A valorização do imóvel próximo à grandes estabelecimentos e empreendimentos

Terça, 10 de Março de 2015, 10h32

Eder Moura da Costa premium
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779

POR IMOBILIÁRIA LOPES · 

Na hora de escolher um imóvel o primeiro item na lista de prioridades de um cliente é, em sua maioria, a localização. Sabe-se que esse fator é determinante para os interessados em comprar um apartamento em São Paulo, por exemplo, já que o lugar é a motivação de compra de 39% dos entrevistados na cidade em uma pesquisa realizada pela Lopes entre janeiro de 2013 e julho de 2014.

Além disso, outros fatores interferem na decisão do comprador, já que muito provavelmente ele procura um lugar confortável para morar. Ter um imóvel perto de regiões que recebem o Metrô é essencial para os interessados e para uma valorização futura da propriedade, já que, no ano de 2014, mais de 60% dos lançamentos estavam localizados até 1 km das estações.

Nos Estados Unidos, contudo, não são apenas esses itens que valorizam um imóvel. Uma pesquisa promovida pelo site de imóveis Zillow revelou que ter uma loja da Starbucks perto da sua casa aumenta em 96% o valor da construção. Esse fenômeno é chamado de “Efeito Starbucks” e mostra que uma propriedade comum perto da cafeteria, em 1997, valia em torno de 137 mil dólares, quando, hoje, vale quase o dobro: 269 mil dólares.

Para uma perspectiva mais brasileira de valorização, temos um exemplo de grandes proporções e que deu muito que falar durante a Copa do Mundo. A construção da Arena Corinthians para os jogos fez a Zona Leste de São Paulo ter uma alta exponencial nos preços dos imóveis da região. Em São Miguel Paulista, por exemplo, no ano de 2013, houve uma valorização de 34,5% no preço da propriedade, de acordo com a pesquisa realizada pelo site Agente Imóvel. Ou seja, um imóvel de 70 m² que valia cerca de R$ 198 mil, hoje, após o término da construção do estádio, vale, em média, R$ 267 mil.


Esses dados apontam que apesar da localização ser um fator importante, ela não é o único motivo de compra e de valorização. Grandes empreendimentos e estabelecimentos também podem determinar os preços dos imóveis, uma vez que eles modificam a estrutura da região e o modo de vida dos moradores.

O CHORO "SEM MOTIVO"

Sexta, 20 de Março de 2015, 08h34

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Aquele momento que você está no trabalho, no jantar,tomando banho ou simplesmente dentro de um transporte público e vem aquele nó na garganta , aquela vontade incontrolável de chorar, e quando você menos espera.... as lágrimas estão rolando face a baixo!(após se excluírem as causas orgânicas, e hormonais passamos para as emocionais)
E você se pergunta: porque estou assim se não encontro motivo para isso?
Pensando ser um fato isolado, você passa por cima disso e procura não pensa mais , porém novamente essa angústia seguida de lágrimas te surpreende de novo , tirando sua paz e trazendo desconforto.
Imagine um carro que nunca foi levado para revisão , ele começa a fazer barulhos cada vez mais altos a ponto de um belo dia parar no meio do transito. Assim também acontece conosco , vamos ignorando , calando, relevando nossas inabilidades , permitindo situações , evitando a promoção da autenticidade individual , até o ponto que esse movimento acabe te cobrando por tantos "deixa pra lá".
O choro na verdade tem um motivo , a angustia tem uma razão de ser, esse atual momento foi construído , pautado e definido.
Mas vamos refletir que nada é imutável se tratando de relações humanas. A partir do momento que o indivíduo se permite uma nova conjectura vivêncial , as chances de uma maior qualidade de vida tende a aparecer, a psicoterapia é uma das opções , te auxiliando no auto conhecimento e na forma como você poderá lidar com todos esses conflitos.
Não podemos nos acomodar naquilo que tanto incomoda.
Ninguém melhor que você mesmo para poder se ajudar.
Refletindo!

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ANSIEDADE: SERÁ QUE ESTOU VIVENDO O DIA DE AMANHÃ?

Terça, 17 de Março de 2015, 19h41

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Outro dia li um artigo onde falavam que a depressão é o "mal do século", acredito que seja uma forte candidata , mas não posso deixar de pensar na sua parceira de sofrimento , a ANSIEDADE.
Vivemos uma inconstância de estímulos, onde somos colocados a prova quase que 24h por dia.
Você tem que ser um bom profissional, um bom filho(a) , um bom irmão(a) , um bom pai, uma boa mãe , um bom amigo(a) , um bom marido e uma boa esposa... tudo isso ao mesmo tempo! O mundo te cobra isso , e junto com as tais cobranças vem a angústia em relação a sua capacidade de atender a tantas expectativas geradas em cima de você.
Ou seja, possivelmente você acaba vivendo o dia de amanha , esperando obter sucesso no enfrentamento do cotidiano , programando o futuro e muitas vezes deixando de viver o presente. A ansiedade é a angustia pela incerteza do êxito por algo que estar por vir. Mas se esperamos tanto pelo dia de amanhã o que faremos quando ele chegar? O melhor da festa é a espera por ela? Não necessariamente , podemos criar novas possibilidades de compreender a importância do dia de amanha sem anular o dia de hoje, combatendo a ansiedade com auto conhecimento , e promovendo mudanças vivenciais.
Compreender o que você pode fazer, o que esperam que você faça e o que você quer fazer.
Complicado?
Refletindo!

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A FOME DE AFETO

Segunda, 16 de Março de 2015, 12h53

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Será que em algum momento das nossas vidas nos encaixamos nessa colocação?
Durante toda nossa existência somos reforçados a dar e receber afeto , compreendendo que essa é a maneira ideal de se relacionar com o meio. Quando essa medida por algum motivo fica desigual , o indivíduo tentará usar de todas as formas para equiparar aquilo que ele dá com aquilo que esta recebendo , muitas vezes não percebendo que um movimento de infidelidade consigo estará sendo promovido. Ser rejeitado por alguém em algum momento da nossa vida é um fato , mas a forma como percebemos e direcionamos o nível de afeto já passa a ser uma escolha , fiel ou não a você. Para sermos aceitos não precisamos necessariamente receber "X" e devolver "XYZ" , quando damos muito mais do que recebemos passamos a falsa ideia ao outro que o nosso valor emocional esta desvalorizado e que sempre estaremos em débito . Promover relações igualitárias , dando o mesmo nível de afeto ao próximo é uma construção diária , onde remete um auto conhecimento de quem você é e do seu real valor dentro de um contexto. Vamos pensar que quanto mais rejeição se sofre maior será a fome de afeto , mas devemos nos atentar a que preço estamos lidando com a rejeição.
Dar "X" para receber "X" , me parece uma boa possibilidade não é? Acredito que promovendo relações igualitárias todos saem ganhando.
Refletindo.
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Caixa institui registro eletrônico de contratos de imóveis em São Paulo

Terça, 03 de Março de 2015, 11h25

Eder Moura da Costa premium
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779


POR MERCADO IMOBILIÁRIO · 3 DE MARÇO DE 2015

Medida que deve garantir a redução do tempo para liberação do financiamento imobiliário no Estado

Projeto piloto da Caixa Econômica Federal, em parceria com a Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), reduz de 30 para cinco dias o prazo de registro dos documentos no Estado de São Paulo. Agora, o registro dos contratos habitacionais em agências localizadas no Estado é eletrônico, o que deve garantir a redução do tempo para liberação do financiamento imobiliário na região.

De acordo com a Caixa, a iniciativa permite que os clientes de financiamentos habitacionais do banco tenham uma significativa redução no prazo do registro do imóvel e não necessitem ir ao cartório registrar o contrato. Pelo novo modelo, a instituição envia o contrato eletronicamente para o cartório de imóveis.

A solução tecnológica também garante mais segurança ao processo e a redução do uso de papel. “Esta é uma inovação trazida pela Caixa. O cliente não precisa levar o contrato no cartório e depois voltar para buscá-lo registrado. Tudo é feito de forma digital, com assinatura eletrônica, eliminando o risco de fraudes e reduzindo a quantidade de contratos em papel emitidos pelo banco”, avalia o diretor de Habitação da Caixa, Teotonio Rezende.

Para ele, 2015 será um ano de aprimoramento do registro eletrônico de contratos de imóveis, com o lançamento de novos projetos em várias regiões do País. A previsão é de que o sistema esteja funcionando de maneira abrangente em 2016.

Fonte: (CBIC, com informações da Assessoria de Imprensa da Caixa – São Paulo)

9 características que definem se você nasceu para empreender

Terça, 03 de Março de 2015, 10h21

Eder Moura da Costa premium
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779



Saiba se a sua personalidade indica que você deve ser dono do próprio negócio

Da Redação Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios 

     Muitos empresários têm dificuldade em explicar aos amigos e parentes mais próximos a razão de ter escolhido o empreendedorismo. Ser um empreendedor é difícil, pois além de todas as suas características pessoais interferirem na profissão, todo o seu dinheiro é investido na criação do negócio.      O pior: não tem garantia nenhuma de sucesso.

   Jeff Haden, colunista do site Inc.com, listou nove características que indicam que você nasceu para ser empreendedor. Da próxima vez que questionarem a sua profissão, use dos motivos abaixo para se justificar.

     1. Você odeia a ideia de fazer o que não gosta:

     É comum encontrar pessoas exercendo profissões que não gostariam de seguir. Muitas vezes, por não saberem com o que trabalhar, essas pessoas acabam optando por carreiras que jamais teriam escolhido se tivessem pensado com calma no que têm vontade de fazer.

     Para um empreendedor, a ideia de trabalhar com o que não gosta é praticamente inexistente: eles sabem o que querem e vão atrás do seu objetivo. Caso tenham que mudar de profissão para ser feliz, eles não têm medo de arriscar.

     2. Empreendedores acreditam em vocação:

     Para um empreendedor, qualquer pessoa pode ter uma carreira bem-sucedida, desde que estude e se dedique à profissão que escolheu. Porém, empresários acreditam que para ser dono do próprio negocio ter vocação é fundamental. Para eles, empresários sentem que nasceram para seguir a profissão.

     Para muitas pessoas, ter sucesso é ter dinheiro, status e poder. Para você, sucesso é fazer exatamente aquilo que gosta e viver a vida da maneira que te faz feliz.

     4. Você não tem medo de sonhar:

     Empreendedores não têm medo de sonhar, de falhar e nem de não ter sucesso. Para eles, tudo o que acontece na vida é um aprendizado e uma chance para acertar.

     5. Você não se importa com o que pensam de você:

     Antes de decidir ser empreendedor, você ouvia a opinião dos outros e gostava de provar que eles estavam errados quando diziam que você não era bom o suficiente para ser dono do próprio negócio.

     Porém, um dia você percebeu que não precisava provar nada para ninguém e passou a ter atitudes que importavam apenas para você.

     6. Você quer decidir o que é melhor para o seu negócio e quer que seu salário venha a custo dos seus talentos:

     Trabalhar para os outros é deixar com que eles decidam o que você tem e o que não que fazer para a empresa. E você detesta isso. Trabalhar para si mesmo e decidir, por meio do seu esforço, perseverança e criatividade o que você pode fazer para que o seu negócio dê certo. Assim, seu salário vem como consequência do seu esforço e você se sente reconhecido.

     7. Empresários são autoconfiantes:

     Empreendedores nunca acham que são incapazes de fazer alguma tarefa. Para eles, se uma pessoa foi bem-sucedida em um trabalho, todos podem ser.

     8. Você quer ser lembrado pela pessoa que é e pelo sentimento que transmite a quem está ao seu redor:

     Além de ser lembrado como uma pessoa que fez coisas boas na vida, para você o mais importante é ser lembrado pelos sentimentos que transmite às pessoas que estão ao seu redor. Ser bem quisto e trazer bons resultados para a empresa são qualidades que andam lado a lado.

     9. Você não conhece nenhuma outra maneira de viver a vida sem ser empreendendo:

     Para você, ser dono do próprio negocio sempre foi um objetivo de vida. Como você nunca se viu seguindo outra profissão, não tem porque deixar tudo para trás e fazer uma carreira apenas porque os outros gostariam que você fizesse. Ser empreendedor, é seguir o seu instinto.

DIFICULDADE EM TOMAR DECISÕES:

Quinta, 12 de Março de 2015, 22h44

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Essa questão é muito mais comum do que se imagina , quantas vezes não nos pegamos pensando na dificuldade em fazer determinada coisa? De decidir entre isso ou aquilo, entre aquilo ou aquilo outro? A dificuldade em decidir está envolvida com a escolha, é muito difícil para o ser humano conseguir a aceitação de que para cada escolha inevitavelmente existirá uma renúncia, pois o desejo de ter todas as opções sem ter que deixar alguma para trás é muito sedutora.
Essa inabilidade também pode estar ligada no receio de ser preterido e consequentemente rejeitado, se agrado fulano possivelmente deixarei de agradar ciclano e isso poderá acarretar em um possível conflito com ciclano.
Agradar a todos e desagradar a si, que escolha angustiante não?
Será que não existe outras formas de promover um ambiente menos hostil pra você mesmo?
O indivíduo seguro das suas potencialidades tem melhores condições de avaliar as suas escolhas e consequentemente elaborar o "luto" da sua renuncia perante a sua escolha.
Certa vez perguntaram a John F. Kennedy, qual era o segredo do sucesso, ele respondeu o seguinte: "Não conheço nenhuma fórmula infalível para obter o sucesso, mas conheço uma forma infalível de fracassar: tentar agradar a todos!" John F. Kennedy
Vamos refletir?
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COMPULSÃO

Quarta, 11 de Março de 2015, 15h41

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

A compulsão é uma necessidade imediata de se ter ou preencher algo , faz o indivíduo muitas vezes não medir consequências daquilo que esta agregando pra si , prejudicando ele mesmo e consequentemente as pessoas que lhe rodeiam.
Vamos pensar que as compulsões possivelmente estão ligadas a uma dificuldade em se lidar com determinada situação ,que remete no indivíduo a crença de que "já que eu não consigo lidar com "X" eu passo a fazer "Y" , pois tenho comigo a compreensão de que comer ou comprar (por ex) é algo que eu consigo fazer com excelência e eficácia" . Sim , é um tipo de compensação , que é levada ao seu extremo exatamente por ser um incansável reforço positivo de que "faço por saber que faço bem" , por fim mantendo a real dificuldade e inabilidade atrás de uma cortina de fumaça, "intocável" .
A compulsão pode ser agravada com pensamentos psicóticos de uma "necessidade" irreal de manter a compulsão como premissa básica de sobrevivência ou de proteção para aqueles que fazem parte da sua vida.
Vamos pensar que cada pessoa tem uma forma e muitas vezes uma válvula de escape para não lidar com determinadas situações conflitivas, mas procurar ajuda não pode ser a decisão que tem que ser tomada apenas quando todos os recursos de superação já foram esgotados, quanto antes se procura ajuda psicológica e médica (quando necessária) , maiores serão as possibilidades de uma qualidade de vida mais satisfatória .
Refletindo meus amigos!

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Como tirar os filhos da cama dos pais e as consequências que o hábito pode causar às crianças.

Terça, 10 de Março de 2015, 09h15

Sheila Soares
Psicóloga

Após um longo e cansativo dia de trabalho, e depois de cumprir outras tantas tarefas, a hora de descansar é sagrada –uma necessidade para recarregar as baterias. Porém, para muitas famílias, a noite nem sempre é um período de sossego e muitos pais têm seu repouso interrompido pelo choro do filho, no quarto ao lado, ou pelo chamado da criança, que aparece aos pés da cama, pedindo um espaço, de preferência bem no meio do casal.Acontecimentos pontuais desse tipo não merecem tanta atenção. No entanto, quando a situação começa a se repetir, é necessário que os adultos pensem sobre a questão e que encontrem estratégias para ajudar a criança a se sentir segura em seu próprio quarto, independentemente da idade.

A primeira coisa a ponderar é se os pais estão, realmente, decididos a delimitar o espaço que é do casal e o que é da criança. "Muitos pais, para facilitar a vida ou mesmo por se sentirem satisfeitos e seguros tendo seus filhos tão próximos, criam nas crianças o hábito de dormir com eles. Os filhos, claro, percebem o quanto isso é agradável e querem repetir a experiência sempre que possível", afirma a pediatra e neonatologista Sandra Frota Avilla Gianelo.

Depois, quando as crianças crescem mais, e compartilhar a cama se torna incômodo, as famílias passam a se mobilizar para estabelecer uma nova dinâmica. O que nem sempre é fácil. No entanto, segundo os especialistas, é fundamental ser firme e estabelecer a regra de que as crianças precisam dormir sozinhas, abrindo exceções apenas em ocasiões muito excepcionais.

"Se a criança está doente e requer cuidados especiais, por exemplo, é aceitável que a mãe ou o pai esteja mais próximo. Ainda assim, o adulto é quem deve migrar para o quarto do filho e dormir em um colchão separado, nunca o contrário", fala a pediatra Sandra.

Tanto rigor tem razão de ser. Afinal, quando cada um dorme em seu próprio espaço, todo mundo descansa melhor. Outro ponto é a privacidade do casal, que deve ser preservada, tanto quanto a saúde da criança.

"O casal precisa ter o seu espaço para conversar sobre questões íntimas, discutir os problemas do dia a dia, deve ter a liberdade de levantar e acender a luz sem atrapalhar o sono do filho. E, claro, é indispensável que eles tenham um momento a sós para manter a vida sexual ativa", diz a psicóloga Dora Lorch, autora de "Como Educar Sem Usar a Violência" (Summus Editorial).O comportamento e a saúde da criança podem sofrer as consequências do costume de dormir com os pais. Ela pode se tornar insegura, dependente e, de acordo com o pediatra Mauro Borghi, médico do Hospital São Luiz, em São Paulo, ter até o seu desenvolvimento físico prejudicado, por não dormir bem como deveria. "O rendimento escolar também pode sofrer impacto", afirma o especialista.

Da teoria à prática

A partir dos seis meses, ou até antes, as crianças já devem ser acostumadas a adormecer em seu próprio quarto, e ali ficar durante toda a noite. "Até os seis meses, é aceitável que o bebê permaneça mais próximo da mãe, por causa da amamentação. Nesse período, o filho pode dormir no mesmo cômodo em que os pais, mas sempre em seu berço. Dessa fase em diante, a criança deve ser ninada em seu próprio quarto", afirma o pediatra Gustavo Moreira, da Unifesp.

Estabelecer um horário para a criança ir para a cama, todos os dias, ajuda nessa transição, tanto para bebês quanto para os maiores habituados a dormir entre os adultos. "O ideal é criar um ritual, que deve ser mantido inclusive nos finais de semana. É importante ficar de olho no relógio e ir desacelerando o ritmo da casa, aos poucos", diz Moreira.

Então, deve-se dizer à criança que está na hora de dormir, levá-la para escovar os dentes, colocar o pijama e, em seguida, ajeitá-la na cama ou no berço. Bebês adormecem mais fácil ao serem embalados com uma canção de ninar, enquanto as crianças mais velhas costumam apreciar uma boa história. "O mais importante é colocar o filho para adormecer sozinho, sem segurar na mão ou balançar no colo", fala o pediatra.Outra dica é, ao perceber que a criança está cansada, interromper a música ou a história, dar um beijo de boa noite e deixar o quarto. "A criança vai se habituar a pegar no sono sozinha. Dessa forma, se ela acordar no meio da noite e não encontrar um adulto por perto, não vai se desesperar, vai acabar dormindo de novo, sem precisar despertar os pais", afirma o pediatra Gustavo Moreira.

Por outro lado, se mesmo com o esforço dos pais em criar um ambiente propício ao sono no quarto da criança, ela continuar resistente à mudança, será imprescindível assumir uma atitude mais firme. À revelia das crises de choro ou de birra do filho.

"As crianças encontram os pontos fracos de seus pais e usam isso a seu favor. Muitos adultos caem nessas armadilhas e acabam superprotegendo seus filhos, com medo de frustrá-los ou fazê-los sofrer. Porém, ao agir assim, eles contribuem para a formação de indivíduos inseguros, sem iniciativa e despreparados para lidar com as adversidades naturais da vida", declara o psicólogo Caio Feijó, especializado em psicologia da infância e adolescência pela UFPR (Universidade Federal do Paraná).

Em vez disso, explique com amor, paciência e de forma coerente, os motivos pelos quais ela deve dormir no próprio quarto, lembrando sempre de usar uma linguagem apropriada para a idade. E persista. A orientação é que a criança seja mantida em seu próprio quarto a todo custo e que seja levada de volta ao seu espaço tantas vezes quanto acordar. É lá que os pais devem tentar fazê-la adormecer novamente.

"Na prática, muitos adultos acabam desistindo de usar essa tática, rendem-se ao cansaço e dormem com o filho, na cama deles ou na da criança. É compreensível. Porém, é preciso levar em conta que, nas próximas noites, a criança voltará à cama dos pais ainda mais determinada a ficar com eles", afirma Sandra Gianelo.

Durante as tentativas de ajudar a criança a pegar no sono, jamais acenda a luz ou fale alto, pois isso pode despertá-la ainda mais. "Ainda no escuro e com voz suave, explique que está tudo bem, que ainda é noite e é hora de dormir. Fique um pouco no quarto da criança até ela se mostrar sonolenta novamente. Avise que estará por perto caso ela venha a precisar, mas saia antes dela adormecer", diz Moreira. A repetição dessa rotina é que vai consolidar o novo hábito e garantir bons sonhos para todos.

FONTE: http://mulher.uol.com.br 

Quer saber sobre algum assunto ou tema que não foi publicado? Mande sua sugestão por mensagem no site que o mais breve possível irei publicar o assunto.

Meu filho não quer comer. Seletividade alimentar na infância.

Sábado, 28 de Fevereiro de 2015, 06h40

Stella Caldas premium
Psicóloga Clínica (CRP 06/113489)

Essa sempre foi, e será, uma das maiores preocupações da maioria das mães; quer sejam aquelas de primeira viagem, ou mesmo, as mais experientes. Qualquer mãe pode dar conta de todas as necessidades do filho; mas se o problema for a alimentação, não há mãe que não enlouqueça um pouco.

Num primeiro momento de vida, o vínculo entre mãe e filho se estabelece na amamentação; é nesse momento que além de alimentar, a mãe oferece ao filho segurança, calor, abrigo; é ali que ela diz ao filho: “vou te proteger e suprir todas as suas necessidades”. Por isso, quando a criança não quer se alimentar, ou aceita apenas alguns poucos alimentos, a maioria das mães fica extremamente angustiada e aflita. De forma inconsciente a mensagem que recebem é de que a criança não está disposta a receber seu cuidado e amor.

A verdade é que, após o primeiro ano de vida, é muito comum que algumas crianças desenvolvam a chamada “seletividade alimentar”. A criança estabelece para si uma dieta baseada num conjunto de alimentos, semelhantes entre si, quer seja pela cor, sabor, textura ou modo de preparo; muitas vezes se negando a apresentação de qualquer outro alimento que não faça parte desta lista restrita.

A boa notícia é que essa seletividade tem uma relação clara com a idade; ocorre com maior frequência, do primeiro ano de vida até, mais ou menos, cinco anos; depois, gradativamente se reduz até a vida adulta. Sim, mesmo os adultos têm, em certo grau, alguma seletividade alimentar.

O acompanhamento de perto do pediatra poderá verificar se, apesar dessa seletividade alimentar, a criança está crescendo e se desenvolvendo adequadamente. Exames complementares poderão verificar se há a carência de vitaminas, cálcio, ferro ou algum outro nutriente importante e se há a necessidade de alguma suplementação.

Em casa, não faça das refeições um momento desagradável forçando a criança a comer o que não quer, chantageando-a ou castigando-a por isso. Isso só fará com que ela veja o fato de se alimentar como algo ainda pior.

Tente algumas estratégias:

- pratos coloridos sempre despertam a atenção das crianças, tente montá-los com os alimentos que já fazem parte da dieta alimentar do seu filho, dê um aspecto lúdico à hora da refeição;

- aos poucos varie o modo como prepara esses alimentos; mudando a princípio, a textura ou a cor de um mesmo alimento já pertencente à dieta. Por exemplo; se a criança “adora” batata frita, lhe apresente a batata cozida, assada ou o purê de batatas.

- no começo, dê mais atenção à variação no modo de preparo de um mesmo alimento, oferecendo-o mais vezes; e só depois, tente a inserção de um novo.

- os colegas da escola ou um grupo de amigos podem contribuir nesse processo; as crianças tendem a imitar seus pares. Aproveite essa oportunidade e convide alguns amiguinhos "bons de garfo" para almoçar em casa, junto com seu filho; isso despertará sua curiosidade em experimentar novos alimentos.

Esse é um processo gradativo e que vai exigir dos pais um pouco de trabalho extra e uma dose generosa de paciência. Mas tenha certeza que o resultado será compensador!

COMO FUNCIONA UM ANTIDEPRESSIVO?

Segunda, 09 de Março de 2015, 15h32

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Percebo muito essa dúvida atualmente , muitas pessoas tomam o medicamento e não entendem bem a função dele.
Em determinados momentos passamos por conflitos , perdas e mudanças que instauram uma inabilidade para lidar com a situação e uma consequente depressão , que dependendo do seu grau de progressão , pedira uma intervenção medicamentosa.
Nesse caso o médico psiquiatra te receita o antidepressivo geralmente associado a um ansiolítico.
E o que a medicação faz então?
As células nervosas do cérebro chamadas de neurônios , não se "tocam" uma nas outras , estão separadas por um espaço chamado de sinapse. Para que as mensagens e sensações sejam transmitidas de um neurônio para o outro , elas liberam substancias químicas chamadas de neurotransmissores , que deixam uma célula e cruzam o espaço intercelular para o próximo neurônio , a "mensagem" só é transmitida se houver neurotransmissores suficientes na sinapse.
Quando você esta deprimido os níveis de neurotransmissores são baixos , a ação do medicamento consiste em aumentar a quantidade de neurotransmissores no espaço entre as células nervosas, melhorando essa "comunicação".
É de extrema importância associado ao tratamento medicamentoso a psicoterapia , pois o psicólogo ira auxilia-lo na percepção e na maneira como você irá lidar com as mesmas questões que hoje só são toleradas graças ao remédio.
Vamos pensar que não há mal que dure eternamente , nunca poderemos dar garantias de 100% , mas estar aberto ao processo , ao tratamento médico e a psicoterapia aumenta consideravelmente as chances de uma qualidade de vida melhor.

Refletindo...

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SÓ QUERO SABER DE DORMIR, E AGORA?

Sexta, 06 de Março de 2015, 20h58

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Vejo muitos questionamentos sobre isso: "Porque tenho tanto sono?" "Porque durmo tanto, tenho muito sono e cansaço em qualquer hora do dia e da noite ? "
A partir do momento que exames médicos descartaram qualquer possibilidade de causa endógena (de dentro pra fora) , podemos seguir as variáveis de ordem psicológica (somática , porque não?). Muitas vezes se começarmos a voltar o olhar para o contexto e o enredo vivencial que te rodeia, podemos identificar que muito possivelmente o sono exacerbado esteja ligado a sua inabilidade em resolver muitas situações cotidianas, pontuais ou triviais. O sono é a forma mais eficaz que o nosso organismo tem de resguardar , recuperar e proteger o nosso corpo/mente de todas as adversidades , conflitos e intercorrências a qual somos sempre expostos. Não fica muito difícil perceber a "medida protetiva" que se passa não é mesmo? Enquanto se dorme , os problemas" se resolvem por si", tudo "passa", inclusive a própria vida acaba passando.
Existem outras maneiras mais eficazes de lidar com essas dificuldades do que apenas se permitir dormir.
O auto conhecimento é uma das possibilidades.
Vamos pensar que ser a "Bela Adormecida" é muito bonito apenas no conto de fadas. Sair da zona de conforto é doído , incomoda , traz dúvidas , angústias , mas acima de tudo poderá te abrir um novo leque de possibilidades que está aí, a sua espera.
O show não pode parar, nunca!
Refletindo....
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7 coisas que empreendedores de verdade não fazem

Terça, 24 de Fevereiro de 2015, 09h59

Eder Moura da Costa premium
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779

     Não há uma receita do que fazer para se transformar em alguém bem sucedido, mas é possível evitar algumas práticas e largar rótulos

     Para colunista da Entrepreneur, empreendedores de sucesso não constroem uma imagem – eles só revelam sua real essência.

      Chamar a si mesmo de empreendedor não o faz ser um. Nem um tablet de última geração. Um blog? Muito menos! A opinião é de Steve Tobak, colunista da revista Entrepreneur. Para ele, que atua na Invisor, consultoria no Vale do Silício (EUA), é o trabalho que faz alguém se tornar um empreendedor.

     De acordo com Tobak, que trabalhou com centenas de sócios e diretores de startups, não há uma receita do que fazer para se transformar em um empreendedor de sucesso. Por outro lado, há 7 práticas que devem ser evitadas por quem quer ter um negócio bem sucedido.

     1) Empreendedores de verdade não equilibram trabalho e vida social – Segundo Tobak, os grandes empresários que trabalharam com ele são workaholics genuínos. O trabalho sempre vem primeiro. Eles não são pessoas que trabalham oito horas por dia e descansam no fim de semana. Eles vivem para fazer o que gostam – e eles gostam mesmo é de trabalhar.

     2) Eles não tentam ser o que eles não são – Uma regra que se aplica à vida. Não dá para esconder sua real natureza. Mark Zuckerberg não usa camisetas em suas apresentações porque quer lançar moda. O criador do Facebook simplesmente se sente melhor sem usar um terno. Além disso, grandes empreendedores não costumam construir uma imagem pessoal. Mais uma vez: o que não envolve o trabalho não é levado em consideração.

     3) Eles não trabalham pelo dinheiro – Na opinião de Tobak, grandes empreendedores fazem o que fazem pela vontade em criar algo novo. E como eles são focados como um raio laser, o dinheiro vem como uma consequência da paixão em inovar.

     4) Eles não escutam aos "diabinhos" de suas cabeças – As figuras de um anjo e um diabo, um em cada lado da cabeça, é bem famosa para exemplificar os pensamentos conflitantes em nossas cabeças. Para Tobak, a analogia não se aplica aos grandes empreendedores: eles não dão ouvidos aos "diabinhos" e não deixam o medo os impedir de agir. As únicas coisas levadas em conta pelos grandes empreendedores pensamentos positivos e a voz da razão.

     5) Eles não se consideram visionários – De acordo com o colunista, os grandes empreendedores não se consideram grandes visionários, destinados à grandeza. Na maior parte das vezes, eles nunca pensaram em criar uma grande comparação. Mais uma vez, Zuckerberg serve de exemplo: o Facebook não foi criado para ser a maior rede social do mundo, mas apenas para o pessoal de sua universidade.

     6) Eles não têm mentores virtuais – A maior parte das pessoas, não só quem tem a própria empresa, segue várias perfis inspiradores nas redes sociais. Tobak não é contra as redes sociais, mas deixa claro em seu artigo que o essencial é que um empreendedor tenha mentores de carne e osso.

     Tobak diz que o Andy Grove, executivo da Intel, foi o mentor de Steve Jobs, que deu força para Larry Page e Sergey Brin, do Google. Por trás de um grande empreendedor, está sempre um grande mentor.

     7) Eles não se chamam de empreendedores – Este é mais um sinal de que donos de empresas bem sucedidas não ligam para status. Eles são, simplesmente, os donos de seus próprios destinos. É a vontade de construir algo inovador é o que os inspira – e é por isso que eles se dão bem.

 

(Extraído da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios).

DIFICULDADE PARA FALAR EM PÚBLICO:

Quarta, 04 de Março de 2015, 17h50

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Vejo muitas pessoas que são extremamente comunicativas, extrovertidas , simpáticas , mas na hora de se colocar perante uma nova situação , se expor perante uma platéia, essa pessoa simplesmente trava.
Paradoxal não é mesmo? Como que em determinado momento você é a pessoa mais popular da roda de amigos e quando esta na frente de meia duzia de desconhecidos você se torna um exemplo de como "não" se deve fazer "ao vivo".
A dificuldade em se colocar para o "novo" te tira de uma zona de conforto conhecida, ao lado dos amigos você pode ser aquilo que sempre foi, mas a frente de uma platéia isso não acontece.
O sentimento que gera a angústia de ser colocado a prova, de ter que lidar com uma situação nova onde talvez você possa não ser aceito pode ser o gerador dessa inabilidade.
Quem gosta de ser rejeitado não é mesmo? Será que essa inabilidade não vem de questões mais complexas?
Será que resumir a questão falando que " meu único problema é não saber falar em público" , acaba ficando cômodo demais? Costumeiramente atrás de uma queixa inicial sempre acabamos por nos deparar com outras questões que estavam talvez fora do foco de atenção.
Vamos nos conhecer para consequentemente entendermos os motivos das nossas inabilidades?

Refletindo!

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REBAIXAMENTO NA AUTO ESTIMA

Segunda, 02 de Março de 2015, 15h52

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Parou pra refletir sobre isso? Tão simples a gente se limitar a pensar que "auto estima" esta vinculado apenas a satisfação (ou a falta de) com a nossa imagem no espelho... Ficá até mais fácil pensar que talvez emagrecendo , mudando a cor do cabelo, fazendo academia tudo vai mudar. Mas , nem sempre apenas isso dá resultado. O processo de auto estima rebaixada é composto em boa parte na forma como você se percebe no mundo , a maneira como promove o amor próprio , e principalmente a forma como recebe a percepção alheia de como você realmente é , com seus atributos e também com os seus defeitos. Quando a opinião alheia passa a ser maior que a sua crença de quem você de fato é , esse movimento acaba por influenciar a sua percepção de auto imagem e ser humano, diminuindo as suas potencialidades e indo na direção contraria do amor próprio.
Se auto conhecer, reconhecer e se responsabilizar pelos mérito e deméritos da sua vida é uma possibilidade de caminho.
As pessoas acabam ultrapassando limites muitas vezes por verem que não existe um amor próprio da sua parte, se você não se repeita , quem o fará?
Auto estima não é só beleza física, é auto conhecimento.
Vamos refletir?

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Por que fazer "Consultoria Imobiliária"?

Quinta, 19 de Fevereiro de 2015, 17h05

Eder Moura da Costa premium
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779

          A carência de profissionais qualificados que exercem a profissão com competência e principalmente com um atendimento exemplar ao cliente, é uma verdade incontestável.


          Após três anos de atuação no mercado imobiliário como Corretor de Imóveis, deparei com todos os tipos de profissionais, principalmente os mais desqualificados. Mas, não vou me ater nestes. Vou discorrer sobre dois assuntos que cheguei à conclusão que são o chamado “pulo do gato” nos trabalhos imobiliários.


          O corretor de imóveis é sempre um profissional da área de vendas, que vem da área comercial, é essencialmente um “vendedor”, “atendedor de demandas”. Não é um “Consultor”, um profissional que reserva toda a sua atenção na solução dos problemas do seu cliente. Um profissional que não está preocupado com “produção”.


          O que identifiquei nos clientes é uma demanda ao profissional pessoal, ou seja, todo mundo hoje em dia quer um “personal” alguma coisa. E por que não existir um “Personal Real Estate Consultant”, ou Consultor Imobiliário Pessoal ?


          O principal problema que pude localizar na atuação comercial, mesmo em grandes profissionais qualificados é que, apesar de todo o seu conhecimento, e, isto fui amealhando com o tempo, aumentando meu cabedal de conhecimento técnico, apesar de todo o seu investimento na profissão, alguns não conseguem cumprir com dois detalhes que são de extrema importância para o cliente:


          Folow up e fotos dos sites de imóveis.


          As grandes imobiliárias tem um volume de atendimento muito grande, e, nem sempre o profissional consegue dar um bom atendimento. Não existe o folow up, não segue o seu cliente, em nenhum dos seus problemas. Não o acompanha no pós-venda ou pós-locação. Não é mais seu departamento.


          E as fotos dos sites de imóveis? Um verdadeiro desastre! Tanto é que hoje já existem cursos próprios para fotografia de imóveis disponíveis para venda ou locação.


          Os profissionais de grandes imobiliárias são limitados ao sistema de cada uma delas, de cada departamento, etc. Os corretores que trabalham sozinhos atuam mais como Consultores, pois tem poucos clientes, tem que dar mais atenção à cada um deles e fazem esse trabalho de forma mais humanizada, mais personalizada, agradando mais aos seus clientes.


          Aqui, entro com uma tendência de mercado ainda pouco explorada: “home staging”. Já resta provado que não adianta mais simplesmente ter um corretor imobiliário qualificado, uma imobiliária por mais bem estruturada que seja, vários departamentos, uma recepção encantadora, um site maravilhosamente caro, placas fluorescentes... etc. Hoje, o cliente tanto vendedor quanto comprador, quer algo mais que isso.


          Algumas imobiliárias já apostam nos “scanlife”, códigos de barras quadrados, criados para transmitir informações sobre determinado assunto. O cliente interessado em determinado imóvel direciona a lente de seu smartphone para esse código, fotografa-o e tem acesso remoto por internet a todas as informações daquele imóvel. Esse código é aplicado nas placas da imobiliária a fim de facilitar a comunicação.


          Isto já é uma realidade que pode ser vista nas ruas das grandes cidades, junto com a “personalização” do imóvel no site, onde aparece a foto e o contato pessoal do corretor que atenderá àquele cadastro.


          Porém, não é o suficiente.


          O Home Staging é um conceito original americano, e que consiste em redecorar um imóvel de modo a torná-lo mais atrativo ao maior número possível de potenciais compradores.


          A ideia surge em 1972 e significa literalmente “encenação da casa”. Nos Estados Unidos, as técnicas que sustentam este conceito, foram desenvolvidas com base no design, psicologia e sociologia, estando agora a ser aplicadas por profissionais por toda a Europa.


          O que qualquer pessoa faz quando põe um automóvel a venda é reparar pintura e "toques", lavar, limpar, perfumar, etc....tudo isto para que se venda melhor e mais rápido, destacando-se dos concorrentes. O conceito é exatamente este! Preparar a casa para que esta se venda mais rápido a um melhor preço, utilizando para este efeito, técnicas de Home Staging.


           Em que consiste o home staging?


           Despersonalizar o espaço, reorganizar o mobiliário, criar uma atmosfera casa-modelo, são a chave para acelerar o processo de venda. O objetivo é que com o mínimo investimento, ou mesmo nenhum, se obtenha o máximo de resultados.


           A quem se destina?


           A todos aqueles que pretendem valorizar um imóvel:


           - Particulares, para vender rapidamente e a um preço mais alto do que a média de mercado;


           - Agentes imobiliários, para tornar o seu produto mais competitivo no mercado;


           - Arrendatários de férias, para oferecer um cenário irresistível aos seus clientes;


           - Promotores imobiliários, para criar um ambiente atraente nas casas modelo;


           - Investidores imobiliários, para uma rentabilização mais rápida do investimento.


           Ou seja, todo Consultor Imobiliário.


           Quais as vantagens?


           Todas as vantagens possíveis!


           A decisão de compra, geralmente é tomada nos primeiros 90 segundos da visita. As primeiras impressões são fundamentais neste tipo de negócio. A possibilidade de vender ou arrendar a sua casa é potenciada pela sua valorização.

           Estas casas vendem-se em média 2 vezes mais rapidamente.

O MERCADO IMOBILIÁRIO ESTÁ PARADO OU NÃO?

Quarta, 18 de Fevereiro de 2015, 18h15

Eder Moura da Costa premium
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779

   
     Janeiro já superou todas as expectativas de acessos

     Essa é a pergunta que muitos profissionais do setor e o consumidor querem saber por conta da crise política que assola o Brasil.

     O gráfico abaixo mostra o índice de pesquisa de acessos do Grupo SP Imóvel (Grande São Paulo) de Janeiro de 2014 até Janeiro de 2015. Através dele, é fácil perceber que o público não parou de buscar a realização do sonho da compra da casa própria, ou até mesmo, da troca do seu imóvel.

                                

     O aumento no primeiro trimestre do ano sempre foi normal, mas em Janeiro de 2015, atingiu o seu ápice de ascensão dos últimos 12 anos (desde o lançamento do Portal ZN Imóvel), ultrapassando em mais de 5% se comparado ao primeiro mês do ano passado.

     Alguns especialistas acreditam que o mercado imobiliário tende a sofrer uma nova retração em 2015, porém, o número de interessados não condiz com a realidade. Em 2014, o setor foi atingido pelas incertezas econômicas mundiais, manifestações imensas em todo o país, Copa do Mundo e a eleição Presidencial mais acirrada da história do país. Fatos que refletiram diretamente no ramo, ocorrendo uma diminuição das vendas em mais de 50% comparado com os anos anteriores.

     Porém, a tese da retração no mercado imobiliário para 2015, é mera especulação. Percebe-se (ainda no gráfico) que janeiro deste ano já superou todas as expectativas de acesso de visitação ao atingir 615.571 pessoas em busca de um novo imóvel.

     O primeiro trimestre do ano é a fase em que todas as expectativas estão voltadas para as novas realizações. É neste momento que as pessoas começam a colocar em execução os planos, metas e objetivos. Assim, elas aproveitam as férias para organizar a vida pessoal e colocar em dia as pendências. E uma das metas mais importantes para o brasileiro é a conquista da casa própria.

     Assim, não deixe passar os meses ou anos esperando que imóvel dos seus sonhos baixe de preço, pois isso possivelmente não acontecerá. Devido essa espera, grandes oportunidades podem surgir na sua frente. Portanto, essa é a hora perfeita para pechinchar por um bom desconto com a construtora ou com o corretor de sua confiança.

Fonte: ZL Imóvel | www.zlimovel.com.br

POR MERCADO IMOBILIÁRIO · 16 DE FEVEREIRO DE 2015

Quem pode elaborar o LTCAT?

Sábado, 28 de Fevereiro de 2015, 16h30

Work Seg
Engenharia, Segurança do Trabalho e Treinamentos

Quem pode elaborar o LTCAT?

De acordo, a lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991 e a Instrução Normativa INSS/PRES nº 45, de 06 de agosto de 2010, o LTCAT deve ser elaborado e assinado pelo engenheiro de segurança do trabalho ou o médico do trabalho, devidamente habilitados em seus respectivos conselhos de classe, Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – CREA e Conselho Regional de Medicina – CRM.

O PRÉ-CONCEITO EM PROCURAR UM PSICÓLOGO:

Sexta, 27 de Fevereiro de 2015, 22h03

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Perdi as contas de quantas vezes já vi (com certa tristeza) pessoas usarem em tom pejorativo a clássica e lamentável frase: " Vá procurar um psicólogo, você tem problema"
Quando escuto isso , fica impossível eu não pensar e me questionar "será que quem disse isso está totalmente imune de ter problemas?" Porque será que é tão estranho pedir ajuda? Porque tantas pessoas não tem vergonha de falar que foram ao gastro, ao urologista, cardiologista mas sentem um incomodo em falar que foram ao Psicólogo? A nossa sociedade cobra caro, você tem que ser bonito, bem sucedido, ter uma família de comercial de margarina , ter ótima saúde e consequentemente uma saúde mental livre de conflitos. Esse movimento alimenta cada vez mais as pessoas a se afastarem de assumir que da mesma forma que precisam ir no médico , em algum momento talvez precisarão ir a um psicólogo, e pergunto: É alguma vergonha? Costumo dizer que em muitos casos quando alguém procura um acompanhamento psicológico é porque já esgotou todas as suas possibilidades , já sofreu sozinho por muito tempo.
E realmente, nos dias de hoje onde todos querem mostrar felicidade fazendo selfie até na UTI , fica difícil o indivíduo assumir que precisa de ajuda . Vamos nos livrar dos dogmas e compreender que vivemos um mundo complexo e conflitante, onde procurar ajuda é o movimento de maior fidelidade e amor próprio que você possa promover para si.

Vamos refletir? A psicologia traz a ciência para beneficio do ser humano! Sempre!

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NÓ NA GARGANTA : AS PALAVRAS NÃO DITAS -

Quinta, 26 de Fevereiro de 2015, 15h30

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Em determinados momentos nos pegamos aborrecidos , angustiados sem saber de fato o porque disso. É muito valido colocarmos em cheque as relações que mantemos com as pessoas, será que são autenticas a nossa essência? Será que estamos vivendo por complacência , beneficiando a todos menos o principal interessado nisso tudo?
Muitas vezes o medo de ser preterido acaba minando no indivíduo a sua capacidade de exercer o seu direito de falar "não", de colocar os seus sentimentos em pauta e gerar uma medida protetiva para si , permitindo ou não que a movimentação do outro interfira na sua vida.
Chorar calado, deixar pra lá, permitir que outras pessoas sempre se beneficiem mais da relação do que você mesmo é um sinal que talvez esteja difícil colocar os seus sentimentos como prioridade na sua vida.
É extremamente necessário renovar com frequência os votos de fidelidade e autenticidade com a pessoa mais importante da sua vida. Você!
Um indivíduo autêntico e fiel a si tem maiores possibilidades de promover relações mais igualitárias com os seus semelhantes.
Refetindo?

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E-SOCIAL

Quarta, 25 de Fevereiro de 2015, 20h02

Work Seg
Engenharia, Segurança do Trabalho e Treinamentos

E-Social: é um programa do governo Federal, onde os dados dos trabalhadores estão sendo integrados em um banco de dados.

O PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário), será eliminado, uma vez que o INSS terá as informações necessárias no E-social.

No E-Social os dados referente a segurança do trabalho, dados de risco exposição está dentro da tabela 7.

A empresa terá que estar com a documentação em ordem, com os laudos em dia, pois a fiscalização do ministério do trabalho passar a ser on line.

 

Sua aparência e seu sucesso na carreira

Domingo, 15 de Fevereiro de 2015, 16h38

Eder Moura da Costa premium
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779

   A pessoa de sucesso é reconhecida de longe.

     Não porque tenha um símbolo estampado em si mesma, mas porque sua atitude reflete o sucesso.

     E atitude inclui o andar, o olhar, as maneiras, os gestos.
     

     E a roupa.

                     sucesso na carreira

      As empresas são entidades conservadoras, em sua maioria, e as pesquisas demonstram com clareza que as preferências, em se tratando de aparência pessoal, não só para candidatos a empregos, mas para executivos já contratados, tendem ao tradicional.

     Com a razoável e compreensível exceção a determinadas carreiras consideradas rebeldes, como a dos publicitários ou dos especialistas em informática, a aparência dos executivos em geral precisa refletir discrição, moderação, sobriedade.

     Graças a essa cultura empresarial, a maneira como uma pessoa se veste pode demonstrar, na prática, quanto poder ela possui.

     No entanto, não é menos verdade que parecer bem implica sentir-se bem. O que requer muito mais do que usar um terno cinza impecável, camisa de colarinho passado a ferro por profissional e gravata muito bem escolhida. Parecer bem é mais que isso. É ter os ombros alinhados, as costas eretas, o olhar brilhante, o andar correto, a voz pausada e agradável, a postura polida e ao mesmo tempo firme.

     Mas o exercício do bem-estar começa, efetivamente, com a roupa. Já ensinavam os sábios chineses que a roupa faz o monge. Claro que o ditado é metafórico, e quer dizer somente que a roupa é uma forma de exibir certos códigos de valores. Muitas empresas possuem até políticas internas em relação a vestimentas, e algumas chegam a dar cursos para as os seus executivos.

     A ideia não é ditar a forma com que os executivos devam se vestir, mas estimulá-los a usar o traje que os fará sentir-se bem.

 

 

     Fonte: Tetera Consultoria

     POR MERCADO IMOBILIÁRIO · 15 DE FEVEREIRO DE 2015

COMBATE AO ESTRESSE

Domingo, 15 de Fevereiro de 2015, 15h24

Eder Moura da Costa premium
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779

     Ginástica laboral e ambientes de descanso na empresa influenciam no bem estar

     A corretagem de imóveis está em alta no Brasil, são profissionais que conquistam mercado e batalham para atender mais clientes sem perder a qualidade. Mas tanta concorrência pode resultar em um corretor ansioso e estressado. Saiba como manter a mente

Brasil, são profissionais que conquistam mercado e batalham para atender mais clientes sem perder a qualidade. Mas tanta concorrência pode resultar em um corretor ansioso e estressado. Saiba como manter a mente relaxada e combater este mal que atinge o meio empresarial no século XXI.

     Trabalhar em horários diferenciados e muitas vezes em regime de hora extra, a preocupação com o cumprimento de metas, negociações exaustivas e alta competitividade são alguns fatores que influenciam no bem estar do profissional de intermediação imobiliária. Com vista nas melhorias para os funcionários e na inibição da queda produtiva, muitas empresas já trabalham alternativas de combate ao estresse, entre elas a ginástica laboral, ambientes de descanso, um momento na semana para descontração, motivação profissional, entre outras práticas.

     Síndrome de Burnout

     Em palestra realizada no Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Mato Grosso do Sul, (Creci-MS) em abril, os psicólogos Flora da Costa Raimundo e Júlio Nelson Cheda, explicaram sobre a Síndrome de Burnout, doença relacionada a atividade profissional que apresenta traços mais acentuados como exaustão emocional, diminuição da realização no trabalho e a despersonalização, que é a apatia total.

     “A síndrome, à qual estão sujeitos principalmente profissionais que lidam com pessoas em suas rotinas, tem fatores determinantes que podem ser individuais e personalidade, relacionados à própria história do indivíduo ou mesmo organizacionais, no que diz respeito à estrutura do ambiente de trabalho, englobando desde a exposição a ruídos à sobrecarga de trabalho”.

     Produtividade

     De acordo com o blog Imobex, “Em um quadro de estresse e pressão torna-se difícil conciliar a vida profissional e pessoal, o que leva a muitos corretores a desesperarem-se e diminuir a produtividade. O profissional descansado e calmo possui maior atenção, disposição e bom humor para desempenhar suas tarefas. A motivação de realizar um atendimento com excelência estando de bem consigo mesmo, traz benefícios nas negociações com o cliente depois”.

     Profissional feliz

     Quando um profissional está confiante e relaxado ele trará melhores resultados a empresa que trabalha ou, em caso de autônomos, aumento de lucro e clientes. Para tal, é preciso “Investir em um espaço para descanso pós-atendimento, refeitório para que o profissional consiga almoçar com tranquilidade, palestras de motivação com profissionais de RH ou marketing”.

     Entre outras dicas estão beber água quando acordar, fazer um planejamento semanal, definir objetivos, utilizar a tecnologia para organizar atividades, refletir sempre e se movimentar.

     Fonte: Redação Redimob

 

     POR MERCADO IMOBILIÁRIO · 15 DE FEVEREIRO DE 2015

TRANSTORNOS PSICOLÓGICOS X DROGADIÇÃO:

Terça, 24 de Fevereiro de 2015, 14h52

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

De uns anos para cá , percebo que muitas pessoas que tem algum tipo de transtorno emocional , se recusam a procurar ajuda e acabam utilizando aquele mecanismo de fuga mais rápido e fácil possível: As drogas em todas as suas instancias , desde o álcool até os psicotrópicos (me refiro ao uso dos psicotrópicos de forma desenfreada) . Vale lembrar que sempre será mais ameno se ausentar da depressão, do pânico e de outras comorbidades utilizando esses mecanismos de fuga que as substancias oferecem, mas a que preço? Associar esse uso a um tipo de pensamento de "cura" é uma crença completamente destoante. Além da problemática inicial o indivíduo possivelmente desenvolverá uma dependência química e psicológica, agravando por si só todo enredo e minimizando as possibilidades de uma superação menos dolosa.
Transtornos emocionais, sejam eles de todas as formas , sempre serão agravados pelo uso de substancias nocivas e desenfreadas , sem um controle médico.
Vamos fazer uma associação boa então? Transtornos emocionais + psicoterapia + auxílio médico quando necessário e apoio familiar.
Você tem o poder de escolha , porém inevitavelmente sera cobrado pelas consequências.

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BENZODIAZEPÍNICOS : HERÓI OU VILÃO ?

Domingo, 22 de Fevereiro de 2015, 22h06

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

Ultimamente percebe-se uma popularização desse medicamento, (Rivotril, Diazepan, etc) e um consequente aumento no seu consumo. Esse tipo de medicação ganhou até o apelido de "pilula da felicidade" .
Ultimamente as pessoas compartilham o remédio ,indicando para amigos e familiares que eventualmente se queixam de ansiedade ou uma pequena dificuldade para dormir. "Olha fulano, tome isso aqui, você vai relaxar e dormir que nem um recém nascido" (SIC)
Porém ,como a própria bula informa , o seu uso pode levar a dependência química e psicológica .
Não podemos esquecer que esse tipo de uso é paliativo , pense que devemos sempre tratar as causas dos sintomas que te levaram a tomar a medicação. Acreditar que apenas ingerir o medicamento vai resolver a causa dos seus sintomas é otimismo demais.
A psicoterapia associada ao tratamento medicamentoso (quando o médico achar necessário) é uma excelente opção.
Vamos sair da zona de conforto e descobrir que tem algo a mais além da ponta do iceberg?
Refletindo.....

Postado por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Clínico / Social Especialista em Psicopatologia e Dependência Química 106453

 

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Corretor ou Consultor Imobiliário?

Quinta, 12 de Fevereiro de 2015, 18h41

Eder Moura da Costa premium
Consultor Imobiliário e Assessor Jurídico - creci 122.779

     Sabemos que por definição há uma diferença técnica e conceitual entre o trabalho do Corretor de Imóveis e do CONSULTOR IMOBILIÁRIO: o primeiro tem a função de ser um especialista em transações imobiliárias, conectando compradores e vendedores de imóveis; enquanto que o segundo tem a função de ser um especialista em consultoria, aconselhando investidores, construtoras, imobiliárias e demais entidades e agentes do mercado imobiliário.


     Ou seja, o produto do Corretor de Imóveis é sua habilidade comercial, sobretudo o que ele faz pelos seus clientes.


     E já o produto do CONSULTOR IMOBILIÁRIO é o seu conhecimento, e, portanto o quão precisamente ele orienta os seus clientes.


     Em qualquer dos casos, e, para evitar dores de cabeça futuras, exija sempre o CRECI, esta é a forma mais simples de demonstrar que, no mínimo, o profissional que está atendendo é regulamentado na profissão.


     Evite profissionais piratas, pois poderá se arrepender futuramente.
   

     Para ser um Consultor: prepare-se efetivamente como um especialista


     Um dos principais ingredientes na receita de sucesso dos grandes especialistas é a preparação.        

     Costumamos não ver este item quando observamos tais profissionais atuando no cenário do mercado de trabalho, mas é certo que eles se preparam e muito para chegar a este status. Dedicaram tempo o suficiente para ler livros, revistas e jornais, assistir palestras e seminários, participar de feiras, fazer cursos, pesquisar, estudar e aprender com outros gurus etc. Todo esse trabalho árduo e constante é feito pelos especialistas, que acumulam muitos conhecimentos, vivências e experiências para se tornarem o que são: experts em seus mercados de atuação e nos produtos, serviços e soluções que oferecem. E é exatamente isso que você, corretor de imóveis, precisa fazer para se tornar um especialista no mercado imobiliário.


     Parece simplista colocarmos desta maneira, mas é certo que este é o caminho. Por exemplo, se pararmos para pensar em muitos profissionais – principalmente os de vendas – que entram na carreira de corretor de imóveis com a ideia – e às vezes ilusão – de que podem ter os ganhos financeiros iguais aos de um médico, advogado ou engenheiro. Isto que aliás é completamente possível, afinal há muitos corretores de imóveis que inclusive têm salários muito mais altos que médicos, advogados e engenheiros. Porém, o que estes novos corretores potenciais não se dão conta no início é que para um médico, advogado ou engenheiro chegar a ganhar altas quantias de dinheiro, primeiro o mesmo tem que passar 6, 8 ou até 10 anos de estudos intensivos. Mas o que acontece com os profissionais que entram em vendas, mais especificamente para a corretagem de imóveis? Querem entrar ganhando altas quantias de dinheiro, mas sequer se preparam para isso.


     Assim é extremamente importante que você, corretor de imóveis, dedique seu treinamento e/ou parte do seu tempo para realmente estudar o mercado imobiliário, seja lendo livros, assistindo palestras, participando de eventos, conversando com profissionais mais experientes etc., tudo que o ajude a ter uma visão mais ampla do mercado e da indústria imobiliária. Este é o caminho para se tornar um grande consultor!


     Para ser um Consultor: faça perguntas inteligentes para seus prospectos


      Uma das principais diferenças entre um Consultor e um corretor meramente vendedor é refletida na capacidade de fazer perguntas inteligentes, perguntas que o ajudem a identificar as necessidades e desejos de seus prospectos de maneira objetiva, ainda que com toda a sensibilidade.

     Mas o problema é que a grande maioria dos corretores meramente vendedores tem o péssimo costume de falar, falar e falar sobre os seus imóveis quando mal começam a conversar com o prospecto.    

     Porém, a única coisa que isso resulta é que o prospecto se põe na defensiva. E a razão para isso é bem simples: via de regra os prospectos não estão interessados em ofertas imperdíveis, ou mesmo no quão vasta é a carteira de imóveis, ou ainda nas mil maravilhas dos imóveis que o corretor está tentando empurrar. Mas há uma coisa que os prospectos estão, sempre estiveram e sempre hão de estar interessados: em si mesmos, em suas próprias necessidades e desejos, e nada antes ou além disso.
 

     Assim, além de se preparar como um especialista, o primeiro passo para ser percebido na prática como um Consultor ao invés de um mero vendedor é fazer as perguntas que o ajudem a identificar se os seus imóveis realmente atendem as necessidades e desejos de seu prospecto e/ou se serão de algum benefício para o mesmo. O exemplo perfeito para isso é o do médico. O que acontece quando vamos ao médico? Via de regra ele nos faz uma série de perguntas para identificar a razão de nossas doenças.      

     Pergunta, por exemplo, que tipo de hábitos temos, rotina de exercícios, sono, alimentação, remédios que já tomamos etc., tudo para identificar a causa de nossas doenças e a partir disso então fazer uma recomendação adequada.


      Portanto, tal como um médico, um Consultor precisa fazer de tudo para efetivamente identificar as reais necessidades e desejos de seus prospectos e, com isso, então oferecer os imóveis que lhes sejam mais satisfatórios. E para tanto foque em fazer as perguntas certas, uma por uma, de modo a realmente ajudar os prospectos a encontrarem o que precisam ou desejam. Tal atitude gera, além de clientes satisfeitos, muita confiança e indicações para mais clientes.


     Para ser um Consultor: ouça o que seus prospectos estão dizendo


     Outro ponto crucial para efetivamente se tornar e ser percebido como um Consultor é a valiosíssima capacidade de saber ouvir. Não apenas escutar no piloto automático só esperando a vez de despejar a própria retórica, mas realmente ouvir o que os prospectos estão dizendo e querendo compartilhar com você. Dar atenção às respostas que te dão – em linguagem verbal e não verbal – uma vez que passes a fazer perguntas. Saber ouvir é a essência da empatia, e quando um prospecto sabe que está sendo ouvido ele tende a sair da defensiva e passa para o modo de conversa franca, com respostas sinceras e real interesse por aquele que realmente o está ouvindo e genuinamente tentando ajuda-lo.


     Existe uma história clássica que se sucedeu há muitos anos e que ilustra perfeitamente o poder de saber ouvir um prospecto no mercado imobiliário: um certo homem de negócios muito bem sucedido, que havia saído do Brasil e fez sua carreira no exterior, estava de volta para investir em imóveis por aqui e, de brinde, também para comprar uma bela mansão de presente para a esposa e para os filhos. Então ele procurou as principais imobiliárias da região e explicou exatamente o que queria. Visitou dezenas de mansões e teve outras centenas de corretores correndo atrás dele para vender (leia-se: empurrar) todo tipo de imóveis de luxo. No entanto ninguém realmente conseguia satisfazê-lo, pois o tal comprador exigia uma série de recursos específicos de decoração que sua esposa vira como tendência na Europa.    

      Mas o que mais o irritava era que no fundo ninguém o estava realmente ouvindo: os corretores mentiam, diziam ter mansões com tais recursos e depois não tinham, ou diziam que tinham algo até melhor, quando na verdade não entendiam nada. E assim o tempo foi passando e o comprador já estava quase desistindo de presentear a família com um imóvel de luxo no Brasil.


        Até que um belo dia um renomado corretor, com fama de ser muito sincero e atencioso, através de uma indicação conseguiu falar com o tal comprador ricaço em um evento, ao que disse ao mesmo: “Eu soube que o Sr. está procurando uma bela mansão para sua família aqui no Brasil. Também soube que deseja algo com recursos bem específicos e que ninguém até agora conseguiu satisfazê-lo. E sinceramente, vou confessar ao Sr. que trabalho há bastante tempo no mercado imobiliário e sempre acompanho as tendências do setor, e honestamente estes recursos que sua esposa tanto deseja ainda não estão disponíveis nos empreendimentos brasileiros. No entanto eu tenho um amigo que é um grande arquiteto, e se o Sr. me permitir gostaria de apresenta-lo, assim podemos marcar um jantar e ver como podemos ajudar o Sr. e sua esposa a terem o que desejam, mas sem qualquer compromisso”.

      E o que aconteceu? O Consultor conseguiu marcar o jantar com o comprador, a esposa e o arquiteto. Nisso descobriram quais casas de luxo mais se aproximavam do que eles desejavam e como seria possível fazer ajustes arquitetônicos com recursos trazidos de fora para ter exatamente o que eles queriam. Resultados? O ricaço não comprou só uma casa de luxo, mas comprou três! Foi a maior comissão da carreira daquele corretor, tudo graças à sua tremenda empatia, pois no fundo era tudo o que o comprador queria: alguém que realmente o ouvisse e genuinamente o ajudasse!


     Fazer as perguntas certas, uma por uma, de modo a realmente ajudar os prospectos a encontrarem o que precisam ou desejam. Tal atitude gera, além de clientes satisfeitos, muita confiança e indicações para mais clientes.


Extraído do Bolg “Rankin Você á Frente!”

Entenda o que pode desencadear a obesidade infantil.

Sábado, 21 de Fevereiro de 2015, 11h36

Sheila Soares
Psicóloga

Segundo estudo publicado em 2014, a obesidade afeta 39% das crianças brasileiras

A obesidade é considerada um dos maiores problemas que a humanidade enfrenta. Em uma tentativa de combater o problema, o território americano de Porto Rico está debatendo a possibilidade de multar pais que não consigam fazer seus filhos perderem peso. Mas isso funcionaria em outros lugares?

Mais de 600 milhões de pessoas, ou 13% da população adulta do mundo, são obesas. A taxa mais que dobrou entre 1980 e 2014, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde). O custo estimado disso para a economia global é de US$ 2 trilhões (R$ 5,6 trilhões).

Governos federais e regionais lutam contra uma epidemia da doença –definida como ter um IMC (Índice de Massa Corporal) baseado na proporção entre altura e peso maior que 30. No entanto, empresas de alimentos e bebidas, frequentemente, acusam o Estado de interferência e "superproteção" quando novas medidas são postas em prática. Por isso, as tentativas de combate à obesidade são irregulares, e os especialistas se dividem sobre o que funciona, se é que alguma delas funciona.

Em 2011, a Dinamarca criou uma "taxa de gordura" para alimentos contendo mais de 2,3% de gorduras saturadas, mas os preços inflados fizeram com que os consumidores recorressem à fronteira com a Alemanha para importar produtos. A política foi abandonada um ano depois e o governo cancelou planos de taxar também os índices de açúcar em alimentos.

Em 2012, a França quadruplicou o imposto sobre o azeite de dendê, que é rico em gordura. A medida foi chamada de Taxa da Nutella, porque o popular creme de chocolate e avelã contém o ingrediente.

Segundo estudo publicado em 2014, a obesidade afeta 39% das crianças brasileiras

A obesidade é considerada um dos maiores problemas que a humanidade enfrenta. Em uma tentativa de combater o problema, o território americano de Porto Rico está debatendo a possibilidade de multar pais que não consigam fazer seus filhos perderem peso. Mas isso funcionaria em outros lugares?

Mais de 600 milhões de pessoas, ou 13% da população adulta do mundo, são obesas. A taxa mais que dobrou entre 1980 e 2014, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde). O custo estimado disso para a economia global é de US$ 2 trilhões (R$ 5,6 trilhões).

Governos federais e regionais lutam contra uma epidemia da doença –definida como ter um IMC (Índice de Massa Corporal) baseado na proporção entre altura e peso maior que 30. No entanto, empresas de alimentos e bebidas, frequentemente, acusam o Estado de interferência e "superproteção" quando novas medidas são postas em prática. Por isso, as tentativas de combate à obesidade são irregulares, e os especialistas se dividem sobre o que funciona, se é que alguma delas funciona.

Em 2011, a Dinamarca criou uma "taxa de gordura" para alimentos contendo mais de 2,3% de gorduras saturadas, mas os preços inflados fizeram com que os consumidores recorressem à fronteira com a Alemanha para importar produtos. A política foi abandonada um ano depois e o governo cancelou planos de taxar também os índices de açúcar em alimentos.

Em 2012, a França quadruplicou o imposto sobre o azeite de dendê, que é rico em gordura. A medida foi chamada de Taxa da Nutella, porque o popular creme de chocolate e avelã contém o ingrediente.

FONTE: http://mulher.uol.com.br 

Quer saber sobre algum assunto ou tema que não foi publicado? Mande sua sugestão por mensagem no site que o mais breve possível irei publicar o assunto.

 

SOFRIMENTO PSÍQUICO :

Sexta, 20 de Fevereiro de 2015, 00h10

Thiago Caltabiano
Psicólogo Clínico e Social CRP 06106453

O seu sofrimento é maior ou menor que o dos outros? Quantas vezes vemos julgamentos minimizando o sofrimento alheio ? Tipo : "Isso aí não é nada" , "para de frescura" , "ta sofrendo assim só porque o seu gato morreu?" É extremamente injusta a comparação de sofrimento , cada um dá o sentido que quiser aos seus sentimentos , e cabe aos outros respeitar a dor alheia. Lembre-se , pior que sofrer é enfrentar o descrédito daqueles que te rodeiam. O grau de mensuração do sofrimento vai de acordo com o nível de prejuízo que o indivíduo esta tendo em todo seu contexto de vida, seja ele ; afetivo, profissional e emocional.
Esperar que as contingências que te rodeiam mudem para que a atual situação conflitiva passe é mera utopia.
Seja você a mudança que tanto espera nos outros.
Postado por : Thiago Caltabiano - Psicólogo Clínico / Social Especialista em Psicopatologia e Dependência Química Psicólogo Clínico Cognitivo Comportamental Thiago Caltabiano CRP 106453

Ah, que angústia...

Quinta, 19 de Fevereiro de 2015, 19h59

Maria Cristina Ramos Britto
psicóloga

A ansiedade caracteriza-se por estado emocional de apreensão, acompanhado de várias reações físicas (dores no peito, taquicardia, falta de ar, boca seca, vertigem, tremores, sudorese, rubores ou calafrios) e mentais (angústia, aflição, incerteza, insegurança, medo) desconfortáveis. A ansiedade considerada normal é uma resposta biológica que prepara o organismo para a ação, em momentos de alerta, para enfrentar situações adversas. Naquela classificada como anormal ou patológica, os sintomas apresentam-se como medos, tensões e preocupações exagerados que parecem fugir ao controle, porque a pessoa sente-se impossibilitada de relaxar, e mais, acredita que se o fizer algo muito ruim vai acontecer, como, por exemplo, cometer um erro que lhe custará o emprego, suas economias, a perda de entes queridos, a avaliação negativa de terceiros, enfim, a ruína, a humilhação, o descrédito. O ansioso sente e vive uma preocupação com o futuro, de modo geral, ou uma circunstância que ele nem sabe se vai acontecer, o que pode paralisá-lo e impedi-lo de tomar decisões necessárias. Ou seja, ele sofre por antecipação.
Se o medo é uma emoção adaptativa, que serve para evitar situações de risco, prevenindo o homem de perigos desde o começo do mundo, a ansiedade antecipa ameaças onde elas não existem ou exagera os problemas, acomete o sujeito a maior parte do tempo, com uma expectativa de desastre iminente, sem que haja evidências para isso, causando prejuízos no trabalho, nos relacionamentos, nas atividades sociais e cotidianas, além de um terrível sofrimento psíquico e emocional. A ansiedade é um transtorno de humor que se manifesta como fobia, fobia social, transtorno de pânico, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e transtorno de ansiedade generalizada (TAG).
A terapia cognitivo-comportamental visa a quebra do ciclo da ansiedade (porque ela se autoalimenta), com o treinamento no manejo da mesma e seu controle, através do entendimento dos processos mentais e do desenvolvimento de habilidades de enfrentamento e das técnicas de relaxamento.

Maria Cristina Ramos Britto

CRP 05/34753

psicóloga com especialização em terapia cognitivo-comportamental

 

Ô bicho estranho é o ser humano...

Domingo, 08 de Fevereiro de 2015, 18h00

Stella Caldas premium
Psicóloga Clínica (CRP 06/113489)

Há algum tempo vi algumas fotos de um ensaio de homens e mulheres que se submeteram a grandes transformações através da cirurgia plástica. O texto dizia sobre o quanto essas pessoas haviam sido modificadas pelo excesso desses procedimentos, e ainda continha o seguinte comentário: a falta de autoestima faz com que essas pessoas se modifiquem a ponto de não se parecerem em nada com o que já foram.

Logo abaixo do texto, havia outro comentário - com mais de mil “curtidas” - “o que mais me dá medo é olhar esses rostos e perceber que eles são todos iguais”.

A questão me parece muito mais complexa que isso; responsabilizar apenas o indivíduo ou sua falta de autoestima é pensar de forma muito simplista.

Sei que vou chover no molhado, mas enfim...

Vivemos um tempo de ditaduras; da beleza, da saúde física, mental, da busca pelo sucesso profissional, da realização pessoal... Há sempre uma “receita de bolo” para ter isso ou aquilo, aqueles que fogem a quaisquer padrões impostos socialmente são vistos como fora da faixa estreita da “normalidade”; vivemos um tempo de aparências e rótulos, de uso e consumo. Mas também, é uma sociedade que prega de modo implícito o individualismo, a competição, a diferenciação da massa.

É exatamente isso! Procuramos igualdade, queremos nos assemelhar àquilo que a sociedade prega como padrão. Individualmente sentimos que não é possível modificar as demandas, mas desejamos ardentemente o pertencimento. E em outro momento, essa padronização e uniformidade absurda que buscamos nos assustam, porque também precisamos ser especiais, diferentes.

Eis aí o grande conflito: como ser “uno” numa sociedade que busca o homogêneo, mas só reconhece, engrandece ou enaltece o especial?

Penso que essas pessoas são a materialização desse conflito... E talvez, o fotógrafo, autor do comentário do início do texto, em parte tenha razão, talvez falte um pouco de autoestima; não do indivíduo por si mesmo, mas da sociedade para com os seres humanos, na sua complexidade, nas semelhanças e nas diferenças – se é que você me entende!

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fala sobre os transtornos emocionais que mais afastam o indivíduo do seu trabalho,altera sua rotina e traz sofrimento intenso para sua vida.

Trabalho final de Projeto de Restauro

O objeto de projeto foi uma ruína em Niterói, escolhida pelo grupo de trabalho, para a disciplina de Projeto de Restauro.

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Trabalho de Projeto Arquitetônico IV

O tema da disciplina para o semestre foi para desenvolver, em dupla, um Centro de Referência da Indústria Naval na área de Neves em São Gonçalo.

Psicopedagogia: O médico da educação

Divulgação do profissional psicopedagogo

Olhar psicopedagógico: Escola boa é onde EU quero ser feliz

Orientação Psicopedagogica

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My work in the project InteGrade

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Reportagens e criação de conteúdo para jornais, revistas e empresas.

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Coordenador de reportagens; roteirista e repórter dos programas de TV da TV COOP (TV da Federação das Cooperativas Agropecuárias de SC no site da Fecoagro webtv ; VER: http://www.fecoagro.coop.br/pt-BR/home ) *- e produtor e realizador de reportagens TV

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Coletânea de poesias escritas no período compreendido entre os anos 2000 e 2014.

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Estudo casa para um rancho localizado na cidade de Sales-SP.

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Estudo residencia na cidade de Ibira-SP.

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foram utilizados os programas AutoCad, 3D Max e CiberLink como editor de vídeo

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