PREZADOS,

Através de treinamento específico aplicado pelo CRECISP-Conselho Regional dos Corretores de Imóveis - 2ª Região - São Paulo, este Corretor está devidamente HABILITADO à operar através do Programa Casa Paulista, programa do Governo do Estado de São Paulo que visa beneficiar Servidores Públicos Estaduais.

 

Se você se encaixa nesta categoria profissional, entre em contato comigo, faremos seu cadastro e a simulação para a aquisição de seu imóvel com um belo subsídio.

 

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Estou à disposição para tirar qualquer dúvida e buscar uma solução para o seu caso em particular.

 

QUAL A SUA RESPONSABILIDADE PELO SEU SOFRIMENTO ATUAL?

Domingo, 31 de Maio de 2015, 18h57

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Muito se passa pela cabeça daqueles que estão padecendo de comorbidade ou sofrimento psíquico, pensamentos do tipo:
A culpa pelo que estou passando é de fulano , ciclano , do pai , da mãe do cônjuge , do chefe...enfim , de todos menos de quem realmente é o protagonista de todo esse enredo de sofrimento: Você mesmo!
Reforçar essa ação de depositar a culpa pelo seu sofrimento a terceiros, nunca vai te gerar o movimento necessário para enviar esforços e sair da situação conflitiva."Já que a culpa não é minha, nada tenho a fazer , o outro que faça, eu sou apenas vítima das circunstâncias" .
Por mais confortável que seja acreditar que o outro é o culpado , deve-se voltar o olhar para si e separar com justiça aquilo que é de sua responsabilidade , daquilo que é de responsabilidade do outro no seu atual momento de sofrimento.
Essa sem dúvida é uma maneira eficaz de conseguir enviar esforços e começar a "botar a mão na massa"
Assumir as parcelas de responsabilidades sobre a sua vida , suas alegrias e principalmente seus sofrimentos. Tarefa complicada? Talvez, a psicoterapia coloca a ciência a sua disposição.
Quem se conhece se permite a dar novos e diferentes passos.
Vamos refletir?
Postado Por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental Especialista em Psicopatologia e Dependência Química 106453
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Dia Mundial sem Tabaco

Domingo, 31 de Maio de 2015, 10h43

Maria Cristina Ramos Britto
psicóloga

Como parar de fumar?
O primeiro passo é fazer uma lista dos motivos e parar de uma vez, sem negociações do tipo mais uma tragadinha, a partir de segunda-feira não fumo mais etc. Teve uma recaída? Não desista. Pratique relaxamento, faça exercícios físicos, busque apoio das pessoas próximas, evite o que estimula o vício, como café e álcool, beba bastante água e cuide da alimentação.
Fases de crise profissional, financeira ou afetiva, períodos de tédio ou desânimo, dependência de outras drogas, como o álcool, além de alto consumo de tabaco por longo tempo dificultam o processo de abandonar o cigarro. Quadros de estresse, depressão e ansiedade, entre outros transtornos, também devem ser levados em consideração.
E se a força de vontade não bastar, procure ajuda especializada. A terapia cognitivo-comportamental tem tratamento específico para o tabagismo.

Maria Cristina Ramos Britto

CRP 05/34753

Como lidar com o estresse

Sexta, 29 de Maio de 2015, 19h53

Maria Cristina Ramos Britto
psicóloga

Se é impossível viver sem estresse nos dias de hoje, o que fazer em relação a essa condição inevitável? A expressão é originada do inglês stress, e significa “estar sob pressão ou tensão”, sendo desencadeado por estados emocionais positivos ou negativos, causando desequilíbrio no organismo. Resultante da reação de luta ou fuga, quando o indivíduo se sente ameaçado e o corpo produz adrenalina, para enfrentar o que é percebido como perigo, o estresse tem causas internas (características da personalidade, como perfeccionismo, pressa, tendência a fazer várias coisas ao mesmo tempo); e externas, como mudanças profissionais (troca de emprego, promoção, demissão, aposentadoria), mudança de casa, casamento, nascimento de um filho, divórcio, doença, morte de pessoa querida.
No dia a dia, estamos submetidos a constantes estressores, dos quais, muitas vezes, não conseguimos escapar, por serem demandas que dizem respeito a todos, ou nem os percebemos, pela tendência humana de entrar no automático, ao se submeter à rotina. Se a modernidades nos proporciona comodidades, como em tudo na vida, há um preço a pagar: é preciso se esforçar para não se tornar obsoleto. A comunicação foi facilitada, com a telefonia móvel e a internet, mas produziu a falsa necessidade de permanecer ligado e conectado. O fluxo constante de informações e a oferta de cursos e especializações criaram a ansiedade por se estar sempre atualizado, mesmo sendo pouco possível absorver tanta novidade. Desejos de consumir, de estar na moda, de participar de um grupo levam ao excesso de trabalho para fazer frente aos gastos, podendo causar depressão, pela sensação de fracasso ao não se atingir os objetivos autoimpostos.
Para evitar ou diminuir o estresse, recomenda-se desenvolver habilidades que melhorem tanto física quanto emocionalmente a resistência aos agentes estressores. As orientações básicas são dormir bem, alimentar-se de forma saudável, praticar atividades físicas e reservar tempo para o lazer. Repensar as prioridades, simplificar a vida, ter um olhar crítico sobre tantos quereres, que, muitas vezes, representam mais a busca por amenizar angústia e desconforto emocional do que real necessidade. Estabelecer limites e aprender a dizer não, tanto na vida profissional quanto na social, em relação a familiares e amigos, atentando para o fato de que só fazem conosco o que permitimos. Cercar-se de pessoas que cultuem valores e não etiquetas, para quem o ser seja mais importante que o ter, e compartilhem interesses que façam bem à alma. E, principalmente, refletir sobre como enfrentar as situações da melhor forma possível, efetuando mudanças de dentro para fora, com auxílio da psicoterapia.

Maria Cristina Ramos Britto

CRP 05/34753

psicóloga com especialização em terapia cognitivo-comportamental, incluindo tratamento do estresse

QUAL O LIMITE DA SUA "NORMALIDADE" ?

Sexta, 29 de Maio de 2015, 08h55

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Hoje em dia é tão comum as pessoas perceberem algum comportamento ou dificuldade alheia e automaticamente puxar uma psicopatologia e falar "fulano é bipolar" , ciclano é " 13 " , ou outras denominações ; como se as pessoas tivessem o livro do DSM (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) no bolso e já "diagnosticassem" uma psicopatologia.
Penso que existe uma necessidade das pessoas justificarem a todo custo aquilo que não compreendem , é muito mais fácil falar que fulano tem algum transtorno do que tentar compreender o real motivo que o faz agir de tal maneira. Quando você julga alguém, automaticamente você está se protegendo dos olhos alheios, fazendo com que o foco central seja a dificuldade do outro (e nunca a sua). Vamos pensar que lidar com aquilo que difere do macro sempre foi e sempre será um desafio para a humanidade, mas até que ponto você pode assegurar a sua "normalidade" ?
Até que ponto se pode dizer: Fulano é "doido" ? Será que em algum momento da sua vida você nunca fez algo que chamasse atenção alheia? Nunca ninguém falou na sua costas " será que ele ta ficando doido pra fazer tal coisa"?
COMPREENDER e não julgar a dificuldade alheia, espero que um dia seja uma realidade pra todos!
Pensando.
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A TAL DA "ANGÚSTIA"

Quarta, 27 de Maio de 2015, 13h22

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Quantas vezes escutamos por aí as pessoas falarem que "estão com uma angústia... " , mas já percebeu que ninguém denomina de fato o que é estar com angústia?
Angústia é diferente de estar aborrecido, de estar chateado e de estar entediado.
A angústia é aquele chamado "nó na garganta",aquela sensação de impotência e um incômodo pontual. Geralmente traz aspectos físicos considerados psicossomáticos como uma leve dor de cabeça por exemplo. A angústia pode ou não ser resultante de um pensamento automático que gerou essa sensação, como também pode estar denunciando uma situação concreta que precisa ser mudada.
Vamos pensar que a angústia é o "sinalizador" de que algo não vai muito bem com a sua capacidade de superar e lidar com as intercorrências na sua vida.
Quando esse sintoma se torna predominante ele deixa de ser um sintoma e passa a ser parte da sua vida , muitas vezes evoluindo para um quadro depressivo ou ansioso."Deixar pra lá" dificilmente dará resultados.
Pensar, se auto conhecer e se apropriar das suas possibilidades e potencialidades para superar a angústia, pode e deve ser um caminho a se avaliar.
A escolha sempre será sua, não se esqueça que não escolher também é uma escolha.
Vamos promover o bem estar emocional ao invés de esperar calmamente a angústia te "deixar pra lá"?
Pense nisso.
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A LÁGRIMA QUE NINGUÉM QUER VER:

Segunda, 25 de Maio de 2015, 14h27

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

A LÁGRIMA QUE NINGUÉM QUER VER:

Percebeu que ultimamente existe uma "muralha" que inibe as pessoas de demostrarem as suas fragilidades? Existe até uma famosa corrente no facebbok que diz em primeira pessoa: "prefiro conviver com pessoas felizes , pois pessoas felizes não enchem o saco". Fico extremamente triste em constatar que muita gente é adepta desse tipo de "filosofia" barata, que serve apenas para reforçar o estigma de obrigatoriedade em ser feliz "custe o que custar". Parece que ter problemas , estar infeliz ou precisar de ajuda é um grande absurdo que deve ser reprimido a sete chaves. Em tempos de redes sociais , compartilhar uma foto de felicidade estando triste já faz parte da rotina de muitos.
Não se permitir sofrer , não compreender as próprias limitações individuais e viver um eterno auto engano é uma péssima escolha para si.
Não é, e nunca será vergonha assumir as suas limitações, dificuldades e a autenticidade de pedir ajuda profissional.
Pensar no que o vizinho vai achar, é sempre mais fácil do que pensar em como você poderia lidar com o seu problema. Independente do que as pessoas irão dizer ou pensar, o problema que você está passando é apenas seu e será resolvido (ou não) apenas por uma ação sua.
Que tal voltar o olhar para si e tentar desenvolver novas possibilidades de vida para você?
Psicoterapia, sempre um bom caminho.

Pense nisso.

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Transtorno do Déficit de Atenção em crianças e adultos

Sexta, 22 de Maio de 2015, 09h25

Maria Cristina Ramos Britto
psicóloga

 

O Transtorno do Déficit de Atenção (TDA), apesar de ser reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é cercado de polêmica, considerado invenção, desculpa para problemas de comportamento que se resolverão no processo de crescimento. É dividido em TDA com hiperatividade/impulsividade (tipo combinado) e TDA sem hiperatividade (tipo desatento). O primeiro tipo chama mais atenção porque a criança não para quieta, como se tivesse bicho-carpinteiro, dando a impressão de ser incontrolável ou ter excesso de energia. Já no segundo caso, a criança, sendo mais quieta, é percebida como desligada e desatenta, como se vivesse no mundo da lua. Os meninos têm mais propensão à hiperatividade/impulsividade que as meninas.

Entre as causas para o desenvolvimento da síndrome estão a genética; uma diminuição dos neurotransmissores dopamina e noradrenalina; problemas durante a gestação (consumo de cigarro e álcool pela mãe); traumatismos neonatais; e subnutrição do bebê. Problemas familiares, como ambiente tenso ou caótico, desestruturado ou com ausência de um dos pais, privação emocional ou financeira agravam o quadro, mas não são responsáveis pelo surgimento da síndrome. Em adultos que procuram psicoterapia, é comum o relato de infância normal, o que confirma esta informação.

Os sintomas do transtorno são falta de concentração e de atenção, que prejudicam o aprendizado, dificuldade em seguir regras e respeitar limites (não consegue esperar a vez ou prestar atenção quando lhe dirigem a palavra), conflitos na escola com colegas e professores, impaciência e irritação, desobediência e desorganização. A criança perde objetos constantemente, evita atividades que requerem esforço, principalmente mental, não consegue finalizar as tarefas nem se concentrar nas brincadeiras, ignora detalhes e comete erros mesmo quando sabe a lição.

O TDA acompanha o indivíduo por toda a sua vida, e, independentemente do tipo, causa prejuízos sob todos os aspectos. Adultos que não foram diagnosticados e tratados na infância têm grande probabilidade de passar por vários empregos e relacionamentos afetivos conflituados, com gestações indesejadas, abuso de álcool e drogas e presença de comorbidades, como ansiedade e depressão. Também demonstram dificuldade de cumprir prazos e tarefas, são procrastinadores, inquietos e esquecidos, se distraem com facilidade, e por estas características são vistos como egoístas, preguiçosos e indiferentes às necessidades dos outros.

Como em qualquer transtorno, o diagnóstico correto é fundamental para o sucesso do tratamento. A criança deve ser avaliada por profissional qualificado, para descartar transtornos de aprendizagem, como dislexia (dificuldade na leitura e escrita) e discalculia (dificuldade de lidar com números), ou outros problemas físicos. O tratamento indicado inclui psicoeducação (informações para o entendimento do transtorno, tanto para o cliente quanto para a família), psicoterapia e medicação.

Maria Cristina Ramos Britto

CRP 05/34753

especialização em terapia cognitivo-comportamental, incluindo tratamento do TDA em crianças e adultos

 

Psicoterapia : O compromisso com a verdade.

Quinta, 21 de Maio de 2015, 08h45

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Quantas vezes na vida você não cometeu a pior de todas as mentiras? Aquela peculiar mentira que te incomoda mais do que qualquer outra que você já tenha praticado ou sido vítima. Estou falando de mentir pra si, se "convencendo" que determinada situação mudará, que tal pessoa não te machucará novamente , que o "tempo" se encarregará de resolver todas as suas dificuldades . A curto prazo, esse tipo de mentira pode até te dar uma pequena aliviada . Mas acima de tudo, (como qualquer outra mentira e com o agravante de ser contra você mesmo), ela irá minar a sua essência, a sua capacidade de encontrar saídas,soluções e principalmente contaminando a sua capacidade de ser resiliente.
A psicoterapia é o processo da verdade. A verdade que te coloca frente a frente com as suas capacidades,possibilidades e dificuldades. Promover a resiliência pelo caminho da autenticidade e das suas verdades , é sempre um bom caminho.
Lembre-se , mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira.
Vamos Pensar ?

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Saiba quais as 10 fobias mais comuns.

Quarta, 20 de Maio de 2015, 13h05

Sheila Soares
Psicóloga

Chamadas de fobias, essas aversões envolvem um transtorno de ansiedade, impedem que a pessoa tenha uma vida normal e levam à necessidade de tratamento.

Os sintomas variam em cada paciente mas, normalmente, envolvem taquicardia, suor em excesso, boca seca e tremores.

Os tipos mais comuns

Orlando Vicko, psicólogo especializado em tratamento de ansiedade e Síndrome do Pânico pela Universidade de Miami, lista as 10 fobias mais frequentes:

Acrofobia: medo de lugares altos. A pessoa pode ter acessos de pânico ao visualizar o solo e se desesperar para buscar uma saída do ambiente que gera desconforto.
Aerofobia: medo de voar ou de se expor a correntes de ar intensas. Essa fobia impede que a pessoa viaje de avião e, em casos mais graves, impossibilita a prática de esportes ao ar livre.
Agorafobia: medo de locais cheios e multidões. Consiste, basicamente, em ansiedade antecipatória, pois o agorafóbico teme a multidão pela ideia de que não poderá sair do meio dela, caso se sinta mal.
Aracnofobia: medo de aracnídeos. O pavor pode impedir que a pessoa permaneça em locais onde acredita que existam aranhas ou, ainda, que se desespere diante de qualquer contato inesperado do animal com a pele.
Catsaridafobia: medo de baratas. Assim como a aracnofobia, este distúrbio pode impedir que a pessoa frequente certos lugares e pode desencadear também uma obsessão por limpeza.
Claustrofobia: medo de lugares fechados, como elevadores, salas sem ventilação, trens e aviões. A sensação de falta de ar e taquicardia são os principais sintomas. A claustrofobia pode estar diretamente associada a um quadro de agorafobia.
Glossofobia: medo de falar em público. Não deve ser confundida com quadros normais de ansiedade diante de uma plateia. Quem sofre de glossofobia apresenta taquicardia, suor em excesso, desmaios e até diarreia ao ser obrigado a falar em público.
Hematofobia: medo de sangue. Os sintomas envolvem tremores, fraqueza, falta de ar, dor de cabeça e transpiração excessiva ao ver sangue. Muitas pessoas desenvolvem ainda o medo a todo tipo de objeto cortante e pontiagudo, como facas e agulhas, pois estão associados com sangramento.
Hidrofobia: medo de água. A pessoa se desespera ao menor contato com qualquer tipo de líquidos, seja ao entrar no mar ou em uma piscina ou simplesmente ser atingida por um jato de água.
Nictofobia: medo da noite ou de locais escuro. Por temer o que não pode ver, a pessoa que sofre de aversão ao escuro se apavora ao menor ruído ou sombra. Ocorre geralmente logo na infância, mas pode continuar na idade adulta, se não for tratada.

A origem das fobias

“É impossível determinar de forma genérica qual é a origem de uma fobia, pois cada caso apresenta suas peculiaridades”, explica Orlando.

De acordo com o especialista, pode-se apenas apontar que todo medo extremo está diretamente relacionado a um episódio traumático na vida do paciente. Isso significa que um afogamento na infância – ou mesmo na fase adulta – pode desencadear um quadro de hidrofobia anos mais tarde, por exemplo.

A experiência impactante pode ser vivida pelo paciente ou apenas presenciada por ele. “Já acompanhei pessoas que desenvolveram uma fobia a sangue após testemunharem um grave acidente”, conta o especialista.

Para evitar traumas profundos, os pais devem tomar alguns cuidados diante de situações intensas. “Ao notar a insegurança da criança diante de uma situação nova, como um voo de avião, os adultos devem conversar com calma e tranquilidade, mostrando à criança que o medo é natural, mas que pode ser superado”, sugere Orlando.

Segundo o psicólogo, a postura dos pais influencia muito a reação da criança em uma situação nova.

Marlene Muniz, 42 anos, é mãe de Vitória, 9 anos, que sofre de um caso grave de aracnofobia. Após muitas sessões de terapia, a origem do problema foi identificada.

“Durante o tratamento descobrimos que aquele medo irracional começou na infância. Quando ela tinha 4 anos, viajamos para um sítio da família e logo na primeira noite ela encontrou uma aranha grande na cama. Ela pegou com uma folha de jornal e veio me mostrar. Eu me apavorei e comecei a gritar, mandando que soltasse a aranha porque ela poderia ser muito perigosa. Após esse dia, ela passou a ter um medo insuperável do animal”, relata Marlene.

O que parecia ser um pavor comum começou a ganhar proporções incontroláveis. A menina fazia xixi na calça ao ver fotos ou cenas de uma aranha na televisão e desmaiava se encontrasse um animal “ao vivo”, por menor que ele fosse.

“Ela faz terapia há 2 anos e já apresentou muito avanço. Conseguimos controlar os desmaios e o xixi involuntário. A terapia foi essencial, mas também abrimos o diálogo em casa, falando abertamente sobre o problema”, revelou Marlene.

Tratamentos possíveis

O primeiro passo é conscientizar os familiares e amigos de que esta aversão não é frescura e precisa, sim, de tratamento, pois pode levar a quadros incapacitantes, interferindo diretamente na vida das vítimas.

“Há pessoas que se tornam escravas do medo de situações que não oferecem nenhum perigo real”, argumenta o psicólogo.

A terapia cognitivo-comportamental é, na grande maioria dos casos, o tratamento mais indicado para fobias. “Com a ajuda de um psicólogo, a pessoa vai sendo lentamente exposta aos objetos que geram o medo. O profissional vai ajudando o paciente a remanejar seus pensamentos nessas situações e, assim, superar a fobia”, explica ele. O especialista ressalta que os estímulos são graduais, para não causar agonia.

Para ele, é importante ter em mente que buscar a raiz do problema não deve ser o foco do tratamento. “Como toda fobia gera algum tipo de sofrimento ao paciente, o intuito do tratamento deve ser superar o medo”, aponta.

FONTE: http://disneybabble.uol.com.br/

Quer saber sobre algum assunto ou tema que não foi publicado? Mande sua sugestão por mensagem no site que o mais breve possível irei publicar o assunto.

 

QUEM DIRECIONA A SUA VIDA?

Segunda, 18 de Maio de 2015, 13h23

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Muitas vezes percebo esse movimento nas pessoas , ações e decisões que a primeira vista parece beneficiar apenas o executor, mas após um olhar mais apurado acabo evidenciando que o tal movimento foi unicamente para beneficiar outra pessoa.
O receio de ser preterido , de talvez ser rejeitado ou de não fazer mais parte da vida de determinada pessoa , faz com que você muitas vezes anule a sua real vontade e passe a agir por complacência e inautenticidade. Vale lembrar que promover relações onde todos são "felizes" menos você é uma promoção e um convite a processos ansiosos ou depressivos. Ser fadado daquilo que você quer , não se achando merecedor de exercer a sua autenticidade , são movimentos perigosos , onde você praticamente só percebe isso através de uma psicoterapia.
Entender as razões, motivos e internalizar a relevância de ser o único e principal condutor da sua vida é um maravilhoso começo.
Pense que se você não direcionar a sua vida , alguém irá , e fará isso ignorando suas vontades , desejos e expectativas.
Me lembra aquela frase que dizem no futebol.
"Quem não faz toma" (gol)
Vamos Pensar ?
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Quando o medo vira pânico

Domingo, 17 de Maio de 2015, 09h46

Maria Cristina Ramos Britto
psicóloga

A ansiedade é uma resposta a situações de perigo ou desconhecidas e, em pequena quantidade, é uma emoção adaptativa, que muitas vezes significa a prevenção de comportamentos que colocariam a segurança e o bem-estar do indivíduo em risco. Se na vida não se está imune a acidentes, não prestar atenção aos sinais de perigo potencializa a possibilidade de se colocar em situações de vulnerabilidade, com consequências prejudiciais. Sendo assim, emoções desagradáveis têm a função de nos fazer enfrentar questões necessárias para o aprendizado do enfrentamento de problemas e obstáculos inerentes à existência. A raiva bem dosada, por exemplo, estimula a reação à injustiça, alerta para a necessidade de se contrapor à agressão ou opressão, tirando a pessoa da passividade que paralisa e permite mais abusos.
Mas e quando a emoção negativa cresce tanto que fica insuportável? É o caso da tristeza que não passa, vai se avolumando, toma conta do corpo e da alma aos bocadinhos e vira depressão. E, nos casos dos transtornos de ansiedade, um medo tão imenso e sem evidências de que haja motivo para ele, que provoca sintomas físicos que parecem prenunciar um colapso ou dão até a sensação de morte. É o caso do transtorno de pânico, um conjunto de alterações fisiológicas, comportamentais e emocionais que se manifestam por crises caracterizadas por reações súbitas e intensas que podem durar de poucos minutos até uma hora e provocam taquicardia, dificuldade de respirar, boca seca, tremores, sudorese, tonteira, vertigens, pernas bambas, náusea, formigamento, medo de perder o controle, desmaio, terror (sensação de que algo terrível irá acontecer) e medo de perder o controle.
Vários fatores concorrem para que uma pessoa desenvolva o transtorno de pânico: ambientais, socioculturais, históricos, além de indícios (que ainda precisam ser mais pesquisados) de perfis psicológicos que seriam mais predispostos à síndrome e que apresentam características como perfeccionismo e alto grau de exigência de desempenho, necessidade de controle absoluto e autoimposição de regras inflexíveis, dificuldade de lidar com mudanças e enfrentar confrontos (baixa resiliência). Estudos indicam que indivíduos que cresceram em famílias de estrutura rígida, com pais perfeccionistas ou autoritários, ou naquelas sem estrutura ou onde as regras mudavam constantemente podem manifestar quadros de ansiedade ao longo da vida. Tanto é negativo viver num ambiente engessado e inflexível, quanto noutro permissivo e sem orientação clara de direitos e deveres, valor e competência. A história de cada um explica a forma de ver mundo e interagir com ele, mas não determina o surgimento de problemas emocionais ou psicológicos, isso vai depender de um somatório de fatores desencadeantes.
Se não tratado, o transtorno de pânico impede o sujeito de ter uma vida plena e produtiva, afastando-o dos relacionamentos pessoais e da rotina profissional, pelo medo de que as crises, com seus dolorosos sintomas, se repitam. Muitas vezes, por vergonha ou falta de apoio, a pessoa não procura tratamento especializado, esperando que o problema seja passageiro e criando mecanismos de evitação que só fazem aumentar a gravidade do quadro. A terapia cognitivo-comportamental utiliza técnicas que permitem ao indivíduo entender os eventos que desencadeiam o pânico e a lidar com eles, aprender a controlar a ansiedade, modificar suas crenças limitantes e desadaptativas, possibilitando-lhe recuperar o domínio de seus pensamentos, emoções e comportamentos.

Maria Cristina Ramos Britto

CRP 05/34753

psicóloga com especialização em terapia cognitivo-comportamental, incluindo tratamento dos transtornos de ansiedade

 

CRISES EXISTENCIAIS:

Sexta, 15 de Maio de 2015, 08h53

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Quando ouço essas duas palavras "crise existencial" , acabo sempre me lembrando da referencia que o senso comum faz , relacionando-a com a adolescência , associação que até faz um certo sentido. Vamos pensar que em alguns momentos da sua vida tudo parece coincidir para dar errado, você é demitido, tem problemas relacionais , familiares e tudo parece de mal a pior ... Como se tudo conspira-se contra você.
O ser humano em geral tem um péssimo hábito de só se ater aquilo de ruim que está acontecendo , ignorando as variáveis positivas. As dificuldades acabam drenando o sentido da sua vida te colocando num processo angustiante. Será que essas "crises existenciais" não estão de certa forma denunciando pra você mesmo algumas situações e conflitos que precisam de uma solução? Será que talvez o comodismo de se manter na zona de conforto não está te cobrando um preço muito alto? Compreender as crises existenciais de uma forma pragmática , percebendo suas opções positivas, também é uma maneira de se aprender a lidar com as crises. Se conhecer , essa é a palavra! Você só soluciona aquilo que conhece . Pense nisso
Vamos refletir?

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O PODER DO " E SE.." NA SUA VIDA:

Quarta, 13 de Maio de 2015, 12h59

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Já dizia a música "Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia" , percebo um movimento nas pessoas que engessa todas as suas potencialidades e possibilidades de exercer uma vida mais autêntica e menos conflituosa. Estou falando do " e se.." ; quantas vezes você não se pegou pensando em como seria a sua vida se você tivesse escolhido tal profissão ao invés dessa, " e se tivesse escolhido casar com fulano ao invés de ciclano ?E se tivesse dito X ao invés de Y ??Como estaria a vida agora?
O "e se", se direcionado para a culpa e a lamentação ,esta fadado a gerar apenas sofrimento psíquico, claro que o arrependimento faz parte da vida e se arrepender é uma forma autêntica de perceber outras possibilidades que poderiam ter sido aplicadas. Mas manter o pensamento fixo naquilo que teoricamente deveria ter sido feito e não foi , apenas gera um luto interminável por algo que nunca irá mudar, pois voltar ao passado e alterar os fatos é sumariamente impossível.
Vamos pensar que escolher , indubitavelmente faz parte da vida do ser humano ,e compreender que cada escolha é sinônimo de alguma renúncia é uma compreensão lógica e pragmática da sua vida.
Não existem escolhas boas e escolhas más , tudo vai da forma como você pondera e opta por determinada situação vivêncial.
Se desprender do passado e viver o dia de hoje nem sempre é uma tarefa das mais fáceis , mas a psicoterapia esta aí, pronta pra trilhar novos caminhos ao seu lado. Querer é poder e mudar também pode ser uma realidade, basta querer e se comprometer com a mudança.
Vamos refletir?

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O que a terapia cognitivo-comportamental pode fazer por você?

Terça, 12 de Maio de 2015, 09h00

Maria Cristina Ramos Britto
psicóloga

O objetivo da terapia cognitivo-comportamental é identificar e modificar padrões de pensamento conscientes e inconscientes. O terapeuta não interpreta, como na psicanálise, mas elabora o material junto com o cliente, para identificar as distorções de pensamento que causam sofrimento emocional, e trabalha com dados que permitem a identificação de crenças nucleares que geram pensamentos automáticos e estratégias compensatórias. É um método diretivo que tem por objetivo a resolução de problemas, baseado na empatia terapêutica, onde psicólogo e paciente têm papel ativo. Ela é aplicável a adultos, adolescentes e crianças, em sessões individuais ou em grupo, e em contextos institucionais, corporativos e educacionais, e nos esportes.
O princípio básico da TC é a reestruturação cognitiva, conseguida através da compreensão de como o paciente percebe o real e lida com ele, considerando que o indivíduo não é influenciado pelos acontecimentos, mas pela forma como os processa. Isto explica como pessoas diferentes com experiências parecidas reagem aos mesmos eventos de maneira diversa. Por exemplo, pessoas com histórico semelhante de conflito familiar na infância manifestarão as consequências do mesmo em suas vidas de modos diferentes, porque não é a situação que determina o que se sente, mas o modo como a situação é interpretada. A TCC tem eficácia garantida no tratamento de todos os tipos de depressão, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno obsessivo-compulsivo, fobia, fobia social, transtorno de pânico, transtorno de estresse pós-traumático, estresse, abuso de substâncias, obesidade e compulsão alimentar, entre outros.

Maria Cristina Ramos Britto

CRP 05/34753

psicóloga com especialização em terapia cognitivo-comportamental

 

SÍNDROME DO PÂNICO, O MEDO DE TER MEDO:

Segunda, 11 de Maio de 2015, 16h09

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Em outra postagem falei sobre a Síndrome do Pânico , mas acredito que é sempre válido falarmos mais sobre esse tema.
A Síndrome do Pânico é uma das psicopatologias que mais engessam a pessoa dentro da sua atual condição.Os ataques de pânico geralmente vem seguidos de uma forte crença de morte , onde acabam se tornando reforçadores em alimentar a crença de que a situação conflitiva atual é imobilizadora e extremamente eficaz em drenar toda a resiliência do indivíduo, fazendo a pessoa "supervalorizar" o poder da psicopatologia sobre si.
O tal "medo de ter medo" ; você que sofre desse mal , acaba desenvolvendo "estrategias" para evitar a todo custo que um novo ataque te surpreenda, fazendo com que você muitas vezes se prive de realizar tarefas complexas , básicas e até mesmo de conseguir sair de casa. O medo de ter medo acaba norteando a sua vida e no final das contas drenando toda a sua vontade de realizar coisas boas pelo simples fato de poder estar vulnerável a um novo ataque de pânico.
Fugir ou evitar com certeza não é o melhor caminho , perceber o momento certo de pedir ajuda já é um grande passo, solicitar um acompanhamento médico e psicológico pode fazer um grande diferencial no seu atual momento.
A psicoterapia pode te auxiliar na compreensão do que de fato esta desencadeando os ataques de pãnico e nas maneiras que você poderá aprender a lidar com isso. Você é o único agente da mudança na sua vida.
Refletindo!
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OSTENTAÇÃO EMOCIONAL

Sexta, 08 de Maio de 2015, 09h16

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Perceberam que ultimamente a palavra mais popular é a tal "ostentação"? Pessoas querendo se destacar das demais com bens materiais , muitas vezes comprados no imediatismo , sem se pensar nas milhões de parcelas que virão nos próximos meses no cartão de crédito. Acredito que "ostentar" faz parte atualmente de uma cultura de massa onde se vende felicidade a qualquer preço. Mostrar para o mundo objetos materiais de valor, viagens absurdamente surpreendentes , relações impecáveis e uma vida livre de conflitos são algumas das formas de ostentar. Será que essa tal "vantagem" não esta encobrindo uma extrema vulnerabilidade emocional? Onde o indivíduo para não se sentir em prejuízo consigo mesmo perante os demais , passa a utilizar de artifícios externos para mostrar ao mundo que ele tem as suas vantagens perante o meio? Existem possibilidades mais eficazes e autenticas de perceber as suas potencialidades, de compreender os conflitos que fazem com que exista a crença de que " preciso comprar um telefone de 5 mil reais pra me sentir pertencente a algo" . Resgatar as suas habilidades, encontrar o nó conflitivo e te auxiliar no desfecho e na resignificação de todo esse conflito é uma das possibilidades que a psicoterapia pode te oferecer.
Pra finalizar , vou citar aquela velha corrente que circula na internet que vale uma boa reflexão.

Status é : Comprar coisas que você não quer, com o dinheiro que você não tem, a fim de mostrar para gente que você não gosta, uma pessoa que você não é.

Refletindo:

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Convite

Terça, 05 de Maio de 2015, 13h48

Maria Cristina Ramos Britto
psicóloga

 

 

Leia meus artigos sobre psicologia, saúde e qualidade de vida em 

http://www.contioutra.com/category/colunistas/maria-cristina-ramos-britto/

O QUE VOCÊ ESPERA DOS OUTROS?

Segunda, 04 de Maio de 2015, 13h01

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Muitas vezes superestimamos as relações afetivas , acreditando que o outro tem uma certa obrigação em nos suprir naquilo que precisamos.Nada impede que em alguns momentos essa expectativa seja alcançada, mas impreterivelmente em algum momento a decepção falará mais alto. E não estou falando do outro que talvez não tenha sido aquilo que você esperava, estou falando de você , que em determinado momento superestimou aquele que esta do seu lado. Comumente ,em uma relação afetiva o ser humano procura e admira no outro tudo aquilo que lhe falta , tudo aquilo que ele gostaria de ser , por isso mesmo que sempre ouvimos no senso comum a frase " um completa o outro". Mas acredito que esperar que alguém te complete é sempre uma responsabilidade muito grande que se delega para alguém, o "outro" tem que apenas "somar", nunca completar.
Crer que outra pessoa irá te completar é muito arriscado , uma linha muito tênue entre a decepção e a angústia de sempre esperar por algo. Desenvolver relações autênticas , saber diferenciar o que é seu daquilo que é do do seu parceiro(a) é um principio de fidelidade suprema a sua essência .Parece difícil, mas não impossível . Promover o auto conhecimento e a auto percepção do seu enredo de possibilidades e resiliência , são variáveis trabalhadas dentro da psicoterapia.
Não sou psicanalista , mas quando falo desse assunto sempre me lembro da citação de Jaques Lacan:
" Eu aguardo , mas não espero nada".

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Veja o que muda com as novas regras do financiamento de imóveis da Caixa

Segunda, 04 de Maio de 2015, 12h29

Eder Moura da Costa
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779 - OAB 212.665

 

 

Banco reduziu o percentual de recursos da poupança que podem ser usados para comprar apartamentos usados

               A Caixa Econômica Federal aumentou duas vezes neste ano os juros do financiamento de imóveis e, na última segunda-feira, reduziu o percentual de recursos da poupança que podem ser utilizados para comprar apartamentos usados (de uma máximo de 80% para um mínimo de 40%) e já tinha reduzido para novos (de 90% para 80%). As mudanças passam a valer a partir do dia 4 de maio.

Entenda abaixo o que permanece e o que muda no banco que é o responsável pela maior parte dos financiamentos imobiliários do país.

Muda alguma coisa no financiamento que eu já pago?

               Não. Não muda muda. O que assinado foi, assinado está. É ruim quando os juros caem (e você está pagando mais do que os novos contratos). Mas é bom nesses momentos em que o custo do crédito está em alta. Não vai mudar quanto você paga de juros dentro do contrato que já está feito.

O que muda então?

               Os imóveis na faixa entre R$ 170 mil até R$ 650 mil na maior parte dos Estados, tiveram o total que pode ser financiado pela Caixa Econômica alterado. Nos municípios com população igual ou superior a 50 mil habitantes, o valor inicial é de R$ 115 mil até R$ 650 mil. Já para municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes, a faixa é de R$ 145 mil até R$ 650 mil.

               Em apartamentos novos, por exemplo, o percentual caiu de 90% para 80% — ou seja, quem quiser comprar vai ser obrigado a desembolsar mais para comprar. Mas a maior mudança foi em imóveis usados, que caíram de 80% e 70%, dependendo da linha de financiamento, para 50% e 40%. Na hora da compra, agora vai ter que já pagar a metade ou mais do valor total da casa ou do apartamento. Quem escolher comprar pelo programa Minha Casa Minha Vida ou com recursos do FGTS, não terá nenhuma alteração.

Quem é afetado?

               Duas “categorias” são os mais afetados pela mudança. Primeiro, quem comprou apartamentos na planta como investimento. Mesmo sem nunca ter usado o imóvel, assim que receber a chave da construtora ele será considerado usado. E deve ficar mais complicado vender com essas novas regras. A expectativa do mercado é que haja uma redução da procura, e uma queda nos preços para tentar compensar a demanda.

               O segundo grupo de pessoas que será prejudicado é aquele formado por quem já firmou neste mês contratos de compra e venda em imobiliárias, mas ainda não conseguiu fazer o contrato de financiamento com a Caixa. Assinaram a promessa de que comprariam um apartamento, por exemplo, em uma situação e agora ela é outra.

               É possível que ocorram cancelamentos de contratos com construtoras, por parte de quem comprou na planta o imóvel. Também é provável que algumas pessoas tenham que desistir do sonho da casa própria que já estava encaminhado, e desistir do contrato de compra porque não ia ter recursos para arcar com uma entrada maior — pagando uma multa que normalmente é de 10% do valor da venda.

Alguém ganha com isso?

               No médio e longo prazo, as construtoras devem ganhar com a mudança. As alterações tornam bem mais conveniente comprar uma casa ou apartamento novos do que uma usada, pela diferença no valor que pode ser financiado. Em um imóvel de R$ 250 mil, por exemplo, é possível pegar emprestado R$ 200 mil no caso de um novo e apenas R$ 125 mil, no caso de um já construído.

O que eu posso fazer para contornar?

               Uma opção é negociar o preço. A necessidade de uma entrada maior dá mais margem para tentativas de baixar o preço final — já que a demanda pela compra deve cair.

Não tenho dinheiro agora. Existe alguma alternativa?

               Outra opção é buscar esses financiamentos em bancos que não a Caixa Econômica, sejam eles públicos ou privados. Cada um tem suas regras para financiamento imobiliário e podem permitir um percentual maior, mas também a juros maiores. Uma possibilidade que deve crescer com esse novo cenário é a dos consórcios imobiliários. Um grupo de pessoas poupa em grupo e vai sendo beneficiada pela compra dos imóveis a cada novo pagamento, em que normalmente o agraciado é escolhido por sorteio. A vantagem é eliminar os juros do processo, mas a desvantagem é que existe a possibilidade de você ser o último a receber seu apartamento.

Por que a Caixa Econômica fez isso?

               A Caixa Econômica argumenta que o mercado já vem se ajustando, desde 2012, à queda da demanda/velocidade de vendas na faixa de preço entre R$ 170 mil e R$ 650 mil. Alega também que o foco do banco este ano será o financiamento de imóveis novos, com destaque para a habitação popular — operações do Minha Casa Minha Vida e recursos do FGTS.

               O mercado, no entanto, acredita que a medida ocorre por falta de recursos. No primeiro trimestres deste ano, a retirada das poupanças superou em R$ 23,2 bilhões os depósitos. Apenas em março, foram R$ 11,4 bilhões em saques, o maior número da série histórica.

Fonte: Diario Catarinense

 

               Você não faz uma cirurgia antes de falar com um especialista, certo? Então, não faça nenhum negócio imiobiliário antes de falar conosco.

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O papel do corretor de imóveis no futuro

Segunda, 04 de Maio de 2015, 12h20

Eder Moura da Costa
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779 - OAB 212.665

A internet foi muito severa com os intermediários, várias profissões estão morrendo graças a facilidade de encontrar e receber um produto sem o auxílio de um terceiro. Isso aconteceu em diversos setores, um que foi muito afetado foi o de turismo, hoje você não precisa mais de uma agência de viagens para comprar uma passagem ou reservar um hotel. Não só este setor, mas todos, a economia em geral será afetada para sempre, muitas profissões irão deixar de existir…. E a nossa profissão? De corretor de imóveis?

Quando vamos a um supermercado e compramos algum produto, não nos importamos que o atendimento seja primoroso, isso acontece porque os produtos não tem valor agregado, mas quando uma mulher vai comprar uma bolsa numa loja de grife, ela exige um atendimento diferenciado, porque? Porque aquele produto tem valor agregado! Agora imagine, se uma bolsa de poucos milhares de reais exige um atendimento personalizado, quem dirá um imóvel que custa centenas de milhares de reais.

Sim, a tecnologia está tirando o valor agregado dos produtos, porque o custo da produção é cada vez menor, e por isso, produtos melhores estão cada dia mais baratos, ou seja, no futuro, o valor agregado estará associado como nunca ao valor intangível do produto e não mais a sua qualidade de produção. Explicando em miúdos, você só pagará caro por aquilo que mexer com o seu emocional…

E o que o corretor de imóveis tem a ver com isso? Tudo, pois a venda de imóveis no futuro poderá ser possível pela internet, com novas tecnologias, como: atendimento via holografia e a visita do imóvel utilizando realidade virtual e holografia táctil, ou mesmo utilizando realidade aumentada para descobrir e visitar imóveis na região sem o auxílio de intermediários. Sim, isso parece conversa de maluco, mas será possível em poucos anos e os corretores que não investirem em relacionamento, em como se portar na frente de um cliente, irão ter que mudar de profissão.

O relacionamento prova ter resultado quando observamos que ainda hoje existem agentes de viagens que vendem pacotes de viagens segmentados para um público classe A, e provavelmente sempre existirão, porém em um mercado menor e mais profissional. Por isso aprenda desde já a focar em relacionamento, na sua postura, pois hoje você não precisa de um cliente, você precisa de um amigo que compre de você. Sim, no futuro as máquinas e a tecnologia irão dominar o mundo, mas elas nunca serão capazes de substituir a essência humana, as relações interpessoais.
Fonte: Guru do Corretor

As semelhanças entre consumo de doces e drogas.

Domingo, 03 de Maio de 2015, 18h36

Sheila Soares
Psicóloga

Inúmeras evidências científicas demonstram que o comer compulsivo e o consumo de drogas envolvem circuitos cerebrais com funcionamento semelhante. Essa constatação tem oferecido nova compreensão da obesidade e aberto caminhos para possibilidades de tratamento. Mas, afinal, que circuitos do cérebro são ativados pela adicção – seja de comida ou de substâncias tóxicas?

O sistema neural ativado tanto pela ingestão compulsiva de alimentos quanto pelo consumo de drogas é basicamente o circuito que evoluiu para recompensar comportamentos essenciais à sobrevivência. Em geral, as pessoas são atraídas pelos alimentos porque isso é recompensador e produz prazer. Quando experimentamos prazer, nosso cérebro aprende a associar essa sensação com as condições que o predispõem a isso. Essa memória fica mais forte à medida que, nesse ciclo, a predição, a busca e a obtenção do prazer são repetidas e tornam-se, aos poucos, mais frequentes, criando condicionamento. E as drogas são eficientes nesse processo.

Estímulos naturais como comida ou sexo levam mais tempo para ativar o circuito da recompensa. O condicionamento, porém, estabelece um elo entre a memória, o estímulo e o ambiente. É exatamente isso que a natureza “pretende”: se a ação necessária para atingir uma experiência prazerosa for disparada exclusivamente pelo estímulo em questão, a resposta condicionada será muito ineficiente. Uma vez criada a memória condicionada, a resposta torna-se um reflexo – presente no uso abusivo de drogas e na ingestão compulsiva de alimentos.

Por essa razão, alimentos altamente calóricos são mais propícios a desencadear um desejo compulsivo por comida. Como os caçadores, nem sempre conseguimos uma presa, e alimentos calóricos, com grandes quantidades de energia, contêm um apelo maior: a suposta garantia de sobrevivência. Ao longo do processo evolutivo, fomos compelidos a consumir a maior quantidade de comida que pudéssemos encontrar. E esses estímulos serviam de reforço. Mas, agora, quando abrimos a geladeira, temos 100% de certeza de que vamos encontrar alguma coisa para comer. Nossos genes mudaram pouco, mas em nosso entorno estamos sempre cercados de alimentos com altos teores de açúcar e gordura, que contribuem para o aumento da obesidade.

Crises de desejo

Se Pavlov pudesse analisar o funcionamento do cérebro dos cães que utilizava em seus experimentos, provavelmente teria notado um aumento na dopamina sempre que os animais viam a luz que tinham associado à oferta de carne. A dopamina nos informa sobre o que é importante: pequenos indícios de informação inesperada a que precisamos estar atentos para poder sobreviver – alertas sobre sexo, alimento, prazer, perigo e sofrimento. Ao mostrar certos alimentos a voluntários de uma pesquisa, previamente condicionados, é possível observar um aumento de dopamina no striatum, região do cérebro envolvida nos processos de recompensa e motivação comportamental.

Mas é preciso observar que esse aumento de dopamina só ocorre quando os participantes do estudo, já avisados de que não poderiam comer o alimento, apenas o olham e o cheiram. E esta é exatamente a mesma resposta neuroquímica que surge quando dependentes químicos assistem a um vídeo de pessoas consumindo drogas ou qualquer outra imagem relacionada. A mensagem recebida quando a dopamina é liberada no striatum é a de que é preciso agir para alcançar certa meta, no caso, obter o objeto de desejo.

No cérebro de dependentes de drogas e de pessoas obesas também encontramos um número reduzido dos receptores dopamina D2 no striatum. Talvez essas descobertas revelem que o sistema nervoso está tentando compensar ondas de dopamina liberadas por estímulos contínuos de drogas ou de alimentos. Outra possibilidade é que, de início, essas pessoas talvez disponham naturalmente de poucos receptores, o que pode predispô-las a aumentos crescentes de doenças causadas pela dependência. É interessante notar que encontramos uma correlação negativa entre a disponibilidade de receptores D2 em indivíduos obesos e seu índice de massa corpórea (IMC); ou seja, quanto mais obesa for a pessoa, menos receptores ela tem.

Predisposição a excessos

Parece haver, portanto, indivíduos mais predispostos ao uso de drogas ou a comer demais. Estudos realizados com gêmeos mostram que aproximadamente 50% do risco para as duas tendências é genético. Mas os genes envolvidos começam a atuar em níveis muito diferentes – há variações em relação à eficiência com que metabolizamos certas drogas ou alimentos, à inclinação para nos arriscarmos ou nos engajarmos em comportamentos exploratórios que oferecem riscos mais específicos e no que diz respeito à sensibilidade que sustenta o sistema de recompensas de cada um.

Nos casos de obesidade, algumas pessoas podem se arriscar mais ao comer compulsivamente porque podem ser excessivamente sensíveis à recompensa por alimentos. Um estudo mostrou que a atividade cerebral de alguns obesos aumentava em resposta a sensações nos lábios, boca e língua. Já outros respondem com muito menos eficiência ao registrar sinais internos de saciedade, ou ao responder a eles, sendo assim muito mais vulneráveis aos desejos desencadeados pelas ofertas de alimento do ambiente.

A sobreposição entre dependência e obesidade pode revelar novos alvos para tratamento. Há intervenções farmacológicas ainda não exploradas, como a medicação que aumenta a resposta da dopamina no cérebro. Um desenvolvimento animador é a síntese recente de uma droga administrada oralmente que bloqueia a orexina, um peptídeo que reforça o nível “alto” associado ao consumo de bebidas alcoólicas, e acredita-se que regule sua ingestão. Essa droga poderia ser extremamente útil no tratamento de pessoas que utilizam drogas e comem de forma abusiva. Além disso, devido ao estigma social, tanto a obesidade quanto a drogadicção podem levar o indivíduo a um estado de isolamento, que é muito estressante e desencadeia um círculo vicioso de solidão e autodestruição. Nesses casos, a terapia de grupo pode ser extremamente benéfica.

Injeções de morfina

Quando se fala na associação entre uso de substâncias tóxicas e obesidade, outra área muito promissora de estudo é o uso de imagens de ressonância magnética funcional (fMRI) em tempo real para ensinar as pessoas a exercitar partes específicas do cérebro. Por esse método, o anestesiologista Sean Mackey, professor do Laboratório de Dor da Universidade de Stanford, e o neurocientista Christopher De Charms, do centro de tecnologia e pesquisas em neuroimagem Omneuron, em São Francisco, treinaram pessoas saudáveis e pacientes com dores crônicas para controlar sua atividade cerebral e modular suas experiências de desconforto. Dessa forma estamos explorando a possibilidade de que se possa usar esse tipo de técnica para ajudar homens e mulheres a controlar a região do cérebro chamada de ínsula, associada ao desejo compulsivo por alimentos e drogas. Os fumantes que tiveram uma lesão nessa área depois de um derrame cerebral parecem perder a vontade de fumar.

Um obstáculo para recuperar comilões compulsivos esbarra numa questão social. Enquanto o usuário de drogas está de certa forma protegido, já que o consumo da droga é ilícito e a substância nem sempre está disponível de forma óbvia, a comida é anunciada e encontrada em qualquer lugar do planeta, nas mais diferentes formas. Uma das intervenções terapêuticas para usuários de drogas, inclusive, é ensiná-los a evitar locais onde seus hábitos são praticados livremente. Mas como fazer isso com comida? É praticamente impossível, o que causa um sofrimento adicional aos obesos, fazendo com que muitas vezes se sintam socialmente excluídos.

Em ratos, verificou-se que se lhes for oferecida uma dieta rica em açúcar e depois for administrado um antagonista opióide chamado de naloxone, pode haver o desencadeamento de carência alimentar semelhante à que ocorre com animais que receberam naloxone depois de repetidas injeções de morfina. Esse resultado indica que a exposição crônica de ratos a dietas com altos níveis de açúcar produz neles dependência física. Nos humanos, ocorre um processo análogo. Dessa forma, verifica-se que intervenções com o objetivo de mitigar os sintomas da retração podem ser benéficas para aqueles submetidos a dietas rigorosas.

FONTE: www2.uol.com.br/vivermente

Quer saber sobre algum assunto ou tema que não foi publicado? Mande sua sugestão por mensagem no site que o mais breve possível irei publicar o assunto.

 

Assim como os demais animais, o ser humano busca a satisfação, porém com a destacada diferença de que a nossa felicidade está associada a sensação de saciação. Independente dos conceitos, crenças, origem, valores, todos nós desejamos uma vida plena e feliz, ou seja, gozar do estado de bem-estar, de completude e realização.

Por distintas e semelhantes razões sofremos, o sentimento de tristeza apaga o brilho dos olhos, o sorriso, o desejo de saborear a vida. Neste caso dor será o ponto a ser trabalhado no processo terapêutico, onde o individuo mergulha na incrível descoberta de si mesmo... O profissional psicólogo, é preparado para auxiliar o cliente a lançar um novo olhar sobre sua vida e assim enxergar novas possibilidades.

Não é função do psicólogo enquadrar o sujeito nos padrões normativos da sociedade, mas sim levantar questões acerca da sigularidade do seu cliente no desenvolvimento da assertividade, em que refere-se ao fato do sujeito conhecer seus propios sentimentos fazendo uso da ciência para o bem psíquico do indivíduo que busca a psicoterapia.   

"Sinto-me mais feliz simplesmente por ser eu mesmo e deixar os outros serem eles mesmo", Carl Rogers.

 

 

 

Processo seletivo para área de serviços Gerais - ENCERRADO!

Quinta, 30 de Abril de 2015, 14h53

AMP - Andrea Melo Pachêco
Consultoria em Recursos Humanos

Agradecemos a todos que enviaram seu currículo.

 

O SORRISO QUE DISFARÇA A LAGRIMA:

Quinta, 30 de Abril de 2015, 09h19

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Uma cena comum: A pessoa chora copiosamente trancada no banheiro e sai de lá como se nada tivesse acontecido , como se ela tivesse literalmente ido ao banheiro "vomitar" as suas angústias aguá abaixo. E não me espanta que segundos mais tarde ela esteja "sorrindo" como se nada tivesse acontecendo (sim, porque possivelmente algo esta acontecendo). Entendo que para ser aceito pelo meio a sociedade exige do indivíduo uma "ausência de conflitos", mas até que ponto? Porque devemos "chorar" escondido? Se não temos vergonha de ir no médico ou até mesmo chorar por uma dor física , porque temos que "engolir" a dor emocional e mante-la longe dos holofotes da vida social?
O mito de que "chorar" por dor emocional remete a uma "fraqueza" ou derrota pessoal tem que ser derrubado.
A mente padece da mesma forma que o corpo , e não devemos nos acomodar naquilo que incomoda, é extremamente prejudicial para a saúde mental reforçar o sorriso que esconde a lágrima.
Exercer a autenticidade das suas dificuldades vivências é um ato corajoso , que remete na abertura para o auto conhecimento e mudança de contexto de vida.
Promover uma relação clara consigo mesmo é sempre uma boa possibilidade, quem tem que aceitar as suas inabilidades de lidar com determinados conflitos emocionais é você mesmo , o contexto social é apenas secundário e não figura principal.
Auto conhecimento, psicoterapia são ótimas possibilidades de auxílio.
Vamos refletir?

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Como aproveitar as vantagens da imobiliária e do corretor na compra do imóvel

Quarta, 29 de Abril de 2015, 11h54

Eder Moura da Costa
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779 - OAB 212.665


POR MERCADO IMOBILIÁRIO · 29 DE ABRIL DE 2015

Os processos de compra e venda de imóveis muitas vezes são realizados com o intermédio de imobiliárias. Apesar da má fama de alguns corretores, que buscam vender imóveis a todo custo, mascarando algumas informações, esses profissionais podem facilitar muito a vida do comprador e do vendedor, desde que o cliente entenda como tirar o melhor proveito dessa relação

Veja a seguir algumas dicas para aproveitar da melhor forma o que a imobiliária tem a oferecer.

Para o comprador

1) Torne o corretor seu amigo

Busque criar uma “amizade” com o seu corretor (a) e mostre que você não é um comprador comum. Elabore uma lista por escrito do tipo de imóvel que você procura, qual a região, a faixa de valor, o tamanho e outras exigências. Se o corretor notar seu interesse realmente, poderá buscar com mais empenho um imóvel que se adeque às suas expectativas.

2) Não economize perguntas

O comprador deve questionar, quem são os vizinhos, se existe lugares próximos que possam gerar ruídos na região, como casas noturnas, oficinas, estabelecimento afins, ou se existem projetos de infraestrutura que podem alterar a dinâmica do bairro.

José Augusto Viana, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imoveis de São Paulo (Creci-SP), explica que o corretor tem a obrigação de informar ao comprador questões relevantes sobre o imóvel. “O corretor é obrigado a passar as informações solicitadas e a mencionar questões importantes sobre o imóvel, sob pena de ser processado por perdas e danos se o cliente se sentir prejudicado por alguma questão que foi omitida. Essa é a grande vantagem de fazer a compra com um corretor”, diz.

3) Use bons argumentos ao pedir um desconto

Para conseguir descontos, o consumidor deve usar bons argumentos. Uma entrada significativa, seria um argumento bem indicado. Outra sugestão, seria mencionar o preço de outros imóveis semelhantes para talvez conseguir um desconto maior.
Luigi Gaino diretor geral da Lopes no Rio de Janeiro, afirma que no mercado de lançamentos, com a alta competitividade existente entre as empresas e o aumento dos custos para construção, os preços estabelecidos pelas construtoras não têm envolvido uma margem de negociação alta. “O mercado não tem atuado com preços mais altos para vender o imóvel por um preço mais baixo, os preços que são colocados têm sido os preços pelos quais os imóveis são vendidos”, diz.

4) Saiba qual é o seu limite de crédito pré-aprovado

Recomenda-se que o comprador consulte antes seu banco para saber qual seria o limite de crédito pré-aprovado que ele teria para financiar o imóvel. Além de detalhar o tipo de imóvel que você está buscando e a faixa de valor, Isso possibilita que o corretor busque apenas os imóveis que estão dentro do orçamento do cliente.

5) Consulte mais de um imóvel

Aconselha-se pesquisar mais de uma imobiliária, para se ter uma diversidade de escolhas, Mesmo que os imóveis à venda em uma imobiliária estejam dentro das suas expectativas, ao concentrar a busca você corre o risco de perder boas oportunidades que podem ser exclusivas de outra imobiliária.

Para o Corretor

1) Confira se a comissão cobrada está dentro do padrão do Creci
De acordo com a resolução n° 326/92 do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), as comissões dos corretores devem estar de acordo com a tabela aprovada pelos Conselhos Regionais de Corretores de Imoveis (Creci) de cada região. A lista com os sites dos Creci de cada estado pode ser consultada no site do Cofeci.

2) Procure uma imobiliária com corretores especializados na região do imóvel que será vendido, peça indicações e cheque sua regularidade.

O corretor designado para uma região especifica, pode realizar a venda mais rapidamente, tanto porque poderá passar mais informações sobre o bairro aos compradores, quanto porque terá mais argumentos de venda.
Segundo José Augusto Viana, para escolher a imobiliária, vale a pena buscar indicações de amigos e conhecidos que venderam imóveis na região, além de fazer uma consulta no Creci para verificar a regularidade da empresa. “Com o número de registro no Creci, o cliente pode se informar sobre a situação da imobiliária ou do corretor, para checar se eles estão regularizados ou se foi impetrado algum tipo de processo em virtude de um mau atendimento ou de questões natureza ético-disciplinar”, afirma Viana.
Pesquise outros imóveis comercializados pela imobiliária para checar se os produtos vendidos são do mesmo padrão que o seu imóvel, e também a forma como é feita a divulgação.

3) Entenda os tipos de contrato que podem ser firmados com a imobiliária e veja qual é melhor para você

Ao contar com o intermédio de uma imobiliária para vender seu imóvel, o proprietário pode firmar dois tipos de acordo: um deles é a simples autorização de venda e o outro é o contrato de exclusividade de venda. O contrato com exclusividade existe um empenho maior da imobiliária com a venda e com o cliente.
Já na simples autorização de comercialização, quando o vendedor pode anunciar o imóvel em mais de uma imobiliária, a relação é mais aberta. Não havendo uma conexão forte com o vendedor, a imobiliária apenas coloca o imóvel em um banco de dados e não existe uma estratégia especifica para esse imóvel. Além do mais, quando há um contrato exclusivo a imobiliária já fica com a documentação do imóvel em mãos para fechar a venda mais rapidamente quando algum comprador demonstrar interesse. Já no modo mais aberto, apenas quando o comprador mostra realmente interesse, a imobiliária ira requisitar os documentos necessários para o fechamento da venda.

4) Pergunte ao corretor se ele tem dicas para tornar seu imóvel mais atraente

No caso do contrato exclusivo, o corretor demonstra maior empenho e pode oferecer boas sugestões sobre pequenas mudanças que o vendedor pode fazer no imóvel para deixá-lo mais atraente. O profissional especializado tem noção do que pode impactar na venda do imóvel em determinada região”.

Fonte: Exame Abril

Caixa reduz limite de financiamento de imóveis usados

Quarta, 29 de Abril de 2015, 11h38

Eder Moura da Costa
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779 - OAB 212.665

 

Medida vale apenas para financiamento de imóveis com recursos da poupança, o teto passará de 80% para 50% do valor de imóveis negociados pelo SFH.

A Caixa Econômica Federal vai reduzir o limite de financiamento para imóveis usados a partir de 4 de maio. O objetivo é focar a oferta de crédito habitacional em moradias novas. O banco detém 70% de todos os financiamentos de imóveis no país.

A mudança vale apenas para imóveis usados financiados com recursos da poupança – ficam de fora da mudança o crédito para a habitação popular, como o programa Minha Casa Minha Vida, e os financiamentos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Nestas modalidades, não houve alterações, segundo a Caixa.

Pelas novas regras, os financiamento de imóveis com recursos da poupança (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) terão uma redução do limite do valor total financiado de 80% para 50% do valor do imóvel no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 70% para 40% para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), pelo Sistema de Amortização Constante (SAC).

Com as mudanças, quem comprar um imóvel usado pelo SFH terá que dar uma entrada de no mínimo 50% e financiar a outra metade. Antes, a entrada mínima era de 20%. No caso do SFI, o valor mínimo da entrada passará a ser de 60%, para o consumidor financiar os outros 40%.

Restrição nas vendas

Para o vice-Presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Eduardo Aroeira Almeida, essa restrição vai afetar principalmente consumidores com menos recursos para comprar imóveis.

“A faixa de compradores entre entre R$ 190 mil e R$ 250 mil costuma ter valores menores disponíveis para dar como entrada”, diz.

“Com esse limite, menos pessoas vão conseguir vender seus imóveis usados para comprar outros maiores, e isso afeta as vendas mercado de imóveis como um todo, inclusive os novos”, acredita o economista, que vê a possibilidade de um aumento no déficit habitacional por conta da restrição.

Como a proporção de vendas de imóveis usados é bem maior que a de novos, Almeida também acredita que essa restrição pode afetar, inclusive, o nível de emprego no setor de construção civil, uma vez que o desaquecimento nas vendas no mercado imobiliário desestimula o lançamento de novas unidades pelas construtoras.

Preços dos imóveis

Por outro lado, Almeida não acredita que essa restrição nas vendas de usados possa provocar uma redução nos preços dos imóveis. “A margem na queda dos preços já está muito apertada”, avalia.

Em março, os preços dos apartamentos à venda acumularam no ano queda real (considerando a inflação do período) de mais de 3% em 20 cidades brasileiras, segundo o índice FipeZap. No mês passado, a alta nos preços foi de 0,14% na comparação com fevereiro. No acumulado em 2015, o aumento é de 0,69%.

No mesmo período, a inflação esperada para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) é de 3,91%. Dessa forma, o preço médio do metro quadrado registra nos três primeiros meses do ano queda real de 3,1%. Foi a 5ª vez seguida que o índice teve queda real de preços na comparação mensal.

Fonte: G1

QUAL O NÍVEL DOS SEUS PENSAMENTOS?

Terça, 28 de Abril de 2015, 13h28

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

A forma como você percebe um evento externo poderá ser decisivo para direcionar o tipo de sentimento que irá permear o seu ser : Sofrimento ou prazer ?
Pensamentos intimistas do tipo "Eu não vou conseguir", "Nada dá certo na minha vida" , te limitam e te impossibilitam na percepção de uma cadeia de outras possibilidades, fazendo com que você responda a uma crença central de que realmente nada do que você fez ou possa fazer será suficiente para mudar a sua contingência atual de vida. Seria mais ou menos como se você realmente acreditasse que esta fadado ao sofrimento e que nada nem ninguém poderá mudar isso. Mas vamos pensar que ninguém esta fadado ao sofrimento eterno , respondendo a esse tipo de crença você não cria possibilidades de perceber as suas potencialidades , ganhos e habilidades em inúmeras outras situações que já passaram pela sua vida.
É sempre muito mais fácil percebermos a variável negativa do que percebermos os nossos predicados dentro da nossa vida.
O auto conhecimento pode te ajudar , a psicologia coloca a ciência ao seu dispôr , te auxiliando na percepção do nível dos seus pensamento e te ajudando a mudar e construir novas crenças , que sejam fidedignas a sua autenticidade e a promoção da sua saúde mental .
Sempre temos uma segunda escolha, sofrer também pode ser opcional. Pense nisso.

Refletindo!

Postado Por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental Especialista em Psicopatologia e Dependência Química 106453

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Oportunidade de Trabalho - Serviços Gerais

Segunda, 27 de Abril de 2015, 08h50

AMP - Andrea Melo Pachêco
Consultoria em Recursos Humanos

A AMP - Consultoria seleciona profissionais da área de Serviços Gerais.

Interessados, enviar currículo com o título da vaga para o e-mail: amp-consultoria@hotmail.com

Boa sorte!

QUAL O PAPEL DO PSICÓLOGO?

Quinta, 23 de Abril de 2015, 08h40

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Perdi as contas de quantas vezes eu já ouvi essas indagações: "pagar psicólogo pra que? Eu tenho amigos e família que me escutam"! Ou ainda: "Eu?? Falar dos meus problemas pra um estranho? Jamais! "
Muitas vezes pelo fato de ignorar determinado assunto acabamos rotulando ou criando um pré-conceito em cima de um fato desconhecido, afinal de contas ; se apropriar e compreender a magnitude de algo é muito trabalhoso.
Enquanto os seus amigos e familiares tentarão te ajudar com "conselhos", "lições de moral" , palavras de ordem e a famosa frase: "complicado viu fulano , você tem que sair dessa" , o psicólogo não.
O psicólogo é um profissional preparado para ouvir tudo , para não se espantar com nada , para acolher o seu sofrimento , compreender as suas possibilidades , te auxiliar a perceber aquilo que está acontecendo e principalmente aquilo que você pode e deseja fazer com o seu atual momento.
No processo psicoterápico , você dificilmente ouvirá aquilo que gostaria de ouvir , mas com certeza você ouvirá aquilo que precisa ouvir.
O psicólogo coloca a ciência a sua disposição , basta você querer e estar disposto a isso, percebendo que o papel do profissional é completamente diferente de todos os outros papéis que as pessoas ao seu redor já exerceram na sua vida.
A questão é: Não importa o que fizeram com você , o que importa é o que você vai fazer com aquilo que fizeram com você.

Refletindo?

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Portfolios

Direto do portfolio dos usuários Liberalis.

premium Laranjas de Lisboa - Coletânea de poemas

Esta obra reúne alguns dos meus poemas escritos nos últimos anos, cuja temática versa sobre o sofrimento humano, a esperança e o amor.

premium BB e Banco do Estado da Bahia prorrogam prazo para execução de ações civis públicas de poupanças de 89

Poupadores que tinham caderneta de poupança em janeiro de 89 nos Bancos do Brasil e Banco do Estado da Bahia tiveram prazo prorrogado para entrar com a execução das respectivas ações civis públicas

premium RESIDENCIA NEVES

Imovel residencia de 2 pvtos e imovel de fundos. O imovel de 2 pvtos foi readequado e transformado em duas residencias individuais

Conceito de loucura na atualidade

Psicologia: ciência do povo ou de loucos?

Treinamento

Treinamento de Liderança

premium RESIDENCIA MJ CLETO

Reforma de apartamento triplex

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Projeto Arquitetônico de residencia unifamiliar em dois pvtos

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Finalização e readequação de imovel residencial em edificio comercial

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Execução de cozinha gourmet em local de área de serviço próxima a área de lazer

Execução de pontos de agua, luz, pintura e bancada

Males da Alma...

fala sobre os transtornos emocionais que mais afastam o indivíduo do seu trabalho,altera sua rotina e traz sofrimento intenso para sua vida.

Realton Brasil Imóveis

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Vision Imóveis Prime

Corretor de Imóveis

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Condomínio Shopping Center Iguatemi

Inspetoria de Segurança Privada

Polícia Militar do Estado de São Paulo

30 anos de serviço ativo, 10 anos em Força Tática e 3 anos na Seção de Justiça e Disciplina.

Trabalho final de Projeto de Restauro

O objeto de projeto foi uma ruína em Niterói, escolhida pelo grupo de trabalho, para a disciplina de Projeto de Restauro.

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Trabalho de Projeto Arquitetônico IV

O tema da disciplina para o semestre foi para desenvolver, em dupla, um Centro de Referência da Indústria Naval na área de Neves em São Gonçalo.

Psicopedagogia: O médico da educação

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Uma homenagem ao Dr. do futebol

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Trabalho de informática avançada

foram utilizados os programas AutoCad, 3D Max e CiberLink como editor de vídeo

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