onde a Tricotilomania fica mais forte:

Emoções desagradáveis (ansiedade, tensão, raiva e tristeza).Stress.Atividades sedentárias e contemplativas, durante as quais as mãos estão livres e a mente está ocupada.Leitura, telefonemas, trânsito, TV.Mais freqüente à tardinha ou tarde da noite quando estão sozinhas, cansadas ou tentando adormecer.Algumas arrancam conscientemente, outras distraidamente.Podem tentar obter simetria no crescimento de cabelos, para mudar ou igualar a linha do cabelo ou para arredondar uma área careca, por exemplo.Muitas arrancam só os curtinhos que estão nascendo, ou só os mais longos, só os fios de determinada textura ou cor, como os mais grossos ou os brancos.

Tratamento:

O ideal é uma combinação de:

1. Resistir ao impulso. Quanto mais você resistir melhor, por mais ansiosa que fique. Sem essa resistência nenhum tratamento dá certo.

2. Psicoterapia chamada Cognitivo-comportamental (TCC).

3. Antidepressivos e/ou Neurolépticos.

Pode ser que as primeiras tentativas não tenham resultado bom. Nesse caso, é preciso ter paciência para novas tentativas. Isso não quer dizer que você seja cobaia. Quer dizer que felizmente existem muitas opções. O resultado pode vir rápido, mas pode demorar meses.

Concluindo:

É um problemão? ÉTem recaídas? Pode ter.É difícil tratar? É.Todo mundo fica bom? Não, mas muita gente sim.Demora muito? Pode demorar.Tem tratamento? TemO tratamento é igual para todo mundo? Não.

Pais: não se culpem, pois esse problema não foi causado por falhas de educação nem criação.

Fonte: www.mentalhelp.com 

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Saúde Mental, saiba o que é.

Quarta, 23 de Julho de 2014, 10h06

Sheila Soares
Psicóloga

Saúde Mental

O QUE É SAUDE MENTAL?

A maior parte das pessoas, quando ouvem falar em “Saúde Mental” pensam em “Doença Mental”. Mas, a saúde mental implica muito mais que a ausência de doenças mentais.
Pessoas mentalmente saudáveis compreendem que ninguém é perfeito, que todos possuem limites e que não se pode ser tudo para todos. Elas vivenciam diariamente uma série de emoções como alegria, amor, satisfação, tristeza, raiva e frustração. São capazes de enfrentar os desafios e as mudanças da vida cotidiana com equilíbrio e sabem procurar ajuda quando têm dificuldade em lidar com conflitos, perturbações, traumas ou transições importantes nos diferentes ciclos da vida.
A Saúde Mental de uma pessoa está relacionada à forma como ela reage às exigências da vida e ao modo como harmoniza seus desejos, capacidades, ambições, idéias e emoções.

TER SAÚDE MENTAL É...

- Estar bem consigo mesmo e com os outros;
- Aceitar as exigências da vida;
- Saber lidar com as boas emoções e também com aquelas desagradáveis, mas que fazem parte da vida;
- Reconhecer seus limites e buscar ajuda quando necessário;

LEMBRE-SE

Todas as pessoas podem apresentar sinais de sofrimento psíquico em alguma fase da vida.

PARA MANTER SUA SAÚDE MENTAL EM DIA...

- Mantenha sentimentos positivos consigo, com os outros e com a vida;
- Aceite-se e às outras pessoas com suas qualidades e limitações;
- Evite consumo de álcool, cigarro e medicamentos sem prescrição médica
- Não use drogas;
- Pratique sexo seguro;
- Reserve tempo em sua vida para o lazer, a convivência com os amigos e com a família;
- Mantenha bons hábitos alimentares, durma bem e pratique atividades físicas regularmente.

FONTE: www.saude.pr.gov.br

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Bipolaridade: Saiba o que é essa doença tão falada na atualidade.

Quarta, 23 de Julho de 2014, 09h33

Sheila Soares
Psicóloga

Bipolaridade:

A bipolaridade trata-se da um transtorno em que o humor assume autonomia, deixando de responder adequadamente ao que seria esperado. A bipolaridade se manifesta com fases maníacas ou eufóricas, fases depressivas (apatia, tristeza) e fases mistas (agitação, irritabilidade e ansiedade).

O que é humor?
O humor é a energia básica da mente e se reflete principalmente no grau de vontade e motivação do indivídio. O humor é maleável, modificando-se de acordo com o que acontece na nossa vida para servir de "termômetro" do ambiente. Por isso, o estado de humor influencia dramaticamente o modo como encaramos as situações.A partir do "filtro do humor" se define o quanto devemos ou não nos arriscar e investir. Portanto, o estado de humor define em grande parte o comportamento. O humor sadio mantém a maleabilidade frente às situações e suas flutuações são proporcionais aos fatos.

Quando algo de muito ruim ou muito bom acontece, o humor varia de acordo, mas em algumas horas ou poucos dias o humor volta ao padrão habitual. Assim, o humor sadio é previsível quanto ao tipo de variação e o tempo que leva para voltar a um nível bom.

O que é um transtorno de humor?
É um estado em que o humor está reagindo de modo incompatível ou exagerado à situação. Essa desregulação pode se dar tanto para baixo (forma depressiva) quanto para cima (forma maníaca). Há também estados em que o humor está particularmente agitado e turbulento (forma mista).Como o humor define nossa percepção de risco e de oportunidades, quando está exageradamente elevado (eufórico) sem razões para tanto, é comum se expor ou se envolver em situações de maior risco. Por outro lado, os estados depressivos tendem ao retraimento e inibição apesar das condições reais não estarem tão adversas. Há também alterações de humor mais brandas, com um desequilíbrio emocional que se traduz em oscilação e sensibilidade emocional, afetando a previsibilidade do humor.

Sintomas:

Sintomas da fase depressiva

. Tristeza
. Diminuição da sensação de prazer
. Apatia
. Alterações de sono
. Alterações de apetite
. Desânimo e cansaço
. Inquietude ou lentidão
. Problemas de concentração e memória
. Pensamentos negativos, pessimistas, autoestima baixa
. Pensamentos ou comportamento suicida

Sintomas do humor misto (turbulência de humor)

. Esse estado ocorre com frequência, principalmente na bipolaridade leve, tende a aumentar sem o tratamento adequado e é agravada e antecipada pelo uso de antidepressivos.
. Humor turbulento e desagradável
. Agitação e irritabilidade
. Ansiedade e tensão
. Breves picos de excitação sexual
. Insônia intratável (não desliga o pensamento)
. Excessos comportamentais (comida, drogas) para aliviar a tensão
. Impulsos (suicidas inclusive)
. Ataques dramáticos, mas genuínos, de nervosismo

Sintomas da fase eufórica ou maníaca ou "para cima":

. euforia
. aumento de energia
. expansividade e desinibição
. grandiosidade, dono da verdade
. agitação
. menos necessidade de sono
. irritabilidade, explosividade e agressividade
. aumento de condutas de risco e de gastos
. impulsividade
. distração

Equívocos comuns no diagnóstico da bipolaridade. Depressão unipolar (ao invés de depressão bipolar)
. Ansiedade (ao invés de humor misto ou turbulento)
. Déficit de atenção e hiperatividade (bipolares também são dispersivos e energéticos)
. Transtornos de personalidade (borderline, histriônica, narcista, paranoide e antissocial)
. Drogadição (pela busca de sensações)
. Transtorno obsessivo-compulsivo (por serem pessoas de extremos e muito auto-exigentes)
. Fobias (por serem pessoas de extremos e reagirem intensamente)

Bipolaridade na infância

Na infância a bipolaridade não se manifesta com episódios claros e demarcados de humor elevado ou deprimido, e sim com humor misto: alta oscilação, irritabilidade, turbulência, distração, impulsividade e condutas desafiadoras. Estes quadros podem ser confundidos com déficit de atenção e hiperatividade, mas o tratamento farmacológico é totalmente diferente, porque se deve usar estabilizadores de humor e evitar a Ritalina® (metilfenidato). A Ritalina em quem tem a bipolaridade costuma não funcionar ou deixar o humor mais elevado e confiante ou irritável.

 

Números:

. Atinge cerca de 10% da população, sendo 1% a 2% do tipo I e 8% com bipolaridade leve ( II, III, IV e ciclotimia)
. Pelo menos metade das pessoas com sintomas depressivos tiveram ou terão hipomania (estado de humor
exageradamente elevado), o que configura a bipolaridade
. Passam em média 10 anos e 3 médicos para que ocorram o diagnóstico e tratamento corretos
. 50% dos pacientes têm abuso de álcool ou drogas
. Antidepressivos e psicoestimulantes agravam o quadro - evitar ao máximo
. Mais de 70% tem algum outro transtorno psiquiátrico associado (de ansiedade, de impulsos, distúrbios alimentares, uso de drogas...)

Tratamento:

Como regra, quem tem bipolaridade do humor se beneficia enormemente do tratamento, que envolve uma combinação de abordagens, como a psicoeducação (conhecer o próprio temperamento, o seu padrão de humor e a bipolaridade), psicoterapia (para harmonizar os padrões de pensamento, de relacionamento e elaborar novas estratégias), bons hábitos de vida e tratamento farmacológico com estabilizadores de humor. Os antidepressivos devem ser reservados para casos restritos porque muitas vezes desestabilizam ainda mais o humor.

Estabilizadores de humor não-farmacológicosSono de 7 a 9 horas por dia
Exercício físico, principalmente aeróbico
Boas relações afetivas, ter um bom grupo social, ter um confidente
Artes, hobbies, esportes, meditação, animal de estimação...
Alimentação saudável, particularmente peixe
Trabalhar com o que gosta de fazer
Primar pelo meio-termo e a ponderação nos momentos difíceis
Fé e espiritualidade

FONTE: www.bipolaridade.com.br

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Portfolios

Direto do portfolio dos usuários Liberalis.

premium RESIDENCIA MJ CLETO

Reforma de apartamento triplex

premium RESIDENCIA ROSARIA

premium RESIDENCIA GRACIELE

Projeto Arquitetônico de residencia unifamiliar em dois pvtos

premium EDIFICIO COMERCIAL DESPACHADORIA

Finalização e readequação de imovel residencial em edificio comercial

premium MINI COZINHA GOURMET

Execução de cozinha gourmet em local de área de serviço próxima a área de lazer

Execução de pontos de agua, luz, pintura e bancada

Trabalho final de Projeto de Restauro

O objeto de projeto foi uma ruína em Niterói, escolhida pelo grupo de trabalho, para a disciplina de Projeto de Restauro.

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Trabalho de Projeto Arquitetônico IV

O tema da disciplina para o semestre foi para desenvolver, em dupla, um Centro de Referência da Indústria Naval na área de Neves em São Gonçalo.

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Princípios básicos de Análise do Comportamento aplicada à clínica

Apostila que aborda os principais conceitos da Análise do Comportamento traçando uma relação com a prática clínica. Foi elaborada para um curso que montei.

Transtorno da Personalidade Obsessivo-Compulsiva

Ensaio teórico sobre o Transtorno da Personalidade Obsessivo-Compulsiva (TPOC) como complemento à um curso que montei.

Uma análise cognitivo-comportamental do transtorno da personalidade esquizóide:implicações para avaliação e tratamento

Estudo exploratório com o objetivo de analisar o Transtorno da Personalidade Esquizóide (TPEZ) sob um viés cognitivo-comportamental e propor estratégias de avaliação e intervenção.

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